Bolsa e investimentos

:confused: Perdeste a confiança na ESFG? Eu tenho ideia que é um papel muito lento (não dará para sair em alta e entrar "logo em seguida" em baixa) e um investimento daqueles para entrar e só se sair quando se tiver netos.

A propósito: Já chamei a judiciaria para investigar o teu ultimo post.

fiquei a pensar nestas tuas palavras o dia todo [:D]

e acho que tens razão, tanta razão que vou comprar mais 100 .

ha de ser o que deus quiser[:)]
 
A brincar a brincar quem ganha brutalmente nas OPVs e OPSs são os bancos e corretoras e não só os q são colocadores.

Todos os outros ganham pela quantidade brutal de comissões q vão cobrar, e por estas operações trazerem mta gente para a bolsa com as comissões de guarda de titulos a aumentar também!
 
Alguem me explica como é possivel que tenham havido transacçoes hoje da sonae SGPS a 2.05

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a minha ordem de comra a 2.07 esteja ainda pendente ?

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estranho não ?![8b]
 
Não estou a ver nada de estranho...

Não foi feito nenhum negócio a 2,05.

Vê o mínimo da sessão.
 
Por uma questão de salvaguarda da tua privacidade, aconselho-te a tapar os teus dados pessoais, ninguém necessita de saber o teu nome e nº de conta, já para não falar em tudo o resto que aparece no screenshot [;)]

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Não houve negócios a 2.05 pá! [;)]
Se calhar fizeste confusão com os cofs. (profundidade das compras e vendas)

fica aqui a imagem do excel com os negocios ate as 14.04 hora pt
 

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Ao quê e a quem se refere o Belmiro nestas misteriosas frases ? À REN ?

Belmiro de Azevedo diz que está "a começar um 'takeover' sobre uma empresa controlada pelo Estado"
O empresário Belmiro de Azevedo declarou que "já está a começar um 'takeover' muito especial, que é o de uma empresa controlada maioritariamente pelo Estado".

Miguel Pacheco com Luís Neves Franco

Ao falar ontem à noite na cerimónia de atribuição dos prémios 'Investor Relations & Governance', no âmbito do qual recebeu o prémio de carreira no mercado financeiro, Belmiro de Azevedo declarou que "só para terminar, um bocado a brincar, digo-vos que já está a começar um 'takeover' muito especial, que é o de uma empresa controlada maioritariamente pelo Estado”.

O empresário preferiu não indicar qual o nome da empresa, mas disse que quer "ver como é que a CMVM vai reagir".

"Os takeovers sempre estiveram na moda, mas são agora muito mais fáceis", relembrou Belmiro de Azevedo.

O empresário sublinhiou também que "os grandes escândalos que houve até hoje foram fundamentalmente em empresas de capital pulverizado, empresas onde há uma espécie de 'reverse takeover', onde os gestores acabam por tomar conta da propriedade".

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/empresas/pt/desarrollo/1013198.html
 
A Martifer está a valorizar mais de 3%, mantendo a toada ascendente de ontem, animada com as perspectivas de crescimento anunciadas hoje pela RePower. Com esta subida a empresa liderada por Carlos Martins já anulou as perdas das últimas sessões e negoceia 34% acima do preço de referência de entrada em bolsa.

Os títulos da Martifer [Cot] seguem em alta de 3,67% para 10,73 euros, tendo avançado um máximo de 3,86% durante a negociação. À cotação actual a empresa de metalomecânica está avaliada no mercado em 1.073 milhões de euros

O movimento ascendente das acções da Martifer iniciou-se ontem, com os títulos da fabricante a fecharem a subir mais de 3%, naquela que foi a primeira sessão bolsista de ganhos da Martifer, além da de estreia.

A contribuir para a subida está o facto da RePower, a fabricante alemã de aerogeradores detida pela Martifer e a Suzlon, ter anunciado que prevê acelerar o ritmo de crescimento, em resultado das alterações introduzidas no acordo para as energias renováveis, na Alemanha.

"As alterações previstas tornam os aerogeradores da RePower ainda mais atractivos", afirmou o CEO da RePower, Fritsz Vahrenholt, acrescentando que "agora é uma questão de garantir a maior produção possível por forma a conseguir-mos corresponder à procura que esperamos para os próximos anos".

Martifer 34% acima do valor de referência

Os títulos da fabricante foram alienados na oferta pública de subscrição (OPS) a 8,00 euros, cada, pelo que, tendo em conta a cotação actual, a Martifer estás a transaccionar 34% acima do valor de referência de entrada no mercado de capitais.

As acções da Martifer entraram para o mercado nos 12 euros, uma subida de 50% face ao preço pago pelos mais de 60 mil accionistas que subscreveram acções da fabricante na OPS.

Tendo em conta a cotação actual, de 10,73 euros, e que cada investidor ficou com um máximo de 100 acções (caso lhe tenha sido atribuído um lote suplementar de 10 acções por sorteio), a mais-valia potencial com o investimento na Martifer cifra-se em 273 euros.
 
Quanto à REN amanhã já se fica a saber quantas nos calham....no máximo espero umas 340, pois anulei o pedido das 10 000 dos p subs....
 
Quanto à REN amanhã já se fica a saber quantas nos calham....no máximo espero umas 340, pois anulei o pedido das 10 000 dos p subs....


Acho que é uma boa estimativa...

Mas não será amanhã que ficas a saber o número de acções...
 
Acho que é uma boa estimativa...

Mas não será amanhã que ficas a saber o número de acções...

Para o final do dia já se deve saber valores quase definitivos...acho...ou então no sábado!!! Mas oficialmente sei que é só na 2ª feira!!
 
Para o final do dia já se deve saber valores quase definitivos...acho...ou então no sábado!!! Mas oficialmente sei que é só na 2ª feira!!

É isso. E ficas a saber o preço.
Eu aposto no valor máximo.

1000 € devem de chegar para a tua encomenda.

Eu estou nas duas frentes.
 
Fala-se numa contra-opa no Benfica! Só mesmo 1 grande clube atrai estas coisas!

A transacção das acções foi suspensa pela CMVM até se aperceberem do "estado" do mercado!
 
Chineses querem OPA alternativa ao Benfica

Chineses querem OPA alternativa ao Benfica

Um grupo chinês quer comprar um clube de futebol europeu: O Benfica, o Sporting e uma equipa inglesa foram analisados, mas a SAD da Luz é a preferida.

Sílvia de Oliveira e Martim Avillez Figueiredo

Um grupo chinês com interesses em vários sectores de actividade está a estudar o lançamento de uma oferta pública de aquisição (OPA) concorrente à de Joe Berardo sobre o Benfica. Ao que o Diário Económico apurou, este grupo prepara-se para chegar a Lisboa nos próximos dias para se reunir com os dirigentes do clube encarnado. “O grupo está interessado em comprar um clube na Europa para lhe dar dimensão internacional. Como temos relações antigas perguntaram-me se poderia facilitar os contactos em Portugal. A minha intervenção limitou-se a isso mesmo, a abrir portas”, confirmou em declarações ao Diário Económico o empresário Vasco Pereira Coutinho. Segundo este responsável, que há vários anos desenvolve negócios na China, o investidor chinês também terá olhado para o Sporting, existindo, neste momento, uma indiscutível preferência pelo Benfica, devido à maior dimensão do clube da Luz. “Para além dos dois clubes portugueses, o grupo chinês também está ainda a estudar uma possibilidade em Inglaterra”, acrescentou Vasco Pereira Coutinho, que dentro de dois a três meses irá inaugurar uma nova fábrica de torrefacção de café em Macau, num investimento de aproximadamente 22 milhões de euros.

Segundo uma fonte contactada pelo Diário Económico, o grupo chinês estaria disponível para oferecer o dobro da contrapartida proposta por Joe Berardo, ou seja, sete euros por acção. No entanto, esta informação não foi confirmada por Vasco Pereira Coutinho, que disse desconhecer esses detalhes, alertando, inclusive, para o perigo de eventual especulação.

Segundo o Código dos Valores Mobiliários, “a contrapartida da oferta concorrente deve ser superior à antecedente em pelo menos 2% do seu valor e não pode conter condições que a tornem menos favorável”.

As intenções do grupo chinês deverão ser esclarecidas muito brevemente, numa reunião com Luís Filipe Vieira, que já teve conhecimento do interesse de mais este investidor em comprar o Benfica.


Berardo tem concorrência
Em menos de um mês, esta é a segunda demonstração de interesse pelo Benfica No dia 15 de Junho, Joe Berardo anunciou o lançamento de uma OPA sobre o Benfica, a 3,5 euros por acção, e ontem o investidor português pediu o registo da oferta à CMVM – Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

De acordo com o Código dos Valores Mobiliários, uma oferta concorrente pode ser lançada até ao quinto dia anterior àquele em que termine a oferta inicial, ou seja, a de Berardo. A duração da OPA de Berardo – duas semanas – impõe alguma pressão sobre o grupo chinês, cuja identidade Vasco Pereira Coutinho preferiu não revelar. A confirmar-se a OPA concorrente, haverá que montar a operação e cumprir uma série de formalidades.

Tal como Berardo, os chineses terão de lançar a oferta sobre 85% do capital social da Benfica SAD, já que os restantes 15% correspondem à parte de acções de classe ‘A’ que o clube está impedido por lei de vender.

O Benfica detém, neste momento a maioria do capital da SAD: 40% de forma directa (acções de classe ‘A’) e 10,1% através da Benfica SGPS (acções de classe ‘B’). As primeiras atribuem ao clube poderes especiais de veto em matérias como aumento de capital, ou fusões e aquisições.

A actual legislação das sociedades anónimas desportivas impede que qualquer investidor interfira em questões estratégicas.

O futebol português despertou, à semelhança do que já se passa em Inglaterra, a atenção dos investidores.



http://diarioeconomico.sapo.pt/edic...n_impresa/financas/pt/desarrollo/1013605.html
 
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