[Antevis?o] Citroën DS5

O Hybrid4
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E um vídeo interessante.
 
Interessante que não era esse problema com os botões dos vidros traseiros que me demovia a comprar este produto, mais rapidamente haveria outros pontos que me podiam desiludir.

Eu ainda tenho cá em casa um carro com o comando dos vidros traseiros nesse local, não sendo o sitio mais fácil e harmonioso não cria assim tanto stress porque geralmente são vidros que se têm de manter fechados em andamento por questões acústicas.
Esses mesmo botões têm de ser usados pelo condutor para abrir e fechar os vidros traseiros, isto sim torna o uso pior dependendo do tamanho da pessoa e do braço, mas na altura poucos eram os carros pensados para ter estes vidros eléctricos sendo estas soluções mesmo assim melhores que manuais.

Antigamente era normal os comandos estarem neste local, mesmo em carros bem caros e em gerações que já havia comandos nas portas havia quem os tivesse nesse local também.

http://3.static.slando.com/photos/live/53/2000_mercedes_ml_270cdi_28730853_3_F.jpg

Neste caso onde encaixa a aclamada racionalidade germânica e a máxima de funcionalidade? na altura o que não faltavam eram carros de seg D e C com comandos nas portas traseiras, ou seja, bem mais baratos que esse SUV/TT.

Será que não existem exemplos em todo o lado de forma acima da função? e vice-versa. Em equipas de design multinacionais não faz sentido dizer que o design alemão, italiano ou francês é isto ou aquilo!

Existem sim preconceitos, e tendências sócio-culturais diferentes que influenciam o produto final independentemente da nacionalidade dos técnicos mas sim dependendo mais de quem será o seu publico primário.

Quem vos diz que este produto não saiu de uma cabeça germânica? O tão afamado e criticado RCZ foi obra de um alemão que teve todo o percurso estudantil em escolas de design automóvel alemão.

Então com o palco mundial cada vez a ser mais a asia, o design vai ter de satisfazer os seus desenhos e irá haver uma tendência a seguir o que para eles é o bonito e harmonioso e nós a prescindirmos de uma estética "puramente" europeia mesmo que dentro da Europa existe uma tendência mais emocional a sul e mais racional a norte de criar estilo no design.

Focando o que coloquei a bold
Hoje em dia, raro parece ser o novo modelo que não coloca a forma acima da função. Esta linhagem DS demonstra-o de forma cabal; o sucesso do retro também, pegando em linhas do passado perfeitamente justificáveis e contemporâneas na altura e usadas de forma gratuita, sem grande sentido prático, actualmente; as tipologias que estão na berra hoje em dia também seguem esta tendência de estilo sem substância.
Já aconteceu no passado e agora a história repete-se: o automóvel, mais que objecto prático e utilitário para nos levar de A a B torna-se acessório de moda. Tudo o resto é colocado em 2º plano. Sem dúvida uma das causas para as desadequações crescentes e os excessos que se encontram nos nossos automóveis, além de contribuir, como qualquer acessório de estilo e moda, a uma necessidade crescente de adquirir ciclicamente "the last big thing". Não muito inteligente, esta atitude descartável, tendo em conta as necessidades e o contexto do mundo actual.

A questão relativa à nacionalidade do design é algo que já afirmo ao tempo.
Não existe design alemão nem design italiano ou japonês. O que existe é bom e mau design.
Aquilo que associamos a características de determinado país resume-se basicamente a conceitos visuais e culturais, que pouco afectam a validade da solução de design. E hoje em dia, com a muita regulação existente e globalização asfixiante, nem essa diferenciação visual afecta a apreciação do automovel como objecto de design. Na sua essência o automóvel é igual em todo o lado. Recorrem às mesmas soluções (de design, engenharia, electrónica, etc) seja aqui, seja na China, apenas tendo a pele como elemento diferenciador.
E até leva a questões mais profundas no mundo do design, porque hoje em dia, o que se nota, é uma aparente despromoção da função do designer a apenas de um mero estilista. Algo que é discutido nas hostes do design, faz anos...

Mas, fica para outra altura essa discussão, já que este tópico é mesmo sobre o Ds5[;)]
 
Não gosto nada do comando da caixa manual.

Gordo até dizer mais não.

E os números marcados na pele são temporários...nunca vi nenhum comando da caixa assim em que eles perdurassem por muito tempo.

Mal pensado.
 
Não sei mas acho que as jantes de 18" parecem de 16" este bixo precisa de 20" para parecer proporcional, e já agora de umas jantes mais bonitas que estas são um pouco foleiras.
 
1.6 THP 200 por exemplo. Os novos motores a gasolina da PSA são BMW

Deste a rsposta que eu esperava...

tal como o EDUNUNO disse, esses motores 1.6 foram desenvolvidos em parceria, entre PSA e BMW, o que é diferente do que ir a uma casa comprar um motor desenvolvido por outra marca...
(que foi o que a BMW fez para colocar o 1600hdi no Mini Cooper D)
 
A partir do momento em que se criou uma joint-venture para tal efeito isso não faz sentido ser dito, terá de ser mencionado BMW/PSA ou PSA/BMW isso é indiferente.

Os escapes no pára choques apenas na versão THP 200 são reais pelo que parece.
 
Está um estrondo o design deste DS5! Gostei muito do DS4 ao vivo, mas este excede todas as expectativas e tudo o que se tem feito até ao momento! Graças a Deus que no meio de tanto automóvel parecido e com tão pouca identidade existem marcas que ousam a diferença! A Citroen está de muitos parabéns!
 
Eu acho que lhe falta qualquer coisa, por exemplo...o terceiro volume.
Um carro desta classe e com estas dimensões não pode ter dois volumes.
Estou na expectativa de como vai vender, mas acho que vai ser um fiasco...
 
Isto é um MPV de luxos, basicamente é um segmento C tecnicamente com acabamentos de luxos, algo mais excêntrico sem segmento.
Não há nenhum produto nos mesmos moldes, há é produtos para os mesmos preços.

Basicamente qualquer C5 tem uma base mais sofisticada, mas é completamente convencional no geral para bater de encontro com o seu segmento.

Isto não é para quem quer bons negócios, uma boa relação preço-quantidade-qualidade , é para quem quer emoção e um produto de nicho com os custos que isso acarreta.

Isto não é carro para vender como um C4 ou C5, parece-me obvio. Alias isso iria destruir a imagem do produto, a exclusividade por haver poucos, serem inacessíveis e muito específicos.

Se houver luz verde o 3 volumes será o DS6 (DS9), parece-me que irá haver com prioridade ao segmento premium na China.
 
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Boas.

A semana passada estive dentro de um DS4, e fiquei de boa aberta com a qualidade de montagem daquela brincadeira!!! Muito muito acima do meu C4 I, atrevo-me a dizer que bem acima do Golf V!
Tablier, portas, tapetes, forros... gostei muito do que vi! Acho que quase ao nível (visual) das A4 e A6 do meu irmão. Fiquei mesmo impressionado!

Se o DS5 for - no mínimo - igual, o interior será sem dúvida um local muito agradável para estar.
 
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