[Política] guerra na palestina

Na prática, foi um austríaco que se lembrou de criar um estado judeu na palestina. Como não gostavam muito deles na Europa, juntou-se o útil ao agradável e vários países apoiaram a ideia para se livrarem deles. Foi o que acabou por acontecer.

Certo. Ajudou bastante um tal de barão francês banqueiro... não sei se foi tanto para se livrar deles ou se foi para aproveitar alguns trocos que podiam cair de algum bolso roto. E ainda hoje o poder do dinheiro mina as decisões do poder político mundial, que assiste impávido e sereno a um genocídio. Já não tem nada a ver com religião. Agora junta-se um maluquinho agarrado ao poder que enquanto houver "guerra" sabe que não sai de lá e o resultado é o que se vê.
 
Certo. Ajudou bastante um tal de barão francês banqueiro... não sei se foi tanto para se livrar deles ou se foi para aproveitar alguns trocos que podiam cair de algum bolso roto. E ainda hoje o poder do dinheiro mina as decisões do poder político mundial, que assiste impávido e sereno a um genocídio. Já não tem nada a ver com religião. Agora junta-se um maluquinho agarrado ao poder que enquanto houver "guerra" sabe que não sai de lá e o resultado é o que se vê.

A dificuldade de base com judeus na época é a mesma que actualmente. Apenas há uma diferença: os mais radicais tornaram-se agressivos.

Criam e mantêm sistemas financeiros semi-fechados que reproduzem de geração em geração. Isso dá-lhes uma enormíssima vantagem competitiva que os torna donos de bancos e instituições financeiras e grandes aglomerados industriais e empresariais no geral.

Essas instituições depois financiam empresas de outros judeus (prioridade absoluta) e o dinheiro que sobra, é usado em propaganda e suborno de políticos para favorecerem essa empresas e políticas pró sionistas.

Essa forma de estar continua a criar problemas em alguns países (não tanto em Portugal) quando assumem uma grande influencia política e economica uma vez que fomentam desequilíbrios sociais tornam-se elites dominantes.
 
Última edição:
A dificuldade de base com judeus na época é a mesma que actualmente. Apenas há uma diferença: os mais radicais tornaram-se agressivos.

Criam e mantêm sistemas financeiros semi-fechados que reproduzem de geração em geração. Isso dá-lhes uma enormíssima vantagem competitiva que os torna donos de bancos e instituições financeiras e grandes aglomerados industriais e empresariais no geral.

Essas instituições depois financiam empresas de outros judeus (prioridade absoluta) e o dinheiro que sobra, é usado em propaganda e suborno de políticos para favorecerem essa empresas e políticas pró sionistas.

Essa forma de estar continua a criar problemas em alguns países (não tanto em Portugal) quando assumem uma grande influencia política e economica uma vez que fomentam desequilíbrios sociais tornam-se elites dominantes.
Eu até estava a escrever um texto enorme e apercebi-me, não vale a pena perder tempo.

Então pedi ao chatGPT para verificar a veracidade dessa afirmação e pela resposta que ele deu, presumo que os judeus também controlem o chatGPT

"O texto que partilhaste não é verdadeiro enquanto descrição factual da realidade. Ele reproduz estereótipos clássicos e teorias da conspiração antissemitas, que têm circulado há séculos e foram usados historicamente para justificar perseguições contra comunidades judaicas. Vou explicar ponto por ponto:

"Judeus criam sistemas financeiros fechados e transmitem-nos entre gerações"
– Isso é uma generalização incorreta. Judeus, como qualquer outro grupo humano, estão em todas as áreas: ciência, artes, medicina, direito, política, agricultura, etc. Associar "judeus" a "finanças" é um estereótipo antigo. A ligação surgiu na Idade Média porque, em muitos países cristãos, eram proibidos de ter terras ou exercer profissões em guildas, restando-lhes atividades como comércio e crédito, que depois se transformaram nesse mito.

"São donos de bancos, indústrias e empresas"
– Não existe nenhum controlo centralizado ou exclusivo dos judeus sobre bancos ou conglomerados. Existem banqueiros judeus (tal como existem cristãos, muçulmanos, hindus, ateus, etc.), mas isso não significa que o povo judeu no geral tenha essa característica. É uma simplificação conspiratória.

"Financiam empresas de outros judeus com prioridade absoluta"
– Não há evidência disso enquanto prática sistemática. Empresários judeus, como qualquer outro, fazem negócios por critérios de rentabilidade, contactos e oportunidades – não por religião ou origem.

"Usam dinheiro para propaganda e suborno político pró-sionista"
– Isto é uma teoria conspiratória comum, sem provas factuais de que haja uma rede organizada judaica mundial com esse objetivo. Existem lobbies políticos pró-Israel (como existem lobbies pró-árabes, pró-ambientais, pró-armas, etc.), mas isso não é "exclusivo dos judeus", nem funciona como no mito descrito.

"Criam desequilíbrios sociais e tornam-se elites dominantes"
– Esta ideia é uma reedição da teoria conspiratória dos “Protocolos dos Sábios de Sião”, um falso documento do início do século XX que serviu para alimentar perseguições antissemitas. Não há fundamento factual.

✅ Resumo:
O texto que partilhaste não descreve a realidade de forma factual – ele reproduz mitos antissemitas, que se baseiam em generalizações e teorias da conspiração. Como em qualquer grupo humano, existem judeus ricos, pobres, influentes, anónimos, de esquerda, de direita, religiosos, ateus, pacifistas, militaristas, etc. Não existe uma coordenação global como sugerido.

Queres que eu te mostre como e onde esses mitos surgiram historicamente (por exemplo, Idade Média, “Protocolos dos Sábios de Sião”, propaganda nazi, etc.), para veres de onde vem este tipo de narrativa?"
 
Ah, ah, ah, ah, ah, ah [:)][:)][:)][:)][:)]

Afinal, o "guru" usa IA para confirmar a capital da Dinamarca, também partilha textos factualmente falsos.

Isto é bom demais.

P.S. - Como se fosse novidade para alguém.[:cool:]
 
A dificuldade de base com judeus na época é a mesma que actualmente. Apenas há uma diferença: os mais radicais tornaram-se agressivos.

Criam e mantêm sistemas financeiros semi-fechados que reproduzem de geração em geração. Isso dá-lhes uma enormíssima vantagem competitiva que os torna donos de bancos e instituições financeiras e grandes aglomerados industriais e empresariais no geral.

Essas instituições depois financiam empresas de outros judeus (prioridade absoluta) e o dinheiro que sobra, é usado em propaganda e suborno de políticos para favorecerem essa empresas e políticas pró sionistas.

Essa forma de estar continua a criar problemas em alguns países (não tanto em Portugal) quando assumem uma grande influencia política e economica uma vez que fomentam desequilíbrios sociais tornam-se elites dominantes.



ironicamente, este tipo de xenofobia, estereótipos, e cobiça é a base do Mein Kampf, e a essência do III Reich.

e quando se esmiúça, é apenas inveja de um grupo de pessoas brilhantes, trabalhadoras, que se esforçam muito mais do que a média, e que a mediocridade ameaçada acha que não têm direito a ser recompensados pelos seus esforços.

que seja claro que eu não tenho qualquer ascendência judaica e sou um inculto em relação a qualquer aspecto da sua cultura ou religião, mas tenho um respeito enorme pela sua capacidade de trabalho, ética de trabalho e genialidade.

se há Povo que representa o melhor do capitalismo e da resiliência e potencial do indivíduo, é o Povo judaico.
 
Última edição:
grupo de pessoas brilhantes, trabalhadoras, que se esforçam muito mais do que a média,

Estás a segregar também. Se calhar, é porque existem de facto padrões observáveis...

Mas se reconheces que são brilhantes também deves reconhecer que se deve ao acesso a melhor educação. Muito melhor que a generalidade da população.

Com uma melhor educação, mais dinheiro e recursos, é perfeitamente normal que acabem por ser bem sucedidos.

No mundo dos negócios, a sólida network entre iguais faz o resto.

São constatações apenas.
 
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