Por o dinheiro em gestão discricionária ou em fundos de investimento não é muito diferente... Grosso modo vais escolher um perfil mais conservador, ou mais agressivo e depois vão alocar o património por ti em fundos de investimento, em acções, obrigações e uma pequena parte em liquidez (depósitos)..
Pessoalmente não sou muito adepto, mais pelo controlo que perdes, do que propriamente porque ache que não fazem um bom trabalho tendo em conta aquilo a que se propõem. Como as carteiras de gestão discricionária têm sempre alguma exposição a risco de acções, não podes achar que é entregar o dinheiro e virar costas, porque se é verdade que neste momento estamos em pleno "bull market" e estamos numa fase óptima para ter exposição equilibrada aos mercados financeiros, também é verdade que os ciclos se invertem, e quando os mercados financeiros começarem a recuar, talvez seja melhor ideia aplicar os fundos em produtos de taxa fixa, porque mesmo nos perfis de investidor mais conservadores, nas carteiras de gestão discricionária, há sempre investimento em acções..
entendo, obrigado pelo feedback.
A ideia é haver interação mensal com o gestor (não é o meu gestor habitual), em que faz um balnaço do mês, como ganham à comissão poderá ser uma boa opção para o médio prazo. Vamos ver como corre [