Alfa Romeo

até podes ter razão, mas é absolutamente ridículo se assim o for... é como (nos Estates) comprar uma Desert Eagle ou uma magnum 44 devido ao seu tamanho...

Estatuto pelo aparato né?
Durante algum tempo os TT em Portugal tinham a conotação de "segurança" (batiam em cidade e nada [:D]), prioridade ganha à força, estacionamentos folgados (ninguém apertava um "jipe"), conotação de Aventura, de poder, de prática de desportos, nomeadamente caça, reboque de barcos = boa condição económica, etc.
São coisas ainda enraizadas.

Vantagem prática era para quem morava numa casa de mau acesso ou então os praticantes de TT mesmo. Pequena parte.
 
Estatuto pelo aparato né?
Durante algum tempo os TT em Portugal tinham a conotação de "segurança" (batiam em cidade e nada [:D]), prioridade ganha à força, estacionamentos folgados (ninguém apertava um "jipe"), conotação de Aventura, de poder, de prática de desportos, nomeadamente caça, reboque de barcos = boa condição económica, etc.
São coisas ainda enraizadas.

Vantagem prática era para quem morava numa casa de mau acesso ou então os praticantes de TT mesmo. Pequena parte.
Tens razão no q escreves. Do que descreveste, o q mais assisti em Lisboa foi a essa "segurança" aparente e às barbaridades q vi por pensarem q a tinham. A q mais me ficou na retina foi uma marcha atrás a toda a velocidade no parque do Fonte Nova em q a besta nem se deu ao trabalho de olhar para o espelho. Não deu em nada pq os Deuses estavam bem dispostos... mudanças de faixa sem olhar ao espelho tb era mato...
 
A lambo ganhou mais modelos, a bugatti apenas um.
Mas a conversa era sobre ambas as marcas depois é que se concentrou apenas na bugatti.



Agora pegando no que disseram atrás da bugatti ter um carro que é o mais rápido do mundo e essa coisa toda, aí está esse carro não passa de uma aberração que em pratica não serve para nada.
Anda muito e depois?

Uma viagem naquilo é o mesmo que conduzir uma locomotiva ou mesmo um formula 1, impraticável nas estradas do dia a dia, talvez numa auto estrada ou lá nas arábias.

Pode ganhar em velocidade mas perde em tudo o mais o essencial, praticalidade e usabilidade.

Um carro desportivo, normalmente não é prático porque foi construído com o propósito de atingir grandes velocidades.

E como vocês sabem, o rácio aerodinâmica/peso/potência tem que ser o melhor possível.
 
A lambo ganhou mais modelos, a bugatti apenas um.
Mas a conversa era sobre ambas as marcas depois é que se concentrou apenas na bugatti.



Agora pegando no que disseram atrás da bugatti ter um carro que é o mais rápido do mundo e essa coisa toda, aí está esse carro não passa de uma aberração que em pratica não serve para nada.
Anda muito e depois?

Uma viagem naquilo é o mesmo que conduzir uma locomotiva ou mesmo um formula 1, impraticável nas estradas do dia a dia, talvez numa auto estrada ou lá nas arábias.

Pode ganhar em velocidade mas perde em tudo o mais o essencial, praticalidade e usabilidade.

Precisas de te informar um pouco sobre o que é o Veyron, para o que foi feito e como. Continua ainda a ser um marco tecnológico do mundo automóvel.

Alem de ser extremamente rápido também é perfeitamente utilizável. Porta-se como qualquer outro carro na cidade ou fora dela.

É tão prático como qualquer outro supercarro.

Não esquecer que tem o 2º tempo na pista da 'EVO'? penso eu. Segundo tempo, só batido pelo... P1.

Acredito que não será um carro assim tão mau como pintas.
 
Não esquecer que tem o 2º tempo na pista da 'EVO'? penso eu. Segundo tempo, só batido pelo... P1.

Na pista da EVO? O Bedford Autodrome?
A EVO não tempos registados nem do Veyron nem do P1.
Os três primeiros em Bedford pela EVO, são o Radical SR8 LM, o Caparo T1 e Ferrari 458
 
Alfa Romeo volverá a las carreras... ¿pero dónde?

Alfa por el momento se conforma con ser el Safety Car del WTCC y del mundial de Superbikes



Dentro de los grandes planes de Alfa Romeo, recuperar el valor de la marca es vital para el éxito de la compañía. Hay que hacer borrón y cuenta nueva, y en la presentación oficial del propio grupo Fiat se incluía un hecho que como poco podemos considerar "peculiar": Alfa Romeo ha vencido y dominado múltiples campeonatos, desde los de sport prototipos hasta los de turismos, pero pocas veces ha sido capaz de capitalizar ese dominio deportivo en ventas comerciales.

Esta vez la cosa tiene que ir al revés. Lo que importa es vender coches en los concesionarios, y los programas deportivos tienen que ser una extensión de la estrategia de márketing, y no un fin en sí mismos. De poco sirve correr y ganar si eso luego no lo logras transformar, por un lado, en productos mejores, y por otro, en ventas.

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Desde que el 156 se retirara del WTCC (habiendo conquistado títulos y victorias en el predecesor de dicho campeonato, el ETCC), Alfa cambió rápidamente su enfoque deportivo. Se delineó en las oficinas deportivas de Fiat (todavía internamente estructuradas como Abarth), un proyecto deportivo para el 159, para crear un candidato al mundial de turismos. Pero aquel proyecto, con código interno SE111 de 2005 quedó descartado a la primera de cambio.

El coche era desmesuradamente pesado y grande para conseguir ser competitivo en el mundial de turismos con el reglamento y rivales de la época.

Desde aquel lejano 2005, las actividades deportivas de Alfa se han eliminado por completo. Pero podríamos ver un retorno oficial con el nuevo plan estratégico. Por lo pronto, el renacimiento de la marca arranca con el Alfa Romeo 4C, y la firma del biscione ha colocado el coche como Safety Car del mundial de Superbikes y también del WTCC.

Si bien la primera asociación es más de imagen de marca y presencia que otra cosa, la asociación con el WTCC llama la atención. Fiat nunca ha dejado de estar próxima a los organizadores del campeonato (que han cambiado para esta temporada), y de hecho, el Trofeo Abarth europeo se corre con citas coincidentes en Europa con el mundial de turismos.

¿Podría entonces plantearse Alfa tomar parte en el WTCC a medio plazo? Está claro que el coche candidato, el sucesor del Giulietta, con su tracción trasera y plataforma modular, ofrecería una base estupenda para crear un candidato de garantías para el campeonato.

Pero otro tema es que a nivel de imagen de marca cuadre la cosa. Ahora mismo el WTCC está de capa caída en cuanto a poder de atracción de marcas. Con Citroën dominando con mano de hierro el campeonato con un sedán low-cost de segmento B, y la única alternativa de Honda con un coche de segmento C, Alfa poco tendría que ganar.

Si Alfa Romeo quiere emplear sus victorias como enaltecimiento de su imagen deportiva, tendría que batirse el cobre con sus rivales comerciales: Audi, BMW y Mercedes-Benz. Y el único lugar para hacerlo se llama DTM.

Obviamente, el DTM es un lugar de sobras conocido para Alfa, donde con el 155 llegó a dominar a sus rivales. Pero el problema para la firma italiana en este campeonato parte del coste que supone entrar en él, y continúa en el hecho del público objetivo del DTM: Alemanes.

Y es que gran parte del crecimiento de Alfa Romeo en un futuro cercano tiene que cimentarse en Estados Unidos y otros mercados fuera de Europa, y ahí el DTM ofrece poco o nada para la compañía a nivel de difusión de imagen.

¿Qué alternativas quedan entonces? Descartamos de plano que Alfa se meta en un programa de Sport Prototipos para intentar llegar a Le Mans, ayudada por Ferrari con sus motores V6 (lo cierto es que esto suena tan bien y tan sensato que da rabia saber a ciencia cierta que no ocurrirá). Así que la única posible alternativa es ver un retorno con el Alfa Romeo 4C a alguna categoría de GT, como GT4 o GT3.

El problema es que con la FIA a punto de cambiar las regulaciones de dichos campeonatos, y con Ferrari corriendo allí con el 458 GTE, ¿queda hueco para Alfa? Tampoco lo parece...

Pero a la postre, cuando uno sondea a los que mandan por FCA, la idea de volver a las carreras parece más una realidad que una aspiración, así que... estamos completamente desconcertados al tiempo que emocionados.

¿Tú por qué categoría apuestas?
 


In Valencia I had the opportunity to talk with Francois Ribeiro, Eurosport Events Motorsport Director, leader of WTCC for nearly half an hour. I have already written about a few of the topics covered on WTCC Blog (2.0 liter turbo category and hybrid cars) but of course much more is unearthed.

For example, the issue of potential new manufacturers. The TC1 rules were brought forward by a year to lure in Citroën, but no additional manufacturer decided to join the French earlier so this year beyond Citroen “only” Honda and Lada will have a factory team.

However, this by no means imply that in longer terms there won’t be more car makers to join WTCC. The French boss of the series insists there is intense interest from other brands.

“Beside the current TC1 manufacturers three-four other brands are examining the new rules and the WTCC seriously. And I want to stress “seriously”. Of course, this does not mean that all 3-4 is going to build a TC1 car” – said Ribeiro to WTCC Blog.

The first man of WTCC confirmed that Renault and Subaru was involved in the working group designing the new rules, but added that a number of other manufacturers were there too. Obviously, the previously mentioned three-four was very likely among them.

“Sometimes it is an extremely complex process for a manufacturer to makes up its mind and starts a program but sometimes things happen in a short period of time. Take for example Citroën. Two years ago, if you had asked them from the chairman to the marketing department everyone would have said they are not interested in WTCC, they are in rally.”

“But then Sebastien Loeb decided he needed a new challenge and Citroën considered the championship and realized that it is not a stupid series. It goes to the most important markets has strong TV coverage etc. Now they’re here.”



“At that time Chevrolet needed only a month to make a decision. It began in 2003 with the problems with Daewoo that affected the company badly. They started rebadging the cars, and Eric Néve suggested that a motorsport program would have been great to support the brand. RML was soon found and a month later they announced the project.”
According to Ribeiro it is very beneficial for WTCC that the FIA tried to bring close the technical regulation of the Touring Car World Championship and the World Rally Championship in recent years.
As a WTCC program is roughly four times cheaper than one in WRC some manufacturers might consider starting a project on track.

“Just ask Citroën if they developed a new engine for WTCC. No, they just developed the WRC 1.6 turbo. And I think the suspension also has a few elements taken from the rally car.”

“In WRC currently there is Volkswagen, Hyundai, Ford, and Toyota also seems to plan something. If I say, another brand of the VW Group is considering WTCC this technical closeness is an excellent opportunity for them. But KIA could also take technology from Hyundai and bring a car to WTCC.”



Since the Alfa Romeo 4C became the official WTCC safety car, more and more people believe that the Italians might return to WTCC. Ribeiro did not say anything about concrete manufacturers, but drew our attention to an interesting point.

“At the Geneva Motor Show, I listened to the presentation at the Alfa Romeo stand and a significant part was about the importance of motorsport for Alfa and the traditions of the brand in racing. Alfa has the longest tradition in touring car racing, so it would make sense”
– Ribeiro concluded.

As we have previously written, it is easy to imagine that some brands planned to start a program at original introduction of the TC1 rules in 2015, and they did not intended to chance that. Knowing how much time you need to start a new project, I think we will know more before the beginning of summer."Em Ribeiro: 3-4 brands considering WTCC « WTCC Blog, Michelisz Norbi és a WTCC els
 
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Alfa Romeo volverá a las carreras... ¿pero dónde?

Alfa por el momento se conforma con ser el Safety Car del WTCC y del mundial de Superbikes.

"(...)Si bien la primera asociación es más de imagen de marca y presencia que otra cosa, la asociación con el WTCC llama la atención. Fiat nunca ha dejado de estar próxima a los organizadores del campeonato (que han cambiado para esta temporada), y de hecho, el Trofeo Abarth europeo se corre con citas coincidentes en Europa con el mundial de turismos.

¿Podría entonces plantearse Alfa tomar parte en el WTCC a medio plazo? Está claro que el coche candidato, el sucesor del Giulietta, con su tracción trasera y plataforma modular, ofrecería una base estupenda para crear un candidato de garantías para el campeonato.(...)

Obviamente, el DTM es un lugar de sobras conocido para Alfa, donde con el 155 llegó a dominar a sus rivales. Pero el problema para la firma italiana en este campeonato parte del coste que supone entrar en él, y continúa en el hecho del público objetivo del DTM: Alemanes.Y es que gran parte del crecimiento de Alfa Romeo en un futuro cercano tiene que cimentarse en Estados Unidos y otros mercados fuera de Europa, y ahí el DTM ofrece poco o nada para la compañía a nivel de difusión de imagen.

¿Qué alternativas quedan entonces? Descartamos de plano que Alfa se meta en un programa de Sport Prototipos para intentar llegar a Le Mans, ayudada por Ferrari con sus motores V6 (lo cierto es que esto suena tan bien y tan sensato que da rabia saber a ciencia cierta que no ocurrirá). Así que la única posible alternativa es ver un retorno con el Alfa Romeo 4C a alguna categoría de GT, como GT4 o GT3.

El problema es que con la FIA a punto de cambiar las regulaciones de dichos campeonatos, y con Ferrari corriendo allí con el 458 GTE, ¿queda hueco para Alfa? Tampoco lo parece...(...)"

WTCC actual tem forte cobertura mediática no mercado do EUA, América do Sul e Ásia a par de regulamento técnico que força desenvolvimento de motorização de injecção directa a gasolina.
 
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Na questão principal que o artigo acima colocado pelo reckoner00 foca, qual o campeonato e/ou programa motorizado a Alfa-Romeo deve arrancar gtabarth?, [;)]

NB: Europa e resto do mundo em forte exposição mediática de calendário, motorização TBi compacta, C e/ou D carroçaria, rallye é área de influência tradicional da marca Abarth e/ou Lancia.
 
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AUTO - WTCC SLOVAKIA 2014
Safety car during the 2014 FIA WTCC World Touring Car Championship, Slovakia from May 9 to 11th, 2014 at Slovakia circuit. Photo Francois Flamand / DPPI FRANCOIS FLAMAND / DPPI — em SLOVAKIA RING - official site.

 
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