ChicoZé: antes de vir mandar bocas tristes vai investigar um bocadinho pois quem sabe que ate tens mau gosto e te achas o standard para decidir o que é bem ou mau desenhado...
Os verdadeiros desconhecedores tem sempre a mania que a sua forma de ver o mundo é que esta correcta...não queiras ser um desses porque ja exitem muitos e ate demais.
O C6 seria um flop se tivesse um design tipico de uma berlina 3 volumes e que mesmo assim mais consensual n vendesse mais do que ja vende, se o carro saio assim foi para ser original e seguir a linguagem estetica que quem compra Citroen a varias decadas esta a espera.
Para vender bem eles fizeram o C5 com tudo o que as pessoas querem e ja estao familiarizadas, um tipico 3 volumes com farois rectangulares e apanhar quase gregos e toianos.
Aquilo que a Citroen pode-se dar ao luxo de fazer uma Mercedes não pode por isso não arrisca neste segmento senão as poucas vendas significavam crize enquanto na Citroen não pois este modelo apesar de ser para gerar lucro n é o principal nesse campo dentro da marca.
No final de contas ate é bom que existam marcas nestes segmentos que n façam dele a sua sustentaçao para podermos ter veiculos mais diferentes do que podemos ter nos quase "3 clones" alemaes, que volta e meia são susbtituidos.
As 3 alemas são as generalistas dos segmentos altos pois acabam por serem banalizados pelas vendas e pela rapida saida de modelos novos.
É como comparar um Clio, 207 com um Mini ou 500, uns são generalistas os outros são exclusivistas tal como este C6 e ate o Vel Satis o é no seu segmento por isso não vendem cm os generalistas que toda a gente conhece que existem.
Nunca vi publicidade de um C6 por exemplo, ja dos concorrentes existem varios e ate muitos logo é normal que sejam mais conhecidos e que mais gente os compre.
Muita gente não compra o C6 porque na hora de compra n esta presente a existencia deste carro, se tivesse presente mais pessoas o iriam ver e experimentar e certamente mais gente iria gostar do que via e experimentava.
É daqueles carros que estar junto a ele é cm estar junto a uma peça de arte pela forma diferente que se apresenta tanto por fora cm por dentro.