Uma marca europeia tem obviamente de ter as suas peças disponíveis na Europa e uma peça nunca deveria demorar mais do que uma semana. Um mês é um absurdo. E se só houver peças na China há uma coisa chamada aviões, pode ficar mais caro mas uma empresa decente prefere perder um pouco de margem a deixar um cliente tanto tempo à espera num bem tão importante como um automóvel.
Por causa dessa mentalidade é que as empresas europeias estão cada vez menos competitivas a nível global. Enfim.
Baixa rotação da peça — se quase nunca avaria, ninguém vai empatar dinheiro em stock parado.
Mercado pequeno — em Portugal, o volume pode não justificar ter certas peças cá.
Demasiadas versões do mesmo modelo — motores, anos, packs, baterias, módulos e variantes tornam impossível ter tudo em armazém.
Peça muito cara — baterias, módulos eletrónicos, faróis, sensores, inversores, compressores, etc., podem custar milhares de euros.
Peça volumosa — para-choques, portas, capots, vidros, bancos, subframes e packs de bateria ocupam muito espaço.
Peça perigosa ou sensível — baterias de alta tensão, airbags, pirotécnicos e certos químicos têm regras especiais de transporte e armazenamento.
Modelo vende pouco — se há poucos carros daquela marca/modelo no país, há menos stock local.
Marca com rede pequena — menos oficinas, menos armazéns, menos histórico de avarias e menos previsão de procura.
Dependência de armazém central europeu — muitas marcas não têm tudo em cada país; centralizam peças num hub europeu.
Dependência da fábrica — se a peça só é produzida quando há encomenda, o prazo dispara.
Prioridade à produção de carros novos — em falta de componentes, a marca pode priorizar a linha de montagem em vez do pós-venda.
Problemas logísticos — transporte, alfândega, greves, navios atrasados, falta de contentores, conflitos, etc.
Atualizações de referência — a peça muda de código, é substituída por outra versão ou fica temporariamente bloqueada.
Recall ou avaria comum inesperada — se muitos carros precisam da mesma peça ao mesmo tempo, o stock desaparece.
Importador não quer empatar capital — stock custa dinheiro: comprar, armazenar, segurar, gerir e arriscar nunca vender.
Margens baixas no pós-venda — se a marca/importador trabalha com margem apertada, reduz stock ao mínimo.
Previsão de procura mal feita — a marca simplesmente não calculou bem quantas peças ia precisar.
Falta de técnicos certificados — mesmo com a peça, certas reparações exigem técnicos ou ferramentas que nem todas as oficinas têm.
Toma, 18 motivos para não haver peças em stock oh especialista em importações via aliexpress