Alfa Romeo

Como aumentaria as vendas?
Não iria ser o 1.3 Mjet a dar o boost comercial ao Giulietta. E nem sequer é motor adequado. O 1.3 não é motor agradável de usar (e já experimentei desde o primeiro de 70cv até ao actual de 95cv). Para quê diluir ainda mais a imagem de marca?

De momento, o que melhor serviria ao Giulietta era mais uma ou duas carroçarias (carrinha e um coupe sucessor para o interessante GT), e a porra de um hot hatch, para dar algum "elan" à gama.
Marca do cuore sportivo, de vitórias imensas ao longo das décadas, e nem um hot-hatch decente é capaz de pôr na rua. Inadmissivel.
O hot-hatch pelo menos traria visibilidade acrescida e gratuita para a gama.
Basta haver um comparativo de versões apimentadas e lá está um Megane sempre presente. E até se traduz em vendas... até em sitios sagrados como o Nurburgring...
E falei naquele motor simplesmente pela falta de orientação que me parece a marca atualmente ter. Talvez seja falta de recursos.
Agora como é óbvio a alfa merece bem mais, tardam é em aparecer os tais exemplares modernos dessa garra desportiva que sempre caracterizou a marca.
 
Hum... 1.3 no Giulietta? Concordo com o Dio.

O 1.6 já fica ali no limite discutível para um Alfa Romeo.

Mas eu sou mais purista e exigente claro.

O 1.3 que saiu no Momo Design com 105, ou até com mais "carga" até podia dar umas prestações idênticas ao 1.6, mas não sei não.

Digam o que me disserem, para um seg c normal, o 1.3 desenrasca bem e gasta pouco. Agora que essa não é filosofia que sempre caracterizou a alfa, isso não. Mas já o 1.6 não era...
 
Nunca achei que o 1.3 no Astra andasse alguam coisa de jeito, mas é uma opinião.
É que desenrascar é diferente de andar em condições.
 
Eu acho que não. Já o experimentei no astra e pareceu-me suficiente para o dia-a-dia e em autoestrada anda muitíssimo bem. Não vejo porque não. Não envolveria mais desenvolvimento pois é so aplicar o motor e aumentaria em grande número as vendas visto o giulietta ser um modelo bem composto.


Achaste ? É que há uma semana andei num Astra Ecoflex com o 1.3 de 90cv e deve ter sido o carro mais lento que alguma vez guiei...e olha que o meu primeiro carro tinha 45 cv. Não há motor até às 1800 rpm, o que torna aquelas primeiras 1000 rotações um suplício autêntico. Digo-te que numa viagem de 50 km's por estradas secundárias só engrenei a 4ª uma vez e foi a descer. É um carro demasiado pesado para aquele motor... a média do veículo nos últimos 2000 km's era de 6.4 L/100.

Também conheço o mesmo motor mas no Corsa e na variante de 70 ou 75 cv e é perfeitamente adequado.
 
A 2.4jtdm 200cv não foi vendida cá, a não ser que tenha sido encomenda especial, ou então, se existir alguma é importada.
2.0 170cv não saiu em lado nenhum, não encontro qualquer referencia à utilização desse motor na Croma, no mobile.de mesmo os modelos de 2011 são 1.9 150cv.

Parece que alguém mais concorda com os dados da AH!


Epah, houve confusão da minha parte. Eu estava a referir-me à 159.....nem reparei que no 1º quote que fiz, estava escrito Croma.[:D]

Até porque, estou no tópico da Alfa....[;)]
 
Achaste ? É que há uma semana andei num Astra Ecoflex com o 1.3 de 90cv e deve ter sido o carro mais lento que alguma vez guiei...e olha que o meu primeiro carro tinha 45 cv. Não há motor até às 1800 rpm, o que torna aquelas primeiras 1000 rotações um suplício autêntico. Digo-te que numa viagem de 50 km's por estradas secundárias só engrenei a 4ª uma vez e foi a descer. É um carro demasiado pesado para aquele motor... a média do veículo nos últimos 2000 km's era de 6.4 L/100.

Também conheço o mesmo motor mas no Corsa e na variante de 70 ou 75 cv e é perfeitamente adequado.

Claramente, não sabes conduzir o carro em questão. E numa semana, não aprenderias.
 
As decisões sucedem-se:

1. Pensa-se em construir o 4C noutro local em vez de Modena.

2. Querem reabrir o museu de Arese.

3. Modena produzirá os novos V6 para o 4P, Levante, Ghibli, 169 e Giulia.

4. Fala-se que o "169" voltará a chamar-se 164 e estará no mercado no final de 2014. Será produzido em Grugliasco paralelamente ao Ghibli. Espera-se assim um concept car da "futura ammiraglia" da marca de Arese no final de 2013!

5. O Ghibli será apresentado em Shangai e o Quattroporte em Detroit.



Alfa Romeo intends expanding producing 4C and renovates Arese

4c productie Alfa Romeo intends expanding producing 4C and renovates AreseMore and more we get the information that Alfa Romeo will not choose to build the 4C in Modena. The management considers to position the car as a high-end mass production sports car. This information revives around the Paris International Motor Show. Officially the Alfa Romeo 4C is schedules for mid 2013, but this information could also mean that the revival of Alfa Romeo start around 2014. The bad economic situation in the automotive sector (car manufacturers hint at a arduous upcoming year) do provide a lot of incentive to postpone the introduction by 6 months. One considers to produce the car in a larger plant, but the information is not that specific that we know which factory is under consideration. Components of the car are being produced right now, but the whole assembly line will not ready before April 2013.

Other interesting news about Alfa Romeo is the fact that FGA will re-open the museum in Arese at the same time. The management in Turin is aware of the ‘holy’ ground near Milan. Apparently the management of Fiat already informed the direction of the museum about a new design for a modernisation of the current complex. Great news for the Alfisti who hope for a new Alfa Romeo center of the world
.




La futura ammiraglia sarà prodotta a Grugliasco

Dal Salone di Parigi, il numero uno del Gruppo Fiat, Sergio Marchionne, ha anticipato che "la futura ammiraglia Alfa Romeo verrà costruita nello stabilimento di Grugliasco, ex Bertone, ho già approvato il progetto". La notizia, pubblicata stamane dal Corriere della Sera nelle pagine di economia, è stata confermata anche dalle nostre fonti: l'erede della 166 - l'ultima Alfa di Segmento E, prodotta dal 1998 al 2007 - condividerà la piattaforma tecnica con la futura Maserati Ghibli.

Trazione posteriore. A Grugliasco, quindi, dov'è già stata approntata la linea di montaggio della nuova Maserati Quattroporte (che sarà presentata in anteprima mondiale al Salone di Detroit 2013), nasceranno sia la berlina Ghibli sia quella che da più parti viene già definita come la "nuova 164": il riferimento potrebbe non essere casuale, visto che ultimamente il Gruppo Fiat riesuma i nomi dei modelli di successo del recente passato. Naturalmente, la nuova berlina Alfa Romeo - in virtù della parentela tecnica con la Maserati, sarà a trazione posteriore e avrà versioni con motore a sei cilindri a V.

I tempi. Per ora, come vi abbiamo anticipato ieri, si sa solo che la Maserati Ghibli sarà presentata il prossimo aprile al Salone di Shanghai, pertanto è ragionevole attendere l'ammiraglia Alfa a partire dal 2014
 
Last edited:
As coisas começam a compôr-se:

SRT Barracuda replacement for Challenger in 2015 - report



in worldcarfans

O que esta notícia interessa para a Alfa Romeo?
Uma nova plataforma RWD, mais compacta e leve que aquela que é usada no 300/Challenger/etc...

Não acredito que fique limitada a um modelo e um mercado. Aposto que servirá de base para uma gama média alta de sedans e coupes da Alfa Romeo/Dodge/Chrysler/Lancia e provavelmente o sucessor do Maserati GranTurismo
Junta-se a confirmação do uso dos novos V6 da Ferrari e temos os ingredientes para o sucessor RWD do 159[:cool:]


Mais uma achega:

Is there a chance, that future Alfa Romeo will have RWD? The possibility is rising as some rumours out of the US state that Fiat-Chrysler is developing a platform just below the E-segment. This platform would strengthen the position of the group in the C, D and E-segment (LY). The larger more sportive models, eventual with the SRT label and the Dodge badge could use the platform. These high performance cars boost the image of the brands in the US. Some time ago, we mentioned that this platform could also be a starting point for even larger Alfa Romeo’s (just below the top-of-the-range segment). Looking at the Giulia, we expect that this car is in this range (4,8 meters long), but the rumours intensify around the Front Wheel Drive option, based on the Compact Wide Platform. A new GT (6C) could be using this platform and have RWD. A kind of top-of-the-range model, positioned above the 4C and Duetto.

The Americans refer more to the successor of the Challenger (photo), called Barracuda. The new ‘Large’ platform with RWD (earlier referred to as D-Evo by AutoEdizione) has to help to establish the shorter models (minus 6 cm in length and minus 2 cm in width) in Europe (and other continents) more easily. The development of this platform is one of the most prestigious projects since the Fiat-Chrysler merger. This platform can be powered by a wide range of engines, like the four- (1,8), six- and eight cylinder engines which are available right now. The front and rear suspension are also completely new. In 2015 the production of the new SRT (Dodge) Barracuda starts. We hope there will be more information by that time about this platform and Alfa Romeo. Of course also Lancia and Maserati will use this platform, as it is part of an integral Fiat strategy.
 
Claramente, não sabes conduzir o carro em questão. E numa semana, não aprenderias.

Até no GPunto, o 1.3 de 90cv era desesperante.
Para quê aumentar a agonia num carro 150-200kg mais pesado?

Apesar da variante de 95cv ser consideravelmente melhor no que toca a utilização, não é motor nada adequado a um carro como o Giulietta.
O 1.6 de 105cv é uma melhor solução, já que tem de se ter um diesel pequenito.
 
Até no GPunto, o 1.3 de 90cv era desesperante.
Para quê aumentar a agonia num carro 150-200kg mais pesado?

Apesar da variante de 95cv ser consideravelmente melhor no que toca a utilização, não é motor nada adequado a um carro como o Giulietta.
O 1.6 de 105cv é uma melhor solução, já que tem de se ter um diesel pequenito.

Referia-me à Astra.....mas vai dar ao mesmo, é preciso habituar-se a lidar com aquele motor.[;)]
 
Claramente, não sabes conduzir o carro em questão. E numa semana, não aprenderias.

Ai não, então ? É pedal sempre a variar entre 1/2 e a fundo o caminho todo ? [:D]

Eu que até estou habituado a passar de 1ª para 2ª bastante cedo no meu carro (1.6 atmosférico), sei que num diesel não posso fazer isso senão o carro morre-me logo ali e estico sempre até às 2700/3000rpm. Mesmo com uma passagem rápida, no pobre Astra assim que largava a embraiagem a rotação caía para valores desesperantes e o carro não queria andar. Depois lá carregava mais um bocado e ele conseguia contraria a anemia da falta do turbo e tudo se repetia novamente. Claro que embalado em estrada já não se notava tanto, mas em estradas secundárias com subidas e descidas e curvas constantes não me atrevia a meter uma 4ª.

Só para dar outra achega, já conduzi alguns milhares de quilómetros o Mégane III, na variante 1.5 DCi de 90 cavalos (a mesma potência do Astra, mas com mais 0.2 cc de cilindrada), e a condução em cidade ou estrada faz-se sem qualquer tipo de stress. E até arrisco dizer que o Mégane é mais pesado que o Astra, a única diferença é a cilindrada que confere mais força "natural" ao Mégane fora da zona de acção do turbo.
 
Referia-me à Astra.....mas vai dar ao mesmo, é preciso habituar-se a lidar com aquele motor.[;)]

Acho estes argumentos uma piada.

Que um tipo se pode habituar à lentidão é um facto.
Agora desculpar a lentidão com o não saber conduzir é ridiculo.

Tal como já disseram, no Gpunto é relativamente lento, quanto mais no Astra.
 
Acho estes argumentos uma piada.

Que um tipo se pode habituar à lentidão é um facto.
Agora desculpar a lentidão com o não saber conduzir é ridiculo.

Tal como já disseram, no Gpunto é relativamente lento, quanto mais no Astra.

Só para completar um pouco mais o raciocinio. Nem é tanto pelas performances.
O turbo-lag é que era terrivel
Das 4000 rotações que o motor permitia, apenas se dava uso a metade, já que até às 2000, foi das coisas mais letárgicas que peguei.
A versão de 95cv do mesmo motor, pelo menos, atenuou bastante o fosso, mas tal como a maior parte dos pequenos diesel, continua a ser uma opção algo desadequada para o tráfego urbano.
Um simples NA otto acaba por ser uma melhor ferramenta de trabalho nas lides urbanas.
 
Acho estes argumentos uma piada.

Que um tipo se pode habituar à lentidão é um facto.
Agora desculpar a lentidão com o não saber conduzir é ridiculo.

Tal como já disseram, no Gpunto é relativamente lento, quanto mais no Astra.


Isso do GPunto é que eu acho estranho ! Supostamente é um motor feito para um segmento B... e com 90 cavalos ! O Yaris da instrução tinha o 1.4 com a mesma potência e aquilo andava nas horas...

É o 1.3 que é demasiado anémico ou é o GP demasiado pesado ? Tenho de o experimentar um dia para tirar dúvidas...mas acho estranho a variante de 75 cavalos assentar tão bem no Corsa C e mais 15 cv não servirem para mexer decentemente um GP que deve andar ali pelos mesmos quilogramas.
 
Só para completar um pouco mais o raciocinio. Nem é tanto pelas performances.
O turbo-lag é que era terrivel
Das 4000 rotações que o motor permitia, apenas se dava uso a metade, já que até às 2000, foi das coisas mais letárgicas que peguei.
A versão de 95cv do mesmo motor, pelo menos, atenuou bastante o fosso, mas tal como a maior parte dos pequenos diesel, continua a ser uma opção algo desadequada para o tráfego urbano.
Um simples NA otto acaba por ser uma melhor ferramenta de trabalho nas lides urbanas.


É exactamente isso, não há carro até ali às 1800/2000 rpm. E depois sentia-me estúpido porque de repente o carro começava a andar e eu tinha o pé enterrado a metade do curso pelo que me sentia obrigado a aliviar para não andar a estoirar gasóleo desnecessariamente. Com turbo o carro até anda decentemente, o pior é chegar lá... Daí eu dizer que o meu Visa até andava melhor na cidade que aquilo [:D]
 
Ai não, então ? É pedal sempre a variar entre 1/2 e a fundo o caminho todo ? [:D]

Eu que até estou habituado a passar de 1ª para 2ª bastante cedo no meu carro (1.6 atmosférico), sei que num diesel não posso fazer isso senão o carro morre-me logo ali e estico sempre até às 2700/3000rpm. Mesmo com uma passagem rápida, no pobre Astra assim que largava a embraiagem a rotação caía para valores desesperantes e o carro não queria andar. Depois lá carregava mais um bocado e ele conseguia contraria a anemia da falta do turbo e tudo se repetia novamente. Claro que embalado em estrada já não se notava tanto, mas em estradas secundárias com subidas e descidas e curvas constantes não me atrevia a meter uma 4ª.

Só para dar outra achega, já conduzi alguns milhares de quilómetros o Mégane III, na variante 1.5 DCi de 90 cavalos (a mesma potência do Astra, mas com mais 0.2 cc de cilindrada), e a condução em cidade ou estrada faz-se sem qualquer tipo de stress. E até arrisco dizer que o Mégane é mais pesado que o Astra, a única diferença é a cilindrada que confere mais força "natural" ao Mégane fora da zona de acção do turbo.

não retiro uma virgula, ao que disse.

Acho estes argumentos uma piada.

Que um tipo se pode habituar à lentidão é um facto.
Agora desculpar a lentidão com o não saber conduzir é ridiculo.

Tal como já disseram, no Gpunto é relativamente lento, quanto mais no Astra.

Alguém generalizou, que o user não sabia conduzir? Disse que era o carro em questão.

Só para completar um pouco mais o raciocinio. Nem é tanto pelas performances.
O turbo-lag é que era terrivel
Das 4000 rotações que o motor permitia, apenas se dava uso a metade, já que até às 2000, foi das coisas mais letárgicas que peguei.
A versão de 95cv do mesmo motor, pelo menos, atenuou bastante o fosso, mas tal como a maior parte dos pequenos diesel, continua a ser uma opção algo desadequada para o tráfego urbano.
Um simples NA otto acaba por ser uma melhor ferramenta de trabalho nas lides urbanas.

Na minha, o turbo dispara a ~ de 1800rpm, e lag até aí foi reduzido com a retirada de um tubo de ar que estrangulava o ar na caixa do filtro. Não é tão rápido como os outros em arranque? sim, é verdade mas quem se habitua ao funcionamento do motor, consegue limitar as limitações (passe a redundância) do mesmo.
 
Na minha, o turbo dispara a ~ de 1800rpm, e lag até aí foi reduzido com a retirada de um tubo de ar que estrangulava o ar na caixa do filtro. Não é tão rápido como os outros em arranque? sim, é verdade mas quem se habitua ao funcionamento do motor, consegue limitar as limitações (passe a redundância) do mesmo.


Ah o famoso truque, já li sobre isso no DB dos Astras.


Infelizmente o carro não vem assim de fábrica...se lhe fizesses uma reprogramação para 200 cv eu também continuava a dizer que o carro é uma tartaruga (com o devido respeito, até gostei de outros pormenores dele [;)] ).
 
É lento, ponto.[:D]

Habituar-se ao funcionamento é pura e simplesmente habituar-se a não ter motor.
É conformar-se com o que se tem - e não há nada de errado nisso.

Não é dizer aos outros que "claramente não sabem conduzir o carro em questão" que desculpa este facto.
 
Até vos digo mais, o pior é mesmo a caixa de velocidades. Não é daquelas que parece manteiga a meter mudanças, e isso faz com que a rotação baixe mais do que deva. É o que digo, é caso de hábito.[;)]
 
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