Bolsa e investimentos

Discutimos frequentemente grandes empresas do setor financeiro, mas raramente alguém admite, de forma clara, que o objetivo principal de estar neste mercado é gerar retorno financeiro, não por mero capricho ou status. Há dezenas de empresas na Europa com fundamentos sólidos, capacidade real de crescimento e que estão claramente subvalorizadas e negligenciadas pelo mercado. Algumas apresentam desempenhos impressionantes, com valorização superior a 50% ate mais de 100% num único ano.
Acredito que o mercado, juntamente com os modelos de previsão, está excessivamente enviesado, seguindo a tendência atual em torno da inteligência artificial como 'a próxima grande revolução'. No entanto, é possível que a verdadeira próxima grande mudança não venha de onde todos esperam.

É essencial manter uma visão crítica e procurar valor onde o mercado ainda não está a olhar.
 
Discutimos frequentemente grandes empresas do setor financeiro, mas raramente alguém admite, de forma clara, que o objetivo principal de estar neste mercado é gerar retorno financeiro, não por mero capricho ou status. Há dezenas de empresas na Europa com fundamentos sólidos, capacidade real de crescimento e que estão claramente subvalorizadas e negligenciadas pelo mercado. Algumas apresentam desempenhos impressionantes, com valorização superior a 50% ate mais de 100% num único ano.
Acredito que o mercado, juntamente com os modelos de previsão, está excessivamente enviesado, seguindo a tendência atual em torno da inteligência artificial como 'a próxima grande revolução'. No entanto, é possível que a verdadeira próxima grande mudança não venha de onde todos esperam.

É essencial manter uma visão crítica e procurar valor onde o mercado ainda não está a olhar.
Queres partilhar alguns exemplos? Obrigado.
 
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Atualmente, observa-se uma forte convicção, tanto nos mercados financeiros quanto nos meios especializados, de que a próxima grande revolução económica poderá ser impulsionada pela Inteligência Artificial (IA), pela automação e por tecnologias correlatas. Embora não me considere suficientemente especializado para prever com exatidão qual será o setor com maior retorno futuro, reconheço que estas áreas concentram atualmente grande parte da atenção e do capital especulativo.

Contudo, é importante distinguir entre o potencial tecnológico e o retorno efetivo para os investidores. A valorização acentuada de empresas ligadas à IA pode refletir não apenas o seu potencial disruptivo, mas também um elevado grau de especulação, o que levanta dúvidas sobre a sustentabilidade de tais valorizações. Em paralelo, setores menos expostos à atenção mediática e ao capital especulativo podem estar temporariamente desvalorizados, oferecendo oportunidades ignoradas pelo mercado.

Tendo em conta a conjuntura mundial e a direção dos avanços tecnológicos, considero prudente manter uma visão crítica e seletiva, procurando identificar empresas ou setores que possam beneficiar da adoção da IA de forma indireta e ainda não plenamente refletida nos seus preços. Assim, embora reconheça o potencial das tecnologias emergentes, vejo também o risco de formação de uma bolha e a necessidade de diversificação estratégica.

Embora players como Nvidia, Microsoft ou Alphabet estejam no epicentro do entusiasmo do mercado, é igualmente relevante considerar as empresas que, de forma indireta mas substancial, poderão beneficiar da adoção prática dessas inovações.

A tese de investimento aqui defendida baseia-se na identificação de pequenas empresas que já estão a implementar tecnologias emergentes para melhorar a sua eficiência operacional, reduzir custos, inovar nos seus produtos e serviços, ou aumentar a sua competitividade. Estas empresas, por estarem fora do foco especulativo atual, podem oferecer valor real com menor risco de sobrevalorização.


aqui vao uns exemplos de grande valorização em apenas 1 ano:.

Campine CAMB What's Cooking
What's Cooking Group WHATS
Lubawa LBW
Quercus QRS
Euronext ENX
MLP MLP Stock

infelizmente sem tempo de terminar




Atenção: Este texto não constitui um conselho de investimento. As ações mencionadas são referidas apenas a título de pesquisa preliminar e não devem ser interpretadas como recomendações. O objetivo é apenas apresentar uma perspetiva diferente sobre o mercado.

























 
Andavam há 7 anos a negociar um remendo rápido para as tarifas do "dia da libertação"?

Isto não é nenhum acordo de comércio livre... O Keir Starmer pode apresentar isto como quiser para salvar o coiro, mas as coisas são o que são, e isto é uma cedência enorme para aliviar o garrote aplicado pelos EUA. O UK baixou as suas tarifas para 1/4 em troca de um aumento das tarifas americanas em 4 vezes. Se queremos chamar a isto um acordo de comércio livre negociado durante 7 anos... Bem, cada um acredita no que quer.

Afinal é há 8 anos.
https://www.gov.uk/government/groups/uk-us-trade-and-investment-working-group
 
"rentabilidade reforçada" limitada a um curto período, é um estratagema típico utilizado por muitos bancos para captar investimento rápido. Na prática, cria-se uma sensação de urgência que nem sempre vem acompanhada da devida transparência sobre comissões de gestão, depósito ou sobre a rentabilidade real do produto no longo prazo.
Pessoalmente, opto por investir através de corretoras, onde tenho acesso direto aos mercados, com comissões claras e mais liberdade na escolha dos meus ativos. Acho fundamental saber exatamente onde estou a colocar o meu dinheiro, e isso nem sempre é tão simples com produtos bancários formatados para o grande público.

Claro que, por outro lado, isso exige ter uma estratégia bem definida

campanhas promocionais com "rendimento reforçado" por tempo limitado podem criar uma perceção de vantagem que nem sempre corresponde à realidade dos retornos líquidos a longo prazo.
reconheço que estes fundos podem ser uma opção interessante para quem procura simplicidade e rendimentos periódicos.

No entanto, é importante ter consciência de que, como em muitos produtos bancários, as comissões de gestão, depósito e outros encargos são cobrados independentemente do desempenho do fundo. Ou seja, em caso de perdas, o investidor assume o risco total, mas em caso de lucros, o banco retira a sua parte primeiro.

no momento de o fazer, leiam tudo primeiro mesmo as letras pequenas.

esta é apenas a minha opinião pessoal e não deve ser interpretada como aconselhamento financeiro.
 
Last edited:
Curioso hoje li o seguinte algures “Não dês pérolas a porcos.”

Vão ler uns livros por favor

Senhor cuica aprenda a escrever
e senhor fhff tem varios sites da internet em que você mesmo pode verificar as ultimas grandes subidas assim como seus fundamentos , se a informação lhe dada é insuficiente! desculpe eu trabalho para você desde quando.

Não me diga que o senhor estava à espera que eu lhe fizesse um resumo das ações e dos fundamentos das respetivas empresas.
Jamais farei isso, homem faça-o você e procure você! A informação está lá e algumas empresas a titulo de exemplo , a informação de base está lá
Jamais lhe darei recomendações ou nomes para investir, a razão é óbvia, não acha...


Mas então um homem lhes oferece informação e é tratado assim ! enfim...

Ah, sim, recomendo Benjamin Graham, não é sobre como ficar rico já amanhã, isto vai entretê-los durante uns bons meses, boas leituras.

agora por favor me poupem do teatro
 
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Curioso hoje li o seguinte algures “Não dês pérolas a porcos.”

Vão ler uns livros por favor

Senhor cuica aprenda a escrever
e senhor fhff tem varios sites da internet em que você mesmo pode verificar as ultimas grandes subidas assim como seus fundamentos , se a informação lhe dada é insuficiente! desculpe eu trabalho para você desde quando.

Não me diga que o senhor estava à espera que eu lhe fizesse um resumo das ações e dos fundamentos das respetivas empresas.
Jamais farei isso, homem faça-o você e procure você! A informação está lá e algumas empresas a titulo de exemplo , a informação de base está lá
Jamais lhe darei recomendações ou nomes para investir, a razão é óbvia, não acha...


Mas então um homem lhes oferece informação e é tratado assim ! enfim...

Ah, sim, recomendo Benjamin Graham, não é sobre como ficar rico já amanhã, isto vai entretê-los durante uns bons meses, boas leituras.

agora por favor me poupem do teatro

Agora já não foi o chatgpt a escrever...
 


Se queres alinhar e comer narrativas politicas é contigo, cada um vive a vida como quer...

O que foi apresentado ainda não está finalizado e muitas vezes o "diabo" está nas letras pequenas, pelo que admito que muita coisa pode mudar no desenho final... Mas do que já se conhece estamos na presença de um acordo limitado, parcial e setorial, no fundo um remendo às tarifas do "Liberation Day", mas que mantém enormes tarifas de 10% (relembro que até março no geral eram 0 e em alguns casos 2.5%), para a globalidade das exportações inglesas, impõe quotas, e elimina barreiras apenas em alguns setores específicos.

Querer confundir isto com um acordo de Livre Comercio, que foi o que o UK sonhou estabelecer com os EUA (e com muitas outras regiões, quando acharam que saiam da UE e magicamente se tornavam de um entreposto do comercio mundial) após o referendo do brexit, é delirante. Um acordo de comercio livre, que era o que esse grupo queria constituir é o que tens no mercado da UE, tinhas na NAFTA, na Mercoul, na CPTPP, etc.. etc.. O que foi assinado foi um acordo de emergência que o UK negociou e assinou nos últimos 30 dias para evitar o colapso do setor metalúrgico e automóvel.

Eu percebo que o Keir Starmer depois de ir assinar um acordo de capitulação queira dizer ao seu eleitorado que foi uma grande vitória e até diga que fez o que os conservadores nunca conseguiram fazer, afinal de contas ele é um politico e os políticos dizem todo o tipo de coisas, mas eu não tenho nada a ganhar em ser hipócrita, não estou a votos, por isso posso simplesmente olhar e ver o que está à minha frente.



Mas indo ao que interessa, acho que se este acordo servir de guião para o que ai vem, acho que pelo menos no curto prazo vamos ter as empresas americanas em vantagem, por isso, eu pensaria duas vezes antes de despejar já o SP500 na totalidade.

No longo prazo, como é óbvio não faço ideia que consequências vai ter a quebra de confiança que de certa forma existiu nas instituições americanas.
 
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É mais que claro que a Grã-Bretanha não conseguiu alcançar um acordo de livre comércio abrangente...
mas sim uma solucao a necessidade de adaptação às circunstâncias e posição atual.

Não sei se teriam outra escolha...

Edit:

O mesmo para outros países que devido à sua situação estratégica, não dispõe da flexibilidade de aguardar por um acordo mais favorável, ao contrário dos Estados Unidos, que podem explorar sua posição para negociar acordos mais vantajosos. Nesse contexto, é possível que Trump esteja a utilizar essa dinâmica para tirar o máximo proveito das circunstâncias, ajustando-se conforme as oportunidades surgem...

Em teoria pode funcionar para alguns ... mas... não sei... não sei nada

O cenário mundial parece caminhar para uma tempestade perfeita: a guerra na Ucrânia, a crescente tensão entre a Índia e o Paquistão, o conflito contínuo entre Israel e Palestina... basta que a China dê um passo em direção a Taiwan para que a situação se agrave drasticamente.
Curiosamente, Trump afirmou que queria evitar uma Terceira Guerra Mundial, mas, ao que tudo indica, poderá acabar por ser um dos catalisadores... e grande culpado...


 
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Como disse, também tenho muitas dúvidas sobre se esta quebra de confiança, o desbaratar no enorme soft power que os EUA tinham, no longo prazo será bom para eles. Tenho muitas dúvidas mesmo.

Também não sei como outros países, ou blocos vão reagir, porque nem todos parecem tão desesperados para ir a correr assinar um acordo a qualquer custo como fez o Starmer. Aliás, estou convencido que a capacidade de aguentar o jogo vai jogar contra o Trump, porque ele mete momento, depois da jogada que fez, precisa desesperadamente de apresentar muitos e bons DEALS. Este acordo com o UK é uma enorme vitória, mas é só uma.

O meu ponto era simplesmente que muita gente estava a ter uma visão simplista e arrogante, o acordo com o UK só prova o que eu dizia, as coisas não são tão simples como simplesmente explicar o mundo com um: "O Trump é maluquinho, na administração dele são todos burros e aquilo é um navio a naufragar".

O melhor, pelo menos no que toca a investimentos, é pôr as convicções políticas de lado e agir de acordo com os dados concretos.
 
A S&P 500 experimentou uma valorização, enquanto a FTSE 100 ficou praticamente estagnada, Admito que estava com expectativas mais otimistas quanto a um possível aumento no índice britânico mas enfim vamos ver os proximos dias ...
 

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Como disse, também tenho muitas dúvidas sobre se esta quebra de confiança, o desbaratar no enorme soft power que os EUA tinham, no longo prazo será bom para eles. Tenho muitas dúvidas mesmo.

Também não sei como outros países, ou blocos vão reagir, porque nem todos parecem tão desesperados para ir a correr assinar um acordo a qualquer custo como fez o Starmer. Aliás, estou convencido que a capacidade de aguentar o jogo vai jogar contra o Trump, porque ele mete momento, depois da jogada que fez, precisa desesperadamente de apresentar muitos e bons DEALS. Este acordo com o UK é uma enorme vitória, mas é só uma.

O meu ponto era simplesmente que muita gente estava a ter uma visão simplista e arrogante, o acordo com o UK só prova o que eu dizia, as coisas não são tão simples como simplesmente explicar o mundo com um: "O Trump é maluquinho, na administração dele são todos burros e aquilo é um navio a naufragar".

O melhor, pelo menos no que toca a investimentos, é pôr as convicções políticas de lado e agir de acordo com os dados concretos.
Quanto é que o UK representa para as importações e exportações americanas?
Porque na teoria pode ser uma grande vitória, mas na prática se os valores forem residuais trata-se apenas de uma insignificância.
No fim parece-me que só 2 ou 3 blocos interessam realmente nesta negociação, UE, China, provavelmente conjunto de pais asiáticos que produzem bugigangas e México e Canadá. O resto serão adereços para a fotografia.
No resto voltamos sempre ao início, tarifas de 10% é muito, mas só são realmente importantes se os EUA tiverem produtos substitutos, se não tiveram estão apenas a prejudicar-se a si próprios.
 
Mas essa parece ser mesmo a ideia baralhar e fazer os melhores acordos possíveis à medida que surgem e colocar o país alvo indiretamente solidário para com os interesses americanos


O objetivo parece ser suavizar o impacto das tarifas para o consumidor americano através do estímulo à manufatura interna, ao mesmo tempo que os EUA procuram envolver parceiros comerciais em acordos estratégicos que os tornem, de forma indireta, solidários aos interesses americanos. Dessa forma, parte do impacto económico das tarifas é absorvido por esses países, seja ajustando preços, oferecendo contrapartidas ou reposicionando as suas exportações, criando uma rede de interdependência que sustenta a posição dos EUA no comércio global.

Trump quer estimular a indústria americana, mas estimular é uma coisa, ter infraestrutura, matérias-primas e capacidade instalada para responder a esse estímulo é outra bem diferente.

Ao contrário da China, que passou décadas a desenvolver a sua base industrial, logística eficiente, mão de obra abundante e acesso a recursos baratos, os Estados Unidos não têm hoje essa estrutura preparada.

A intenção pode ser boa, mas sem uma base sólida, o resultado pode ser limitado e até contraproducente...

Existe um grande risco e espero estar errado mas bem errado que Trump esteja rodeado por completos ediotas um de eles é Peter Navarro, homens zangados e revoltados, anexar Canadá? Gronelândia? A infame reunião com zelensky na sala oval, tentativa de aproximação com a Rússia? O que é isto! O homem é parvo?


Outra tática que poderá estar a ser considerada por Donald Trump e tenho a certeza que sim é a criação de condições que incentivem a Reserva Federal (Fed) a reduzir as taxas de juro. Tendo em conta o elevado nível da dívida pública dos Estados Unidos, uma redução das taxas de juro por parte da Fed teria um impacto direto nos encargos com o serviço da dívida, tornando o seu financiamento mais acessível.
Se a Fed optar por baixar as taxas, o Tesouro norte-americano poderá refinanciar a dívida existente a custos mais baixos, aproveitando a diferença entre as taxas anteriores e as novas condições do mercado. A uma escala de triliões de dólares, essa redução pode traduzir-se numa poupança anual de milhares de milhões, aliviando significativamente a pressão sobre o orçamento federal ate utilizando a diferença de juros para pagar a divida real!

Nao é por acaso estes utimos ataques a chair Powell!

estamos a assistir a um crash propositadamente premeditado, se as coisas correrem bem comprar na baixa seria uma óptima táctica para depois aproveitar a subida.

O problema é se acaba mesmo mal aí... salve-se quem puder!! A bolsa vai ser a menor das preocupações em esse caso de qualquer forma...
 
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Aparentemente o UK já está a ter mais um "great success" com o Brexit, espetado pelo grande aliando e impulsionador Trump.

Com amigos destes....:sh)
 
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