Não posso concordar com todas essas opções.
Sim, concordo com os rebadge Chrysler, mas foi uma imposição presidencial. Fez parte do acordo estabelecido entre Marchionne e o governo dos EUA, para ficar com a Chrysler, vender produtos americanos na Europa.
Desses o que resultou melhor foi o Freemont, mas também o melhor ano do carro foram apenas 25 mil unidades, e após esse pico, vendeu sempre abaixo das 20 mil unidades.
R: Sim, os rebadges foram impostos pelo Governo Norte-Americano. E não se podia ter feito um esforço para colocar o 2.0Mjet no Thema deste lado do Atlântico deixando, por exemplo, o Flavia do lado de lá para equilibrar a operação? Se não tivessem ambição no projecto nem se tinham dado ao trabalho de remodelar o logótipo da marca! E, já agora, repara que também gastaram dinheiro a adaptar o Twinair ao Mito...E sim, sei que o 300C é de tracção posterior e tal, mas não teria sido possível enviar uns JTDs para Brampton para experimentar?
O Fullback, não deve ter requerido muito investimento. É também um badge-engineering. E era um produto necessário, sobretudo para os mercados do médio-oriente e norte de áfrica.
R: Nunca vi um Fullback na estrada...Mas se dizes que foi um investimento pequeno, também os que refiro nas outras respostas não serão muito divergentes. Enfim, mais valia trazerem a Toro...
A única coisa que não concordo no Delta é terem usado o nome Delta. E na realidade acho que deveriam ter gastado mais dinheiro no carro para atualizá-lo. Por outro lado, a marca já estava em forte declínio, e o Delta foi lançado precisamente quando a crise financeira estoirou...
R: A questão deveu-se principalmente à falta de investimento inicial em áreas do carro que ficam à vista dos clientes. Então a FCA queria relançar a Lancia como marca premium e espetam-lhe o mesmo tablier do Bravo, ainda que revestido a material nobre? Faria assim tanta diferença conceber e produzir 2 peças diferentes para esta área crucial do Delta?
Dinheiro desperdiçado no Multiair é que não posso mesmo concordar. A tecnologia é muito boa, um passo a caminho do fim das árvores de cames. A partir do momento em que consegues ter um controlo mais alargado da abertura e fecho das válvulas de admissão, bem mais do que o permitido por um sistema puramente mecânico como é a árvore de cames, podes otimizar a combustão para situações mais variadas, garantindo que o motor funciona da forma mais eficiente durante mais tempo de utilização.
Tecnologia boa ao ponto de já ser usada por outros construtores. Os Ingenium da Jaguar também estão equipados com a sua própria versão do sistema Multiair.
R: O projecto foi apresentado como revolucionário, ao nível do que se passou com o sistema Common-Rail; falava-se inclusivamente no passo seguinte: a integração nos JTD! Mas quantos anos se passaram sem que nada tenha acontecido? As promessas de economia substancial de combustível não se concretizaram, o investimento em marketing, realçando a vantagem sobre a concorrência, esfumou-se e, pasme-se, nem os recentes 2.0T do Giulia têm o sistema (corrijam-me se estiver enganado...)!
O 4C também não posso concordar. Foi um excelente manifesto, só precisava de mais guito para terminarem de desenvolver o carro. Tanto o 4C como o 8C cumpriram o seu papel de colocar a marca no mapa. ALém disso, permitiu à Alfa entrar num novo campo tecnológico: fibra de carbono. E o que seria uma marca desportiva, sem desportivos?
Além disso, parece-me que as lições aprendidas com o 4C — arquitetura e materiais — vão ser muito bem aplicadas no novo 8C. O perfil que foi apresentado nos PDF não parece mais do que um 4C esticado para acomodar um motor de maiores dimensões. Será que foram repescar algum do trabalho desenvolvido para o desportivo da Maserati, que derivaria do 4c? Vão ficar com um excelente halo car.
R: Vamos então ao coupé: Apresentado como protótipo para assinalar o renascimento da marca segundo as premissas que lhe deram fama: leveza, agilidade, inovação, performance e design. Temos então o chassis em carbono, fabricado ao lado dos Maserati, motor central (novo e com uma cilindrada histórica), recorde no N'ring, cabrio...
O maior investimento foi feito, criou-se mais um halo car e agora, à boa maneira Alfista:
-Vamos fazer outra coisa completamente diferente!
O carro devia ser continuamente desenvolvido como uns certos carochas de Weissach para dar continuidade ao que foi brilhantemente começado! É que nem uma pretensa versão Q, nem que fosse com mais 10cv e menos 200g [
], lançaram para fazer companhia ao Giulia e ao Stelvio nas fotos de famiglia...
We 4c [forsee] a legend...efémera diria eu...
O 156 Crosswagon só é pena terem esperado tanto tempo para a lançar. Carrinhas em salto altos começavam a ser uma "cena". Hoje em dia também foram atrás do que vende, com o Stelvio…
R: A 156 apareceu tarde, mas o principal problema é que a 159 nem chegou a surgir! Mas as A4 e A6 ainda existem, acompanhadas por Opels, Seats, Toyotas, etc... Como é que querem criar confiança nos consumidores?
Twinair, continuo na dúvida…[

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R: Talvez se montarem o motor num quadro destes:
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