Bolsa e investimentos

OK, a DRBS mantém Portugal acima de lixo, pode baixar. Ou então foi a antevisão da poupança antecipada pelos #conselhosdocosta... [:D]

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Alguma sugestão para aplicar uns trocos?

Atualmente tenho um DP (feito só para não ter o dinheiro "parado" [:D]) e um PPR.

Alguma coisa conservadora e outra com um pouco mais de risco.
 
Até agora só um: comprei um ETF e cobraram mais do que o anunciado (2€ + 0.02%). Liguei para eles e ficaram de resolver. Passado +- 3 ou 4 semanas, ligaram-me a dizer que já tinham creditado o valor cobrado a mais e que o ETF já estava devidamente categorizado como ETF, antes estava como Ação.


quais são os valores minimos aceitaveis para investir nesta plataforma?, abri la conta e estava a ponderar colocar uns 50 a 100 euros, o que é que poderei fazer com estes valores?
 
Raio ... talvez o maior granel do passevite que está a ficar a Europa seja o que se passa no DB.



Se perceberem Alemão, é cada noticia que mete medo!!!


Por cá a comunicação social não tem acompanhado tanto este problema. Ficam duas de hoje.



TSF (versão soft):

Os investidores estão a "perder a fé" no Deustche Bank

As acções do banco estão em mínimos históricos de 30 anos e os prejuízos batem recordes. O colosso financeiro alemão tem um plano de reestruturação a decorrer, mas começam a aumentar as dúvidas de que possa ser cumprido.




[FONT=Roboto_slab]O Deutsche Bank tem uma tarefa muito difícil pela frente para recuperar a credibilidade no mercado, depois de as acções do banco terem atingido os mínimos históricos dos últimos 30 anos. Os rácios de capital estão a dar poucas garantias aos investidores para que estes tenham confiança no futuro da instituição financeira, e as expectativas de que se irá iniciar uma recuperação são reduzidas.

Este é mais um dos grandes bancos europeus a embarcar numa dolorosa reestruturação para fazer face a uma regulação mais dura, que está a diminuir as possibilidades de os bancos garantirem formas de assegurar mais rentabilidade. Os resultados do maior rigor dos reguladores fizeram com que o banco alemão apresentasse prejuízos recorde no mês passado.

As acções do Deutsche Bank caíram 40% desde o início do ano, liderando a crise no sector bancário na Europa, isto depois de esta instituição financeira ter anunciado esta terça-feira que tinha reservas para pagar as obrigações de maior risco.

Os investidores estão muito preocupados com a capacidade que a administração terá para executar o plano de recuperação a dois anos, que foi anunciado em Outubro do ano passado. Ainda para mais numa altura em que as perspectivas de crescimento global são reduzidas e as taxas de juro estão em valores negativos.

"Os investidores perderam completamente a crença no banco”, relatou à Reuters um dos dez maiores accionistas do banco alemão.

Muitos investidores dizem temer que o banco precise de um aumento de capital, apesar de este ter angariado 20 mil milhões de euros, entre 2010 e 2014, para conseguir cumprir as questões regulamentares e legais.

O Deustche Bank não quis comentar o momento financeiro da instituição à Reuters. Mas o co-CEO, John Cryan, escreveu uma carta aos trabalhadores a dizer-lhes que podem garantir aos clientes que o banco está financeiramente “mais do que sólido”.

“O mercado tem expressado alguma preocupação em relação à adequação das provisões, mas eu não partilho dessa visão", rematou Cryan.







(Negócios: Versão bem menos soft)


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Deutsche Bank: Só a Fed pode salvar as acções agora

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Bloomberg



Os especialistas do Deutsche Bank acreditam que apenas um alívio da política monetária nos EUA pode ajudar as acções globais a recuperar da forte correcção que está a marcar o ano.As acções mundiais arrancaram o ano em forte queda, arrastadas pelos receios em relação à economia e pelos baixos preços do petróleo. E a pressão vendedora está longe de estar ultrapassada. Uma situação que está nas mãos da Reserva Federal dos EUA mudar, argumentam os estrategas do Deutsche Bank.

Os mercados accionistas estão a ser varridos por um verdadeiro turbilhão, com as principais bolsas globais a marcarem quedas expressivas em 2016. Um cenário negro do qual apenas a Fed as pode salvar, diz o Deutsche Bank. É que, na opinião do banco alemão, perante a crise actual, só uma mudança na política monetária dos EUA pode travar o pessimismo.

Depois de vários anos com a taxa de juro inalterada num intervalo entre zero e 0,25%, a instituição liderada por Janet Yellen subiu pela primeira vez em quase uma década os juros no país em Dezembro. Um movimento que deveria dar início a um ciclo de normalização das taxas nos EUA.

"Sem uma intervenção de política monetária há maior potencial de queda para as acções", antecipa uma nota do Deutsche Bank citada pela CNBC. Os especialistas realçam ainda que "para evitar uma maior subida de incumprimento nos EUA, precisaremos de ver provavelmente uma Fed a abrandar, liderando uma queda sustentável do dólar, maiores preços do petróleo e menor stress nos balanços das companhias de energia".

O problema, diz o banco, é que há poucos sinais que a Fed quer mudar o rumo da sua política monetária. E a divulgação de indicadores económicos robustos, sobretudo no mercado laboral, deverão dar margem para a instituição prosseguir o plano de subida de juros no país.

A divulgação das minutas da Fed relativas à reunião que decorreu nos dias 26 e 27 de Janeiro deverão dar indicações sobre a política monetária no país, isto depois de Yellen ter admitido recentemente que as "condições financeiras nos EUA são menos favoráveis ao crescimento".








 
Lapso meu, ainda bem que reparaste! Tinha várias janelas abertas e fiz copy-paste da janela errada. É esta:


http://www.jornaldenegocios.pt/empr...che_bank_responde_a_pressao_dos_mercados.html

Deutsche Bank: quando a rocha alemã começa a abrir buracos

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“Sólido como uma rocha”.

É assim que o Deutsche Bank se define aos 146 anos, após décadas de ajuda à economia, mas também de escândalos milionários. Criado como alternativa à banca inglesa e francesa, teve, em 2015, perdas inéditas em seis anos.


E de repente, foi à porta da Alemanha, no coração do seu maior banco, o Deutsche Bank, que bateu uma crise. Não a dos escândalos financeiros, em que o maior banco do país esteve envolvido nos últimos anos.

 
Se der raia, garante ao menos os depósitos?

Tenho um dinheirito lá a render quase nada..


Se der raia, manda a Europa ao tapete porque está tudo de tudo de tudo com colaterais a este banco .... nos Estados Unidos, o subprime (com a queda do Lehman, Freddy Mac, Fanny Mae e bailout da AIG) custou 8 milhões de empregos e 6 milhões de desalojados. ... aqui na frágil europa caia tudo como um castelo de cartas

Enfim ... acho que é sensivelmente o equivalente a 200 BCP's ... mais euro menos euro ...
 
Os "mercados" têm algumas características curiosas: parece que funcionam a preto e branco. Ou está tudo óptimo, ou então está tudo péssimo. Parece que não há meio-termo. Isto pode ser devido ao facto de que nos mercados já ninguém olhar directamente para os activos que negoceia ou aconselha. A informação vem toda filtrada, às vezes até muito bem embrulhadinha em produtos que os traders nem sabem o que são. E por isso quando surge a notícia menos boa são todos apanhados de calças na mão e entram em pânico. O exemplo do DB é sintomático disto mesmo. O problema deste banco não surgiu agora. Quem tivesse estado atento teria visto que este (e outros) banco tem tido rentabilidades fraquinhas, fraquinhas, desde o início do século. Ao contrário de outros, em vez de racionar custos, tem-nos aumentado nomeadamente contratando pessoas aos milhares na mesma altura em que os outros grandes estão a despedi-las. Tem problemas de capitalização evidentes, tem tido custos astronómicos com litigâncias judiciais (maroscas que vão parar a tribunal), etc, etc. Mas pronto, é o Deustche Bank... Eu gostava de ver os milhentos analistas de risco desse mundo fora (agências de rating incluídas) a fazer análises cegas a contas de bancos e outras instituições (ou seja, análises de contas sem qualquer identificação da empresa analisada). Íamos ter tantas surpresas!
Ah, mas atenção que o DB não está sozinho. Credit Suisse, Credit Agricole, Barclays, e de uma certa forma a generalidade dos maiores bancos de investimentos europeus também não andam lá muito confortáveis.
 
Os "mercados" têm algumas características curiosas: parece que funcionam a preto e branco. Ou está tudo óptimo, ou então está tudo péssimo. Parece que não há meio-termo. Isto pode ser devido ao facto de que nos mercados já ninguém olhar directamente para os activos que negoceia ou aconselha. A informação vem toda filtrada, às vezes até muito bem embrulhadinha em produtos que os traders nem sabem o que são. E por isso quando surge a notícia menos boa são todos apanhados de calças na mão e entram em pânico. O exemplo do DB é sintomático disto mesmo. O problema deste banco não surgiu agora. Quem tivesse estado atento teria visto que este (e outros) banco tem tido rentabilidades fraquinhas, fraquinhas, desde o início do século. Ao contrário de outros, em vez de racionar custos, tem-nos aumentado nomeadamente contratando pessoas aos milhares na mesma altura em que os outros grandes estão a despedi-las. Tem problemas de capitalização evidentes, tem tido custos astronómicos com litigâncias judiciais (maroscas que vão parar a tribunal), etc, etc. Mas pronto, é o Deustche Bank... Eu gostava de ver os milhentos analistas de risco desse mundo fora (agências de rating incluídas) a fazer análises cegas a contas de bancos e outras instituições (ou seja, análises de contas sem qualquer identificação da empresa analisada). Íamos ter tantas surpresas!
Ah, mas atenção que o DB não está sozinho. Credit Suisse, Credit Agricole, Barclays, e de uma certa forma a generalidade dos maiores bancos de investimentos europeus também não andam lá muito confortáveis.

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Boa tarde pessoal,


Estive a dar uma vista de olhos na tabela de taxas de juro de DP na Proteste Invest, e deparei-me com um novo banco, o BNI Europa:

http://bnieuropa.pt/particulares/depositos-a-prazo/


Tenho uns trocos no Banco Invest, cujo DP acabará em Março.


E, de facto, estes gajos tem taxas apetecíveis...para os dias de hoje:

[TABLE="class: table-test"]
[TR]
[TD="class: header, align: right"] PRAZO
[/TD]
[TD="class: header"]30 DIAS[/TD]
[TD="class: header"]: 0.80%; 92 DIAS: 2.98%;
[/TD]
[TD="class: header"]183 DIAS: 2.20%
[/TD]
[TD="class: header"]366 DIAS: 2.10€[/TD]
[TD="class: header"]


[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="colspan: 6"][/TD]
[/TR]
[TR]
[TD="colspan: 2"]Ma...Quem são eles?
[/TD]
[/TR]
[TR]
[TD][/TD]
[TD][/TD]
[TD][/TD]
[TD][/TD]
[TD][/TD]
[/TR]
[/TABLE]
 
Catrapum ...............

que dia!!! ... e o Brasil ainda não fechou sequer!




Diário Económico


Lisboa integralmente no vermelho lidera perdas na Europa


BCP apresentou a maior perda do dia e lidera igualmente na redução do valor em bolsa neste ano. Europa toda a vermelho, acima de 1% de queda.


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A bolsa nacional recuou hoje 2,31%, num dia de fuga generalizada ao risco ao longo da Europa. No PSI 20, o BCP deu a maior queda, acima dos 4%, acentuando para mais de um terço a perda desde o arranque do ano.
A outra cotada do sector financeiro em Lisboa, o BPI, contribuiu igualmente para que o PSI 20 liderasse as perdas na Europa, sendo um dos oito títulos a recuar mais de 2%, um registo que a média dos bancos do Stoxx 600 também superou.
Entre os 30 daquele índice, só o Bank of Ireland teve pior registo que o BCP. As maiores quedas do dia na banca apresentaram um mosaico diversificado de nacionalidades, incluindo Alemanha e França, com Deutsche Bank e Societe Generale de novo na "ribalta", entre os 17 bancos com tombos além dos 2%.
Além do sector financeiro, também a energia esteve em dia não. Pressionada pela cotação do petróleo, a Galp recuou mais de 3,5%, a maior derrapagem entre as 22 cotadas do sector no Stoxx 600 - entre estas, uma dezena perdeu mais de 2%.
Ao longo da sessão, o petróleo tem estado sob pressão, com o 'brent' a variar entre subida de 1,21% e queda de 4,61%, mantendo-se acima dos 4% de queda, nos 33,34 dólares por barril. Também o WTI, crude negociado em Nova Iorque, entrou em rota descendente, mas mantendo-se em terreno positivo, na casa de 1%, depois de chegar a disparar quase 7%.
O dia negativo nos mercados, que no outro lado do Atlântico significa que Wall Street tenha perdas na casa de 1%, é acompanhado também numa divisa em particular: a libra esterlina está de novo a ser penalizada no mercado cambial perante euro e dólar.
Face à moeda da maioria dos parceiros da União, a libra está em mínimos de 13 meses. Com a discussão do referendo para a saída do Reino Unido da União Europeia a aumentar o tom - e a consulta pública já marcada para 23 de Junho -, são agora necessários 1,2775 euros para comprar cada moeda da coroa. No 'cross' com o dólar, os mínimos são já de sete anos.
Noutro par, dólar-euro, a moeda única está a aprofundar o recuo, na sexta perda em sete sessões, após três semanas de hegemonia das valorizações da "moeda única". O euro cota agora nos 1,10 dólares.

 
Boas!
Que fundam escolhiam para colocar dinheiro do pequenote e ir reforçando com dinheiro de prendas, etc...!?


LU0227385266 | Nordea-1 Stable Return E EUR

LU0078046520 | CS (Lux) Portfolio Fund Reddito EUR B
LU0056886558 | Fidelity FPS Moderate Growth A-EUR
LU0115098948 | JPM Global Macro Opps D (acc) EUR
LU0219418836 | MFS Meridian Glbl Total Return A1 EUR
 
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