O que é uma boa poupança?

Obrigado pela explicação. Caso o fizesse a AT ia detectar de qualquer maneira presumo, isto é comunicado pelas seguradoras e bancos penso eu. Ou não?

Em bom rigor, não se sabe.

Suspeito que se dependerá muito (se não totalmente) dos bancos/seguradoras comunicarem os incumprimentos (resgates sujeitos a penalização) à AT. Os resgates dentro das regras podem não ser comunicados, e se assim for dois resgates de 1 IAS em duas seguradoras distintas não gerará alerta.

Esta nova exigência na circular da AT poderá impedir, em casos que venham a ser detetados (durante este e os próximos anos), que o abusador se desculpe com desconhecimento.
 
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ah bem, a 2ª hipótese não é malabarismo, pode ser feito! menos mal.
A medida não foi feita para aquilo que tu acreditas que foi feita. A tua opinião é contrária à filosofia da medida.
Não é a tua forma de ver o mundo que determina quais são as necessidades válidas para alguém resgatar e usar o PPR ou parte dele, é aí que reside a tal crença de que falei. A tua opinião baseia-se num conjunto de crenças, ou valores éticos que são teus, se tivesses um PPR e o teu princípio te impedisse de o resgatar e mais à frente subscrever outro é algo pessoal, não pode é ser aplicado aos demais, porque a medida não está feita para aquilo que acreditas que seja ético.
A medida é generalista, propositadamente generalista, para cada um fazer a gestão desse dinheiro como bem lhe aprouver, caso contrário teria critérios como de resto, já existem e sempre existiram para o resgate dos PPR antes do tempo determinado, por exemplo, pagar prestações do CH.
Inicialmente julguei que não estavas a entender Português, agora concordo que não tens problemas de compreensão, é apenas uma opinião que é legitima se posta em prática por ti, se dissesses que tu não o farias, ilegítima no geral à luz daquilo para que foi construída a excepção à lei, logo dizeres que eu não o faria, pacifico, dizer que deviam proibir-me de fazer o que eu escrevi aqui que ia fazer, crença.
 
Não porque quem comunica à AT se houve incumprimento ou não é a fidelidade. Eles não vão comunicar como incumprimento.


Parece-me pouco lógico que uma determinada entidade comuniquei à AT um montante diferente daquele que foi efetivamente transferido para o cliente.

Mas assim que souber dou feedback. Estou a aguardar resposta a essa questão por parte da Fidelidade.
 
Parece-me pouco lógico que uma determinada entidade comuniquei à AT um montante diferente daquele que foi efetivamente transferido para o cliente.

Mas assim que souber dou feedback. Estou a aguardar resposta a essa questão por parte da Fidelidade.

A entidade, considerando que o resgate foi feito dentro das regras, pode nem sequer comunicar qualquer resgate à AT. Acho que é mais isto.
 
Dinheiro também deve dar, dentro do limite legal (3000€?).
O pessoal ia ao balcão pagar com cartão para ganhar cashback.

Os CTT acho que só têm multibanco.

Pelo menos quando lá fui, a senhora fez a questão de o dizer e realmente a máquina não tinha VISA ou Maestro.




Mas os limites de cashback não são demasiado baixos para compensar o trabalho?



Confesso que esta parte sempre me fez confusão o trabalho que têm para ganhar 10-15€ por mês com o risco de se enganarem uma vez e pagarem uma comissão alta.

Especialmente sabendo que é o comerciante que paga o cashback.

É quase o inverso das pessoas se queixarem dos preços altos e de aumentarem os preços. Com os cartões de crédito tiram mais margem ao comerciante e até fazem questão de trocar de cartão para o fazer.[:D]


Mas confesso que só uso cartão de crédito em viagens, mas noto que é cada vez mais usado para compras do dia-a-dia.
 
Parece-me pouco lógico que uma determinada entidade comuniquei à AT um montante diferente daquele que foi efetivamente transferido para o cliente.

Mas assim que souber dou feedback. Estou a aguardar resposta a essa questão por parte da Fidelidade.

Eu acho que confirmei essa situação agora ao falar com o apoio da Fidelidade.

Eu também tenho um PPR na Fidelidade, neste momento o Evoluir (após ter migrado do Leve) e o que explicaram (e que eu suspeitava e que foi dito pelo user jfangio) é que a participação que está a ser vendida pode ter uma valorização desde o momento em que se deu a ordem de venda e o momento da efectivação da ordem, daí se ter uma valorização, receber um valor mais alto do que se deu ordem.
E que esse valor a mais é ganho do cliente, é inerente ao produto a que está associado o PPR, será um valor separado, no fundo é um ganho líquido do cliente.

Imagina que recebias menos que o valor do IAS. Significaria, pelo pouco que percebo da coisa, que as participações do PPR estariam a desvalorizar e isso seria muito mau para os clientes.

Mas o pedido de resgate foi pelo valor do IAS.

Penso que seja isto.
 
Os CTT acho que só têm multibanco.

Pelo menos quando lá fui, a senhora fez a questão de o dizer e realmente a máquina não tinha VISA ou Maestro.

Mas os limites de cashback não são demasiado baixos para compensar o trabalho?

Confesso que esta parte sempre me fez confusão o trabalho que têm para ganhar 10-15€ por mês com o risco de se enganarem uma vez e pagarem uma comissão alta.

Especialmente sabendo que é o comerciante que paga o cashback.

É quase o inverso das pessoas se queixarem dos preços altos e de aumentarem os preços. Com os cartões de crédito tiram mais margem ao comerciante e até fazem questão de trocar de cartão para o fazer.[:D]

Mas confesso que só uso cartão de crédito em viagens, mas noto que é cada vez mais usado para compras do dia-a-dia.

Vários cartões de crédito funcionam na rede multibanco. São os que têm o logo "MB" no verso.

Com o Unibanco por exemplo uma subscrição mensal de 500€ rendia 20€ de cashback. Para ti pode não valer a pena, mas eram 4% líquidos (5,5% brutos) a acrescentar à rentabilidade desses certificados nesse ano.

Que "risco de se enganarem uma vez e pagarem uma comissão alta" é esse? Todos os meses recebes um extrato. Pagas dentro do prazo como uma vulgar fatura, podendo até ser via débito direto para evitar esquecimento. E pronto, não há qualquer custo.

Não utilizava este esquema dos certificados, mas há mais de 10 anos que uso cartões com cashback para pagar tudo o que posso. É uma pequena percentagem, mas pagar supermercado, combustível ou restaurantes com desconto de 3% é melhor que sem ele.
 
Última edição:
Eu como backup uso o Revolut...
Amplamente satisfeito.
Um pouco estranho não ter balcão, mas se formos ver hoje em dia já não se usa balcão para nada, e tudo feito no balcão tem custos (pralem do enorme tempo na fila).
A unica cena que me deixa mais preocupado é se um dia houver uma emergência... Mas também em quase 30 anos de bancos nunca tive nenhuma emergência onde fosse necessário ir a um balcão....
 
Eu como backup uso o Revolut...
Amplamente satisfeito.
Um pouco estranho não ter balcão, mas se formos ver hoje em dia já não se usa balcão para nada, e tudo feito no balcão tem custos (pralem do enorme tempo na fila).
A unica cena que me deixa mais preocupado é se um dia houver uma emergência... Mas também em quase 30 anos de bancos nunca tive nenhuma emergência onde fosse necessário ir a um balcão....

O que queres dizer com "backup"?
Eu de balcões só quero distância. Claro que para certos assuntos alguns clientes ainda não terão alternativa.
 
GNB obrigações 2026 o que acham deste fundo?

Baixo risco ( nível 2 numa escala até 7 ), que paga um dividendo indicativo anual de 1,75%, e tem uma maturidade pré definida de 3 anos e 3 meses.

Mínimo de subscrição de 50€, não tem comissão de subscrição até ao final do mês.
 
GNB obrigações 2026 o que acham deste fundo?

Baixo risco ( nível 2 numa escala até 7 ), que paga um dividendo indicativo anual de 1,75%, e tem uma maturidade pré definida de 3 anos e 3 meses.

Mínimo de subscrição de 50€, não tem comissão de subscrição até ao final do mês.

Não tinhas decidido não falar mais de fundos neste tópico? [:p]

Não é poupança, é investimento.
 
1 - Vários cartões de crédito funcionam na rede multibanco. São os que têm o logo "MB" no verso.

2- Com o Unibanco por exemplo uma subscrição mensal de 500€ rendia 20€ de cashback. Para ti pode não valer a pena, mas eram 4% líquidos (5,5% brutos) a acrescentar à rentabilidade desses certificados nesse ano.

Que "risco de se enganarem uma vez e pagarem uma comissão alta" é esse? Todos os meses recebes um extrato. Pagas dentro do prazo como uma vulgar fatura, podendo até ser via débito direto para evitar esquecimento. E pronto, não há qualquer custo.

Não utilizava este esquema dos certificados, mas há mais de 10 anos que uso cartões com cashback para pagar tudo o que posso. É uma pequena percentagem, mas pagar supermercado, combustível ou restaurantes com desconto de 3% é melhor que sem ele.



1- Da minha experiência mesmo esses, a maioria (99%) não funciona nas máquinas TPA só com MB, mas acredito que possa haver exceções que não conheça.

2- Mas o limite não é 200€ anuais, +-17€ por mês? Não tem custos anuais?


Não há qualquer custo até haver um custo. Não conheço ninguém que não tenha falhado um prazo, nem que seja por um dia por qualquer razão, seja de saúde, esquecimento, muito trabalho.

Basta ver as pessoas a queixarem-se do pagamento do IUC por exemplo. Que falharam uns dias porque se esqueceram.


Por exemplo impostos próprios nunca falhei um prazo, mas como faço em vários lados (empresa e família) já falhei prazos de alguns dias uma meia dúzia de vezes.

Mas também é muito devido ao prazo curto de emissão e prazo para pagamento que chega a ser menos de 5 dias.

E da minha experiência com outras pessoas a gerir um condomínio é uma festa em taxas de pagamento em atraso da declaração à Segurança Social por exemplo.


Mas ainda bem que nunca falhaste em 10 anos.


Não acho é que se aplique à maioria e era esse o meu ponto.

Por alguma razão o cashback existe e ainda conseguem ganhar dinheiro e convidam-te a sair quando algumas pessoas exageram.

Porque os comerciantes pagam uma parte substancial do cashback em taxas e porque o cliente que falha paga a outra parte e as financeiras ainda ganham €€ com as taxas de empréstimo dos que falham ou usam o crédito.


Acho, o cashback, uma aplicação financeira e incentivo completamento contraproducente até não seja para simplificar processos.

Não quer dizer que possa dizer nunca o irei usar. Se tivessem limites muito maiores (mais de 500€ anuais de cashback por exemplo), porque aí o incentivo faria esquecer todos os outros argumentos.[:D]


Para reforçar a ideia. Havia por aí uma notícia com a margem dos CTT ao fazerem os certificados de aforro. Acho que era menos de 0,5% já não tenho certezas. Se ainda vão pagar taxas aos bancos devido ao uso de cartão de crédito, na prática os CTT estão a pagar para alguém fazer os certificados de aforro nas suas instalações.

Claro que o consumidor não quer saber, mas é um não quer saber igual ao dos supermercados aumentarem os preços.


Mas também os certificados de aforro devia ser quase todo online.[:D]
 
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1- Da minha experiência mesmo esses, a maioria (99%) não funciona nas máquinas TPA só com MB, mas acredito que possa haver exceções que não conheça.

2- Mas o limite não é 200€ anuais, +-17€ por mês? Não tem custos anuais?

Não há qualquer custo até haver um custo. Não conheço ninguém que não tenha falhado um prazo, nem que seja por um dia por qualquer razão, seja de saúde, esquecimento, muito trabalho.

Basta ver as pessoas a queixarem-se do pagamento do IUC por exemplo. Que falharam uns dias porque se esqueceram.

Por exemplo impostos próprios nunca falhei um prazo, mas como faço em vários lados (empresa e família) já falhei prazos de alguns dias uma meia dúzia de vezes.

Mas também é muito devido ao prazo curto de emissão e prazo para pagamento que chega a ser menos de 5 dias.

E da minha experiência com outras pessoas a gerir um condomínio é uma festa em taxas de pagamento em atraso da declaração à Segurança Social por exemplo.

Mas ainda bem que nunca falhaste em 10 anos.

Não acho é que se aplique à maioria e era esse o meu ponto.

Por alguma razão o cashback existe e ainda conseguem ganhar dinheiro e convidam-te a sair quando algumas pessoas exageram.

Porque os comerciantes pagam uma parte substancial do cashback em taxas e porque o cliente que falha paga a outra parte e as financeiras ainda ganham €€ com as taxas de empréstimo dos que falham ou usam o crédito.

Acho, o cashback, uma aplicação financeira e incentivo completamento contraproducente até não seja para simplificar processos.

Não quer dizer que possa dizer nunca o irei usar. Se tivessem limites muito maiores (mais de 500€ anuais de cashback por exemplo), porque aí o incentivo faria esquecer todos os outros argumentos.[:D]

1 - Bankinter, Cetelem, Cofidis, Deco Unicre, Unibanco, Wizink funcionam em rede multibanco. Affinity e Universo não funcionam. Os de bancos não conheço.

2 - O cashback do Unibanco é só durante o primeiro ano e limitado a 200€. Cetelem por exemplo é "para sempre" e limitado a 120€/ano. Cá em casa cada um tem o seu, logo os limites são o dobro. Todos os cartões indicados no ponto anterior são gratuitos (o Cofidis já não está disponível para adesão) e alguns têm ocasional ou habitualmente ofertas de adesão.

Por norma, os cartões de crédito pagam-se totalmente por débito direto numa conta à ordem. O único risco será não ter saldo suficiente. Mas o mesmo risco se aplica ao pagamento da água, luz, seguros, impostos, etc por esse método (que permite não esquecer o pagamento do IUC [;)]). Até é possível pagar faturas por débito direto sobre um cartão de crédito (Unibanco, Universo) em vez de uma conta à ordem.

Concordo que a utilização "com sucesso" de um cartão de crédito não será para todos. Sempre fui organizado e disciplinado no que a €€€ diz respeito.

O cashback, para mim, são centenas de €s recuperadas por ano apenas por pagar com determinados cartões. Por exemplo, em dezembro comprei casa e recuperei mais de 200€ do IMT e IS. Espero que os impostos este ano não sejam mais elevados por minha causa [:D]
 
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