Vinci GT e Sport - O Tópico

Inaugurou-se a 1ª etapa de uma possível indústria 100% nacional futuramente.
É preciso que agora tenha continuidade![;)]

A indústria nacional há muito que existia.
Tínhamos, por exemplo, a defunta Famel.
Motorizadas brilhantes, um excelente produto.
Por volta de 1997 (antes um bocado já andava a "coxear") a fábrica começou a ter pouco lucro e eis que apresentaram uma revolução..uma scooter inteiramente a electricidade.
Foi à falência na mesma...a scooter não viu a luz do dia...porque o Estado não ajudou a companhia.
E isto é só um exemplo.

Ou seja, como podemos avançar seja o que for,. se existem interesses pelo meio?
Esta marca está condenada. Se não me engano, também esta não tem nenhum tipo de ajuda do estado.:confused:

Mas lá está, vale pelo o esforço e estou a gostar de ver. Espero que consigam.
 
A indústria nacional há muito que existia.
Tínhamos, por exemplo, a defunta Famel.
Motorizadas brilhantes, um excelente produto.
Por volta de 1997 (antes um bocado já andava a "coxear") a fábrica começou a ter pouco lucro e eis que apresentaram uma revolução..uma scooter inteiramente a electricidade.
Foi à falência na mesma...a scooter não viu a luz do dia...porque o Estado não ajudou a companhia.
E isto é só um exemplo.

Ou seja, como podemos avançar seja o que for,. se existem interesses pelo meio?
Esta marca está condenada. Se não me engano, também esta não tem nenhum tipo de ajuda do estado.:confused:

Mas lá está, vale pelo o esforço e estou a gostar de ver. Espero que consigam.

Porque motivo é que so quem tem ajuda do estado é que pode singrar? [8b]
 
Porque motivo é que so quem tem ajuda do estado é que pode singrar? [8b]

O estado deve pagar tudo (especialmente subsidios), mas não deve pedir nada aos cidadãos (impostos).
Projectos bem sucedidos têm que ter dinheiros privados, porque assim, não anda lá ninguém a "chuchar". Se for um mau projecto e não der lucro, fecha a empresa. E por isso, há muita maior responsabilidade na gestão do mesmo.
 
Ora bem amigos,

No essencial vale pelo esforço, persistência e empenho de um grupo de pessoas sem medo.
Pena que não haja mais gente empreendedora e com garra.

Em relação ao carro, no geral não se pode dizer que é brilhante e não nos podemos cegar pelo "é português, tem de ser bom".
Por muito que me custe, 60 mil contos por este carro é um absurdo olhando à concorrência. As previsões de 100 unidades ano para produção, parecem-me algo exageradas, mas o tempo dirá se eu tenho razão ou não e se não tiver, assumirei o meu erro.
Na minha humilde opinião, vale pelo esforço e mérito da equipa, mas falta-lhe muita coisa para ser considerado um automóvel capaz de rivalizar com outros...

Inaugurou-se a 1ª etapa de uma possível indústria 100% nacional futuramente.
É preciso que agora tenha continuidade![;)]
Tudo bem, é a tua opinião, mas não vejo um esforço assim tão grande...em fazer uma nova carroçaria.

;)
 
Por estas e por outras é que o nosso País é o que é, ou seja uma m****.
Aparece uma empresa a tentar fazer um carro, que diga-se, não está mau. Os meios não deverão ser ilimitados, pelo que forçosamente têm que estabelecer situações de compromisso. Apesar disso, parece-me que o projecto tem pernas para andar.

Mas aqui o que acontece e que é tão tipicamente Português é aparecerem logo meia duzia de "intelectuais" a apontar o dedo ás falhas e a dizerem que não está bem e que não devia ser o motor x ou a caixa y, etc.

Pode não ser uma obra-prima de engenharia ou design, mas pelo menos as pessoas que estão por detrás do projecto Vinci estão a fazer um esforço para criarem algo de novo e não escondidos atrás de um monitor a mandar postas de pescada e a tentar ridicularizar o trabalho árduo de algumas centenas de pessoas.

É tão mais fácil estar só a apontar o dedo e a acusar as falhas dos outros...


Por essas e por outras é que temos o País que temos
Uiiii que grande nacionalismo que ai vai!
Gostava de te ver com 300.000 no bolso para gastar num carro.....de certeza absoluta que compravas um Vinci não?!
 
Quer dizer que vão haver mais modelos com o lindo nome de Vinci? [:vm)]


Vinci Sport e TT (mas acho que ainda não passam de projectos num estado muito pouco avançado. Alias, o sport podia ficar como está no projecto [br:)], mas o TT [:vm)])

Já agora, Vinci quer dizer "Venci" em Latim, mas não sei se foi aí que os criadores foram buscar a inspiração.
 
Este projecto não tem pés nem cabeça e muito menos objectivo.
É algo de todo irracional.

Se os gajos da CEIIA quisessem realmente fazer um veiculo automovel com probalidades de ter sucesso comercial, em vez de inventarem uma aberração de luxo ( [:vm)] ), com custos megalomanos, tinham pegado no projecto UMM e faziam um veiculo todo o terreno como deve ser que certamente teria muito mais projecção, aceitação publica e futuro comercial. apr:)
 
Hás-de dizer quais são esses produtos.
No supermercado faz sentido olharmos à carteira e ao que gostamos. Não é comprar uma vez só, como um carro, mas sim uma compra continuada.
Subscrevo. São as "maravilhas" da globalização. Ser nacionalista é bonito, acontece que o capital não tem pátria e se não for eu a gerir as minhas finanças, quem o fará?

Além disso, mostrem-me produtos portugueses de qualquer qualidade (baixa, mediana ou altra) que eu mostro-vos produtos estrangeiro (ou até especificamente espanhóis) de qualidade idêntica. Esses preconceitos errados de que o que é nacional é bom, ou mau uma vez que existem ambas as ideias, é uma autêntica parolice, a qualidade não tem que ver com a nacionalidade do produto.
 
Subscrevo. São as "maravilhas" da globalização. Ser nacionalista é bonito, acontece que o capital não tem pátria e se não for eu a gerir as minhas finanças, quem o fará?

Além disso, mostrem-me produtos portugueses de qualquer qualidade (baixa, mediana ou altra) que eu mostro-vos produtos estrangeiro (ou até especificamente espanhóis) de qualidade idêntica. Esses preconceitos errados de que o que é nacional é bom, ou mau uma vez que existem ambas as ideias, é uma autêntica parolice, a qualidade não tem que ver com a nacionalidade do produto.

O problema é que nos impigem a porcaria estrangeira em deterimento dos de qualidade nacionais.
Basta ver grande parte da fruta e horticulas vendidos nas grandes superficies.
 
O estado deve pagar tudo (especialmente subsidios), mas não deve pedir nada aos cidadãos (impostos).
Projectos bem sucedidos têm que ter dinheiros privados, porque assim, não anda lá ninguém a "chuchar". Se for um mau projecto e não der lucro, fecha a empresa. E por isso, há muita maior responsabilidade na gestão do mesmo.

Discordo!
É graças ao estado (não o nosso) que muitas marcas estrangeiras saíram da banca rota!
O Estado é uma grande "braço de ajuda"...mas só ajuda o que lhe convém e diga-se de passagem, um veículo com motor eléctrico não lhes dava de mamar...
 
Discordo!
É graças ao estado (não o nosso) que muitas marcas estrangeiras saíram da banca rota!
O Estado é uma grande "braço de ajuda"...mas só ajuda o que lhe convém e diga-se de passagem, um veículo com motor eléctrico não lhes dava de mamar...

Se fosse um projecto com potencial dificilmente passaria despercebido. Portanto essas histórias acho que não pegam facilmente.
 
Discordo!
É graças ao estado (não o nosso) que muitas marcas estrangeiras saíram da banca rota!
O Estado é uma grande "braço de ajuda"...mas só ajuda o que lhe convém e diga-se de passagem, um veículo com motor eléctrico não lhes dava de mamar...

O Estado é um grande braço de ajuda mas só para as empresas estrangeiras.
Para o Estado, as empresas portuguesas só servem para pagar impostos.
 
Se fosse um projecto com potencial dificilmente passaria despercebido. Portanto essas histórias acho que não pegam facilmente.

A mim não me interessa se pegam ou não! Basta a marca ter andado no anonimato durante vários anos até à sua falência para não se saberem certas e determinadas coisas.
Eu não trabalhei na Famel...nem no Estado, pelo que no fundo só me fica o desgosto desta companhia já não existir.

Agora, se vocês acreditam ou deixam de acreditar...
 
Não olhando ao preço, e à mecânica (que pelos vistos nem está ainda definida) eu gosto bastante do look da versão que teve no Circuito da Boavista.

Mas uma coisa temos todos de concordar, vale pelo esforço. Agora era alguém com "tomates" pegar na UMM, que me parece de longe um grande erro ninguém o ter feito ainda. Existem UMMs funcionais em Timor, Moçambique, etc... Não será o mercado africano (por exemplo ou de áreas com poucas estradas) um bom nicho de mercado para reavivar a UMM? Nem que se vendesse apenas à guarda florestal ou parecido. Seria mesmo um fracasso? Eu continuo com a minha há muitos anos, reavivar a UMM seria um sucesso (dependendo do produto oferecido claro).

Just My 2 cêntimos
 
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