Alfa Romeo Giulia 2015

Quando o director da AH tem a "necessidade" de justificar a capa que escolheu, é porque essa capa não é lógica nem racional...
 
Até me veio o pequeno-almoço à boca...

E o "ataque trôpego" da Alfa Romeo? Foi demorado, sim, mas... trôpego? Quero fumar do mesmo que ele.

Eu concordo, acho que "trôpego" é um bom adjectivo a aplicar à Alfa Romeo. O que dizer de uma marca em que os modelos saem a conta gotas, que demoram imenso no seu desenvolvimento e com volta-faces constantes? Uma marca que vive constantemente do passado, que anda perdida há imensos anos e que ainda não sabe bem qual o rumo a seguir para atingir o potencial que os seus aficionados lhe reconhecem.

E atenção, eu gosto muito da marca, tento é evitar que a paixão deturpe a realidade.
 
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Compro fielmente a Autohoje ( todas as semanas ) desde 1994. Fiquei boquiaberto com o editorial. Não queria acreditar no que estava a ler.

O que é que o suposto rigor dos alemães, tem que ver com a capa de uma revista que se quer isenta e imparcial. O seu dever é informar e ser o mais objectivo possível .
Estranhei , que o lançamento mais importante de uma marca dos seus últimos 20 anos ( por acaso a marca em questão era a Alfa Romeo ) , não fizesse capa nas 2 ultimas edições . Se fosse qualquer outra marca a minha opinião seria a mesma.

Este editorial poderia ter sido escrito por alguns fanboys aqui do fórum. Não é aceitável num jornalista ( ? ) .

Não sei se vou continuar a comprar a Autohoje.
 
E os alemães não fazem claramente os melhores carros do mundo.
Em muitos mercados, a qualidade dos interiores nem está ao nível dos melhores, em muitos índices de fiabilidade estão bem abaixo das marcas asiáticas e o que não faltam são exemplos de over-engineering ou de problemas causados por decisões incompreensíveis na engenharia. Em suma, como fabricantes de qualquer país.

Mas pronto, está bem claro para onde pende este Sandro Meda. Acho que não fala por todos os jornalistas da Auto Hoje. Espero bem que não fale, porque senão ficam totalmente desacreditados na sua isenção jornalística.
 
Durante anos falei da total parcialidade do AutoHoje. Muitas vezes essas minhas apregoações quase desesperadas eram diluídas por alguns haters que, aproveitando o facto da revista estar a dizer mal da marca(s) que defendia, se regozijavam para poder credibilizar as suas preferências.:sh)

Foi um ataque desesperado por parte deste Meda , que gostava de saber quais as suas verdadeiras motivações para tão vil texto. Mas aqui está, preto no branco, que o que se escreve neste fórum não cai em saco roto e até motiva ataques violentos de ira e regurgitação de bílis por parte dos extremamente condicionados "jornalistas" do AutoHoje.

Mas alguém acha que os Media,sobretudo estas revistinhas conseguem viver de publicidade e das vendas? [:)]


Devia levar com uma queixa ERC.
 
Qual a dificuldade em perceber que são as marcas do grupo "VW" que mais patrocinam, maioritariamente com compra de espaço de PUB nas revistas?
É assim e sempre foi e é disto que as revistas sobrevivem e não das vendas marginais que têm.
Tal como p.e. aquele programa sobre carros que o Jorge Gabriel apresentou, quem era o patrocinador? A KIA, quanto tempo durou o programa? 1 série. Porquê? Porque o público Português não estava interessado em ver um programa em que estavam sempre a ver KIA à volta.
Se calhar se o Jorge Gabriel estivesse rodeado por carro do grupo VW o programa já iria para aí na sua 4 temporada.

As revistas e programas são feitos para as maiorias e não para as minorias.

E é mais do que evidente que em o povo português na sua maioria é quadrado no que diz respeito aos carros e tem gravado na sua cabeça que o que é Alemão é que é bom e tem Status
 
Não tem link oficial mas...

"A marca italiana acaba de divulgar a tabela oficial de preços para o mercado nacional do novo Giulia.

A versão de entrada, destinada a frotas e equipada com o motor 2.2 JTD de 150 cv, custará menos de 40 000 euros. Terá menos equipamento que a versão normal de venda ao público, com preço de 41 400 euros (43 700 euros, com caixa automática). A versão mais potente do mesmo motor, com 180 cv tem preços a arrancarem nos 44 400 euros (46 700 euros com caixa automática) e o 2.9 V6 biturbo Quadrifoglio de 510 cv tem preços a começarem nos 96 000 euros, com caixa manual. As vendas começam no dia 24 de junho."

http://www.autohoje.com/noticias/noticias/item/109055-alfa-romeo-giulia-ja-tem-precos-em-portugal
 
Qual a dificuldade em perceber que são as marcas do grupo "VW" que mais patrocinam, maioritariamente com compra de espaço de PUB nas revistas?
É assim e sempre foi e é disto que as revistas sobrevivem e não das vendas marginais que têm.
Tal como p.e. aquele programa sobre carros que o Jorge Gabriel apresentou, quem era o patrocinador? A KIA, quanto tempo durou o programa? 1 série. Porquê? Porque o público Português não estava interessado em ver um programa em que estavam sempre a ver KIA à volta.
Se calhar se o Jorge Gabriel estivesse rodeado por carro do grupo VW o programa já iria para aí na sua 4 temporada.

Ou então se a VW não visse um retorno do investimento no programa do Jorge Gabriel o programa tinha acabado da mesma forma que acabou quando a KIA deixou de patrocinar.

As revistas e programas são feitos para as maiorias e não para as minorias.

E é mais do que evidente que em o povo português na sua maioria é quadrado no que diz respeito aos carros e tem gravado na sua cabeça que o que é Alemão é que é bom e tem Status

O povo português compra na sua maioria carros franceses. E tu tendo Pug no teu nick devias saber disso.
De qualquer das formas isto não se trata do que o povo português quer e das suas preferências mas de uma pequena coisinha chamada isenção jornalística. Se eu fosse responsável de uma marca não-alemã fazia um telefonema aos outros responsáveis de marcas não alemãs em Portugal e organizava um boicote na cedência de veículos de teste á AutoHoje e apostava todas as fichas na AutoFoco.

Depois víamos se a AutoHoje aguentava os seus números de vendas só como espaço publicitário ás marcas alemãs.
 
Não tem link oficial mas...

"A marca italiana acaba de divulgar a tabela oficial de preços para o mercado nacional do novo Giulia.

A versão de entrada, destinada a frotas e equipada com o motor 2.2 JTD de 150 cv, custará menos de 40 000 euros. Terá menos equipamento que a versão normal de venda ao público, com preço de 41 400 euros (43 700 euros, com caixa automática). A versão mais potente do mesmo motor, com 180 cv tem preços a arrancarem nos 44 400 euros (46 700 euros com caixa automática) e o 2.9 V6 biturbo Quadrifoglio de 510 cv tem preços a começarem nos 96 000 euros, com caixa manual. As vendas começam no dia 24 de junho."

http://www.autohoje.com/noticias/noticias/item/109055-alfa-romeo-giulia-ja-tem-precos-em-portugal
Pois, são os preços que eu previa e coloquei atrás.
Infelizmente com esses preços não acredito que tenha muita saída.
 
Aqui fica o texto sobre a capa "alemã"
Full_Size_Render.jpg

Um editorial muito infeliz.
Parcial.

Não conheço o Sr.
Mas se fosse eu a mandar na motorpress tirava-o de imediato das funções de editor (se ele o é)
 
Ou então se a VW não visse um retorno do investimento no programa do Jorge Gabriel o programa tinha acabado da mesma forma que acabou quando a KIA deixou de patrocinar.



O povo português compra na sua maioria carros franceses. E tu tendo Pug no teu nick devias saber disso.
De qualquer das formas isto não se trata do que o povo português quer e das suas preferências mas de uma pequena coisinha chamada isenção jornalística. Se eu fosse responsável de uma marca não-alemã fazia um telefonema aos outros responsáveis de marcas não alemãs em Portugal e organizava um boicote na cedência de veículos de teste á AutoHoje e apostava todas as fichas na AutoFoco.

Depois víamos se a AutoHoje aguentava os seus números de vendas só como espaço publicitário ás marcas alemãs.
Errado.
O povo português compra na sua maioria 2 franceses que é o Megane e o Clio. E porquê?
Porque esses não podem pagar a diferença de custo para um Golf ou Polo.
É mais do que evidente isso.

Eu tenho um Pug por necessidade (7 lugares) até porque o carro anterior a este era um KIA até mais recente que este que eu gostava bem ;)

O meu primeiro carro foi um Ibiza e só não foi um 306 porque quem me ajudou a comprar o mesmo foi o meu pai e lá está para ele só "VW" é que é bom
 
Vai vender tanto como a 156.

Todas as pessoas que conheço que tiveram uma 156 ou que tem hoje uma 159 estão compradoras.
Não me acredito. Até porque os 156 e 159 não tinham a carga fiscal anual que este vai ter.
É a minha opinião mas posso estar errado o tempo o dirá.
 
Isso deixamos para a Mercedes.
Lá está são estratégias e a Mercedes já percebeu que o que interessa são as vendas e como tal não se importou de de debaixo do capô ser Renault.
O que interessa para o povo é o símbolo exterior e o facto de pagar menos uns 200€ anualmente em IUC
 
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