É o chamado dois em um…
O BES como parceiro tem todo o interesse que a operação corra bem. Assim, dá um benifício aos seus empregados, que sem risco nenhum, podem investir o seu capital, e está a garantir o sucesso duma sua operação.
É uma técnica que já Henry Ford usava. Aumentou os empregados brutalmente para possibilitar que estes comprassem um carro.
Além disso o risco do BES, é mínimo.. Estes acreditam que a coisa correrá bem e se não correr, o poder de investimento dos seus empregados não há-de ser algo assim tão grande que estes não possam suportar...
sim mas não é nada disso que eu estou a dizer.
é isto :
O Banco Espírito Santo de Investimento poderá "estabilizar" o preço das acções da Martifer, até 30 dias depois destas entrarem na bolsa, tendo para isso ao seu dispor um máximo de 2,5 milhões de acções, que correspondem a 2,5% do capital da empresa.
"Nos termos do Contrato de Colocação Institucional a celebrar, o BES Investimento, actuando como agente de estabilização, em seu nome e em representação do CaixaBI, poderá realizar operações, em mercado regulamentado ou fora de mercado regulamentado, com vista a estabilizar o preço das acções representativas da
totalidade do capital social da Martifer, num valor superior àquele que poderia de outro modo resultar do funcionamento do mercado", refere o prospecto da Martifer.
Para isso, pode ir ao mercado, até um máximo de 30 dias após a entrada em bolsa, comprar um máximo de 2,5 milhões de acções, não estando porém a isso obrigado e ficando sujeito ao cumprimento das disposições legais aplicáveis.
"Uma vez iniciadas, as operações de estabilização poderão ser interrompidas a todo o tempo, não existindo garantias de que as mesmas venham a ser efectivamente realizadas", refere a Martifer.
No caso de recorrer a este mecanismo, venderá depois as acções compradas, exercendo uma opção de venda já prevista. Estas acções serão alienadas à Martifer pelo preço das aquisições realizadas no âmbito das operações de estabilização, acrescidos dos respectivos custos de transacção, e nos demais termos definidos no contrato de colocação institucional.
Na Assembleia Geral de Accionistas de 25 de Maio de 2007 foi deliberada pelos accionistas da Martifer (MTO e Mota-Engil) a aquisição de acções próprias, precisamente para satisfazer o potencial exercício desta opção de venda.