Alfa 4c

Ideal ideal era a mecânica/chassis do Lotus com a carroçaria do 4C.

Em termos de números e eficácia duvido que algum deste grupo seja melhor que o Exige.

Very arguable...

Em pista existe uma máxima, o cronómetro é que manda. Ou seja, podes fazer o que quiseres no carro achar que é mais para a esquerda ou para a direita, no fim do dia os tempos é que te dizem se estás certo ou não.

8:04 Porsche Cayman S (O tal tempo do Rohrl com travões especiais e xpto etc)
8:04 Alfa 4C (To be confirmed, para não andar aqui já a cantar de galo... :) )
8:16 Porsche Cayman S
8:17 Porsche Boxster S
8:25 Lotus Exige S
8:29 Audi TTS

(Tempos no Nordschleife, obviamente)

Não deixa de ser uma referência, e uma excelente proposta para quem gosta... ser de caras o melhor e "undisputed champion" é como disse, no mínimo extremamente discutível.
 
Ideal ideal era a mecânica/chassis do Lotus com a carroçaria do 4C.

Em termos de números e eficácia duvido que algum deste grupo seja melhor que o Exige.

Há vários ideais consoante os gostos.

Para mim o ideal é o Cayman S porque é um carro que lá dentro nos faz sentir como se estivessemos num fato à medida, anda muito bem e tem um comportamento fantástico, mantendo um ambiente de boa qualidade e até algum requinte.

Para muitos aqui o 4C é o ideal, por causa da estética e por ser Alfa Romeo, o resto é pormenor, mesmo antes de o carro andar já era o ideal para esses.
 
Very arguable...

Em pista existe uma máxima, o cronómetro é que manda. Ou seja, podes fazer o que quiseres no carro achar que é mais para a esquerda ou para a direita, no fim do dia os tempos é que te dizem se estás certo ou não.

8:04 Porsche Cayman S (O tal tempo do Rohrl com travões especiais e xpto etc)
8:04 Alfa 4C (To be confirmed, para não andar aqui já a cantar de galo... :) )
8:16 Porsche Cayman S
8:17 Porsche Boxster S
8:25 Lotus Exige S
8:29 Audi TTS

(Tempos no Nordschleife, obviamente)

Não deixa de ser uma referência, e uma excelente proposta para quem gosta... ser de caras o melhor e "undisputed champion" é como disse, no mínimo extremamente discutível.

O tempo do cayman s é 7.55 com o W. Rohrl.
Mas se houver um cayman concorrente do 4c, não será o s, mas sim o cayman "normal".
A diferença de potência é de quase 100cv.
 
O tempo do cayman s é 7.55 com o W. Rohrl.
Mas se houver um cayman concorrente do 4c, não será o s, mas sim o cayman "normal".
A diferença de potência é de quase 100cv.

Sim, tens razão... a lista que vi estava pelos vistos mal ou desactualizada. Vou tomar como referência esta que me parece estar melhor Nordschleife lap records - FastestLaps.com
E aqui tb o Exige tem um tempo de 7:53, que o coloca na frente deste trio/quadra.

Quanto ao facto de ser o "S" ou o normal a serem concorrentes, a verdade é que o 4C se mete no meio deles (sendo que o tempo do Rohrl foi feito com travões XPTO, etc... ). Claro que no dia a dia o concorrente normal será o "normal" passe a redundância, até pelo preço, mas a verdade é que se calhar ele se bate bem com o "S". É que a diferença de cv são quase 100, mas de peso (do cayman para o 4C) é abismal e dissipa muita dessa potência.
 
E por sua vez a densidade muda porque está a uma pressão inferior. Mas o MadDragon diz que não tem nada a ver. :confused:

Ninguém disse o contrário. O Corsa1200Sport falou em composição relativa.

Por volume em altas altitudes, ex: 1m3 há menos ar sim

ar= 21% Oxigénio + 78% Nitrogénio + 1% outros gases.

esta composição é praticamente fixa, claro que p.ex em Shanghai vai haver mais CO2 dentro desta composição

mas a altas altitudes o rácio e basicamente aquele. por isso basta uma máquina compressora(um turbo) para "compensar" o efeito de menos "atomos por volume"

esse é o entendimento que tenho. mas mesmo assim o turbo é também afectado(mas bem menos que o motor NA)

Mas posso estar enganado


Os alpinistas sofrem imenso com a altitude. Não é só a baixa pressão mas também - e sobretudo - o ar rarefeito que não lhes permite ter oxigenação cerebral compatível com a vida.

A percentagem de gases que afirmas está contida nesse metro cúbico de ar...à altura do nível do mar aprox. = 0.

A uma dada altitude- e basta pesquisares por isso - a concentração de ar respirável por m^3 é menor, logo, a concentração de um dos gases que o compõe é também menor - oxigénio.

Por isso que a concentração relativa é irrelevante para o caso - e não importante como o BJ40 mencionou, mas ele mencionou só para dar uma de sá-cristão.[:cool:]

PS - mas eu quero mesmo é falar de carros.[:p]
 
Tu continuas sem entender que a pressão tem tudo a ver com a quantidade (massa) de oxigénio por volume de ar.

Quando falas em ar rarefeito, quando falas em densidade e quando falas em "concentração de oxigénio", vem tudo em consequência da menor pressão do ar.

P.v = m.R|.T

Só faria sentido falar em massa por unidade devolume (densidade) sem falar de directamente pressões no caso do assunto não ser a altitude mas sim a temperatura do ar, por exemplo.

Mas nem sei porque é que a discussão se foca nisto, que desculpa mais esfarrapada. Como se a tecnologia Turbo fosse recente e não houvesse já muitos
carros turbo. E mesmo que fosse, cada um escolhe a solução que mais lhe convém.

De qualquer modo acrescento que a partir dos 1300-1500m de altitude já se nota o efeito da menor pressão atmosférica.

Só vi agora este post.
Quando entenderes que o que é importante é a concentração de oxigénio, falamos.[;)]

E ninguém está a desculpar nada.
Está-se sim a discutir elementos que provocam o decréscimo de potência nos motores, seja este o caso ou não.
 
Very arguable...

Em pista existe uma máxima, o cronómetro é que manda. Ou seja, podes fazer o que quiseres no carro achar que é mais para a esquerda ou para a direita, no fim do dia os tempos é que te dizem se estás certo ou não.

8:04 Porsche Cayman S (O tal tempo do Rohrl com travões especiais e xpto etc)
8:04 Alfa 4C (To be confirmed, para não andar aqui já a cantar de galo... :) )
8:16 Porsche Cayman S
8:17 Porsche Boxster S
8:25 Lotus Exige S
8:29 Audi TTS

(Tempos no Nordschleife, obviamente)

Não deixa de ser uma referência, e uma excelente proposta para quem gosta... ser de caras o melhor e "undisputed champion" é como disse, no mínimo extremamente discutível.

Tempos de Nurburgring sinceramente não me dizem muito, há muitas variáveis não controladas. Ainda se houvesse um controlo de tempos oficial.

Esse Exige da lista é o mais recente? Que pneus tinha o Exige e que pneus tinha o 4C?
 
Alfa Romeo 4C driven as PistonHeads muscles to the front of the queue and Harris delivers his verdict: Alfa Romeo 4C: Review - PistonHeads


Coloco já o que menos gostaram:

Pain in the-Refinement levels sit mid-way between an Elise and a Cayman. Road noise isn't too bad, the motor is pretty raucous, but settles to an acceptable grumble when cruising at 85mph. Wind noise is well contained and I could happily drive the car for several hours if I actually fitted the seat properly. Now I'm loath to go in too hard on the seat, because it might just be me, but it gave me a very sore lower back and I just didn't get the lateral support I expected or needed. Let's see if anyone else has the same problem before suggesting this isn't anomalous.

Has anyone mentioned the headlights yet?
The cabin is basic. This car had the optional air conditioning and a hi-fi which looks pretty RadioShack and I didn't bother trying. The dash readout is sci-fi TXT screen that perfectly fits the character and ethos of the car. As a driver I found it clear, informative and very funky.On the track the 4C's personality is more rounded than I'd expected. Being light, mid-engined and short of wheelbase I expected something very agile and throttle sensitive - and so it is. There's a lovely, darting initial turn in, and some safety understeer if you try to carry too much speed, but you can trim the line very accurately with the throttle and brake impossibly late. On the standard P-Zeros grip is very good.

Quanto ao resto do artigo, o jornalista adorou a experiência, o que prova que isto de falar dum carro é como falar de mulheres. Cada um tem algo a dizer.

PS - "artigo arrasador"...mas a favor do 4C.[:D]
 
Só vi agora este post.
Quando entenderes que o que é importante é a concentração de oxigénio, falamos.[;)]

E ninguém está a desculpar nada.
Está-se sim a discutir elementos que provocam o decréscimo de potência nos motores, seja este o caso ou não.

Quando aumenta a altitude a pressão barométrica desce.
A concentração do O2 é constante, 21%.
Ao nível do mar isto representa 21 KPa, mas esta pressão parcial é reduzida com o aumento da altitude.
Outro fenómeno que tens que ter em conta a alta altitude é a redução da PO2 (pressão parcial de oxigénio) secundária à diluição com o vapor de água. Mas isto aqui aplica-se mais ao ar que vais estar dentro dos teus alvéolos do que o ar que inspiras....
Mas mesmo assim, só a exemplo: a pressão de vapor saturado à temperatura corporal (37ºC) é de 6.3 KPa.
Tu ao respirares, vais estar a respirar menor quantidade de O2 absoluta, e é dada por esta formula:
PiO2(pressão inspirada de O2)=0,21*(Pressão barométrica-6.3)Kpa
Num automóvel podes tirar este factor da pressão de vapor na admissão, lol

De qualquer forma, um exemplo extremo, à altitude de 19000 metros, sim dezanove mil, a pressão barométrica pode ser apenas de 6.3 KPa, e vai igualar o valor da pressão de vapor... ou seja PiO2=0,21*(6.3-6.3)=0 (zero).... por isso é que os Sr. que voam a essa altitude levam oxigénio.... senão... morrem asfixiados...

Num carro, não atinges essas altitudes, e como já disse, não tens o factor vapor a entrar na história...

A 2000m tens uma redução de 21 Kpa para 17 Kpa... ou seja, tens uma diminuição do valor absoluto em moléculas de O2 de 19%......
A 1000m tens uma redução de 21 Kpa para 19 Kpa... ou seja, tens uma diminuição do valor absoluto em moléculas de O2 de 9,5%......

Com os carburadores era mesmo muito complicado, porque passavas de uma mistura ótima a baixa altitude para uma mistura rica em combustível a alta atitude, e tunhas os classicos sinais de má combustão.... fumo negro, redução de potência
Desde 1980, quase todos os automóveis possuem sensores de Oxigénio.
Para além desses sensores serem hoje uma peça essencial para provocar um explosão ótima e consequentemente atingir maiores níveis de eficiencia energética, permitem regular o rácio de mistura Ar/Combustivel em função da quantidade de O2, evitando perdas tão extremas como nos carros com carburadores.

Os automóveis utilizam sistemas de turbo normalizados, que não fazem a correção da quandidade de ar entrada para compensar a perda de quantidade absoluta de O2.
Os aviões têm um sistema que permite compensar a perde de O2, aumentanto a quantidade de ar que entra, adaptando À altitude, mas estamos a falar de perdas de potência que poderiam comprometer a segurança. Curiosamente nos aviões mais antigos essa regulação era feita pelo piloto, tendo que aumentar o intake de ar quando subia e fazer o oposto quando descia. O problema de aumentar o intake de ar é o overboost, podendo desencadear explosão em vez de ignição e danificar o motor por dar uma carga térmica desadequada (que é um problema das chamadas preparações para aumentar potência, que aumentam muitas vezes o intake de O2 ao ponto de passarem a capacidade dos injetores ou as carateristicas de dissipação termica e de resistência do motor/pistões....)

Isto tudo para mostar que sim, os automoveis perdem potência com a altitude porque há menos oxigénio...
 
Esse Lotus pode ser muito bom, mas é tão feio que até mete dó.
Aqueles espelhos!... onde foram desencantar aqueles espelhos?

Diz a prudência para postar o mínimo possível em tópicos AR e ir apenas lendo...mas porra, num tópico do 4C de produção vir falar dos espelhos retrovisores da (suposta) concorrência é verdadeiramente épico[:D]
 
Os alpinistas sofrem imenso com a altitude. Não é só a baixa pressão mas também - e sobretudo - o ar rarefeito que não lhes permite ter oxigenação cerebral compatível com a vida.

A percentagem de gases que afirmas está contida nesse metro cúbico de ar...à altura do nível do mar aprox. = 0.

A uma dada altitude- e basta pesquisares por isso - a concentração de ar respirável por m^3 é menor, logo, a concentração de um dos gases que o compõe é também menor - oxigénio.

Por isso que a concentração relativa é irrelevante para o caso - e não importante como o BJ40 mencionou, mas ele mencionou só para dar uma de sá-cristão.[:cool:]

PS - mas eu quero mesmo é falar de carros.[:p]

Continuas errado, mas nao consigo ser mais claro do que fui em posts anteriores, e o OT ja vai longo.

Ha imensa informacao na net que podes procurar - https://www.google.co.uk/#q=turbo+in+altitude
 
Diz a prudência para postar o mínimo possível em tópicos AR e ir apenas lendo...mas porra, num tópico do 4C de produção vir falar dos espelhos retrovisores da (suposta) concorrência é verdadeiramente épico[:D]

Mesmo assim continuam a ser muito mais bonitos que os do Lotus [:D]

Os espelhos do 4C não são propriamente lindos de morrer, mas também não os acho feios. Acho que a desilusão foi a de não serem fantásticos como eram no concept, mas penso que se trata mais de uma questão de expectativas.
 
Coloco já o que menos gostaram:



Quanto ao resto do artigo, o jornalista adorou a experiência, o que prova que isto de falar dum carro é como falar de mulheres. Cada um tem algo a dizer.

PS - "artigo arrasador"...mas a favor do 4C.[:D]

Lá está, criticas jornalisticas são muito subjectivas.

O da TG queixava-se do 'atraso' do motor, este já diz que o acelerador é sensível qb. Vá-se la entender esta gente. [:D]
 
Continuas errado, mas nao consigo ser mais claro do que fui em posts anteriores, e o OT ja vai longo.

Ha imensa informacao na net que podes procurar - https://www.google.co.uk/#q=turbo+in+altitude

Sabes que isso de dizeres que continuo errado é tarefa fácil.
Dificil é dares-me a entender o teu ponto de vista.
O que explicaste não era explicação nenhuma.
De qualquer forma, o Lipuro explicou melhor do que eu seria capaz.apr:)

Quando aumenta a altitude a pressão barométrica desce.
A concentração do O2 é constante, 21%.
Ao nível do mar isto representa 21 KPa, mas esta pressão parcial é reduzida com o aumento da altitude.
Outro fenómeno que tens que ter em conta a alta altitude é a redução da PO2 (pressão parcial de oxigénio) secundária à diluição com o vapor de água. Mas isto aqui aplica-se mais ao ar que vais estar dentro dos teus alvéolos do que o ar que inspiras....
Mas mesmo assim, só a exemplo: a pressão de vapor saturado à temperatura corporal (37ºC) é de 6.3 KPa.
Tu ao respirares, vais estar a respirar menor quantidade de O2 absoluta, e é dada por esta formula:
PiO2(pressão inspirada de O2)=0,21*(Pressão barométrica-6.3)Kpa
Num automóvel podes tirar este factor da pressão de vapor na admissão, lol

De qualquer forma, um exemplo extremo, à altitude de 19000 metros, sim dezanove mil, a pressão barométrica pode ser apenas de 6.3 KPa, e vai igualar o valor da pressão de vapor... ou seja PiO2=0,21*(6.3-6.3)=0 (zero).... por isso é que os Sr. que voam a essa altitude levam oxigénio.... senão... morrem asfixiados...

Num carro, não atinges essas altitudes, e como já disse, não tens o factor vapor a entrar na história...

A 2000m tens uma redução de 21 Kpa para 17 Kpa... ou seja, tens uma diminuição do valor absoluto em moléculas de O2 de 19%......
A 1000m tens uma redução de 21 Kpa para 19 Kpa... ou seja, tens uma diminuição do valor absoluto em moléculas de O2 de 9,5%......

Com os carburadores era mesmo muito complicado, porque passavas de uma mistura ótima a baixa altitude para uma mistura rica em combustível a alta atitude, e tunhas os classicos sinais de má combustão.... fumo negro, redução de potência
Desde 1980, quase todos os automóveis possuem sensores de Oxigénio.
Para além desses sensores serem hoje uma peça essencial para provocar um explosão ótima e consequentemente atingir maiores níveis de eficiencia energética, permitem regular o rácio de mistura Ar/Combustivel em função da quantidade de O2, evitando perdas tão extremas como nos carros com carburadores.

Os automóveis utilizam sistemas de turbo normalizados, que não fazem a correção da quandidade de ar entrada para compensar a perda de quantidade absoluta de O2.
Os aviões têm um sistema que permite compensar a perde de O2, aumentanto a quantidade de ar que entra, adaptando À altitude, mas estamos a falar de perdas de potência que poderiam comprometer a segurança. Curiosamente nos aviões mais antigos essa regulação era feita pelo piloto, tendo que aumentar o intake de ar quando subia e fazer o oposto quando descia. O problema de aumentar o intake de ar é o overboost, podendo desencadear explosão em vez de ignição e danificar o motor por dar uma carga térmica desadequada (que é um problema das chamadas preparações para aumentar potência, que aumentam muitas vezes o intake de O2 ao ponto de passarem a capacidade dos injetores ou as carateristicas de dissipação termica e de resistência do motor/pistões....)

Isto tudo para mostar que sim, os automoveis perdem potência com a altitude porque há menos oxigénio...
 
Diz a prudência para postar o mínimo possível em tópicos AR e ir apenas lendo...mas porra, num tópico do 4C de produção vir falar dos espelhos retrovisores da (suposta) concorrência é verdadeiramente épico[:D]

Deves andar aqui, entenda-se neste tópico, há pouco tempo.
Considerando que se gastaram páginas a criticar os espelhos do 4C por, supostamente, serem do Fiat 500, vendo os espelhos do Lotus direi que foi muito feliz a escolha dos espelhos do 4C. Muito feliz mesmo.
 
Lá está, criticas jornalisticas são muito subjectivas.

O da TG queixava-se do 'atraso' do motor, este já diz que o acelerador é sensível qb. Vá-se la entender esta gente. [:D]

Gostava que o jornalista do TG voltasse a andar com o 4C "ao nível do mar".

Já agora, a leitura deste último artigo deu-me a constatar uma coisa. Este novo 1750 TBi em aluminio é de facto um motor completamente novo ao lado do 1750 da Giulietta.

Aquele pormenor dos 8 rolamentos na cambota - assumindo que tal característica não está presente no 1750 de ferro fundido - é o suficiente para que este novo motor partilhe muito pouco com o da Giulietta.
 
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