TCC
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Se não gostas da palavra “robotizada” podes trocar pela palavra “automatizada” que é isso que é a DCT, a DSG, a PDK, e outras que tais. São caixas manuais em que a unidade mecatrónica substituiu a intervenção do humano, no acionamento da embraiagem e da alavanca/pedal de mudanças, umas mais desenvolvidas outras menos. As caixas convencionais automáticas de conversor de binário tem um conceção totalmente diferente.
Não sei como a caixa DCT tem dissipação de potencia, quando o seu desenvolvimento teve origem na caixa Seamless da Honda, ou vice versa (quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?), mas se tem alguma compensa noutros aspetos.
A diferença do conceito inicial, além dos diferentes componentes internos, é que a DCT é automatizada, e a Seamless é totalmente mecânica (claro que, entretanto, tudo evoluiu em relação ao conceito inicial, quer uma quer outra)
A introdução da caixa seamless de dupla embraiagem da Honda tinha uma vantagem de cerca de 0,3 segundos por volta num circuito de 30 curvas. Mais rápida do que as melhores caixas normais com QS do Motogp da altura cerca de 10 vezes na troca de velocidades, mas o ganho não era só alcançado pela maior rapidez, era também pela maior suavidade e constante transmissão de potencia à roda, que davam uma maior estabilidade sobretudo nas mudanças de direção.
Mas esquecemos a caixa seamlees de MotoGP…a DCT só tem desvantagens no arranque, a partir daí é sempre muito mais rápida do que um cx. manual com QS. Utilizei durante cerca de 4 anos e é a sensação que tenho.
Em resumo, todas as caixas mencionadas em cima, mais todas as outras, como a S-Tronic da Audi, ( não é mais do que uma DSG), são caixas cujos princípios de funcionamento são análogos às caixas Seamless (pelo menos na Honda, nas outras marcas que tiverem que desenvolver uma equivalente, não se sabe bem o que por lá anda). Se tem alguma dissipação de potencia? Se tem compensa com outras vantagens que as tornam mais rápidas.
Em relação ao teu ultimo paragrafo, o facto de as caixas com conversor de binário serem para o utilizador parecidas com as de dupla-embraiagem, não significa que sejam iguais do ponto de vista conceptual. São aliás muito diferentes, totalmente diferentes.
Não sei como a caixa DCT tem dissipação de potencia, quando o seu desenvolvimento teve origem na caixa Seamless da Honda, ou vice versa (quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?), mas se tem alguma compensa noutros aspetos.
A diferença do conceito inicial, além dos diferentes componentes internos, é que a DCT é automatizada, e a Seamless é totalmente mecânica (claro que, entretanto, tudo evoluiu em relação ao conceito inicial, quer uma quer outra)
A introdução da caixa seamless de dupla embraiagem da Honda tinha uma vantagem de cerca de 0,3 segundos por volta num circuito de 30 curvas. Mais rápida do que as melhores caixas normais com QS do Motogp da altura cerca de 10 vezes na troca de velocidades, mas o ganho não era só alcançado pela maior rapidez, era também pela maior suavidade e constante transmissão de potencia à roda, que davam uma maior estabilidade sobretudo nas mudanças de direção.
Mas esquecemos a caixa seamlees de MotoGP…a DCT só tem desvantagens no arranque, a partir daí é sempre muito mais rápida do que um cx. manual com QS. Utilizei durante cerca de 4 anos e é a sensação que tenho.
Em resumo, todas as caixas mencionadas em cima, mais todas as outras, como a S-Tronic da Audi, ( não é mais do que uma DSG), são caixas cujos princípios de funcionamento são análogos às caixas Seamless (pelo menos na Honda, nas outras marcas que tiverem que desenvolver uma equivalente, não se sabe bem o que por lá anda). Se tem alguma dissipação de potencia? Se tem compensa com outras vantagens que as tornam mais rápidas.
Em relação ao teu ultimo paragrafo, o facto de as caixas com conversor de binário serem para o utilizador parecidas com as de dupla-embraiagem, não significa que sejam iguais do ponto de vista conceptual. São aliás muito diferentes, totalmente diferentes.
