[Sociedade] Chamada entre INEM e Bombeiros

Este país está podre,já faltou mais para ficarmos ao nivel de países do terceiro mundo! (em certos casos já estamos) [8b]
 
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Não entendo, então fecham hospitais, urgências e centros de saude e isso não é relevante, há quem diga até que não se respeita quem morre por causa disso e quando se fala, esta-se a fazer aproveitamento politico :confused: .

E agora que a realidade cai de dentro de uma televisão para o nosso colo, sentados no nosso sofá a pensar que o resto do país é igual em tudo como andar de carro em Lisboa (creio que até falaram em GPS's para descobrir caminhos em caminhos de pedras) já quase todo o meus país se levanta?

Há terras sem luz e sem telefone neste nosso cantinho, há estradas que de estradas só o nome, não há meios, não há formação para bombeiros voluntários, etc, etc.

Fechar os olhos ao resto pq está longe ou pq não se tem noção de como é a realidade ou pior, porque convêm e exaltar-se com isto demonstra letargia, incapacidade para preparar outro menu sem ser aquele que nos servem todos os dias e seguir o rebanho.
 
Parti-me a rir de manhã quando vi a conversa e parti-me a rir agora quando vi a entrevista à corporação de bombeiros:sh)

Para já tenho uma sugestão que poderá resolver muitos erros....um programa intensivo de PORTUGUÊS. Sinceramente ao fim dum episódio daqueles e na pele da telefonista do 112 pedia licença sem vencimento. Se aquele tipo de comunicação (tentativa) acontece frequentemente aquela senhora devia ser canonizada, como ela mesmo refere "Meu Deus...".

Em relação às urgências deixo aqui o seu significado; do Lat. urgentia

s. f.,
qualidade do que é urgente;
pressa;
necessidade premente, imediata;
sector de um hospital onde se atendem doentes que necessitam de cuidados médicos imediatos.

Em relação aos SAP também deixo aqui o seu significado; serviço de atendimento permanente.

Agora dou uma pista...não são sinónimos:sh)
 
Não entendo, então fecham hospitais, urgências e centros de saude e isso não é relevante, há quem diga até que não se respeita quem morre por causa disso e quando se fala, esta-se a fazer aproveitamento politico :confused: .

E agora que a realidade cai de dentro de uma televisão para o nosso colo, sentados no nosso sofá a pensar que o resto do país é igual em tudo como andar de carro em Lisboa (creio que até falaram em GPS's para descobrir caminhos em caminhos de pedras) já quase todo o meus país se levanta?

Há terras sem luz e sem telefone neste nosso cantinho, há estradas que de estradas só o nome, não há meios, não há formação para bombeiros voluntários, etc, etc.

Fechar os olhos ao resto pq está longe ou pq não se tem noção de como é a realidade ou pior, porque convêm e exaltar-se com isto demonstra letargia, incapacidade para preparar outro menu sem ser aquele que nos servem todos os dias e seguir o rebanho.



Muito bem...

Só queria acrescentar que o verdadeiro poder em Portugal está nos media.
Todas estas situações são emploadas e manipuladas pelos meios de comunicação social. Se eles quiserem uma manifestão no Porto para a semana contra a falta de casas de banho publicas na Ribeira, conseguem.


E o português é muito banana e come tudo até ao fim.

Cumps
 
Porque sei bem o que é a realidade no Portugal profundo, assino por baixo, Nthor.

Acrescento só um pequenino detalhe: a desertificação do interior não é inevitável -como alguns sustentam - nem acontece por acaso. A existência de serviços de saúde, ou a sua ausência, podem ser determinantes na escolha do local para viver.
A qualidade de vida no litoral e nos grandes centros está o que sabemos. Passam metade do dia enlatados.
O interior está ao abandono. As assimetrias crescem. Enfim, uma história velha que não me parece encaminhada para um final feliz. Com factos como os que constatamos...

Fiquem bem. De preferência sem necessitarem dos serviços de saúde.
 
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Estranho...:
O: – O senhor disse que ele morreu.

I: – É. Está morto. Deitou muito sangue pela boca.

O: – Mas diga-me uma coisa: isso mesmo agora?

I: – Foi. A minha mãe estava a dormir e deu conta.

O: – Ele não respira?

I: – Não.

O: – Confirme-me a morada.

I: – [imperceptível], Alijó.

O: – Como?

I: – Castedo, Alijó.

O: – O senhor está a dizer que o seu irmão faleceu e está tão calmo. O senhor não está a brincar com o 122, pois não?

I: – Não. Não estamos a brincar. Ouve lá.

O: – Neste momento o seu irmão não se mexe e não respira?

I: – Não, não, não.

O: – Olhe, vai desligar que eu daqui a um bocadinho volto a ligar. Pretendem ambulância e autoridade. É isso?

I: – Sim, sim.

O: – Para que querem a autoridade?

I: – Quer dizer que não se vai tocar nele nem nada. Não é?

O: – O quê?
Há aqui qualquer coisa que não está bem...
 
Não há um tipo em Lisboa, que se diz Ministro de Saúde, que anda a fechar Urgências e SAPs a torto e a direito, com o argumento que os meios de transporte são eficazes e que ninguém fica a mais de 45 minutos de uma Urgência? :rolleyes:
 
Sem saber muito sobre este caso, uma coisa é certa: os Bombeiros não são os culpados!
Eles não tem qualquer responsabilidade neste caso e eles é que estão a "pagar as favas"!
Quem é responsavél pela emergencia medica é o INEM e se eles precisam que os BV's façam o trabalho por deles tem que lhe dar meios e formação, não é, quando já não há mais ninguém, telefonar para os BV's à ultima da hora e esperar que eles estejam preparados para os serviços do INEM!

Eu sou socorrista da CVP e nós só fazemos serviço de socorro até às 24.00h e, não fazemos parte da rede do INEM (somos posto de reserva), senão, o INEM teria que nós equipar com meios e formação, tal coisa não aconteceu com estas corporações de Bombeiros!
Mesmo assim, o INEM só nos pede ajuda quando já não há mais recursos disponiveis e nós ajudamos na medida do possivel, mas, não fazemos milagres; afinal de contas é ao INEM que cabe a responsabilidade na cobertura nacional de meios de emergencia!
O proprio INEM não sabe que corporações de BV's existem na zona?!:sh)
 
Queres culpados?!

Pois bem, o único culpado, neste caso, é o Alcoól !!!!!

Infelizmente a vítima, mais uma vez, estava alcoolizada...caíu nas escadas ás 3 da madrugada e.....

O resto já sabemos...

Só a vitima? Olha que aquele Bombeiro de Favaios se não estava com os copos parecia.
 
Não há um tipo em Lisboa, que se diz Ministro de Saúde, que anda a fechar Urgências e SAPs a torto e a direito, com o argumento que os meios de transporte são eficazes e que ninguém fica a mais de 45 minutos de uma Urgência? :rolleyes:

Sim porque um SAP com um clinico geral e sem meios de diagnostico basicos, serve para quê?
Deve achar que os medicos têem mãos milagrosas e que conseguem resolver tudo sozinhos.
 
Sem saber muito sobre este caso, uma coisa é certa: os Bombeiros não são os culpados!
Eles não tem qualquer responsabilidade neste caso e eles é que estão a "pagar as favas"!
Quem é responsavél pela emergencia medica é o INEM e se eles precisam que os BV's façam o trabalho por deles tem que lhe dar meios e formação, não é, quando já não há mais ninguém, telefonar para os BV's à ultima da hora e esperar que eles estejam preparados para os serviços do INEM!

Eu sou socorrista da CVP e nós só fazemos serviço de socorro até às 24.00h e, não fazemos parte da rede do INEM (somos posto de reserva), senão, o INEM teria que nós equipar com meios e formação, tal coisa não aconteceu com estas corporações de Bombeiros!
Mesmo assim, o INEM só nos pede ajuda quando já não há mais recursos disponiveis e nós ajudamos na medida do possivel, mas, não fazemos milagres; afinal de contas é ao INEM que cabe a responsabilidade na cobertura nacional de meios de emergencia!
O proprio INEM não sabe que corporações de BV's existem na zona?!:sh)


Há uma coisa que siceramente não sei e gostava de saber, estas duas (Favaios e Alijó) corporações são obrigadas a ter alguém em serviço de permanencia para utilizar as ambulancias?
 
Não entendo, então fecham hospitais, urgências e centros de saude e isso não é relevante, há quem diga até que não se respeita quem morre por causa disso e quando se fala, esta-se a fazer aproveitamento politico :confused: .

E agora que a realidade cai de dentro de uma televisão para o nosso colo, sentados no nosso sofá a pensar que o resto do país é igual em tudo como andar de carro em Lisboa (creio que até falaram em GPS's para descobrir caminhos em caminhos de pedras) já quase todo o meus país se levanta?

Há terras sem luz e sem telefone neste nosso cantinho, há estradas que de estradas só o nome, não há meios, não há formação para bombeiros voluntários, etc, etc.

Fechar os olhos ao resto pq está longe ou pq não se tem noção de como é a realidade ou pior, porque convêm e exaltar-se com isto demonstra letargia, incapacidade para preparar outro menu sem ser aquele que nos servem todos os dias e seguir o rebanho.


Populações isoladas em Portugal sempre as houve, não é de agora, mas só agora é que resolveram fazer desse facto cavalo de batalha.
 
Estava MESMO morto...


Quem ler as minhas opiniões até pode julgar que estou aqui a defender o governo a todo o custo...

Esclareço já que não estou..
Nem sequer sou militante ou simpatizante do PS, alias não sou militante de NENHUM partido..

Tenho que concordar com a politica do governo relativamente á questão da rede de urgências a ser criada e optimizada....

Evidentemente que preferia de longe mais serviços de urgência criados por este pais fora, todos equipados humanamente e tecnicamente para as eventuais necessidades... mas na falta destes recursos, em vez de "disfarçar" a situação com letreiros a dizer urgências que não o são na realidade, prefiro ver criada a rede de urgências...

os cuidados primários são OUTRA questão, e nesse aspecto preferia ver os sap's abertos 24h a prestar esses cuidados ( consultas, curativos etc..), mas como não há meios, colocam esses poucos a funcionar durante o dia, optimizando a situação..

O ideal seria evidentemente mais saps, mais urgências, mais ambulâncias e um corpo de bombeiros profissional, mas tudo isso custa dinheiro...

Mas a politica correcta e que devia ser seguida era criar condições para que as urgencias tivessem equipamentos e serviços decentes e eficazes e não o fecho dessas mesmas urgencias por não terem condições.

Quanto aos SAP, sou contra o seu encerramento de uma forma cega.
Os SAP servem para uma 1ª triagem dos doentes, de forma a evitar que estes sobrecarreguem as urgencias hospitalares. Com o encerramento dos SAP, o resultado está á vista e de uma forma vergonhosa, é ver as urgencias dos hospitais a abarrotar e sem o minimo de condições para os doentes e funcionarios.

Mas como sabemos, a finalidade da politica de saude deste governo é bem outra, fechar os serviços publicos para dar lugar aos privados e obrigar os cidadãos a recorrer aos privados. [8b]
 
Mas a politica correcta e que devia ser seguida era criar condições para que as urgencias tivessem equipamentos e serviços decentes e eficazes e não o fecho dessas mesmas urgencias por não terem condições.


Mas como sabemos, a finalidade da politica de saude deste governo é bem outra, fechar os serviços publicos para dar lugar aos privados e obrigar os cidadãos a recorrer aos privados. [8b]


Este sim é o verdadeiro objectivo!!!
 
...
Mas como sabemos, a finalidade da politica de saude deste governo é bem outra, fechar os serviços publicos para dar lugar aos privados e obrigar os cidadãos a recorrer aos privados. [8b]
Não acredito que esta seja a tua opinião.

Que os recursos do Ministério da Saúde estejam a ser mal geridos, tudo bem. Mas não acredito que haja Governos, seja qual a sua côr política, que queiram desmembrar o SNS.

Sabemos que com os recursos existentes, que poderíamos ter um SNS muito melhor. Mas isso é já discussão antiga.

Quem conhece, sabe que quando em Portugal foi implementado o SNS, foi baseado no modelo Britânico, que nessa altura já era contestado. E que continua a ser, apesar de estar numa galáxia diferente da nossa.

E tal como os hospitais mastodônticos, tipo S.João ou Sta. Maria, o tamanho é inversamente proporcional à qualidade.

É necessário mudar muita coisa para ficarmos todos felizes (também na Justiça e Educação...)

E para acabar com o entupimento nas Urgências, deveria haver uma rede de cuidados de Saúde primários, eficiente e bem organizada. E tal como as farmácias, haver algumas que rotatitavemente pudesem assegurar um atendimento permanente.

Porque se as pessoas puderem aceder a cuidados médicos de modo instantâneo, a utilização de urgências baixa extraordinariamente. E se o puderem fazer de dia, à noite dormem descansados e sem a preocupação que lhes pode dar um ataque fulminante.

Agora, isto é tudo muito bonito, mas persistem questões base. Como se pode mobilizar o corpo clínico nesta distribuição de cuidados primários de saúde? Qual é o médico que vai largar a sobra protectora de um serviço prestigiado (em termos académicos) e ir para um lugarejo onde nem sequer o sol brilha?

Isto é tudo muito complicado e não invejo o Ministro da Saúde.
 
Não acredito que esta seja a tua opinião.

Que os recursos do Ministério da Saúde estejam a ser mal geridos, tudo bem. Mas não acredito que haja Governos, seja qual a sua côr política, que queiram desmembrar o SNS.

Sabemos que com os recursos existentes, que poderíamos ter um SNS muito melhor. Mas isso é já discussão antiga.

Quem conhece, sabe que quando em Portugal foi implementado o SNS, foi baseado no modelo Britânico, que nessa altura já era contestado. E que continua a ser, apesar de estar numa galáxia diferente da nossa.

E tal como os hospitais mastodônticos, tipo S.João ou Sta. Maria, o tamanho é inversamente proporcional à qualidade.

É necessário mudar muita coisa para ficarmos todos felizes (também na Justiça e Educação...)

E para acabar com o entupimento nas Urgências, deveria haver uma rede de cuidados de Saúde primários, eficiente e bem organizada. E tal como as farmácias, haver algumas que rotatitavemente pudesem assegurar um atendimento permanente.

Porque se as pessoas puderem aceder a cuidados médicos de modo instantâneo, a utilização de urgências baixa extraordinariamente. E se o puderem fazer de dia, à noite dormem descansados e sem a preocupação que lhes pode dar um ataque fulminante.

Agora, isto é tudo muito bonito, mas persistem questões base. Como se pode mobilizar o corpo clínico nesta distribuição de cuidados primários de saúde? Qual é o médico que vai largar a sobra protectora de um serviço prestigiado (em termos académicos) e ir para um lugarejo onde nem sequer o sol brilha?

Isto é tudo muito complicado e não invejo o Ministro da Saúde.

Completamente de acordo.


Agora essa parte da mobilização de profissionais para trabalhar em lugares mais remotos, é algo que tem de ser feito atravez da educação e criação de profissionais locais.
Nem todos podem aspirar a ter emprego na Saude só nos centros urbanos.
Agora tambem concordo que tem de haver condições que permitam e cativem os profissionais a se mudarem para esses locais.
 
De facto, por vezes a realidade ultrapassa a ficção. Um sketch dos "gatos" nunca teria um guião tão corrosivo.

Claro que se vai apurar responsabilidades! Expulsa-se o bombeiro-telefonista, e pronto.


Por curiosidade, há uns meses atrás (aqui em lisboa) telefonámos para o 112, porque houve um acidente num cruzamento e uma senhora não saia de dentro de um dos carros. Passado pouquissimos minutos foram chegando sequencialmente:

- uma ambulância
- um carro da polícia
- um carro do INEM
- mais uma ambulância
- um carro dos bombeiros de combate a incêndio
- mais um carro da policia
- mais um carro do INEM
- mais um carro da polícia
- outro carro dos bombeiros de combate a incêndio
- mais um carro da policia
- mais uma ambulância
- mais um carro dos bombeiros de combate a incêndio
- mais um carro da policia
- outro carro da policia
- uma carrinha cheia de policias dos SIR....
 
Há uma coisa que siceramente não sei e gostava de saber, estas duas (Favaios e Alijó) corporações são obrigadas a ter alguém em serviço de permanencia para utilizar as ambulancias?

São corporações de voluntarios e tem um horario de serviço definido por eles, conforme os voluntarios disponiveis e a area de intervenção!

Eles são obrigados a ter pessoal de serviço 24h, SE, tiverem algum protocolo com o INEM,; para tal, este, tem que lhes fornecer meios e formação (viaturas INEM, cursos TAS, etc).
Coisa que, pelos vistos, não acontece com os BV de Favaios e Alijó!
Logo, eles não são responsaveis por nada, apenas auxiliam o INEM, conforme as suas disponiblidades, não a tempo inteiro!

Fora isso, e sendo o INEM, o responsavel pela emergencia medica a nivel nacional, eles (BV's) não são obrigados a nada, muito nenos a estar a espera que o INEM lhes ligue quando não tem mais ninguém disponivel!
Se querem os os BV's de Alijó e Favaios façam trabalho deles (INEM), tem que lhes dar meios para tal, como acontece na grande maioria das corporações de BV's!
Normalmente fornecem viaturas (aquelas que tem escrito: INEM - Ministerio da Saude), formação, e condiçoes para que a corporação tenha pessoal de serviço durante 24h!
 
Bloco de Esquerda quer ouvir presidente do INEM no Parlamento
26.01.2008 - 18h02 Lusa, PÚBLICO
O Bloco de Esquerda anunciou hoje que vai requerer a audição parlamentar do presidente do Instituto de Emergência Médica (INEM) para que sejam prestados esclarecidos sobre "os meios, orçamento e capacidade de resposta" do organismo em todo o território nacional.

Em declarações à Lusa, o deputado João Semedo adiantou que o requerimento para a audição na comissão parlamentar de Saúde dará entrada na Assembleia da República na segunda-feira.

A iniciativa dos bloquistas, adiantou o parlamentar, surge na sequência de vários “episódios" que envolveram o organismo, nomeadamente o que ocorreu terça-feira em Alijó, distrito de Vila Real, quando um homem morreu em casa após uma queda.

A família responsabiliza o INEM, sustentando que a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) de Vila Real só chegou à aldeia "duas horas depois do pedido de ajuda" – uma informação desmentida por aquele organismo.

Gravações da ocorrência, divulgadas quarta-feira pela SIC, revelam que a operadora de serviço do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) teve dificuldades para determinar os meios necessários para responder à ocorrência e, quando contactou os bombeiros de Favaios (a corporação mais próxima) só se encontrava um bombeiro no local, o que obrigou a recorrer à corporação de Alijó de onde acabaria por sair uma ambulância vários minutos depois.

“Episódios como este revelam que não temos uma rede de emergência pré-hospitalar que assegure um funcionamento eficaz em todo o território”, afirmou o deputado, considerando “indispensável ouvir o presidente do INEM”.

“Há um conjunto de inseguranças em relação à rede de emergência pré-hospitalar que importa esclarecer", salientou, considerando que, com o caso de Alijó, “ficou claro aos olhos dos portugueses que o sistema de socorro pré-hospitalar tem imensos buracos”.

Outra das questões que o BE quer colocar na audição parlamentar do presidente do INEM refere-se à instalação do sistema de referenciação geográfica. “Há um ano, o presidente do INEM garantiu que o sistema estava à beira de ser instalado. Agora, vimos a descobrir que o sistema está ainda por instalar”, lamentou João Semedo
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1317806&idCanal=12
 
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