Alfa Romeo

Mesmo com o peso, o 1700 devia andar bem mais do que o 1.4 IE que ainda por cima não tem a pujança dos carburados.
O 1700, mesmo o de 8v e 118cv, no 33 série 2 era um foguete, mas os série 2 também pesavam menos (~900Kg) que os série 3. Não me recordo de carros mais ou menos situados neste segmento que andassem mais que o 33. E mesmo com o 1.5 de 105cv, poucos fugiam. Chatices? Ter-me livrado dele...
 
O 1700, mesmo o de 8v e 118cv, no 33 série 2 era um foguete, mas os série 2 também pesavam menos (~900Kg) que os série 3. Não me recordo de carros mais ou menos situados neste segmento que andassem mais que o 33. E mesmo com o 1.5 de 105cv, poucos fugiam. Chatices? Ter-me livrado dele...

Atenção a uma coisa, estou a falar do 1700 montado no 146, não no 33. O 146 pesava 1255kgs contra os 900 e picos do 33, sendo que o motor tinha 129cvs contra os 137 do mesmo motor montado no 33 1.7. Mas mesmo assim, acredito que o carro tivesse obrigação de andar mais um pouco do que aquilo que andava. Penso que já estava bastante rebentado.
 
O 1700, mesmo o de 8v e 118cv, no 33 série 2 era um foguete, mas os série 2 também pesavam menos (~900Kg) que os série 3. Não me recordo de carros mais ou menos situados neste segmento que andassem mais que o 33. E mesmo com o 1.5 de 105cv, poucos fugiam. Chatices? Ter-me livrado dele...

A diferença dos série 2 para os série 3 em termos de peso seria tão notória assim?
O série 3 pouco parecia ter acrescentado.
 
Assim fica melhor.[;)]

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Habemus Alfa Romeo?

Fiat Cassino, began the challenge "premium" for the relaunch of the Alfa

The focus at the Fiat plant in Piedimonte San Germano is focused on the transition under way among the layoffs for reorganization (intended to assist the company in the construction of the assembly line of the Giulietta with the structural adaptation of the most Short used until two years ago for the Fiat Croma), and the layoff for restructuring which will start in January to support wages during the period of time necessary to equip the long assembly line where, for the first time, will be used platforms that will allow the long-awaited return to rear-wheel drive cars for Alfa Romeo.
The transition from one type of layoff will be preceded by a meeting between the company and union signatory organizations will be established in which all the steps which will mark the return of the plant to the saturation of the lines and full employment.
For sure we are in the most difficult phase for the site of Piedimonte even if it is a time of great enthusiasm because it is a prelude to the revival of the plant connected to the revitalization of a historic global prestige brand of Made in Italy from the likes of Alfa Romeo.
It must be said that the Alfa Giulia is engineered for some time and then simply waits ramp up production of new systems. This phase should take place before next summer and execute a program that allows the launch of the new car market within the first months of 2016 In the meantime, teams of engineers are also at work at the Maserati factory in Modena, where the prototypes of the Giulia are ready and where, however, he becomes familiar with the new platform. The production mission for Piedimonte will be challenging because we talk about the first model in the premium range product on the site Cassino and cars destined for export, not only in Europe, as has happened to date, but also overseas. From here a bet of quality that puts the production site and the area in direct competition with globalization and, in particular, with the fearsome German competition.
 
O SUV terá maior impacto em termo de volume e retorno, o familiar médio (D), terá como principal função captar atenção para a marca do mercado.

Acredito no projecto em termo de rele-colocar a Alfa-Romeo entre a concorrência europeia, não como o produto que fará a diferença em absoluto.

Um rival para um GTI fará a delicia em termo de impacto.
 
Não tenho essa ideia.
O SUV nada se sabe ou muito pouco.
O Giulia é tão somente O mercado da Alfa Romeo (ou era em tempos).

Se a Giulia não resultar não vai ser um SUV que vai salvar, ainda por cima falamos dum SUV mais luxuoso e não dum Qashqai.
Se a Giulia não resultar, a Alfa ou fica a vender a conta gotas o Giulia ou vai ter que o substituir depressa, fazendo passar o relançamento como lhe chamas.
Mas que relançamento é um lançamento falhado?
Não é lançamento, é o arrastar duma morte lenta.

Estou convencido que a Giulia é de facto o ponto de viragem para o bem ou para o mal.
 
Não tenho essa ideia.
O SUV nada se sabe ou muito pouco.
O Giulia é tão somente O mercado da Alfa Romeo (ou era em tempos).

Se a Giulia não resultar não vai ser um SUV que vai salvar, ainda por cima falamos dum SUV mais luxuoso e não dum Qashqai.
Se a Giulia não resultar, a Alfa ou fica a vender a conta gotas o Giulia ou vai ter que o substituir depressa, fazendo passar o relançamento como lhe chamas.
Mas que relançamento é um lançamento falhado?
Não é lançamento, é o arrastar duma morte lenta.

Estou convencido que a Giulia é de facto o ponto de viragem para o bem ou para o mal.

Esperemos que no mínimo sejá qq coisa ao nível do 156 quando foi lançado.
 
Coloquei uma peça muito interessante na página anterior (SUV de marca alemã e da Alfa-Romeo), ler, o que era a realidade da década de 70 ou 80 da Alfa-Romeo já não é palpável em termo comercial ou cultural, acabou via FIAT.

O futuro é SUV na América do Norte e Ásia, é irrealista afirmar que o ressurgir da Alfa no mundo é via um familiar médio, e há que notar que o mercado de maior lucro na Europa é ainda o compacto familiar (C).

Um ponto em que considero haver uma falha enorme em termo de exposição é que a Alfa detém um produto que não é maximizado!, reparar que nem é líder no mercado interno (Itália), com óptima motorização a Diesel e/ou Gasolina.

A FCA terá que ter capital para promoção de carro, publicidade, preço final, exposição mediática.
 
É abordada de modo constante a questão do 4C e do Giulia, no entanto ainda há um MiTo e um Giulietta no activo muito subvalorizado, não há procura na Europa?, é fomentar a procura.

Não é de todo clara esta questão, a Volvo e a DS dão uma parte da resposta correcta.
 
Os SUV não são sequer mais moda.
O BOOM SUV já passou há imenso tempo e não são os EUA que vão salvar a Alfa Romeo. Quanto muito aguentá-la mais uns anos.
Os SUV vendem-se mas já não são um motivo de capricho como dantes e sim, o segmento C ainda é o segmento rei na Europa.

No entanto, o segmento que mais visibilidade trará é o D.
Falamos do segmento principal das marcas premium e quer queiramos quer não, a Giulia vai ser comparada com o trio do costume.
Vai ter que se sair bem.
 
É abordada de modo constante a questão do 4C e do Giulia, no entanto ainda há um MiTo e um Giulietta no activo muito subvalorizado, não há procura na Europa?, é fomentar a procura.

Não é de todo clara esta questão, a Volvo e a DS dão uma parte da resposta correcta.

MiTo e Giulietta acabaram, não vendem o suficiente. Passaram de moda.
Como queres valorizar produtos que já têm tantos anos de mercado?
Aidna estão actuais, mas não vendem, que fazer?
 
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