Como é que se valoriza o trabalho?

Vai aí alguma confusão. O salário não é nenhum efeito. É um simples preço.......
Não concordo quando dizes que a lei da oferta e da procura de trabalho explica apenas uma parte da questão. A dita lei explica toda a questão porque o seu comportamento integra em si mesmo todos os factores que afectam o mercado de trabalho.

Esta discussão já parece aquela do sexo dos anjos.

Não vai confusão nenhuma acredita,[;)] pelo menos para mim (!!!) sei perfeitamente do que falo. [:p] [:p] [:p]

parece, porque desde o inicio que nao percebes que nao estou em desacordo contigo, (apenas nao tenho uma perspectiva tão redutora quanto a tua) a diferença é de semantica [;)]


"efeito" = "simples preço" ou vice-versa como queiras [:D] [:D]
 
Com um curso de economia aqui quase diário, há uma quase obrigação de haver evolução.

Digo eu [:D]
Seria bom que assim acontecesse.

Mas algo me diz que qualquer um daqueles senhores vai debitar a mesma arrozeada do costume. [:p]

Vamos esperar...
 
Vais-me desculpar, mas o que escreveste em nada difere dos enunciados da Administração ou da Comissão de Trabalhadores.
Foi a resposta que pediste...

Repara na questão que colocaste:



E pensa num empregado de café em Aveiro e um mesmo empregado de café em Paris. O café em Aveiro custa 0.80€, em Paris 3.00€.

E o que é que torna o café mais caro em Paris? A lei da oferta e da procura? Não me parece.
Podemos desenvolver essa ideia mais profundamente, mas a análise mais "simplista" dir-te-á que o local, a renda paga pelo estabelecimento, o fornecedor, a marca do produto, a clientela, as margens de lucro que o comerciante pretende, os salários que são pagos, etc, farão a diferença...

O que faz um empregado de mesa em Paris ganhar 4 ou 5 vezes mais que o seu colega em Portugal?
Resposta data anteriormente.

O enquadramento sócio/económico. Bastava Portugal e neste caso, em Aveiro as pessoas ganharem muito mais para não se importarem de pagar um café por 3€.
Evidentemente.
Em relação ao café e ao empregado nada se alterou. Certo?
Pode ter-se alterado, conforme escalpelizei acima, e até a marca do café (tal como dos restantes produtos vendidos no estabelecimento) modifica o preço final!
Muda-os de lugar e a remuneração pelo seu trabalho varia. Simples.
Sim, qual é a dúvida de que é praticamente taxativo?..

Respondendo de imediato à tua questão. O trabalho valoriza-se se ele participar numa cadeia de valor. Ou seja, se pelo mesmo preço deres mais em troca.
E como se faz isso? :confused:
Muitas vezes basta ter uma rede publicitária para conseguires vender latão mais caro que a prata!... [;)]

Simples. Pega nos processos tradicionais e altera-os.
Eu diria aperfeiçoa-os!

Já aqui falámos a propósito de desemprego em trabalho doméstico. Pois bem, como nós mudámos para uma casa maior e havia carências de pessoal doméstico, tentou-se recorrer à contratação directa. Estabeleceu-se um valor horário de 5.5€ (com seguro e SS) e as coisas andavam sempre tortas.
Um dia a minha mãe viu um panfleto no correio, de uma empresa que faz toda a espécie de trabalhos domésticos. A 5€/hora sem encargos, com pessoas que trazem e levam nas horas contratadas e se alguma coisa corre mal, lida-se directamente com quem manda, sem aqueles dramas pessoais. E tem funcionado muito bem.
É a mediação dessa empresa dedicada que faz a coisa funcionar, libertando quem procura o serviço dessas preocupações.
E o que está desajustado é quando falamos em cadeia de valor, o pessoal fica logo a pensar nas tecnologias xpto. Não. É proporcionar mais e melhor por menos preço.

O trabalho aí é remunerado em função da riqueza produzida.
É evidente!
Porque o que dizes da Autoeuropa, dizem os Indonésios quando abrimos lá uma fábrica de t-shirts. Tal e qual, sem tirar nem pôr. [:cool:]

Até já. [;)]
Sim, mas são comparações absurdas entre mercados de trabalho que nada têm a ver...

A única coisa em comum é o paleio dos empresários, que parecem debitar o mesmo MP3 (já não se usa cassete...[:p] )! [;)]
 
Pode ter-se alterado, conforme escalpelizei acima, e até a marca do café (tal como dos restantes produtos vendidos no estabelecimento) modifica o preço final!

Este é um exemplo típico da distorção e confusão que tu crias nas discussões [:p]
 
Este é um exemplo típico da distorção e confusão que tu crias nas discussões [:p]
Pá, ó André, mas será que não percebes que um simples café pode ter (e tem) preços diferentes em função dos diferentes locais onde é vendido, da sua marca, da clientela, dos valores de arrendamento do espaço, etc, ou continuas a ser do contra apenas porque sim?...
 
Pá, ó André, mas será que não percebes que um simples café pode ter (e tem) preços diferentes em função dos diferentes locais onde é vendido, da sua marca, da clientela, dos valores de arrendamento do espaço, etc, ou continuas a ser do contra apenas porque sim?...


eh!eh! da valorização do trabalho, ja se passou para a valorização do produto (!!!) [:D] [:D] [:D] [:D]


queria comentar algumas coisas do teu big topico de resposta ao Carlos, mas nao sei fazer citaçoes, de citaçoes multiplas....
 
Last edited:
Pá, ó André, mas será que não percebes que um simples café pode ter (e tem) preços diferentes em função dos diferentes locais onde é vendido, da sua marca, da clientela, dos valores de arrendamento do espaço, etc, ou continuas a ser do contra apenas porque sim?...

Pá, ó Pé Leve, não percebes que isso é irrelevante para o caso em questão?

Não é o tipo de café que influencia a diferença de preço entre cá e lá.

Se isso acontecesse, e fazendo um exemplo bem simples, o café Delta num qualquer Café da comunidade portuguesa lá teria o mesmo preço que tem cá.

E já sei que não vais dar o braço a torçer, como de costume. Pois digo-te que devias mudar essa inflexibilidade. Todos nós dizemos asneiras de vez em quando.
 
eh!eh! da valorização do trabalho, ja se passou para a valorização do produto (!!!) [:D] [:D] [:D] [:D]


queria comentar algumas coisas do teu big topico de resposta ao Carlos, mas nao sei fazer citaçoes, de citaçoes multiplas....
E o produto não é um resultado do trabalho, esse que é mensurável?...
 
Pá, ó Pé Leve, não percebes que isso é irrelevante para o caso em questão?

Não é o tipo de café que influencia a diferença de preço entre cá e lá.

Se isso acontecesse, e fazendo um exemplo bem simples, o café Delta num qualquer Café da comunidade portuguesa lá teria o mesmo preço que tem cá.

E já sei que não vais dar o braço a torcer, como de costume. Pois digo-te que devias mudar essa inflexibilidade. Todos nós dizemos asneiras de vez em quando.
Mas quais asneiras?!... Pensa lá com calma e lê, lê o que esté escrito!

Estamos a falar no plano da análise das variáveis e escolheu-se, por exemplo, o café, entendes agora?... E se leste bem, como presumo, viste também que enunciei mais algumas variáveis do produto "café" que influenciam o respectivo preço final ao consumidor, certo?

A análise, desdobrando o raciocínio, permitirá, em última análise, verificar quais as variáveis que influenciam um preço final em diversos locais e de que forma esse preço final poderá estar, ou não, intrinsecamente relacionado com o preço do trabalho, ou, se quiseres, a forma como o mesmo se valoriza!

Parece-me que não é nenhum raciocínio difícil de fazer, mas...
 
Com um curso de economia aqui quase diário, há uma quase obrigação de haver evolução.

Digo eu [:D]


a ideia é fazer aqui no estaminé umas pós graduações em horario nocturno[:D] [:D] [:D]

P.S: recebe-se ao caracter[:p]

cumprimentos
 
Mas quais asneiras?!... Pensa lá com calma e lê, lê o que esté escrito!

Estamos a falar no plano da análise das variáveis e escolheu-se, por exemplo, o café, entendes agora?... E se leste bem, como presumo, viste também que enunciei mais algumas variáveis do produto "café" que influenciam o respectivo preço final ao consumidor, certo?

A análise, desdobrando o raciocínio, permitirá, em última análise, verificar quais as variáveis que influenciam um preço final em diversos locais e de que forma esse preço final poderá estar, ou não, intrinsecamente relacionado com o preço do trabalho, ou, se quiseres, a forma como o mesmo se valoriza!

Parece-me que não é nenhum raciocínio difícil de fazer, mas...

Ai que paciência eu tenho [:D] [;)]

Pé, o Carlos postou um raciocínio para explicar a diferença de preço entre o café em Aveiro e o café em Paris.

Tu respondeste logo que não era bem assim e começaste a falar que o tipo de café podia ser diferente e fazer variar o preço.

Ora dentro do raciocínio do Carlos (que responde a um "sector" da tua pergunta inicial "Como se valoriza o trabalho") a questão do tipo de café é irrelevante, tal como eu te disse.

Ninguém aqui está a dizer que o tipo de café não é mais um factor que influencia o preço, nem que o que estás a dizer não possa ser verdade.

Agora, dentro do tipo de raciocínio que o Carlos estava a expôr, isso é irrelevante.

É +/- a mesma coisa que alguém disser: "Os carros em França são mais baratos que em Portugal".

E tu responderes: "Não! Depende do tipo de carro. Existem carros em Portugal mais baratos do que outros que existem em França".

Negas uma coisa e argumentas essa negação com uma coisa completamente fora do contexto.

Percebes??? [:D]

És um confuso [:p] [;)]
 
A reacção do Pé Leve é típica numa sociedade em mutação. O desconhecimento sobre as coisas provoca este tipo de reacção.

Não me preocupa o Pé Leve, que até constitui uma personagem simpática e que vai sempre a jogo em qualquer discussão, mas sim a imensa maioria das pessoas que pelo facto de não perceberem, querem exibir os seus conhecimentos sobre o assunto de um modo pouco ortodoxo constituindo-se como factores de bloqueio ao conhecimento e progresso.

E compreendo que para o Pé Leve, tocar na Autoeuropa é um autêntico sacrilégio nos seus conceitos sobre a realidade económica no País.

Assim como a Renault, a GM, Citroen e outras, no seu tempo.

Em que depois de irem embora ou de reduzirem os seus efectivos, ninguém mais deu pela sua passagem. Além da imensa legião de desempregados.

Assim como nas altas tecnologias. Talvez o PL não se lembre que Portugal teve em Palmela uma das fábricas mais evoluídas tecnológicamente no seu tempo, que fabricava discos para a Control Data.

Talvez o PL não se lembre do grande centro de produção de componentes electrónicos que a Texas desenvolveu na Maia, onde mais tarde se associou a Samsung.

De um momento para o outro as empresas fecharam, e o que é que ficou? Uma grande capacidade para a concepção e fabrico de semi-condutores ou para desenvolver discos mais rápidos, com maior capacidade, fiáveis e a preços competitivos?

Não. Um grande e grosso não.

E é isto que espera os trabalhadores e famílias sobre a AE.

Porque toda a gente se verga ao poderio económico da VW, apenas e porque quer ter um emprego.

Eu entendo o PL. Afinal, como FP é apenas mais uma extensão do seu raciocínio.

Mas precisamos de algo de diferente. Onde possamos inovar e participar activamente na cadeia de valor.

E para perceber o que é isso, este País tem muita imaturidade. [;)] [:D]
 
Ai que paciência eu tenho [:D] [;)]

Pé, o Carlos postou um raciocínio para explicar a diferença de preço entre o café em Aveiro e o café em Paris.

Tu respondeste logo que não era bem assim e começaste a falar que o tipo de café podia ser diferente e fazer variar o preço.

Ora dentro do raciocínio do Carlos (que responde a um "sector" da tua pergunta inicial "Como se valoriza o trabalho") a questão do tipo de café é irrelevante, tal como eu te disse.

Ninguém aqui está a dizer que o tipo de café não é mais um factor que influencia o preço, nem que o que estás a dizer não possa ser verdade.

Agora, dentro do tipo de raciocínio que o Carlos estava a expôr, isso é irrelevante.

É +/- a mesma coisa que alguém disser: "Os carros em França são mais baratos que em Portugal".

E tu responderes: "Não! Depende do tipo de carro. Existem carros em Portugal mais baratos do que outros que existem em França".

Negas uma coisa e argumentas essa negação com uma coisa completamente fora do contexto.

Percebes??? [:D]

És um confuso [:p] [;)]
Ai o confuso sou eu?! Claro, só podia...

A pergunta é simples, embora mal articulada, tu é que a complicaste, ou pretendeste!... [:p] [:p]

E pensa num empregado de café em Aveiro e um mesmo empregado de café em Paris. O café em Aveiro custa 0.80€, em Paris 3.00€.

E o que é que torna o café mais caro em Paris? A lei da oferta e da procura? Não me parece.
Começa logo mal a pedir para se pensar num empregado de café em Aveiro e um mesmo empregado em Paris e, depois, sem qualquer nexo, fala apenas no preço do café, esquecendo a "variável" empregado...

Tudo bem, percebe-se que o que ele, no fundo, pretende, embora na construção frásica não lhe saia muito bem esse objectivo, é analisar o porquê do preço do café comparado entre dois locais distintos (mais uma vez o empregado não é necessário na equação).

A isso foi-lhe dada a resposta que tu, por alguma vontade louca de contrariar, por um lado, e apoiar, por outro, respondes elaborando um raciocínio no mínimo comprometido com uma ideia fixa, da qual não sais.

Os preços do café, vê se entendes de uma vez, resultam de um conjunto de factores inerentes à produção do mesmo e que têm que ver com aspectos relativos aos custos de produção e ao mercado a que se destina, sendo certo que, especulação e intermediários à parte, no produtor o café tem um valor mensurável também, por exemplo, em horas de trabalho para a sua realização.

Quando chega ao seu destino esse mesmo café já vai apresentar preços de venda distintos mercê de muitas condicionantes, algumas das quais que já referi mas a que não deste atenção, quiçá porque desprezas literatura de referência no tema Teoria do Valor do Trabalho (Adam Smith, David Ricardo e Karl Marx) e, assim, não aprendes qualquer coisinha... [:p]

Bem e esta comparação que fazes à justificação que dei...:
É +/- a mesma coisa que alguém disser: "Os carros em França são mais baratos que em Portugal".

E tu responderes: "Não! Depende do tipo de carro. Existem carros em Portugal mais baratos do que outros que existem em França".
...Nem parece tua, afinal és um gajo inteligente e não era expectável uma análise destas, tão fora da objectividade... [s)]

Lê, André, tu que até és um gajo porreiro e gostas de ler, de outro modo não te terias "metido" a tirar o curso que estás a tirar, lê coisas de pensadores de referência em termos económicos! Não te feches antecipadamente às ideias que tu presumes serem contrárias à tua ideologia, senão nunca terás a agilidade suficiente para comparar o que verdadeiramente acreditas com aquilo que, conhecendo bem, queres e podes rejeitar!

Tenho dito. [;)]
 
PL, dispenso o cházinho sobre economia. A sério [;)]

Até porque -francamente- não te considero capaz de me dares chás nesse domínio.

Porque, e desculpa dizer-te, conhecimentos económicos estão longe de ser o teu forte. São aliás a tua fraqueza. Desde as tuas soluções para a economia que me arrepiam muitas vezes de tão sovieticamente inspiradas são.

Quem está fechado perante a vida não sou eu nem o Carlos, nem outro membro qualquer.

Nunca te vemos admitir que estavas errado. Tens uma ideia, queres discuti-la (acho isso muito bom, atenção [;)]) mas no final temos todos que chegar à tua conclusão.

E por isso é que um membro te explica A e tu negas A metendo ao barulho B, complicando e pondo confusão ao barulho.
 
O teu problema Pé Leve, é fazeres juízos de valor, não pelas idéias, mas apenas por aquilo que o teu interlocutor parece ser. [:D]

Daí eu achar imensa piada ao Larch, que dizia que tinha 15 anos e que vos enrolava a todos. E assim por diante. [:)]

Deu para perceber que não entendeste puto dos argumentos utilizados. Aliás, este exemplo do empregado de café não foi criado por mim, mas por um dos pensadores deste século. Eu apenas assisti (e paguei) para ouvir alguém com quem se pode aprender.

Mas tu ficas-te na tua AE e no teu raciocínio de FP.

Fica bem, mas não será por muito tempo. [:p] [:p]
 
PL, dispenso o cházinho sobre economia. A sério [;)]

Até porque -francamente- não te considero capaz de me dares chás nesse domínio.

Porque, e desculpa dizer-te, conhecimentos económicos estão longe de ser o teu forte. São aliás a tua fraqueza. Desde as tuas soluções para a economia que me arrepiam muitas vezes de tão sovieticamente inspiradas são.

Quem está fechado perante a vida não sou eu nem o Carlos, nem outro membro qualquer.

Nunca te vemos admitir que estavas errado. Tens uma ideia, queres discuti-la (acho isso muito bom, atenção [;)]) mas no final temos todos que chegar à tua conclusão.

E por isso é que um membro te explica A e tu negas A metendo ao barulho B, complicando e pondo confusão ao barulho.

O teu problema Pé Leve, é fazeres juízos de valor, não pelas idéias, mas apenas por aquilo que o teu interlocutor parece ser. [:D]

Daí eu achar imensa piada ao Larch, que dizia que tinha 15 anos e que vos enrolava a todos. E assim por diante. [:)]

Deu para perceber que não entendeste puto dos argumentos utilizados. Aliás, este exemplo do empregado de café não foi criado por mim, mas por um dos pensadores deste século. Eu apenas assisti (e paguei) para ouvir alguém com quem se pode aprender.

Mas tu ficas-te na tua AE e no teu raciocínio de FP.

Fica bem, mas não será por muito tempo. [:p] [:p]
Meus caros e jovens amigos, também eu, em tempos, e atendendo ao meu desempenho na vida (...), considerava que nada mais tinha a aprender com os demais e achava que todos os que pensavam de forma diferente só podiam estar errados! Síndrome dos bem sucedidos...

Errado.

Hoje, muitos anos depois e após perceber muita coisa que só o percurso na vida e os anos trazem, compreendi que temos todos razão no que defendemos, sempre e quando estejamos plena e fundamentadamente convencidos disso mesmo e seja essa a forma de pugnarmos por aquilo que somos e que queremos da vida, para nós próprios e para os que nos rodeiam.

De outro modo estaremos completamente errados se só virmos (ou imaginarmos), egoisticamente, a pequenina sombra que o nosso umbigo talvez faça.

Há sempre "um clube" a defender, percebamos, ou não, isso mesmo!...

Não espero, do que tenho visto, que compreendam, já, estas minhas palavras. Mas, aqui fica o pedido, façam um copy paste do que eu estou a dizer agora e guardem! Daqui a uns tempos lembrar-se-ão do que defendo e entenderão plenamente do porquê disso mesmo.

É que eu, meus caros, apesar de defender veementemente a minha forma de estar, de ser e de pensar, não defendo o mal dos outros para eu estar bem... [;)]
 
Meus caros e jovens amigos, também eu, em tempos, e atendendo ao meu desempenho na vida (...), considerava que nada mais tinha a aprender com os demais e achava que todos os que pensavam de forma diferente só podiam estar errados! Síndrome dos bem sucedidos...

Em tempos? [;)]

Mas tu ainda não percebeste que aqui -como sempre- não consegues admitir que outra pessoa está certa?

Enunciados genéricos de que "aprendo com toda a gente" e prática nula, não valem :)
 
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