Hã? Então não percebeste que a "dica" era para que tu esclarecesses melhor a questão?... [] :sh) [
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Dica = desafio... Percebeste?Mas quem te esclareceu foi o Axxantis,[] [
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] se reparaste eu nao tinha participado no topico, até agora!!!
portanto nao reevindico louros [] [
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] .......
Será que tu és capaz? E, já agora, dá uma explicação clara para que o André perceba... [não é por mero acaso que depois de algumas paginas de Posts ainda ninguem tenha conseguido "arrumar" a questão
Dica = desafio... Percebeste?
Será que tu és capaz? E, já agora, dá uma explicação clara para que o André perceba... [] [
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Mas, e então, fait divers à parte, consegues arrumar a questão ou não?... [Eu percebi, tu é que parece que não PL !!! [] [
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Hum,![]()
![]()
achas mesmo que o André precise de "muletas" PL ??? [] [
] vá lá nao semeies "ventos", tenho a certeza que nao gostas de tempestades (!!!)
achas mesmo que o André precise de "muletas" PL ??? [] [
] vá lá nao semei-es "ventos", tenho a certeza que nao gostas de tempestades (!!!)
Mas, e então, fait divers à parte, consegues arrumar a questão ou não?... []
Sim, simples e logico, presumo que vindo de alguem com formaçao tecnica, mas tal como o Axxntis disse e bem, muitas opinioes, mas incompletas (!!!)[] tambem nao foi esta que completou a questão, por uma razão simples, a valorizaçao do trabalho, nao se reduz a uma simples, e originaria lei de mercado: "a diferença entre a oferta e a procura" mas sim a soma de varias variaveis (passe a redundancia) entre elas e esta é uma das mais importantes, mas outras, como a qualidade do produto final, a sua "porçao" e até os meios de produçao, haverá outras concerteza.
não é por mero acaso que depois de algumas paginas de Posts ainda ninguem tenha conseguido "arrumar" a questão (!!!) [] [
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Finalmente um raciocínio simples mas lógico relativamente ao que é perguntado no tópico! []
Mas tu leste o que eu escrevi antes?...[Mas nao ficou já arrumada PL, o Axxantis nao foi claro???
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Elementar "Lei da Oferta e da Procura", já referida pelo Axxantis! [a agua suficiente ( por enquanto) para que todos tenham um copo, e não ha diamantes em quantidade suficiente para que todos tenham algusn, logo os diamentes valem mais que a agua.
Basic economy.
da mesma forma ha mais empregados de escritoris que engenheiros de telecomunicaçoes, logo no gerla os ultimos ganahm mais que os primeiros.
qual é mesmo a duvida ?
Discordo. O salário é um preço e portanto é completamente explicado pela procura e oferta. Ponto!
Agora, se me perguntares se o mercado de trabalho é um mercado perfeito. Com certeza que não. É um mercado rígido, onde os ajustamentos dos salários em baixa são muiiito mais difíceis de fazer que as subidas, os contratos são negociaddos de ano a ano, etc.
Em suma, o nível salarial nunca é exactamente igual à produtividade marginal.
Mas nada disso invalida o princípio que enunciei, e que explica o fenómeno.
Partir de outro pressuposto só pode dar conclusões erradas.
Todos os factores de que falaste podem ser integrados no "modelo".
Carlos, no cada vez mais débil equilíbrio de forças da economia actual a presença da AutoEuropa em Portugal é um marco de prestígio mundial, pois, para além da projecção das marcas ali fabricadas, é a qualidade da mão de obra portuguesa que está patente nos produtos que acabam por circular por todo o mundo.O Pé Leve é que ainda não explicou porque aceita que a Autoeuropa funcione em Portugal nos molde que referi.
A palavra contexto, não é suficiente.
OK. Então, já agora, e como tens experiência disso, como encontras o valor/hora do trabalho desempenhado? Refiro-me ao valor/hora do trabalho que os teus colaboradores desempenham para ti e ao valor/hora que encontras para ti próprio quando contratualizas com outra empresa/serviço público uma prestação de serviços, valores esses que, presumo, serão diferentes!... []
Sim, simples e logico, presumo que vindo de alguem com formaçao tecnica, mas tal como o Axxntis disse e bem, muitas opinioes, mas incompletas (!!!)[] tambem nao foi esta que completou a questão, por uma razão simples, a valorizaçao do trabalho, nao se reduz a uma simples, e originaria lei de mercado: "a diferença entre a oferta e a procura" mas sim a soma de varias variaveis (passe a redundancia) entre elas e esta é uma das mais importantes, mas outras, como a qualidade do produto final, a sua "porçao" e até os meios de produçao, haverá outras concerteza.
não é por mero acaso que depois de algumas paginas de Posts ainda ninguem tenha conseguido "arrumar" a questão (!!!) [] [
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de acordo
talvez a unica maneira de acabar com o assunto é o conceito de sistema de trabalho.
lembro-me de há algum tempo me pasar pelas mãos 1 slide sobre isso
devo dizer que é extremamente complexo
cumprimentos
Bota aqui, !!!
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] coisas complexas neste forum, é "Nestu** com Mel"
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podes discordar, mas deixa-me lembrar-te que a questao incial, prende-se com: "como valorizar o trabalho" e o salario, é apenas a moeda de troca (pay-back) para essa valorização, e o salario é uma consequencia dessa "valorização", mas estavamos no topico anterior á procura das "causas" numa relação "causa-efeito" [] [
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isto é quais as "causas" (valor do trabalho)que originam o "efeito" (salario)..[] [
] e o que eu apenas acrescentei, é que são bastantes mais para alem do efeito "procura vs oferta"
em que é que nao concordas???
Vais-me desculpar, mas o que escreveste em nada difere dos enunciados da Administração ou da Comissão de Trabalhadores.Carlos, no cada vez mais débil equilíbrio de forças da economia actual a presença da AutoEuropa em Portugal é um marco de prestígio mundial, pois, para além da projecção das marcas ali fabricadas, é a qualidade da mão de obra portuguesa que está patente nos produtos que acabam por circular por todo o mundo.
Desse modo a sua presença por terras lusas faz-se de equilíbrio negociado, muitas vezes de forma difícil, mas necessário à presença de uma empresa de charneira que dá emprego a muitos milhares de pessoas, outras tantas famílias com o devido sustento, e faz mexer à sua volta um universo de pequenas empresas prestadoras de serviços muito relevantes na região de Setúbal, onde, sabemos, as crises laborais atingiram os valores mais altos do nosso país.
Desse modo, e na lógica da vida do "saber dar e receber", é fundamental que se negoceie a manutenção da fábrica em Portugal, mas, para isso, é imprescindível que hajam cedências de parte a parte!
E, sim, o complexo fabril que a AutoEuropa representa, para além do seu peso no PIB nacional, paga relativamente bem num contexto português, no que aos salários base diz respeito, mas também relativamente às horas/turnos em que aquela unidade fabril tem de laborar para dar vazão à procura! []
Como é que se valoriza o trabalho?