Alfa Romeo

Há informação relativa à operação da Volvo em termo de produção e impacto financeiro, houve disparo na marca Sueca com capital Sino.

E prepara a óbvia entrada no mercado automóvel da RPC, a marca não detinha presença comercial aí.

A Volvo como a Land Rover, Jaguar, beneficiou com a injecção de capital externo.

A TATA também disparou em valorização e retorno de operação com a compra à FMC da linha automóvel britânica.

Sim mas números concretos em termo de receitas e lucro, penso que o Grupo Geely não publica essa informação, duvido que a Volvo por enquanto dê lucro ao grupo. O numero de unidades ainda é bastante baixo. Em relação à Land Rover e Jaguar também não existem dados, mas pelo menos Land Rover está a ter uma grande aceitação não só na Europa como na China onde ainda nem sequer produz e já vende bastante. Quando a Land Rover produzir na China as vendas com certeza vão disparar.
 
Não é condição, tanto o capital Indiano como Sino detém quota de mercado doméstico e diversidade de operação industrial para suporte de arranque a divisão de luxo automóvel em termo tecnológico e de afirmação na industria.
 
Há expectativa e potencial via FCA para a Alfa-Romeo colocar um carro (D) de alta qualidade no mercado europeu e da América do Norte, a questão de volume é que discuto, tenho é a ideia que o carro terá retorno aqui não é necessário haver muito volume, a Volvo com o S60/V60 é um bom exemplo na Europa.

Observando o novo 200C, a questão de não haver modelo na Europa via Lancia num produto de alta qualidade beneficia em parte a Alfa-Romeo pela não dispersão de potencial comprador, a FCA tenta focar a atenção em produto D com a Alfa.

No EUA a ferocidade da concorrência é patente no vídeo acima em familiar médio.

A minha perspectiva é que a Giulia nunca sendo de massas (até porque nenhum Alfa o foi como disse o gtabarth) vai ter que vender bem.
Vai ter que ser um bom produto para ser aquilo que dizes o relançamento da Alfa Romeo.
Ainda para mais o segmento D é competitivo nos EUA.

O que eu semrpe quis dizer foi, independentemente de ter estado equivocado quanto à importância do SUV actualmente, se a Giulia não tiver sucesso expectável pela Alfa Romeo e se não for também substituida atempadamente, de que adianta o SUV?
O SUV terá que acartar com todo o peso do mercado para a Alfa Romeo e é isso que eu questiono.

Temos uma Alfa ROmeo com o Mito e Giulietta que saem a conta gotas e pedem substituição. São bons, mas já não acompanham a concorrência como o Golf (tomara que o visual fosse tudo) e temos o elitista 4C.
O 4C anda a vender a imagem da Alfa Romeo pelo mundo fora neste momento, mas não é o que trz dinheiro.
A Alfa Romeo preciso de segmentos C e D a vender razoavelmente.
Depois sim, o SUV viria colocar tudo nos eixos.
 
De facto não, no entanto já fez tanta coisa que um gajo pensando bem nem se chateia assim muito.



Ou até:

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Pelo que pode muito bem fazer um electrodoméstico como um SUV.[:D]

É caso para dizer, a Alfa não faz frigorificos, mas já fez fogões... [:D]
 
A minha perspectiva é que a Giulia nunca sendo de massas (até porque nenhum Alfa o foi como disse o gtabarth) vai ter que vender bem.
Vai ter que ser um bom produto para ser aquilo que dizes o relançamento da Alfa Romeo.
Ainda para mais o segmento D é competitivo nos EUA.

O que eu semrpe quis dizer foi, independentemente de ter estado equivocado quanto à importância do SUV actualmente, se a Giulia não tiver sucesso expectável pela Alfa Romeo e se não for também substituida atempadamente, de que adianta o SUV?
O SUV terá que acartar com todo o peso do mercado para a Alfa Romeo e é isso que eu questiono.

Temos uma Alfa ROmeo com o Mito e Giulietta que saem a conta gotas e pedem substituição. São bons, mas já não acompanham a concorrência como o Golf (tomara que o visual fosse tudo) e temos o elitista 4C.
O 4C anda a vender a imagem da Alfa Romeo pelo mundo fora neste momento, mas não é o que trz dinheiro.
A Alfa Romeo preciso de segmentos C e D a vender razoavelmente.
Depois sim, o SUV viria colocar tudo nos eixos.

Retira à BMW do actual portefólio todo o SUV (independentemente do porte), e calcular a diferença de retorno à marca dada por restante carro.
[:D]
[;)]
 
Retira à BMW do actual portefólio todo o SUV (independentemente do porte), e calcular a diferença de retorno à marca dada por restante carro.
[:D]
[;)]

Não discuto mais SUV's contigo.
Se os SUV feiosos da BMW vendem e são os que mantêm a BMW então já não tenho mais argumentos.[:D][;)]
 
Sim mas números concretos em termo de receitas e lucro, penso que o Grupo Geely não publica essa informação, duvido que a Volvo por enquanto dê lucro ao grupo. O numero de unidades ainda é bastante baixo. Em relação à Land Rover e Jaguar também não existem dados, mas pelo menos Land Rover está a ter uma grande aceitação não só na Europa como na China onde ainda nem sequer produz e já vende bastante. Quando a Land Rover produzir na China as vendas com certeza vão disparar.
Vi isto, ontem:
Volvo anuncia beneficios para la primera mitad del año

Cuando todavía tiene por delante el desafío de renovar completamente su gama de producto, con nuevos modelos, nuevas tecnologías, motores y plataformas, y con un programa de inversiones en marcha, nos llaman la atención las buenas noticias que llegan desde Volvo, que ha cerrado el primer semestre del año con ganancias por valor de 176,5 millones de dólares (unos 133 millones de euros), gracias al crecimiento explosivo de ventas en China y un moderado incremento en Europa, que han servido al mismo tiempo para compensar la caída de ventas en el mercado estadounidense.

En lo que va de año, en el cómputo global, Volvo lleva un crecimiento en venta del 9%, y prevé seguir creciendo por encima del ritmo del mercado. Además, la llegada del nuevo XC90 a finales de este mismo año debería servir para cambiar radicalmente la tendencia comercial en Estados Unidos, donde deberían recuperar parte del terreno perdido, por lo que 2015 se presenta más prometedor si cabe para los suecos.

[Fuente: Reuters]
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Então a Giulia não é assim tão importante quanto se fazia crer.
E se a Giulia for um fiasco?
E se como cartã ode visita não resultar, vai o SUV conseguir o relançamento da Alfa Romeo?

É mais neste sentido que falo, embora desconhecesse que os SUV ainda tivessem tanta importância no mercado.:sh)

Eu acho que um excelente Giulia será de importância vital para a Alfa.
Mesmo que os crossovers vendam mais, será o Giulia o pontapé de partida para uma nova geração de modelos.
E se o Giulia não vier a convencer nas vendas, tem de absolutamente convencer nos media, pois facilitará a inserção no mercado de novos Alfa.

Mas vamos pôr isto em perspectiva.
No plano que eles apresentaram, em 2018 a Alfa deverá estar a vender 400 mil carros/ano.
Distribuidos por 2 sedans, 2 crossovers, uma carrinha e o 4C.
Mesmo dividindo o mal pelas aldeias, o Giulia sedan/carrinha terá de vender 100 mil unidades ano ou um pouco mais. E não me parece uma meta assim tão dificil de alcançar, dado que terá uma projecção global que nenhum Alfa teve.

Mas acredito que a coisa poderá pender mais para os crossover. O potencial de vendas é superior, seja qual for o mercado.
Não que goste desta "viragem", mas é como é.
 
Alfa Romeo prepara 6C com base no Maserati Alfieri

O coupé desportivo, possível concorrente do Jaguar F-type, deverá ter 520 cv.

A Alfa Romeo poderá apostar num novo modelo de tração traseira, o 6C, inspirado no Maserati Alfieri Concept apresentado em março no Salão de Genebra, em março. De acordo com a Auto Express, a nova aposta italiana poderá surgir em 2017 e ter a produção limitada a apenas alguns milhares de unidades.

O motor deverá também ser de origem Maserati, um V6 3.0 biturbo, com potências a oscilarem entre 480 e 520 cv (na versão Quadrifoglio Verde), anunciado para o Ghibli. Este potencial concorrente do Jaguar F-type Coupé V8 R e do Porsche 911 Turbo deverá ter uma grelha proeminente com faróis resgados com tecnologia LED, sem fugir muito à estética do 4C (na imagem).
 
Ninguém imagina a dimensão da FIAT, apenas a resumem à FIAT Auto S.p.A. ... :sh)

E hoje já não é nada que se pareça com o passado.
Até a Juventus já não é o clube mais poderoso do Mundo, como foi no início dos anos 80.

E Agnelli nos anos 50-60-70-80 era o verdadeiro Rei de Itália e um dos 4 "Homens" que mandavam do Mundo.
 
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