[Política] guerra na palestina

Essa é fácil.

Fronteira anterior à guerra dos 6 dias de 1967.
Há vários mapas na NET.



ah porra, mas não se pode atacar um País e esperar que não haja consequências.

quem ataca, sabe bem que corre o risco de perder território!

não é deixa lá atacar e depois se não correr bem, volta tudo como estava - as acções têm consequências.
 
Claro que pode. Os Iraelitas não estão abrangidos pelo direito internacional.

É a lei do mais forte que continua a dominar a região, sempre dependentes do suporte dos EUA.


mas há algum sítio do mundo - hoje em dia ou até nos últimos 100 anos - onde o direito internacional se sobrepõe à lei do mais forte?

julgava-te bastante mais pragmático.
 
ah porra, mas não se pode atacar um País e esperar que não haja consequências.

quem ataca, sabe bem que corre o risco de perder território!

não é deixa lá atacar e depois se não correr bem, volta tudo como estava - as acções têm consequências.

Isso não é comigo.
Eu só respondi à questão...
 
Essa é fácil.

Fronteira anterior à guerra dos 6 dias de 1967.
Há vários mapas na NET.

Eduardo209 demonstra enorme relutância intelectual e moral, em explicar a violação da resolução da ONU de 47, perpetrada á existência do estado judaico em 48 pelas nações árabes próximas das fronteiras estabelecidas internacionalmente.

Ou em 67 na guerra dos Seis Dias, ou mesmo pela desestabilização interna efetuada por um radicalismo palestiniano fomentado, no Líbano, ou no reino Jordano em idos dos anos 70.

​O propagandista é cómico. Essa politica na velhinha Europa, seria cómica, as nações agressoras em caso de perda, pediam a restituição das velhas fronteiras rasgadas pelos próprios.
 
Claro que pode. Os Iraelitas não estão abrangidos pelo direito internacional.

É a lei do mais forte que continua a dominar a região, sempre dependentes do suporte dos EUA.

"Might over right"


É fixe quando são os "nossos" a anexar território pela força. Já se for a rússia contra a Ucrânia, é totalmente criminoso.

A coerência habitual de algumas pessoas... (não me estou a referir a ti, obviamente)
 
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touché:



Como raio reconhecemos um estado que não admite que as suas fronteiras implicam a destruição de Israel?




Nenhum muçulmano irá admitir essa questão. Pelo simples princípio de que, na cabeça deles, todo o mudo deve idolatrar alah e transformar tudo num deserto, só porque eles gostam de camelos.

E se no nosso sistema solar existissem outros mundos, semelhantes ao nosso, esses mundos também estariam sujeitos aos mesmos princípios, alah e camelos, camelos e alah (e as vezes cabras).
 
Se os jews americanos lhes fecharem a torneira, não duram nem 6 meses!

Não sejas assim tão otimista.

Vai ver as empresas israelitas...

Quer queiras quer não, aquilo é quase uma Suíça da região.

Israel tem o PIB per capita do Canadá, um pouco abaixo dos EUA e o dobro do nosso.

Não é por acaso que antes de 7 de Outubro havia todos os dias montes de arabes palestinianos a passar a fronteira para ir trabalhar em Israel.
 
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Se os jews americanos lhes fecharem a torneira, não duram nem 6 meses!

É sempre especulação...

Acho que alteraria a relação de forças mas provavelmente o UK e alguns países da EU passariam a dar mais suporte, especialmente para demoverem os árabes de entrarem.
Há muitos políticos europeus entalados com os tomates na espionagem Israelita. Fichas completas. O político que traiu a mulher, aquele que que fugiu aos impostas, aquele que andou nas potas ou o simples gay que ainda não saiu do armário. Empresas então nem se fala... Eles não brincam em serviço.
A terra foi prometida por Deus mas os meios para lá chegar têm muito pouco de divino. Coação e chantagem no estrangeiro e massacre de civis localmente. É o método usado.

O árabes que mandam ( governantes e elites) não têm muito interesse em arranjar problemas com EU. Eles gostam é de mordomias, passear pela Europa, comprar casas para férias e mandar para cá nos filhos. Guerras à porta são uma chatice tremenda. Penso que a postura deles seria próxima da actual.

O problema maior, em meu entender, seria o Irão. A Europa não tem poder de influência no Irão.

Israel seria obrigada a envolver uma Rússia ou China na mediação com irão.

Não digo que seria o fim de Israel mas haveria talvez um recuo no processo colonial e um abrandamento do discurso. Mudança de governo, julgamentos "para inglês ver", e afastamento dos radicais sionistas durante algum tempo.

Pelo que vi na ONU esta semana, talvez a entrada de um país asiático enquanto mediador de primeira linha: uma China ou Indonésia algo inédito com todo o significado que isso tem tem termos históricos.
 
Se os jews americanos lhes fecharem a torneira, não duram nem 6 meses!

Israel transformou uma terra abandonada e vazia num jardim, as empresas israelitas dão cartas em diversos sectores, desde o armamento à cibersegurança, é um país com uma riqueza imensa e muito dinâmico.

Tomara que Portugal tivesse a mesma postura e seríamos, como dizia Marcelo Caetano uma Suíça Ocidental na Europa.
 
Não sejas assim tão otimista.

Vai ver as empresas israelitas...

Quer queiras quer não, aquilo é quase uma Suíça da região.

Israel tem o PIB per capita do Canadá, um pouco abaixo dos EUA e o dobro do nosso.

Não é por acaso que antes de 7 de Outubro havia todos os dias montes de arabes palestinianos a passar a fronteira para ir trabalhar em Israel.

Empresas israelitas?
Fazem o quê?
Não há nada à venda que seja israelita. Aqui há 40 anos ainda havia a laranja de israel, agora nem isso!
O que fazem são prédios (obras onde os estrangeiros trabalham a carregar baldes de massa) à conta do dinheiro que os judeus americanos para lá mandam.
Fechem-lhes a torneira dos judeus donos dos bancos que vivem na américa, e aquela merda acaba!
 
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