A pobreza que não pára de aumentar em Portugal...

e ha ainda os que jugam ter o exclusivo da defesa dos desfavorecidos, esses não são pobres , são apenas nada !


Diversidade de opinião !

Ring a bell !

Foi isso que fiz, exprimi a minha opinião.

Sabe o que se costuma dizer ?

Se inchou logo desincha por isso não volte a comer nada que lhe possa fazer mal.


Mas também, não tentem dar só aos outros, o que não gostam de comer.
 
são vazias por falta de pragmatismo.
ao longo de tantos anos ( sim ja andamos nisto ha anos) continuamos na mesma, encotramos alvos faceis e discurso prefeito.
por isso são vazias por falta de objectividae e sobretudo de reflexão .

todos nos somos contra a pobreza, so que eu sei e outros sabem o que deve ser feito para a diminuir, outros julgam-se senhores absolutos da defesa dos pobres e com uma falsa autoridade moral que não tem .
Mas, caro amigo, na verdade não há receita nos modelos actuais para erradicar a pobreza, designada e infelizmente porque não há boa vontade...

O modelo liberal, que tem sido aqui defendido e que parece estar em curso por terras lusas, já começou a dar frutos nesse sentido com o aumento da taxa de desemprego, desemprego esse que não é mais do que mais uma forma de miséria e, em muitos casos, o caminho para uma miséria pior!

Todos os métodos que rejeitem pessoas, que excluam seres humanos quer das suas obrigações produtivas, quer dos seus direitos enquanto cidadãos, são errados e, esses sim, vazios de conteúdo e significado!
 
Está a incomodá-lo outra vez não é !!

...
Porque é que havias de me incomodar? Afinal fazes parte desta imensa multidão que não faz ideia sobre o que se passa e que não tem pejo nenhum em debitar palavras sem sentido.

Um dia, quando souberes interpretar correctamente aquilo que os outros escrevem, talvez valha a pena ajudar-te a compores as ideias.

Até lá, poderias tentar aprender a expressar-te melhor.
 
Há várias maneiras de lutar contra a pobreza.

Uma delas é respeitar a dignidade humana, deixando que cada um possa participar nesta imensa luta, dando condições a que cada indivíduo possa ser a SOLUÇÃO. Por vezes, a dele próprio, já seria suficiente.

Para chegar lá, deveríamos investir e insistir na EDUCAÇÃO.

Já sabemos que tirar as pessoas do obscurantismo, alargar-lhes os horizontes, permitindo que tenham ideias próprias e que as ponham em marcha, é a melhor forma de aumentar a riqueza.

Aliás, é visível e directamente proporcional que as manchas de pobreza coincidem com um baixo ou nulo nível de escolaridade.

É minha convicção que este será o 1º instrumento para se iniciar o combate a este flagelo.

Pessoas cultas, bem formadas e bem pensantes, são a linha da frente desta imensa batalha.
 
Leiam e reflictam na grandeza das palavras carregadas de saber e sentido...:
[FONT=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif]O Verdadeiro Sentido[/FONT]
[FONT=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif]da Pobreza[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif](notas de uma conferência especialmente preparada para o Projeto Jornal na Educação do “Diário da Região” de S. José do Rio Preto, março-2003)[/FONT]​
[FONT=Times New Roman, Times, serif]Elian Alabi Lucci[/FONT]



[FONT=Times New Roman, Times, serif]Os bens materiais são, por natureza, egoístas, privados. Não enriquecem ninguém sem ao mesmo tempo empobrecer outros. Aqueles que hoje consumimos inconsideravelmente são subtraídos às gerações vindouras” (Raniero Cantalamessa)[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Quando se falava outrora dos pobres, falava-se dos pobres de sua cidade, ou no máximo da cidade vizinha. Porém, devido as novas possibilidades de comunicação, o problema da pobreza tornou-se planetário: metade da população mundial vive com 2 dólares dia.[/FONT]
[FONT=Times New Roman, Times, serif]Nossa proposta é que a pobreza não se resolve com medidas ou atitudes simplistas – dar comida. Nesse sentido, basta que nos lembremos de uma canção dos Titãs na qual se diz que “o povo não quer só comida”. Isto, como diria Nelson Rodrigues, é o óbvio ululante.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Os pobres existem! E estão em toda parte. É preciso dar-se conta da existência deles. A expressão “os pobres” provoca, nos paises ricos, o mesmo efeito que nos antigos romanos provocava a expressão “os bárbaros”: confusão, pânico. Eles se empenhavam em construir muralhas e enviar exércitos para as fronteiras para vigiá-los; nós fazemos a mesma coisa de outros modos. Entretanto, a história nos mostra que tudo isso é inútil.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Nossa tendência é interpor entre nós e os pobres vidros duplos. O efeito desses vidros, hoje tão comuns, é impedir a passagem do frio e dos ruídos, tudo abrandar, fazer tudo chegar abafado, atenuado. [/FONT]
[FONT=Times New Roman, Times, serif]Com efeito, vemos os pobres que se movem, se agitam, gritam na tela da televisão, nas páginas dos jornais e das revistas missionárias, mas o seu grito nos chega de muito longe. Não penetra nosso coração. Nós nos pomos ao abrigo deles.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Com o tempo, infelizmente, nos acostumamos a tudo, inclusive,a miséria alheia. E ela não mais nos impressiona tanto e nós aacabamos por considerá-la inevitável.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]No relatório 2000/2001 sobre o Desenvolvimento Mundial dedicado ao tema do combate a pobreza, podemos observar paradoxalmente que nunca se produziu tanto e em nenhum momento se aplicou tanta ciência para a produção de bens e serviços e, apesar disso, 2,8 bilhões de pessoas, ou seja, quase metade da população mundial, vivem com menos de 2 dólares/dia.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Em nosso país, o BIRD, que trabalha com dados oficiais do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), estimava em 2002 o número de pobres em 54 milhões, dos quais 22 milhões eram indigentes. [/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]O que podemos fazer efetivamente de concreto pelos pobres pode resumir-se em três palavras: amá-los, tratá-los com dignidade e socorrê-los.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Amar os pobres significa principalmente respeitá-los (é notório o preconceito contra os pobres, que são sistematicamente preteridos, digamos, no serviço público ou na vida em geral...) e reconhecer sua dignidade, sobretudo hoje quando, na sociedade globalizada em que vivemos, não se respeita de uma forma geral a dignidade da pessoa. Ela é apenas considerada como um comprador em potencial por aquilo que ela pode consumir e obviamente dar lucro.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Os pobres não merecem apenas nossa comiseração e compaixão (“Coitadinhos, como sofrem!!”) também merecem nossa admiração. Eles vivenciam a humanidade em situações limite. Do mesmo modo que no rally se testa o automóvel em condições extremas, os pobres vão a fundo nas capacidades do ser humano.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Hoje, porém, não basta mais a simples esmola. Existem muitos outros modos de fazer os próprios bens servirem aos pobres. Um dia, um rico industrial italiano, procurou uma irmã de clausura para lhe pedir um conselho. Tenho muito dinheiro e não sei como fazer para ajudar os pobres e se preciso dar-lhes - como Cristo indicou - tudo o que tenho. A irmã pediu um dia para pensar. No dia seguinte disse ao industrial: “Tens dinheiro disponível neste momento, então amplia a tua indústria e dá mais emprego aos operários”. A verdade é que não basta dar (dar ticket, dar comida, dar uma renda mínima) é preciso amar, ou seja criar condições para que eles possam realizar-se. É disto que os excluídos mais precisam.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]A Idolatria do Dinheiro – Raiz de Todos os Males[/FONT]
[FONT=Times New Roman, Times, serif]A raiz de todos os males, que nos assolam hoje, sobretudo a grande desigualdade social e por conseqüência a extrema pobreza de grande parcela da população está no enorme valor que se dá ao dinheiro.[/FONT]
[FONT=Times New Roman, Times, serif]O mundo de hoje proclama aos quatro ventos: tudo é possível para quem tem dinheiro. E, num certo nível, todos os acontecimentos a nossa volta parecem confirmar essa máxima.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Karl Marx, que fez uma das análises mais penetrantes do dinheiro, fala da onipotência alienante do deus dinheiro. Também Shakespeare arremete pesadamente contra ele, o deus Mamon, como é conhecido o dinheiro, quando diz: “Metal maldito, tu, prostituta comum da humanidade, que semeias a discórdia entre os povos”. Antes deles ainda, já o poeta pagão Virgílio falava da “execrável sede do ouro”. Enfim, por trás de todos os males da nossa sociedade encontra-se o dinheiro; ou pelo menos encontra-se também o dinheiro. Para que isto não perdure e um novo modus vivendi seja legado às próximas gerações é mister “educar para o dinheiro”, para o reto uso do dinheiro. [/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Para isto, uma das palavras que precisa ser resgatada e posta em prática por nações, empresas e pelas pessoas é sobriedade. Sobriedade indica a capacidade de moderar-se, usar sensatamente as coisas, temperança.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]São Francisco, reconhecido universalmente como o “pai dos pobres”, pondo-se contra o capitalismo incipiente em sua época falava aos quatro ventos da boa pobreza e da má pobreza. A boa pobreza é sermos pobres de coisas e ricos de virtudes, enquanto a má pobreza, pelo contrário, é ser rico de coisas e pobre de virtudes. E hoje o pensador Jean-François Revel, diz que infelizmente, quando se diz que alguém é virtuoso é chamado de hipócrita. È assim que se vê a virtude em tempos de globalização onde o que importa é ter dinheiro para ter poder: poder de compra e de mando. E exatamente por conta desta globalização financeira podemos dizer que estes brados de revolta são impotentes. O deus dinheiro, por assim dizer, ri-se de tudo isso.Uma crítica profícua da onipotência do dinheiro só se pode fazer conhecendo outra ordem de riqueza, uma instância superior que o relativiza e o julga.[/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif]Um grande negociante inglês, ao final de um artigo que escreveu sobre o dinheiro, e que acabou se constituindo em seu testamento intelectual, dizia assim: “O dinheiro é uma coisa que mancha e o único modo para não se deixar manchar por ele é usá-lo honesta e generosamente. Devo considerá-lo como meio de fazer o bem aos outros e não em função da minha exclusiva felicidade e segurança. Eu sou um simples administrador para usar os talentos e riqueza obtida e quando da minha ida, serei julgado sobre a minha administração e não sobre a minha riqueza. Não posso servir-me do dinheiro para contratar um advogado melhor para fins escusos ou para corromper um juiz, mas para deixar um testemunho de uso digno e correto dos bens que recebi em vida”. [/FONT]

[FONT=Times New Roman, Times, serif][FONT=Times New Roman, Times, serif]Caberia agora, a guisa de conclusão, relembrar um oportuno princípio de Pascal sobre as três ordens de grandeza nas quais o homem pode realizar-se: a ordem material dos corpos, a intelectual e a sobrenatural, da santidade. [/FONT][/FONT]
[FONT=Times New Roman, Times, serif]
[FONT=Times New Roman, Times, serif]Um abismo – prossegue Pascal - separa essas várias ordens do mesmo modo que um abismo separa os três reinos da natureza: mineral, vegetal e animal. As riquezas materiais nada acrescentam nem suprimem ao gênio que atua num plano diferente. As grandezas materiais como as intelectuais nada acrescentam nem suprimem ao santo que pertence a uma outra ordem e tem por testemunha o próprio Deus, não os olhos ou as mentes dos curiosos. Alguns, conclui Pascal, só sabem admirar as grandezas carnais como se não houvesse as intelectuais; outros, só admiram as intelectuais como se na ordem da sabedoria não houvesse outras realidades infinitamente mais elevadas.[/FONT]
[/FONT]
http://www.hottopos.com/rih6/elian.htm
 
Para além disso...:

A POBREZA INFANTIL ESTÁ A AUMENTAR NOS PAÍSES MAIS RICOS

Estudo da UNICEF incita os países da OCDE a criarem sistemas de controlo regulares e a
definirem objectivos e prazos credíveis para reduzirem progressivamente a pobreza infantil

Florença/Genebra, 1 de Março de 2005

– A proporção de crianças que vivem na pobreza desde o início

dos anos 90 aumentou em 17 dos 24 países ricos, afirma um novo relatório – “A Pobreza Infantil nos
Países Ricos 2005” apresentado hoje pelo centro de investigação da UNICEF.

A convicção generalizada de que a pobreza infantil nos países ricos tem vindo a diminuir não
corresponde à realidade, segundo este estudo que demonstra serem apenas quatro os países –
Austrália, Noruega, Reino Unido e Estados Unidos da América – que apresentam uma redução
importante desde o início da década de 90. Destes países, o Reino Unido é o que regista progressos
mais significativos na redução da taxa de pobreza infantil.

De acordo com o relatório, publicado pelo Centro de Investigação Innocenti da UNICEF, a Dinamarca e a
Finlândia têm as mais baixas taxas de pobreza entre as crianças, actualmente inferiores a 3%, e a
Noruega é o único país onde a pobreza infantil pode ser descrita como “muito reduzida e em contínua
diminuição”.

Ao publicar os dados de um inquérito sobre a pobreza nos países da OCDE, a UNICEF sublinha que a
redução da pobreza é um dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio subscrito por todos os países.
O inquérito analisa dados comparáveis e apresenta estimativas globais sobre pobreza infantil nos países
ricos.

O relatório examina os dados disponíveis de todos os países e interroga-se sobre o aumento das taxas
de pobreza infantil em alguns deles, enquanto noutros se registam progressos significativos.
O inquérito revela que os níveis de pobreza são determinados por três elementos fundamentais –
factores sociais, condições do mercado de trabalho e políticas governamentais. Em particular, o empenho
do governo no combate à pobreza infantil e as políticas que são adoptadas na prática podem fazer uma
diferença muito substancial. As diferenças consideráveis que se verificam mesmo entre países cujos
governos atribuem níveis semelhantes de recursos indicam que não importa apenas o nível das verbas
gastas mas a forma como são aplicadas.

O relatório indica que muitos dos países da OCDE teriam a possibilidade de reduzir a pobreza infantil
abaixo dos 10% sem um aumento significativo das suas despesas globais.
O relatório demonstra ainda que há uma relação clara entre o montante das verbas atribuídas à família e
à assistência social e a pobreza infantil. Em média, constata-se que as intervenções governamentais
podem reduzir as taxas de pobreza infantil imputáveis às condições do mercado em cerca de 40%.

O estudo conclui que a intervenção do governo nos países com as taxas de pobreza infantil mais baixas
do mundo – Dinamarca, Finlândia e Noruega – reduz a referida “pobreza provocada pelo mercado" em
80% ou mais. Por outro lado, nos países ricos que têm as mais elevadas taxas de pobreza infantil –
México e Estados Unidos da América – a iniciativa do governo reduz a pobreza em apenas 10% e 15%
respectivamente.

Na Dinamarca, Suécia, Finlândia e Bélgica as taxas de pobreza infantil são inferiores a 10% e, pelo
menos, 10% do PIB é alocado a despesas de carácter social destinadas a reduzir a pobreza infantil.
Nestes quatro países, a proporção dos benefícios é maior para as crianças em idade pré-escolar,
diminuindo progressivamente até aos 18 anos de idade.

Pelo contrário, países como a Grécia, Irlanda, Itália, Portugal e Espanha não só consagram uma
percentagem muito baixa dos seus orçamentos de estado a despesas sociais em geral, como estas têm
um papel muito reduzido na protecção das famílias com rendimentos mais baixos. Nestes cinco países,
que têm elevadas taxas de pobreza infantil, os recursos públicos dirigidos às pessoas com baixos
rendimentos concentram-se na população acima dos 50 anos.

O relatório da UNICEF sublinha as dificuldades associadas à definição e à avaliação da pobreza infantil,
e incita os governos dos países da OCDE a criarem sistemas de controlo regulares e a definirem
objectivos e prazos credíveis para reduzirem progressivamente a pobreza infantil.

Embora insista que o rendimento relativo deve continuar a ser um indicador chave da pobreza, o relatório
diz que não é suficiente e sublinha a necessidade de mais indicadores para captar outras dimensões da
pobreza. No seu último relatório sobre A Situação Mundial da Infância lançado em Dezembro, a UNICEF
propôs que a privação de serviços básicos fosse utilizada como uma nova medida para avaliar a pobreza
infantil.

Com o objectivo de promover uma análise e debate sobre as questões suscitadas neste estudo
relativamente à situação das crianças do nosso país, o Comité Português fará a apresentação da edição
em língua portuguesa no final de Março, em data a anunciar brevemente.

Nota para os Editores:

A série Innocenti Report Card é produzida pelo Centro de Investigação Innocenti da UNICEF em
Florença.

Esta publicação é a sexta da série concebida para acompanhar os resultados conseguidos pelos países
da OCDE na promoção e realização dos direitos humanos das suas crianças. É também o primeiro de
uma série de relatórios do Innocenti dedicada à Pobreza Infantil nos Países Ricos.

Os materiais de informação com embargo em Inglês, Francês, Espanhol e Italiano, bem como o relatório
estão disponíveis em IRC Newsroom: http://www.unicef-irc.org/presscentre/indexNewsroom.html

 
Mas, caro amigo, na verdade não há receita nos modelos actuais para erradicar a pobreza, designada e infelizmente porque não há boa vontade...

O modelo liberal, que tem sido aqui defendido e que parece estar em curso por terras lusas, já começou a dar frutos nesse sentido com o aumento da taxa de desemprego, desemprego esse que não é mais do que mais uma forma de miséria e, em muitos casos, o caminho para uma miséria pior!

Todos os métodos que rejeitem pessoas, que excluam seres humanos quer das suas obrigações produtivas, quer dos seus direitos enquanto cidadãos, são errados e, esses sim, vazios de conteúdo e significado!

Pe leve sabes o que doi mesmo ? é a falta de bom senso .

Vejamos o que é a pobreza.
-Em africa um pobre é aquele que tem menos de 1 dolar por dia

-Em pt é aquele que vive com emnos de 260 euros ( ou coisa parecida por mes)

Nos EUA uma familia é considerada pobre se tiver um rendimento mensal inferior a 1600 Dolars por mes !

bom se aplicarmos a metrica americana , então os portugueses são quase todos pobres ! , pelo contrario se aplicares a metrica Portuguesa aos estados unidos , estão os EUA tem muito poucos pobres , e lhes lhes aplicares a metrica que aplicas a africa então não ha pobres nos USA ha decadas !

isto tudo para deixarmos de lado de vez os dicursos bacocops e desfudamentados que insistem a massacrar o capitalismo como a raiz de todos os males, é mentira pe leve é mentira , acredita que é mentira, nenhum sistema economico eliminou tantos pobres como o capitalismo são factos não são devaneios percebes.
olha para a irlanda, e faz uma analise isenta e vais ver que o liberalismo economico é a unica via sustentavel de criar riqueza.

Se nos abolirmos de vez a tendencia socialista do nosso regime so temos a ganhar.

E digo isto com convicção profunda, ao ponto de jurar pela saude dos meus filhos que estou a dizer exacatamente o que sinto .
 
...
E digo isto com convicção profunda, ao ponto de jurar pela saude dos meus filhos que estou a dizer exacatamente o que sinto .
Caro amigo, acredito piamente que o que defendes defendes com convicção de que esteja certo! Longe de mim pensar que essa defesa seria uma defesa "malévola" em nome de sabe-se lá o quê e nem é isso que aqui está em causa, apesar de algumas "insinuações" de outros interluctores habituais nestes temas!

Na verdade vejo-te como um lutador que venceu e, dessa experiência recolhida, sobretudo do mundo do trabalho, tens uma percepção de justeza muito tua, que, não tenhas dúvidas, respeito acima de tudo nestas discussões, mas que, penso, não estará clara e completamente correcta.

Não que não tenhas, como já disse, a convicção de que estás certo! Nada disso. Mas a tua convicção, do que me é dado a ver, não está é de posse de todas as premissas para que a tua experiência pessoal, sem dúvida de valor, abarque uma visão mais abrangente!

E digo-te isto porque, mesmo tendo sido pago para isso, já trabalhei em família representando o patrão, meu tio, e percebendo, na defesa dos seus interesses, essa perspectiva que defendes. Não é total a experiência, afinal não trabalhei para mim, é, pelo menos, elucidativa qb, pois "vestia a camisola" nesses tempos de uma forma diferente da que visto hoje!...

A relatividade da pobreza é, convenhamos, isso mesmo, relativa. Tu és mais rico do que eu, mas mais pobre do que o Xavier de Lima. Mas isso é, e deixa-me "divagar", treta, para o conceito de pobreza que estamos a debater aqui.

A pobreza, concepções mais ou menos intelectualizadas à parte, é a ausência, ou quase, de condições de subsistência condignas, que permitam a cada um uma vivência típica do homem médio actual!

O que é que isso quer dizer? Quer dizer ter as suas necessidades, quer as básicas, quer as proporcionalmente adequadas à vivência em sociedade actualmente, supridas. [;)]
 
PL,

Então, idéias, onde estão?

Estou aqui desejoso de participar num debate sério e não vejo nada.

Só saio daqui a um pouco prá naite. Até lá, tu e outros podem lançar idéias próprias sobre o modo de combater a pobreza.
 
PL,

Então, idéias, onde estão?

Estou aqui desejoso de participar num debate sério e não vejo nada.

Só saio daqui a um pouco prá naite. Até lá, tu e outros podem lançar idéias próprias sobre o modo de combater a pobreza.


cuidado com os tiros[:D] [:blush:]



cumprimentos


p.s. eu não disse isto
 
a pobreza existe e, penso eu, nunca será erradicada.


é um fenomeno transversal ao mundo e a teorias politicas.


eu costumo separar o fenomeno em 2 partes:

-a má distribuição dos recursos dos paises que têm politicas e € para combater a pobreza (Portugal é um exemplo extrordinario disto)


-os paises que não têm qualquer preocupação com esse tipo de fenomenos


cumprimentos



EDIT: sinceramente o 2º caso preocupa-me mais pois a % de população pobre é normalmente muito mais elevada
 
Exemplos:
Angola é um país riquíssimo em recursos naturais e, tirando parte de Luanda, é de uma pobreza franciscana. Portanto, más politicas e uma má e escandalosa distribuição de riqueza.
Outros paises em Africa sofrem do mesmo mal, a que acrescem as guerras e um clima duro com secas cada vez maiores.

Na Ásia, além de alguns regimes politicos perversos, como a Coreia do Norte (mais de 80% da população é pobre ou muito pobre), são constantemente fustigados por cheias incriveis, sismos e outros fenómenos naturais. Bens e colheitas destruidas de pessoas que já têm pouco e ficam sem nada. São constantes as reportagens sobre isso. O que fazer perante isto? Controlar a natalidade, como já é feito (pelo menos tentado) na China, poderia ser um começo.

Na América do Sul, é gritante o fosso entre ricos e pobres. No Brasil, por exemplo, a classe média está cada vez mais nivelada por baixo, enquanto a classe rica está cada vez mais rica. Mas este é um país estupendo e se conseguissem limpar o cancro da corrupção, poderiam tornar-se, além de país rico, um país mais justo.

Ou seja, infelizmente haverá sempre focos de pobreza no mundo, essencialmente por questões geográficas. Só é pena que nos casos em que é possivel melhorar as condições das pessoas, não haja vontade dos políticos em fazê-lo...como Angola p.e.
 
Fico à espera, também... Dentro da lógica da reciprocidade! Vá lá, coragem...[;)]

Quando os Liberais dizem que seu sistema é o uncio capaz de criar riqueza e acabar com a pobreza de uma certa forma tem razão, voces é que não percebem a logica adjacente a questão. Ora vejamos: o Liberalismo economico defende o poder sem limites nas mão dos privados, as corporações economicas, as corporações.E. como sabemos vivem "do" e "para" o lucro, a sua logica de atuação acenta num principio basico da natureza: "A Lei do mais forte" onde as empresas na sua competição voraz se degladiam umas as outras, a sede por mais e mais riqueza leva-as a cometer todo tipo de injustiças, que por sua vez esta na causa do "Terrorismo", na revolta dos "barbaros", conflicto entre nações, etc.

Concluindo se o Mundo continuar neste sistema de competição e exploração voraz por mais algum tempo pode ser que entremos numa guerra de grandes porporções (guerras nucleares, etc e tal) que nos conduza para o autoaniquilamento, logo desaparece a pobreza sob a face da Terra... e também a riqueza... a vida... tudo.
 
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