FernandoZero
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Essas meninas dão muito trabalho[
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Essas meninas dão muito trabalho[
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Foquem nas notícias boas.
O que esperar desse GTV e do 8C? Os renders aí são oficiais?
Medidas? Concorrentes?
Foquem nas notícias boas.
O que esperar desse GTV e do 8C? Os renders aí são oficiais?
Medidas? Concorrentes?
O GTV deverá ser um concorrente para Audi A5 e BMW série 4 e na versão topo de gama deve utilizar o V6 Biturbo do Giulia Q.
O surpreendente 8C, já deve ser concorrente de um Porsche 911, Mercedes AMG GT ou Audi R8...em teoria com um bloco V8 (talvez o 3.8 V8 utilizado na Maserati)
Pelo que li, o Marchionne e companhia são da opinião que o segmento E está a diminuir e por isso não justifica investimento específico, por isso o que vão fazer são versões LWB do Giulia e Stelvio para agradar ao mercado chinês, mas continuam a ser segmento D. Pelo que percebi, essas versões não seriam sequer para a Europa (como os alemães fazem com várias versões LWB), mas posso estar enganado.Então o segmento E da Alfa Romeo, será um Giulia esticado... fará sentido?
Então o segmento E da Alfa Romeo, será um Giulia esticado... fará sentido?
Não vejo muita diferença entre S3/S5, A4/A6, C/E. Pouco mais são do que versões esticadas uns dos outros []
O GTV deverá ser um concorrente para Audi A5 e BMW série 4 e na versão topo de gama deve utilizar o V6 Biturbo do Giulia Q.
O surpreendente 8C, já deve ser concorrente de um Porsche 911, Mercedes AMG GT ou Audi R8...em teoria com um bloco V8 (talvez o 3.8 V8 utilizado na Maserati)
Pelo que me deu a perceber, o GTV só terá uma motorização: o V6 do Giulia, mas electrificado.
Eu acrescentaria, será um Giulia 6 cilindros de 2 portas.
Cada vez se faz menos pelas marcas do grupo, assim fica difícil. [s)]
A apresentação do plano suscitou-me imediatamente uma questão: o desinvestimento no segmento C e o up-scale dos segmentos superiores. Afinal, o segmento do Giulietta continua a ser o maior da Europa, onde até vieram parar as Premium Alemãs. Proporcionar o acesso à marca a preços mais acessíveis é essencial pois traz para a Alfa clientes com menor poder de compra que, no futuro poderão continuar na marca, quer com o mesmo tipo de carro, quer subindo de segmento (vide o grupo Hyunday). Atacar directamente os segmentos D e E, tradicionalmente conservadores e dominados por excelentes produtos, é mais difícil e arriscado...
Eu acrescentaria, será um Giulia 6 cilindros de 2 portas.
Cada vez se faz menos pelas marcas do grupo, assim fica difícil. [s)]
A apresentação do plano suscitou-me imediatamente uma questão: o desinvestimento no segmento C e o up-scale dos segmentos superiores. Afinal, o segmento do Giulietta continua a ser o maior da Europa, onde até vieram parar as Premium Alemãs. Proporcionar o acesso à marca a preços mais acessíveis é essencial pois traz para a Alfa clientes com menor poder de compra que, no futuro poderão continuar na marca, quer com o mesmo tipo de carro, quer subindo de segmento (vide o grupo Hyunday). Atacar directamente os segmentos D e E, tradicionalmente conservadores e dominados por excelentes produtos, é mais difícil e arriscado...
É absurda para os entusiastas mas faz todo o sentido economicamente, visto que a tendência de mercado é o UV e não a carrinha.O mais caricato disto tudo é investir numa versão coupé em vez duma SW do Giulia. Nem vale a pena ver as tabelas para se perceber em que proporções vendem estas duas versões neste segmento no seu mercado principal.
Sendo que as adaptações do sedan para uma ou outra versão serão equivalentes em termos de custos e com os eternos constrangimentos financeiros na marca, esta parece uma decisão um tanto absurda.![]()