Olimpo
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Referia-me à inferior imagem de marca que a Alfa Romeo, quer queiramos quer não, ainda tem face aos alemães por exemplo no que à qualidade de construção diz respeito e mesmo à dinâmica nos modelos de bandeira desportiva da marca (temos exemplos recentes de pequenas desilusões). Isto mesmo num modelo especial como será o 4C...
O preço que apresentar, não há como escapar, tem competição para baixo e para cima: boxster/Z4/elise/TT no patamar inferior...Evora/Cayman e Boxster S/Z4 is, no patamar superior. Poucos serão aqueles que podem largar 50-70k sem olhar para o que faz ao lado. Estes últimos são aqueles que resistiram ao intervalo temporal relativamente importante entre o passado e presente em matéria de produção de desportivos apaixonantes da marca.
Acho um erro estratégico grosseiro a Alfa definitivamente não se posicionar como uma marca assumidamente generalista com uma gama tão completa como uma BMW ou Audi, a concorrer no preço se for preciso!! As premium estão aí nessa luta porque a Alfa se recusa? Tem quase sempre do seu lado o argumento mais forte hoje em dia para vender: estética! ...
Quem fica mesmo a ganhar com a produção limitada de um 4C? Pode ou Deve a Alfa privar-se de ganhar mais dinheiro com este modelo? Que riscos/receios estão implícitos?Vocês que acompanham bastante mais a marca do que eu, apontem-me razões...
A Alfa Romeo não tem essa imagem da construção alemã mas tem outras armas como o sex appeal. Tal como uma Ferrari tem vantagens em relação à Porsche. Nem toda a gente compra carros com base nas folgas dos plásticos que eles têm. Há pessoas que simplesmente querem conduzir e ter boas sensações ao volante. Este Alfa Romeo 4C vai de encontro a esse público.
O que se pede é que este Alfa seja fiável, ninguém gosta de ficar apeado, os plásticos é algo secundário.
A Alfa Romeo é uma marca bastante apetecível em termos de imagem não é por acaso que tem sido cobiçada pelo CEO da Volkswagen [