A pobreza que não pára de aumentar em Portugal...

OK, André... Mas, então, diz lá o que pensas disto:

Acabei de ouvir na Antena3 que a água das piscinas da Califórnia dava para abastecer metade de África [8b][8b][8b]

Em 1983~84 uma reportagem da National Geographic mostrava que nessa data a riqueza catalogada e a estimativa das existentes (não catalogadas) nas Caves e Armazéns do Vaticano permitiriam desenvolver projectos de desenvolvimento que permitiriam erradicar definitivamente do 3º Mundo a pobreza e a fome.

Por isso já nada me supreende ...

Infelizmente :sh)
Talvez nos surpreendas...
 
Então? O teu argumento ruíu pela base e é a melhor resposta que consegues dar? [:D] [:D] [:D]

Parece que por vezes levas as tuas reflexões (...) longe de mais. Ou talvez não. Curto de mais. [:cool:]
Bem eu tentei, mas não posso fazer nada quando um conceito simples não é entendido.

Que fazer.

Por isso se é ferozmente contra a igualdade de oportunidade para todos, haveria, pelos vistos, quem nunca poderia ir muito longe, são limitações naturais e não se pode fazer nada.




.
 
Olha, agora que falas nisso, ponho-me aqui a pensar...

E os teus? [:D] [:p] [:D] [kiss]
Eu sabia que não tinha entendido.

Lê devagarinho:

Uma parte de um artigo de opinião que se mantém actual:

(...)
Apesar de tudo o que foi dito e ainda do que poderia ser fastidiosamente comprovado, fica por responder a seguinte questão de fundo que aflora a todas as mentes:

E a crise? Quem é que paga o tal bicho chamado défice? Não tem de tocar a todos, uma perna a um, uma unha a outro e por aí fora?


Socorramo-nos então das insuspeitas conclusões de estudos da Comunidade Europeia (afinal sempre temos que acreditar em qualquer coisa, pois nos últimos tempos...), em que referem o nome de Portugal à cabeça do pelotão dos países mais pobres da Europa (ultimamente são só recordes... ).

Já estou a ver muita gente a dizer que isso só vem confirmar que é preciso um esforço de todos e blá, blá blá...


Mas, as referidas conclusões da C.E. também referem que Portugal está à cabeça (que monotonia) dos países em que são maiores as assimetrias sociais e económicas entre a população.


Portugal continua a ser o País da União Europeia com mais baixos salários, onde se têm acentuado as desigualdades salariais e sociais e onde a repartição do rendimento nacional se tem crescentemente agravado. Estima-se que dois milhões e trezentos mil portugueses, onde se incluirão milhares de trabalhadores que auferem a retribuição mínima, vivam abaixo do limiar de pobreza, tendo rendimentos inferiores a 60% do rendimento médio nacional. Trata-se da mais elevada taxa de pobreza da União Europeia.

Mas, Portugal lidera também a tabela dos 15 países da UE no que respeita à disparidade de rendimentos, em que o fosso entre os 10% mais ricos e os 10% mais pobres é maior.

A evolução da riqueza material do País, medida pelo PIB, tem-se traduzido por uma apropriação, predominantemente a favor dos lucros das empresas, dos ganhos de produtividade da economia, em prejuízo dos rendimentos do trabalho.

Com estas evidências, até o meu amigo Joãozinho perceberia que, antes de exigir sacrifícios a todos, seria minimamente coerente tentar acertar o passo com a Europa, reduzindo drasticamente o tal fosso terceiro-mundista entre ricos e pobres. Ao mesmo tempo, a “carne do lombo” do tal bicho chamado défice, seria prioritariamente paga por aqueles que fogem escandalosamente ao fisco ( não me refiro às acções de mera maquilhagem estética sobre o pequeno contribuinte prevaricador), pelos que beneficiam de continuar a manter-se o sigilo bancário, pelos que vertem cifrões sobre as off-shores, pelos que engrossam a lista recorde ( mais uma ) de compradores de Porches por Km2, etc., deixando, isso sim, posteriormente para os trabalhadores, a comparticipação final, solidária e equilibrada, na tal unha ou até na perna do tal desagradável bicho do défice.

Finalmente, embora considere de toda a legitimidade as lutas desencadeados pelos diversos trabalhadores, fardados ou não, atingidos pelas medidas recentes deste Governo, estou seguro que qualquer opção corporativista, num espírito de “salve-se quem puder”, é profundamente errada, devendo-se contrapor, isso sim, uma campanha unitária de responsabilização daqueles que não nos deixam sair da Europa profunda, que apenas vibra com os seus hipermercados gigantones, com os seus estádios galácticos e até com os autarcas corruptos pincelados de laca, euros e arrogância!

Mas,está aqui algo de novo? Não está aqui aquilo que todos instintivamente sentimos?

Será que os nossos governantes do bloco central, licenciados nas áreas do maior ilusionismo político não sabem disso?

Concerteza que sim, mas todos os cenários são possíveis num país em que o mundo político e o mundo económico se confundem, em que os governantes, os empresários, os administradores e os consultores trocam de cadeiras entre si, com a mesma eficiência e crueldade com que outros mataram o Joãozinho, que nunca brincara aos soldadinhos de chumbo.


Roberto Robles - 27-10-2005

Fonte




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OK, André... Mas, então, diz lá o que pensas disto:




Talvez nos surpreendas...

Como princípio, digo-te que talvez seria uma boa ideia saberes os quantos milhões de €uros e dólares já foram distribuídos pelos países pobres.

Digo-te que se as soluções fossem fáceis, já tinham sido tomadas.

Agora se tu queres continuar a insistir na fórmula do despejar dinheiro, ok.

(Depois é óbvio que não consegues perceber o alcance...liberal...das acções do nobel da paz do ano passado [:D] )

E digo-te que talvez não fosse má ideia liberalizar o mercado da agricultura europeu, acabar com a PAC e dar uma verdadeira hipótese de desenvolvimento a África. E é apenas um exemplo.
 
Bem eu tentei, mas não posso fazer nada quando um conceito simples não é entendido.

Que fazer.

Por isso se é ferozmente contra a igualdade de oportunidade para todos, haveria, pelos vistos, quem nunca poderia ir muito longe, são limitações naturais e não se pode fazer nada.




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Não faças uma coisa dessas, que só te fica mal.

Pelo que tenho lido por aqui do André, Pmct, JR e moi-même, o que queremos é prosperidade para todos. Mete isso na tua cabeça Nthor.

Eu só fico rico se conseguir criar riqueza à minha volta.

Andas com companhias erradas, estilo Bokassa e malta do género. [:cool:]
 
Bem eu tentei, mas não posso fazer nada quando um conceito simples não é entendido.

Que fazer.


Curiosamente este tópico começou porque há pessoas que se recusam a entender conceitos simples, só porque não lhes dá jeito..

E se bem me recordo uma dessas pessoas eras tu.. [:p]


Conceitos simples como a pobreza relativa a um pais (viver com menos de 60% do rendimento médio) e o limiar da pobreza extrema (viver com menos de 80 cêntimos por dia), aparentemente neste fórum são impossíveis de entender..
 
Como princípio, digo-te que talvez seria uma boa ideia saberes os quantos milhões de €uros e dólares já foram distribuídos pelos países pobres.

Digo-te que se as soluções fossem fáceis, já tinham sido tomadas.

Agora se tu queres continuar a insistir na fórmula do despejar dinheiro, ok.

(Depois é óbvio que não consegues perceber o alcance...liberal...das acções do nobel da paz do ano passado [:D] )

E digo-te que talvez não fosse má ideia liberalizar o mercado da agricultura europeu, acabar com a PAC e dar uma verdadeira hipótese de desenvolvimento a África. E é apenas um exemplo.
Mais uma resposta lateralizada, só podia...[:p]

Mas, pergunto, e, claro, só respondes se quiseres, o que achas das citações que fiz? Achas bem? Não achas que tal desperdício de riqueza seja um brutal atentado à pobreza que existe no mundo? No caso da Igreja, então, parece-me mais do que escandaloso...

Serás capaz de responder objectivamente a isso?...
 
E digo-te que talvez não fosse má ideia liberalizar o mercado da agricultura europeu, acabar com a PAC e dar uma verdadeira hipótese de desenvolvimento a África. E é apenas um exemplo.

Nem mais.. Por acaso em tempos até abri um tópico precisamente sobre isso...

É incrível que uma vaca na UE receba só de subsídios mais dinheiro por dia do que aquele com que vive a maioria da população na África subsariana.. Como é que podem países que tradicionalmente viviam da agricultura competir com a agricultura mega-subsidiada dos USA e UE??

Mesmo se pensarmos apenas com o nosso umbigo, estamos a cometer três erros enormes.. O primeiro é a destruir a economia ligada à agro-pecuária da Africa e America do Sul o que depois acaba por causar pressões migratórias sobre a Europa que poderão tomar contornos trágicos.. E cada vez assistimos ao transformar da Europa numa fortaleza..

O segundo erro, é que estamos a gastar imensos recursos para produzir de forma ineficiente.. OS subsídios da PAC em grande parte acabam nas mãos de empresas como a Nestlé.. E para que essas produções agricolas em que nós somos ineficientes avancem há outras áreas em que somos mais competitivos em que ficamos para trás.. Do ponto de vista global, isto quer dizer que a PAC significa que nós europeus somos mais pobres do que se não tivéssemos a PAC.

O terceiro erro é que esta subsidiação leva a que na Europa se produza muito mais do que é necessário e lógico. Mesmo com as cotas impostas por Bruxelas a sobprodução continua e é uma realidade. Isso a médio/longo prazo poderá levar a um esgotamento dos solos que nos deixará dependentes. Um dia mais tarde, em caso de uma guerra mundial, uma crise qualquer, etc.. etc.. Se precisarmos mesmo de produzir nós e ser auto-suficientes como já foi preciso fazer após a II Guerra Mundial e no período inicial da Guerra Fria, poderemos já não ter solos com essa capacidade.
 
Última edição:
O princípio da igualdade de oportunidades na prática nunca é exequível. Peço desculpa pela franqueza habitual que choca os mais incautos :D

Nem nas sociedades socialistas/comunistas foi possível (antes pelo contrário), apesar de terem sido, teoricamente, construídas a partir desse pressuposto.

Isto não quer dizer que o princípio não deva existir. Deve existir.

Apesar de ele ser, novamente, impossível. Nem todos os seres humanos têm, entre si, e intelectualmente falando, igualdade de oportunidades.

Uns são mais inteligentes, outros mais burros, outros mais teóricos, outros mais práticos, outros mais utópicos, outros mais pragmáticos, outros são melhores para as línguas, outros para as matemáticas. Uns são profundamente inteligentes e perspicazes, outros burros que nem uma porta.

Daí que logo à partida ninguém está, de facto, em igualdade de oportunidades.

Até porque o ser humano é profundamente variável e único.

Acho que isto é unânime.

O que não é unânime é a solução para resolver o problema.

E ambas as soluções já foram praticadas por inúmeros países.

Uns defendem que todos sejam tratados da mesma forma, como princípio geral.

Outros defendem que todos sejam tratados consoante o seu mérito.

Uns lutam contra a natureza humana e tentam reescrevê-la e reeducá-la. (Admito que com boas intenções. Contudo com realizações práticas PAVOROSAS como se viu em todos os regimes socialistas)

Outros encaram-na com naturalidade e com felicidade e responsabilizam-na.

Agora se querem continuar a insistir em falsas questões. Força.

Go go floribela :D
 
Mais uma resposta lateralizada, só podia...[:p]

Mas, pergunto, e, claro, só respondes se quiseres, o que achas das citações que fiz? Achas bem? Não achas que tal desperdício de riqueza seja um brutal atentado à pobreza que existe no mundo? No caso da Igreja, então, parece-me mais do que escandaloso...

Serás capaz de responder objectivamente a isso?...

Concordo, escandaloso e vergonhoso [s)] [s)]
 
Curiosamente este tópico começou porque há pessoas que se recusam a entender conceitos simples, só porque não lhes dá jeito..

E se bem me recordo uma dessas pessoas eras tu.. [:p]


Conceitos simples como a pobreza relativa a um pais (viver com menos de 60% do rendimento médio) e o limiar da pobreza extrema (viver com menos de 80 cêntimos por dia), aparentemente neste fórum são impossíveis de entender..
Nem vou responder mais neste tópico, se não entendes e ainda acusas os outros de não entender é problema teu.

Desviar o assunto do tópico só pq não interessa, é um problema do fórum.

E meio idiota pq este fórum embora seja lido por muita gente não faz opinião publica como os jornais e a tv.

Mas deixa má imagem deixar o abandalhar assim dos temas discutidos.




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Poupa-me desses discursos vazios pá...

Sabes perfeitamente que o que eu disse é a mais pura das verdades e por isso te custa.. Sabes muito bem que este topico começou porque há quem afirme que em Portugal 2 milhões pessoas vivem com cerca de 25 euros por mês..

O que é ridículo...
 
Duas vergonhosas realidades, brutais, infelizmente a não surpreender, mas que confirmam ser "mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha, do que entrar um rico no reino dos céus..."! :(

O que interessa é o número, o $, o € a £... Tanta cegueira que vai neste mundo...


Pe leve sabes quanto tempo dura a agua de uma piscina?[:)][:)][:)][:)]
Se ias nesses disparates.

outra coisa os probvlemas de fome em africa e noutros sitios não se resolvem atirando dinheiro pra cima deles.
[;)]
 
Isso da PAC e de África são temas não conciliáveis, dado que qualquer um deles por si já é controverso que chega.

Sobre a PAC. Vão uns dias a França. Com calma, com disposição de conhecer e de se envolver no ambiente rural.
Depois façam o mesmo em Portugal.

E depois falamos sobre o PAC.

Quanto a África, ou assumidos uma posição de igualdade entre os povos e pouco mais poderemos fazer do que simples observadores da desgraça que se abateu naquele continente e da impotência de arranjar soluções, ou então vemos esse fenómeno numa posição mais intervencionista, paternalista, colonialista, seja o que for e colocar aquilo nos eixos.

Escolham qual o posicionamento que devemos ter. Depois falamos.
 
Quanto a África, ou assumidos uma posição de igualdade entre os povos e pouco mais poderemos fazer do que simples observadores da desgraça que se abateu naquele continente e da impotência de arranjar soluções, ou então vemos esse fenómeno numa posição mais intervencionista, paternalista, colonialista, seja o que for e colocar aquilo nos eixos.

Escolham qual o posicionamento que devemos ter. Depois falamos.



E porque não optar por uma politica de comercio justo? Porque não acabar com os subsídios à produção e à exportação? Porque não deixar de colocar lá produtos agrícolas muito abaixo do custo de produção?

Porque é que as duas soluções são apenas assistir à desgraça, ou fazer de conta que nos preocupamos e mandar para lá umas ajudazinhas?


BTW.. Eu preferia ver a França cheia de silvas e ver o dinheiro que investimos na PAC investido em educação, ciência, investigação, tecnologia e infra-estruturas..
 
O problema de África tem muito a ver com os Africanos. Repara no Zimbabwe. Não me parece que o PAC tenha algo a ver com isso.

Quanto a França, vê a quantidade de pessoas que vivem no meio rural e o equilíbrio que esse efeito provoca na sociedade. Compara com Portugal e verás o que eu pretendo dizer. [;)]
 
A PAC em si serviu para um propósito que hoje já não se verifica, na minha opinião.

Ninguém diz que não devam existir políticas agrícolas europeias ou que a Europa não deva gastar dinheiro nisso ou que deva transferir tudo o que gasta em agricultura para I&D.

Eu sei que às vezes os fundamentalistas do modernismo dão essa impressão. Mas acho que nem eles querem dizer aquilo que dizem :D

A Europa deve gastar recursos com a agricultura.

Deve.

Mas não tanto. É esta a minha opinião. E acima de tudo deve permitir que haja um mercado mais liberalizado que beneficie os consumidores (eu sei que depois entram aqui questões ainda mais complicadas, porque os outros países, tipo Brasil, não querem ceder, falam, falam, falam do proteccionismo europeu em relação à agricultura mas depois têm um proteccionismo de igual nível, para a indústria automóvel, só para dar um exemplo).

O que a França e a Espanha, já para não dizer a hipócrita Alemanha (sim, estes são os 3 grandes beneficiadores da PAC, e talvez não fosse errado, acrescentar um outro...o UK) têm de fazer é apostar numa agricultura onde tenham um valor acrescentado decorrente não de subsídios ou de um mercado fechado não liberalizado, mas antes do que produzem e do que os diferencia dos restantes.

Para a França até não é muito difícil, porque uma boa parte dos seus produtos agrícolas têm um elevado valor acrescentado decorrente do produto em si. Agora há uma larga parte que não tem...e que sofreria muito com uma mudança de paradigma.

Para a Espanha é muito difícil, há que dizê-lo. Para a Alemanha também não é muito fácil, mas também não é impossível.

E há um ponto importante nisto tudo...a Polónia.

A UE não consegue dar à Polónia o que deu à França, Alemanha e Espanha no domínio agrícola. É insustentável face à riqueza que estamos a produzir de há uns anos para cá. E deste modo, cria-se uma situação de profunda desigualdade mesmo dentro da própria UE.
 
Última edição:
O problema de África tem muito a ver com os Africanos. Repara no Zimbabwe. Não me parece que o PAC tenha algo a ver com isso.

Estás a fazer generalizações que são perigosas.. E que escondem uma enorme parcela da realidade por detrás de um exemplo que te é conveniente..



Quanto a França, vê a quantidade de pessoas que vivem no meio rural e o equilíbrio que esse efeito provoca na sociedade. Compara com Portugal e verás o que eu pretendo dizer. [;)]

Equilibrio social em França? Deves estar a brincar...

Queres saber como é que a propria UE caracteriza a agricultura em França:

  • uma percentagem geralmente diminuta de população activa, especialmente no sector agrícola;
  • excesso estrutural de mão-de-obra, nomeadamente feminina;
  • grande dimensão das explorações agrícolas (com forte tendência para a concentração) e uma orientação geral para a monocultura;
  • forte mecanização da produção e relações superfície//mão-de- obra e capital/mão-de-obra muito elevadas;
  • preponderância da agricultura na criação de receitas e na organização do território e da paisagem;
  • fraca inter-relação entre as empresas, dependendo as decisões de produção e comerciais essencialmente de “preços administrados” e de subvenções;
  • procura de novas funções para os agricultores, a fim de evitar a prazo um declínio demográfico;
  • reduzida procura de políticas de desenvolvimento local e forte adesão à acção das organizações sindicais agrícolas;
  • papel do sector público fortemente determinado pela administração das ajudas da Política Agrícola Comum (PAC).
Sejamos honestos... A PAC não mantém a agricultura tradicional, em que as famílias vivem da agricultura. E que mantem as aldeias historicas e os territorios rurais em funcionamento..

O que a PAC mantém é grandes empresas das áreas dos cereais, açúcar, etc.. etc.. Que absorvem a parcela de leão dos subsídios da PAC, e que para aproveitar os subsídios até ao tutano, porque mesmo não vendendo ganham dinheiro e depois produzem o dobro daquilo que a Europa consome.. E por fim, para que esses excessos não se estraguem, a PAC ainda dá mais subsídios para que essas mercadorias sejam colocadas nos mercados internacionais a preços absolutamente indecentes e que qualquer agricultor do mundo extra UE e USA, que não tem acesso aos subsídios, não tem condições para competir..
 
Mais uma resposta lateralizada, só podia...[:p]

Mas, pergunto, e, claro, só respondes se quiseres, o que achas das citações que fiz? Achas bem? Não achas que tal desperdício de riqueza seja um brutal atentado à pobreza que existe no mundo? No caso da Igreja, então, parece-me mais do que escandaloso...

Serás capaz de responder objectivamente a isso?...

Já te disse que o truque de pores os teus defeitos nos outros, não dá comigo.

É-te contraproducente [:p] [:D]

Pé Leve, sem te querer ofender, acho que tu frequentemente, acreditas em tudo o que te ponham à frente desde que isso sirva para justificar as tuas opiniões relativametente a uma data de coisas.

E depois cais, constantemente, na demagogia.

Veja-se o teu comportamento neste tópico, no contexto do conceito de pobreza e de nível de vida.

Tenho a dizer-te que o mundano teve imensa paciência e mesmo assim tu não te rendeste à evidência.

Com isto quero dizer que, principalmente, a notícia em relação à Igreja não passa de muito mais do que suspeições.

Eu não digo que não seja verdade.

Agora não digo que o seja, também.

E de certeza que não vou partir para o exercício da crítica feroz, partindo de uma base tão...fraquinha como uma "notícia" dessas.

Acho que, sinceramente, o sensasionalismo não é o melhor caminho. E tu cais muito nele, desculpa que te diga [;)]
 
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