Auto Europa

Eu acho que falar em trabalhador sem qualificações é um bocado ingrato. Conheci lá pessoal na linha que eram engenheiros e outros que tinham cursos profissionais e que estavam lá a trabalhar porque não arranjarem na área onde tinha estudado.

O trabalhador não é sem qualificações. O trabalho que ele desempenha é que pode ser feito sem essa tal formação que ele possui.

É o "equivalente" a quem tirou cursos na área das humanidades e acaba em lojas e/ou caixas de super.
 
Eu acho que falar em trabalhador sem qualificações é um bocado ingrato. Conheci lá pessoal na linha que eram engenheiros e outros que tinham cursos profissionais e que estavam lá a trabalhar porque não arranjarem na área onde tinha estudado.

Isso so mostra que secalhar o mercado de trabalho não está grande coisa.e que às tantas mesmo as condições de entrada la na autoeuropa podem afinal não ser assim tão más.
 
O trabalhador não é sem qualificações. O trabalho que ele desempenha é que pode ser feito sem essa tal formação que ele possui.

É o "equivalente" a quem tirou cursos na área das humanidades e acaba em lojas e/ou caixas de super.

Eu sei. Mas já bem basta algumas chefias(retrógrados) que lá andam, que acham que por as pessoas estarem a trabalhar na linha são burras ou uns iletrados que não estudaram.
 
Isso so mostra que secalhar o mercado de trabalho não está grande coisa.e que às tantas mesmo as condições de entrada la na autoeuropa podem afinal não ser assim tão más.

Já aos anos, que o mercado não está grande coisa.
 
Então boa sorte para a VW [:D] e para a rentabilidade a tirar do pessoal de lá...

Não acredito nisso.

Ai em marrocos o pessoal é preguiçoso é ? [:D] A dacia tem lá uma fábrica, ah mas espera para construir um dacia não é preciso parafusos basta apenas baba dos camelos do deserto ?

Nós cá em PT é que somos uns trabalhadores do catano [:)]
 
UGT critica comissão de trabalhadores da Autoeuropa

13.01.2018 15:16 por Susana Lúcio


O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou hoje que o que está a acontecer na Autoeuropa é "um caminho perigoso", criticando a Comissão de Trabalhadores por ter aceite um pré-acordo e não assumir a responsabilidade desse compromisso.

"Não vale a pena em Portugal, numa democracia com quase 44 anos, continuarmos a pensar que se chega a uma mesa de negociações, se tomam decisões e depois quando todos estão de acordo com o pré-acordo, vem-se cá para fora e diz-se aos trabalhadores: 'assinei aquilo, mas não estou de acordo'. Instrumentalizam os trabalhadores e vendem gato por lebre. É o que está a acontecer na Autoeuropa e nós temos de ser sérios", disse Carlos Silva.

O líder da UGT defendeu ainda que a Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa "não pode fazer um referendo ou um plenário de cada vez que há uma alteração", salientado que "num universo de cerca 5.000 trabalhadores participam no plenário 400 ou 500".

"Ainda há gente que agita e confunde os trabalhadores e não fala verdade. Mas nós falamos (...). Esta é a gravidade que a CGTP está a potenciar. Agora já pedem o apoio do primeiro-ministro quando, entretanto, fizeram agitação lá dentro. Lembrem-se do que aconteceu na OPEL da Azambuja. Temos de garantir que não esquecemos os exemplos do passado", disse Carlos Silva.

O secretário-geral da UGT considerou que "o que está a acontecer é um caminho perigoso", mas garantiu que não irá colocar em causa a Comissão de Trabalhadores. "Mas tem de ter a coragem de assumir que aquilo que decidem lá dentro trazem cá para fora e aquilo que assinam lá dentro é para cumprir", acrescentou.

Em causa está o conflito laboral na Autoeuropa, considerado o maior de sempre na fábrica de automóveis de Palmela, em que apesar de várias reuniões já realizadas, administração e trabalhadores ainda não chegaram a um acordo, estando em causa sobretudo a obrigação de trabalhar ao sábado.

As duas partes voltam à mesa das negociações na próxima quinta-feira, dia 18 de Janeiro.


http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/ugt-critica-comissao-de-trabalhadores-da-autoeuropa
 
UGT critica comissão de trabalhadores da Autoeuropa

13.01.2018 15:16 por Susana Lúcio


O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou hoje que o que está a acontecer na Autoeuropa é "um caminho perigoso", criticando a Comissão de Trabalhadores por ter aceite um pré-acordo e não assumir a responsabilidade desse compromisso.

"Não vale a pena em Portugal, numa democracia com quase 44 anos, continuarmos a pensar que se chega a uma mesa de negociações, se tomam decisões e depois quando todos estão de acordo com o pré-acordo, vem-se cá para fora e diz-se aos trabalhadores: 'assinei aquilo, mas não estou de acordo'. Instrumentalizam os trabalhadores e vendem gato por lebre. É o que está a acontecer na Autoeuropa e nós temos de ser sérios", disse Carlos Silva.

O líder da UGT defendeu ainda que a Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa "não pode fazer um referendo ou um plenário de cada vez que há uma alteração", salientado que "num universo de cerca 5.000 trabalhadores participam no plenário 400 ou 500".

"Ainda há gente que agita e confunde os trabalhadores e não fala verdade. Mas nós falamos (...). Esta é a gravidade que a CGTP está a potenciar. Agora já pedem o apoio do primeiro-ministro quando, entretanto, fizeram agitação lá dentro. Lembrem-se do que aconteceu na OPEL da Azambuja. Temos de garantir que não esquecemos os exemplos do passado", disse Carlos Silva.

O secretário-geral da UGT considerou que "o que está a acontecer é um caminho perigoso", mas garantiu que não irá colocar em causa a Comissão de Trabalhadores. "Mas tem de ter a coragem de assumir que aquilo que decidem lá dentro trazem cá para fora e aquilo que assinam lá dentro é para cumprir", acrescentou.

Em causa está o conflito laboral na Autoeuropa, considerado o maior de sempre na fábrica de automóveis de Palmela, em que apesar de várias reuniões já realizadas, administração e trabalhadores ainda não chegaram a um acordo, estando em causa sobretudo a obrigação de trabalhar ao sábado.

As duas partes voltam à mesa das negociações na próxima quinta-feira, dia 18 de Janeiro.


http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/ugt-critica-comissao-de-trabalhadores-da-autoeuropa

Se isto é verdade, 8-10% de ativistas podem impor a sua vontade a todos.
PS: Correção - 4 a 5% podem impor a vontade a todos, uma vez que basta ter 50% +1 nos plenários.
 
Last edited:
Eu se trabalhasse ao fim de semana exigia o mesmo. Se é para uns é para todos.

Podem juntar mais este valor ao ordenado, como ganho.

Edit: eu, no início dos anos 2000, pagava 300€ pela creche do meu, com ordenados inferiores aos ordenados médios da AE. E a minha maria era (e é) do estado, e nunca comparticiparam em nada...
 
Last edited:
Se o Governo cumprir com a Constituição, onde se defende igualdade para todos os cidadãos, parece-me que esta situação irá abrir condições para que todos os que trabalham ao fim de semana tenham direito a pagamento da creche dos filhos.
 
isso é uma P**A de vergonha... em 3 fins de semana este ano, deixei as filhas 3 vezes com a sogra porque tanto eu como a esposa estamos a trabalhar... e em horários fora dos habituais de funcionamento de uma creche... quero que me paguem isso também... e já agora um vencimento igual a esses desgraçados que estão a ser explorados...
 
Curioso é um governo de esquerda a apoiar com o dinheiro de todos os contribuintes o grande capital.
Mais grave é a desvirtualização da concorrência. Vão fazer o mesmo por exemplo em Mangualde?
Mais um exemplo do desnorte e da fuga para a frente deste governo.
Neste momento não existe em sede de compromisso de cooperação com as IPSS esta possibilidade, ou seja não há Creches abertas ao Sábado com acordo típico.
Existem algumas com acordo atípico que contemplam a abertura 7 dias por semana em horário alargado, as que conheço na Amadora e Alfragide.
A contratualização de novos acordos nesta resposta está obrigada a realização de concurso público.
Duvido que esta medida tenha qualquer aplicação prática.
 
Eu acho que foi dado esse argumento por partes dos trabalhadores para meter entraves ao processo, pois acredito que esse não é o entrave "deal breaker", e o estado desta forma cala esse argumento, vamos ver se não surge outro semelhante.
Gostava de saber a quantidade de pessoas que vai usar essas OFERTA do estado paga com o nosso dinheiro.
 
Que palhaçada....:sh)

http://24.sapo.pt/atualidade/artigo...ado-dos-filhos-de-trabalhadores-da-autoeuropa

Se pegar moda, podemos todos nós que trabalhamos fora dos dias de semana, exigir o mesmo.[8b]

Não sei o que tem de palhaçada. Até creio que uma empresa que trabalhe 7 dias por semana com turnos tem por lei que criar estas condições ou pagar um subsidio. A TAP e um dos maiores centros comerciais do país têm uma creche por exemplo.
Deixem de ser "poucachinhos" como se diz no Alentejo, se tiverem filhos, a vossa/o conjugue também trabalhar ao fds, que fazem aos filhos? Despedem-se? Há pedidos razoaveis e outros não razoaveis.
 
Podem juntar mais este valor ao ordenado, como ganho.

Edit: eu, no início dos anos 2000, pagava 300€ pela creche do meu, com ordenados inferiores aos ordenados médios da AE. E a minha maria era (e é) do estado, e nunca comparticiparam em nada...

isso é uma P**A de vergonha... em 3 fins de semana este ano, deixei as filhas 3 vezes com a sogra porque tanto eu como a esposa estamos a trabalhar... e em horários fora dos habituais de funcionamento de uma creche... quero que me paguem isso também... e já agora um vencimento igual a esses desgraçados que estão a ser explorados...

Portanto, como vocês não têm/tiveram os outros não podem ter?
 
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