Bolsa e investimentos

Engraçado, ou talvez não!

Anda tudo muito preocupado...

Querem a solução querem???

Ok eu dou!!!

Aproveitem enquanto a economia mundial não entra em colapso e comprem uns terrenos, de preferência grandes terrenos, um armazém recheado de sementes e dediquem-se a agricultura....

Cito-me a mim próprio!

Depois de ter colocado este post fui dar um "passeio" até ao jornal de negócios e encontrei esta noticia
Razão parece ter James Kunstler, o famoso autor de "O Fim do Petróleo", quando diz que com a escassez cada vez maior de crude, o mundo vai acabar por se voltar de novo para a agricultura tradicional.

Na Islândia, não é o fim do petróleo, mas sim da banca, que está a fazer o país acordar de novo para os recursos piscatórios.

Com efeito, o primeiro-ministro islandês, Geir Haarde, aconselhou hoje os seus cidadãos sobre aquilo que devem fazer após a implosão do sistema bancário do país: irem pescar.

“Somos um país demasiado pequeno para sustentar um sistema bancário de tão grande dimensão”, afirmou Haarde numa entrevista, citado pela Bloomberg. “Temos fantásticos recursos e uma abundância de energia verde e agora iremos utilizar tudo isso e os restantes recursos de que dispomos – o mar e o capital humano”, salientou.

Na última década, os bancos da Islândia apoiaram a “festa das compras”, através da qual os investidores daquele país compraram posições em retalhistas como a Saks Fifth Avenue ou em joalheiras como a Mappin & Webb, entre muitas outras grandes empresas. Essa aventura no estrangeiro chegou ao fim esta semana, com a nacionalização dos três maiores bancos da Islândia, salienta a Bloomberg.

Agora, os islandeses começam a querer apostar nos recursos naturais do Atlântico – pesca e energia geotérmica – como forma de ajudar o país a sobreviver. “Podemos viver daquilo que a terra nos dá, porque não somos muitos, e temos aquecimento, água potável e peixe”, comentou à Bloomberg uma cidadã de Reiquejavique, Kristinn Johansson. “Ficaremos bem. Podemos comer aquilo que pescarmos”, acrescentou.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=335234

Sigam os meus conselhos, e os desse senhor... [:p]

Eu não os vou seguir...
 
O que acham????

1 - Teoricamente quem comprar 5000€ em acções neste momento "Obrigatoriamente" vai ter um forte retorno daqui a 1/2/3 anos?

2 - quem comprar 5000€ em acções neste momento poderá perder 50% do valor das mesmas! Mesmo daqui a 1/2/3 anos ?

Num cenário optimista, podes ver os teus activos subirem. Só por milagre subirão ao ritmo que desceram.
Num cenário pessimista, podes perder mais do que esses 50%.
Num cenário conservador, o teu investimento pode lateralizar, ou seja, pode ficar em banho maria durante alguns anos, o que na prática acaba por ser uma perda por efeito da inflação.
 
Data: 08-10-2008
Os Ministros das Finanças da União Europeia aumentaram para 50 mil euros a garantia dos depósitos bancários em caso de falência das instituições bancárias
 
Banco mostra estar com dificuldades
CGD empresta 200 milhões de euros ao BPN


O Banco Português de Negócios (BPN) recorreu ontem à Caixa Geral de Depósitos (CGD) para resolver uma situação emergente de falta de liquidez, avança o «Diário de Notícias».

Segundo fontes ligadas ao banco presidido por Miguel Cadilhe, o BPN contraiu um empréstimo de 200 milhões de euros junto do banco liderado por Carlos Santos Ferreira, para poder responder aos compromissos mais imediatos.

Este montante corresponde aos resgates de depósitos feitos junto desta instituição ao longo da última semana, com muitos clientes do BPN a acorrerem aos balcões do banco, perante a insistência de rumores de que estaria a enfrentar dificuldades acrescidas face ao agravar da crise financeira.


O cliente típico do BPN não é o mesmo que tem conta no Montepio ou na Caixa...
 
Para os profetas do Apocalipse deixo uma questão... Se chegarmos a um ponto em que o sistema financeiro e bancário comece a ruir, e nem a intervenção do governo/UE/Banco de Portugal/whatever, seja suficiente para evitar que os depositantes percam as suas economias, acham que as notas de Euro ainda vão valer para alguma coisa?


Eu cá por mim face à crise e ao pânico quase irracional que se instalou o que fiz foi ontem comprar umas acções, porque estão a preço de saldo...
 
Banco mostra estar com dificuldades
CGD empresta 200 milhões de euros ao BPN


O Banco Português de Negócios (BPN) recorreu ontem à Caixa Geral de Depósitos (CGD) para resolver uma situação emergente de falta de liquidez, avança o «Diário de Notícias».

Segundo fontes ligadas ao banco presidido por Miguel Cadilhe, o BPN contraiu um empréstimo de 200 milhões de euros junto do banco liderado por Carlos Santos Ferreira, para poder responder aos compromissos mais imediatos.

Este montante corresponde aos resgates de depósitos feitos junto desta instituição ao longo da última semana, com muitos clientes do BPN a acorrerem aos balcões do banco, perante a insistência de rumores de que estaria a enfrentar dificuldades acrescidas face ao agravar da crise financeira.


O cliente típico do BPN não é o mesmo que tem conta no Montepio ou na Caixa...


O Carlos Santos Ferreira já é presidente do BCP desde o inicio do ano... De quando é essa noticia?
 
Para os profetas do Apocalipse deixo uma questão... Se chegarmos a um ponto em que o sistema financeiro e bancário comece a ruir, e nem a intervenção do governo/UE/Banco de Portugal/whatever, seja suficiente para evitar que os depositantes percam as suas economias, acham que as notas de Euro ainda vão valer para alguma coisa?


Eu cá por mim face à crise e ao pânico quase irracional que se instalou o que fiz foi ontem comprar umas acções, porque estão a preço de saldo...

Sem elas na mão é que não valem nada.... E sinceramente há pessoas que têm as poupanças de 30 anos de trabalho no banco e as podem perder da noite para o dia. É que as "nossas" dívidas para com os bancos elas vão ser sempre cobradas de uma maneira ou outra, já os nossos depósitos ninguém quer saber.

Esta crise pode ir muito para além do imaginável ou do que já se tenha visto.
 
que dramatismo.... é uma crise como todas as outras, vai haver desemprego, vou haver algumas desgraças, mas tudo se recupera, é preciso é ser-se inteligente, não entrar em alarmismos e acima de tudo pensar!!! Deixar de acreditar em todas as dicas do amigo que é varredor no banco da esquina e como tal é um "inside info"...
 
É obvio que as poupanças não vão ao ar de um momento para os outros... Os bancos têm carteiras de activos imensas.. Só em credito imobiliário têm muitos e muitos milhões de activos. O problema é que esses activos só são cobráveis em prazos de 20, 30 ou 50 anos... Pelo que é obvio que se houver uma corrida aos levantamentos nenhum banco no imediato consegue ter liquidez para responder.. E dai ser importante as injecções de liquidez que os governos e os bancos centrais têm feito.

De qualquer maneira a grande dificuldade dos bancos portugueses nem é tanto em fazer face aos levantamentos, mas é em obterem liquidez a preços razoáveis para continuarem a conceder credito. O financiamento é cada vez mais caro e os bancos estão a trabalhar com margens esmagadas até ao limite, se continuar assim terão que começar a aumentar MUITO mais as restrições ao credito, e ai, a crise financeira rapidamente se transforma num colapso de muitos e muitos negócios e da propria economia como um todo, porque sem credito não há investimento, sem investimento não há crescimento, depois vem o desemprego, sem emprego não se consome, sem consumo as empresas não vendem, e há ainda mais desemprego.. e... e...

Isso sim preocupa-me e bastante...

Já a crise dos bancos não me preocupa muito, porque o epicentro deste terramoto está em activos de investimento tão sofisticados que nós, atrasados como sempre, nunca investimos praticamente nada neles.. Dai que os bancos portugueses, directamente, estejam muito pouco expostos aos activos tóxicos que estão a causar tantos problemas.. E por outro lado, os bancos portugueses sempre foram bastante tradicionais e prudentes na forma de gerir os seus activos e os seus rácios de solvabilidade. Tanto que quase todos eles (incluindo a CGD) fizeram aumentos de capital significativos antes de todo este turbilhão financeiro, e têm estado a trabalhar com liquidez própria o que os tem afastado de maiores danos..


Em Portugal, acredito que quanto muito poderá haver algum takeover a algum banco mais pequeno, porque actualmente estão todos com uma capitalização bolsista muito baixa.. Mais do que isso não acredito minimamente.
 
Sem elas na mão é que não valem nada.... E sinceramente há pessoas que têm as poupanças de 30 anos de trabalho no banco e as podem perder da noite para o dia. É que as "nossas" dívidas para com os bancos elas vão ser sempre cobradas de uma maneira ou outra, já os nossos depósitos ninguém quer saber.

Esta crise pode ir muito para além do imaginável ou do que já se tenha visto.

Há duas semanas (+ ou - ) o Sarkozy anunciou que as poupanças dos cidadãos franceses estariam asseguradas, salvo erro o mesmo foi dito pelo nosso ministro das finanças (a confirmar pois nao tenho a certeza).

O que me parece ser cada vez mais plausível é uma reacção de pânico nas populações que irá desencadear o "Apocalipse Bancário" quando todos decidirem retirar o dinheiro das contas.

Bastará para isso que algo desse género aconteça, por exemplo, nos EUA.

Começará a ser transmitido pelos media globais corporativos (CNN, FOC, BBC), com reportagens das pessoas aflitas e em pânico, então será o...

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e por consequência...



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de muitas instituições financeiras ou do "velho sistema", mas deixo essa análise para os experts nesses assuntos. [;)]
 
Para os profetas do Apocalipse deixo uma questão... Se chegarmos a um ponto em que o sistema financeiro e bancário comece a ruir, e nem a intervenção do governo/UE/Banco de Portugal/whatever, seja suficiente para evitar que os depositantes percam as suas economias, acham que as notas de Euro ainda vão valer para alguma coisa?


Eu cá por mim face à crise e ao pânico quase irracional que se instalou o que fiz foi ontem comprar umas acções, porque estão a preço de saldo...

No inicio desta semana, segunda feira, as acções da GALP também já estavam em saldo...e continuaram a descer ao longo da semana! Em menos de duas semanas, passou dos 11,18 para os 8,02. E para a semana os saldos podem continuar...
 
não sei se são só rumores, mas tenho informação de fontes bancárias q algo de muito grave se irá passar na próxima semana no sistema bancário internacional. Fala-se em colapso total do sistema. Algo idêntico ao q sucedeu na Argentina, mas a nivel global.

Não sei se alguem ouviu alguma coisa, mas as fontes q tenho são crediveis.

Então mas afinal são rumores, ou são, como dizes logo a seguir à virgula, informações de fontes bancárias, que adjectivas de credíveis?! Em que ficamos?!
Bom, vamos lá tentar introduzir algum bom senso nesta situação. Numa conjuntura de crise financeira, com muitas incertezas no mercado, considero ser absolutamente irresponsável vir deitar lenha para a fogueira sem fundamentos demonstráveis. Repito, haja bom senso!
Nem tu, nem os "quadros superiores" que te servem de fonte, nem ninguém sabe neste momento todas as consequências desta crise. A mim parece-me óbvio que ainda há uns quantos estouros para serem dados, e que o contágio à chamada economia real é inevitável. Contudo, se isto é absolutamente verdade, não é menos certo que os governos e os bancos centrais de todo o mundo estão a concertar esforços no sentido de dar um sinal muito claro de que estão dipostos a segurar o problema. Nem outra coisa podiam fazer.

Já essa história de levantar todo o dinheiro que for possível não só é um conselho perigoso, como é completamente estapafúrdio. E dados o risco económico, social e político que poderia provocar, não encontro melhor epíteto que este: burrice!
Imaginem por hipótese que o sistema financeiro colapsava mesmo. Os bancos congelavam os depósitos e todo o tipo de movimentos financeiros (cartões, transferências, pagamentos, net, tudo). E imaginem ainda, por mais absurda hipótese, que os bancos centrais nada faziam. A massa monetária em circulação limitar-se-ia então às notas e moedas que andam por aí. Vocês imaginam quanto pesam as notas e moedas no sistema monetário europeu, por exemplo? Menos de 10% do dinheiro todo, guardados nos bolsos das pessoas, nas caixas dos estabelecimentos, nos cofres dos Bancos e nos bancos centrais. O que anda a circular efectivamente nos bolsos das pessoas se calhar não chega a 3%. Na posse de um bem tão escasso, as pessoas, as lojas, enfim, todos os agentes económicos tenderiam a evitar gastá-lo, o que ia paralizar as trocas económicas. Mas as pessoas precisam de comer na mesma, certo? Então passados uns 5 ou 6 dias, quando já só houvesse chá na despensa, as pessoas ver-se-iam obrigadas a entregar as suas notinhas em troca de comida, e portanto daí a mais 2 ou 3 dias a circulação de moeda parava de vez. Moral da história: o mundo não se pode dar ao luxo de admitir um colapso do sistema financeiro; por outro lado, se isso sucedesse, não seria nem 10 nem 20 nem 50 mil euros em notas guardadas debaixo do colchão que te iriam salvar da crise. O efeito de empobrecimento forçado atingiria toda a gente.

Portanto, vamos lá ter um pouco de juízo e evitar este tipo de rumores incendiários. O sistema funcionou bem durante muitos anos, não está imune a problemas, e esses problemas actualmente são graves, mas não se ponham já a vaticinar o fim de uma era. Se o vosso carro vos deixar apeados isso é muito aborrecido e pode até obrigar-vos a largar muito dinheiro para o consertar, mas não é por isso que vão deixar de acreditar no automóvel enquanto meio de transporte e começar a andar a pé a partir daí.

Ah, e outra coisa: se todas as pessoas se deslocarem aos magotes para levantar o seu dinheiro, não vai haver dinheiro para todos, nem pouco mais ou menos. Mas isso não tem necessariamente nada que ver com os problemas actuais. O sistema é que está montado assim, e muito bem, a meu ver. Há 5, 10 ou 15 anos os resultados seriam os mesmos. Só para que fique esclarecido.

Em suma, não vale a pena entrar em parafuso. Até agora com todas as falências que houve ainda nenhum aforrador perdeu um tostão, nem mesmo na Islândia. A probabilidade de os depósitos não serem pagos é mínima. Por exemplo em Portugal a totalidade dos depósitos representam pouco mais de 100% do PIB, o que significa que caso um ou outro banco fosse ao charco não seria deficil à CGD absorver tudo mesmo implicando uma injecção de capital por parte do estado.
 
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