WRC - Campeonato acabou!

Rally de Portugal com olhos postos no mundial de 2007

O Rally de Portugal 2006 está em contagem decrescente. A sua apresentação, em vésperas do Rali da Catalunha, tal como acontecera em 2004, foi mais um passo dado no sentido de regressar ao Mundial de Ralis, o que deverá acontecer já em 2007, coroando-se dessa forma, de êxito os diversos esforços levados a cabo pela Direcção do Clube.

A presença de inúmeras figuras do automobilismo internacional na apresentação da prova, com destaque para Carlos Sainz, confirma o interesse que as instâncias internacionais colocam neste regresso.

Nomes como Charles Reynold Coordenador da FIA, David Richards, da Comissão de Ralis da FIA (Construtores) e respondável principal da Prodrive, preparadora oficial da Subaru, Nini Russo, responsável pelo Campeonato Júnior WRC ou Mark de Jong, director do ISC da FIA, Piero Sodano Press Officer do WRC e Rui Cunha, da Comissão Mundial de Ralis e da FPAK constituiram figuras em destaque nesta apresentação da edição de 2006 do PT Rallye de Portugal, que vai estar na estrada nos dias 16 a 18 de Março, no Algarve.

As marcas estiveram igualmente todas representadas, com Isao Tori, Presidente da Mitsubishi Motors Sport e Andrew Cowan, director daquele construtor nipónico, Y. Watanabe da Suzuki, António Rodriguez, da Skoda, Malcolm Wilson da Ford, Annick Peuvergne, da Peugeot Sport e a representante de Guy Frequelin, da Citroen. Também a Comunicação Social acorreu em força ao acontecimento e alguns dos jornalistas que mais directamente estão envolvidos no Mundial de Ralis não quiseram deixar de marcar presença, com destaque para os nossos bem conhecidos Martin Holmes (MHR), Guido Rancati (Autosprint), Michel Lizin (AutoHebdo), Bob McCaffrey (World Rally News e McKleine Motorsport), Ricardo Muñoz (Autopista), Pipo Lopez (Diário As) e Jean Paul Renvoizé (L’Equipe Magazine), entre outros.

Carlos Sainz, que o ano passado tripulou o carro 0 voltou a participar nesta apresentação em Salou, na Catalunha, acompanhado por Luís Moya, tendo ainda estado presente o piloto Daniel Sordo, que participou na edição 2005 do PT Rally de Portugal.

O Presidente da Direcção do ACP, Carlos Barbosa, salientou a determinação do Clube para que em termos de organização se consigam os melhores resultados, considerando a necessidade de criar as condições ideais para os participantes, tendo como objectivo a realização da prova no Mundial de 2007. Para o êxito da prova é de grande importância podermos contar com os apoios quer do Governo quer das autarquias por onde ela vai decorrer, sublinhou ainda Carlos Barbosa numa alusão importante a uma indispensável participação das entidades oficiais.

O número de indicadores positivos quanto a um eventual regresso ao Mundial nunca foi tão elevado como agora, referiu, por seu lado, o engº Mário Martins da Silva, acrescentando que cremos que esta é a melhor situação de sempre e mais evidente que nunca.

Uma opinião corroborada pelo piloto espanhol e ex-campeão do Mundo Carlos Sainz que salientou na sua intervenção ser esta uma prova que é um produto acabado. Desde o centro operacional às estradas e a localização, reúne todas as condições para integrar o calendário do Campeonato do Mundo de Ralis da FIA.

Para Carlos Sainz estão reunidas as condições para a prova poder retomar o seu historial de competição do quadro do Mundial, sendo certo que nesta fase a questão da segurança, uma das prioridades colocadas pelo ACP está definida e mostra estar já à altura de uma prova do Mundial, opinião partilhada pelo navegador do campeão do Mundo, Luís Moya, também ele com a experiência de uma presença no Algarve em 2005.

Percurso Tanto o Estádio do Algarve como Vilamoura estão situados a uma curta distância do aeroporto de Faro, que recebe a maioria das companhias aéreas internacionais, incluindo a nacional e patrocinadora do evento, a TAP. Porém, não são apenas o centro operacional e a base do rali que estão perfeitamente localizados.

O percurso do rali de 2006 é praticamente idêntico, tendo sofrido apenas algumas alterações de pequena monta. Por exemplo, embora a primeira etapa se mantenha igual, algumas das provas de classificação da segunda sofreram correcções no sentido de aumentar a segurança, reduzindo a velocidade nalgumas zonas. Seis provas de classificação com duas passagens em cada uma resultam num evento compacto com horários muito convenientes para os concorrentes, tanto nos reconhecimentos como na prova.

Além disso, o percurso proporciona aos meios de comunicação social inúmeras oportunidades para observarem o desenrolar da prova, bem como parafalarem com os pilotos, na área de assistência e realizarem o seu trabalho no moderno Media Centre. Segurança Uma das principais preocupações dos organizadores é a segurança dos espectadores, uma área onde, em 2005, o rali demonstrou estar ao nível do que de melhor decorre no Mundo. As provas de classificação proporcionam não apenas uma competição excelente como também bons pontos de observação, tendo sido criadas uma série de zonas reservadas a espectadores, concebidas com o objectivo de lhes proporcionar boas oportunidades de seguir o rali em completa segurança.

Este sistema será novamente utilizado em 2006. O apoio das autoridades locais é fundamental e mais uma vez, elas participarão na organização desde o início. O PT-Rally de Portugal de 2006 contará com a participação de pilotos convidados. A sua participação e opinião serão um contributo inestimável para a concretização do objectivo de inclusão do Rally de Portugal no calendário do Campeonato do Mundo de Ralis da FIA de 2007.

Comunicado de Imprensa - PT Rallye de Portugal

www.ralis.net
 
ora aí fica mais uma notícia relacionada com este assunto do Rali em Portugal:

«Segundo o mesmo responsável, "a saída de Jacques Régis da comissão de ralis da FIA será benéfica para o Rali de Portugal, pois era o único elemento da FIA que não era muito favorável à nossa prova".

Num período de grande indefinição para o Mundial de Ralis em 2007, onde até já se falou na existência de dois campeonatos, Carlos Barbosa é cauteloso nesse aspecto, afirmando que "nesta altura não se sabe bem que mundial vamos ter em 2007. O que sabemos é que a nossa prova está no calendário, mas obviamente teremos que esperar pelo conselho mundial da FIA".

Relativamente ao facto de o ACP ter que realizar ainda este ano uma prova para o mundial, caso o Rali do Japão não se realize, Carlos Barbosa refere que "financeiramente não há hipóteses do ACP o fazer", ficando no ar a ideia de que este terá que ser um "desígnio nacional", como afirmou Pedro Almeida, director do Rali de Portugal.

Certo é que a prova vai ser esta semana inspecionada por responsáveis de segurança da FIA como se ela tivesse três dias competitivos, e que o Rali de Portugal 2006 vai ser analisado a nível médico por uma equipa dirigida por Sid Watkins.

Esperemos que no início de Setembro cá tenhamos o Mundial de Ralis, pois quanto ao dinheiro ele vai aparecer!!!»
 
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Eis o que pode ser o novo WRC da Suzuki. Adivinha-se 1 grande epoca para 2007!
 
Se seguir as pisadas do irmão 206, tem futuro e sucesso garantido.
Vamos deixar de ouvir o assobiar do turbo e os estouros do Als com esta classe S2000, no entanto os atmosféricos 2 litros também tem um cantar terrivel em altas, pelos menos os que já tive o prazer de ouvir, G.Punto, Dacia e Corolla.
 
Corolla?

Mas a Peugeot de certeza que nao vai participar no mundial. Nao só abandonou o WRC, como ja confirmou a participaçao em Le Mans com 1 protótipo Diesel, mas só em 2007, ao contrário da Audi, já em 2006.
 
Se o mundial de ralis acabar c WRC e começar os S2000 nao estou muito preocupado pq sempre q aparecem novas restriçoes as marcas consegem ainda assim desenvolver carros ainda mais rapidos devidos a avanços gerais do carro. Veja se o q aconteceu quando acabram os prototipos nao me lembro o mme ao certo da categoria desses carros qq WRC actual neste momento anda mais rapido q os outros q tinham muitos mais cavalos
 
A categoria WRC não vai acabar... a classe S1600 é que está com os dias contados com o S2000, pois os fabricantes não pretendiam gastar € em carros que pouco ou nada teriam de "compativeis" com os WRC ( os S1600 sao FWD enquanto os WRC sao 4WD,por exemplo ), como se passava nos S1600.Dai a quase "obrigação" de criar a classe S2000...

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It’s Sambar time!
17 February 2006

It’s quite easy to overlook the compact Subaru Sambar van in the Subaru World Rally Team service area. At just over 3360mm long, 1480mm wide and 1900mm high it’s shorter than a fully-grown horse and smaller than an average dining room table. In Japan, the tiny Sambar is known as a ‘Kei’ car, a vehicle built according to strict size limits specified by the Japanese government. In simple terms, Kei cars feature a small engine in a small body.

Engine capacity is limited to 660cc and 64bhp and the overall dimensions are shorter and narrower than a regular car. Sold only in the Japanese market, the Sambar’s tiny stature is perfect for the narrow, congested streets of cities like Tokyo and Osaka. Nevertheless don’t be fooled by the tiny stature – this is a car that can more than hold its weight, as Subaru technicians have found out for themselves.

Since Rally Sardinia 2005, SWRT technicians have used the Sambar to ferry tyres back and forth between the Subaru service area and the Pirelli tyre trucks. With the rear seats folded flat it can carry up to 20 wheels and tyres. At approximately 25kg each, that’s over 500kg per trip. Not bad for a car that weighs just over 1000kg.

The SWRT Sambar is painted in exactly the same colour as the rally cars and is used on every European WRC event. It’s in good company when it’s transported to events too. It travels on a trailer along with the Legacy STI management shuttle and the B9 Tribeca, the latest addition to the Subaru World Rally Team fleet.

Of all the SWRT event staff, tyre technician Tore Dahl spends the most time behind the wheel of the Sambar: “It’s a great little vehicle for doing what we want. The All-Wheel Drive makes it very easy to manage, even when fully loaded, and the engine is powerful enough to go quickly from one end of the service park to another. It’s great fun to drive too.”

As you’ll see from the photos the Sambar was especially useful in Sweden, where the temperature dropped as low as -18C. “It’s got air conditioning which is a real plus in the hot rallies like Greece,” said Tore. “But in the snow I was very grateful for the powerful heater, I didn’t really want to get out of the cab – it’s not a bad little office!”

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WRC: Subaru sem explicações

A Subaru não conseguiu encontrar explicação para os múltiplos problemas que afectaram os Impreza WRC 2006 em Monte Carlo e Suécia, e que levaram os carros da Prodrive a serem alvo de atenções pelas piores razões. Na Suécia os azares mecânicos de Petter Solberg atingiram mesmo proporções preocupantes.

Segundo a imprensa sueca, na Prodrive não se chegou a nenhuma conclusão concreta para a causa destes problemas. Depois de analisados os componentes que falharam, os homens da empresa sediada no reino Unido acabaram por concluir que os problemas poderão ter sido causados por componentes do Impreza WRC de 2005 que foram utilizados nos carros de 2006.

Apesar de não existirem conclusões, pelo menos uma certeza há: daqui a uma semana Petter Solberg e Chris Atkinson necessitam de estar em grande nível no México para atenuarem os maus resultados que até agora foram conseguidos.

www.sportmotores.com

No ano em que foi Campeão, Solberg após o 3º rali tinha 3 pontos, enquanto que o líder (Burns) tinha 18. Será algum prenúncio? Esperemos que sim [8D]
 
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