Confrontos em Paris

Tens de ter mais humildade e perceber que não és o rei conhecedor do mercado português. Os conceitos e regras que falam não são aplicados de forma linear em todos os mercados.
Já te disse noutro tópico, atenta no que o topolino e outros users mencionam, isto é PT, não é os USA.

.

O mercado português e igual a qualquer outro mercado numa sociedade de economia de mercado.
Não existe diferença nenhuma, tudo se resume a lei da oferta e da procura (empresa e trabalhadores) e competividade.

É algo tão simples mas tão difícil de entender para o português comum.
Mais uma vez o resultado está à vista, e coloco de novo tabela de salários médios líquidos para o choque da realidade.

A pobreza e uma inevitabilidade enquanto não mudarmos de mentalidade.
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Oh prelude mas não a ver com isso. Tem a ver com outros factores, que vão contra a lógica que tu mencionas ( e bem ! ) .
Pronto mas o Hecho e o Topolino já te explicaram isso inclusive noutro topico, não vou estar a repetir.

Traz os trabalhadores dos USA, da Alemanha ou da Holanda para uma qualquer emprezazeca que muitas vezes nem as regras de segurança cumpre, e depois vais ver a bela produtividade deles.
 
Ora ai está uma grande verdade. Aliás os Portugueses trabalham tão bem ou melhor que os alemães por exemplo, e são muito mais flexíveis.

O problema nunca foram os trabalhadores, o problema é muito mais complexo que isso, aliás basta ver exemplos bem conhecidos nacionais : fábricas de moldes da Marinha Grande, Auto Europa, fábricas de bicicletas do centro e norte ( e a primeira fábrica de carbono na europa ), etc

A falta de produtividade que se fala é tudo treta, existe muita produtividade em Portugal, mas depois também existe muito chico espertismo e o facto da generalidade das firmas existentes serem familiares e pequenas, onde se paga pouco, mas o dono tem vários mercedes e várias casas...
 
Obviamente desconheces por completo o que dizes. Se assim fosse a China estaria atrás da Índia e Paquistão.

Vivi lá 3 anos e até ao COVID ia com muita frequência em trabalho, sei bem do que falo.
E os resultados estão a vista.

Mas um dos pontos que o Topolino referiu é verdade. Os chineses são muito complicados para colaborar, especialmente os de Pequim em relação a Shanghai. Um dos factores do sucesso da China é a competitividade/ rivalidade. e.g., cada província quer ser melhor do que a outra, seja na saúde, nas nossas tecnologias, universidades, etc…
 
O mercado português e igual a qualquer outro mercado numa sociedade de economia de mercado.
Não existe diferença nenhuma, tudo se resume a lei da oferta e da procura (empresa e trabalhadores) e competividade.

É algo tão simples mas tão difícil de entender para o português comum.
Mais uma vez o resultado está à vista, e coloco de novo tabela de salários médios líquidos para o choque da realidade.

A pobreza e uma inevitabilidade enquanto não mudarmos de mentalidade.
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era interessante ver em que lugar estavamos quando o PS entou para o poder em 1995, o problema do pais é so um, chama-se PS....
 
Mas um dos pontos que o Topolino referiu é verdade. Os chineses são muito complicados para colaborar, especialmente os de Pequim em relação a Shanghai. Um dos factores do sucesso da China é a competitividade/ rivalidade. e.g., cada província quer ser melhor do que a outra, seja na saúde, nas nossas tecnologias, universidades, etc…
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Ora ai está uma grande verdade. Aliás os Portugueses trabalham tão bem ou melhor que os alemães por exemplo, e são muito mais flexíveis.

O problema nunca foram os trabalhadores, o problema é muito mais complexo que isso, aliás basta ver exemplos bem conhecidos nacionais : fábricas de moldes da Marinha Grande, Auto Europa, fábricas de bicicletas do centro e norte ( e a primeira fábrica de carbono na europa ), etc

A falta de produtividade que se fala é tudo treta, existe muita produtividade em Portugal, mas depois também existe muito chico espertismo e o facto da generalidade das firmas existentes serem familiares e pequenas, onde se paga pouco, mas o dono tem vários mercedes e várias casas...
Isso é contos de embalar, não correspondem minimamente á realidade desculpa.
Se fosse obviamente a nossa realidade seria diferente.
Fábrica de moldes, é uma indústria que temos alguma competencia e somos competitivos sem dúvida mas e então?
É um mercado de pequenas e médias empresas com facturação irrisória a nível global e de um nível de complexidade médio.
Fábrica de bicicletas? É isso que nós vai tornar um país próspero?

Vivemos na ilusão, temos a melhor PJ do mundo, o melhor SNS do mundo, o melhor bolo do mundo,o melhor jogador da bola do mundo, o maior clube de futebol do Mundo etc.

No fim do dia temos médios salarios equivalentes ao dos chineses .
Enquanto os portugueses não puderem na cabeça que eu preciso mudar e muito vamos continuar a pedir esmolas a união europeia durante décadas.
 
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Agora é que tocaste na ferida, pensamento típico do português.
Em vez de ser um profissional que assinou um contrato de trabalho com a entidade patronal em que consiste na troca de trabalho em troca de um valor acordado, não faz o mínimo pq acha que é mal pago.

E pior ainda, em vez de trabalhar para poder ser reconhecido e recompensado ou entre procurar alternativa, faz birra e não produz.

Obviamente o resultado é um país pobre.

Estás a partir do pressuposto de que o valor da força de trabalho é um valor acordado e que ambos os lados ficam satisfeitos com o acordo.
Errado, completamente errado. É um valor unilateralmente fixado pelos capitalistas, à conta da vantagem que lhes dá o exército industrial de reserva: um excedente de "gado humano" disponível em relação à totalidade do gado utilizado. É evidente que os capitalistas aproveitam logo pra fixar o preço no mínimo de sobrevivência, ou até abaixo, se não existisse lei de salário mínimo, tavas à espera de quê. E quem torcer o nariz já sabe: "vês ali aqueles todos à espera do teu lugar"?
É por isso que a penúria de mão de obra é a melhor notícia que podem dar a quem vive de um salário. É a única oportunidade pra os sindicatos entrarem e fazerem o trabalhinho de sapa deles pra forçar a alta de salários - ou te chegas à frente e pagas o que a gente quer receber, e recebe mesmo muito mais quando emigra desta pocilga, ou então já sabes, não tens nada, tão simples como isso.
Dizia a gaja da confraria dos hoteleiros e do turismo que fizeram um upgrade do camandro, subidas salariais de 8%, vejam lá bem, como se isso fosse o supra sumus da generosidade, e nem assim arranjam. Não arranjam porque oferecem salários mixuruca, estabilidade zero, e exigem horários alargados e inconvenientes. É evidente que na primeira oportunidade os mandam bugiar, mais os "generosos salários".
Quando não consegues arranjar por aquilo que estás disposto a pagar, já sabes: o defeito está sempre em ti. O mercado tem sempre razão.
 
Estás a partir do pressuposto de que o valor da força de trabalho é um valor acordado e que ambos os lados ficam satisfeitos com o acordo.
Errado, completamente errado. É um valor unilateralmente fixado pelos capitalistas, à conta da vantagem que lhes dá o exército industrial de reserva: um excedente de "gado humano" disponível em relação à totalidade do gado utilizado. É evidente que os capitalistas aproveitam logo pra fixar o preço no mínimo de sobrevivência, ou até abaixo, se não existisse lei de salário mínimo, tavas à espera de quê. E quem torcer o nariz já sabe: "vês ali aqueles todos à espera do teu lugar"?
É por isso que a penúria de mão de obra é a melhor notícia que podem dar a quem vive de um salário. É a única oportunidade pra os sindicatos entrarem e fazerem o trabalhinho de sapa deles pra forçar a alta de salários - ou te chegas à frente e pagas o que a gente quer receber, e recebe mesmo muito mais quando emigra desta pocilga, ou então já sabes, não tens nada, tão simples como isso.
Dizia a gaja da confraria dos hoteleiros e do turismo que fizeram um upgrade do camandro, subidas salariais de 8%, vejam lá bem, como se isso fosse o supra sumus da generosidade, e nem assim arranjam. Não arranjam porque oferecem salários mixuruca, estabilidade zero, e exigem horários alargados e inconvenientes. É evidente que na primeira oportunidade os mandam bugiar, mais os "generosos salários".
Quando não consegues arranjar por aquilo que estás disposto a pagar, já sabes: o defeito está sempre em ti. O mercado tem sempre razão.
Analisa as tabelas que coloquei em cima, procura pela Venezuela e Cuba.
Não vais encontrar, fica-te por Portugal e China.
Não olhes para cima, no topo tens Suiça e EUA, ainda tens um ataque de pânico.
Depois volta a essa realidade paralela em que vives.
 
O português e preguiçoso e odeia trabalhar.
Cumpre com a lei do menor esforço possível.
Quem vai para fora é porque não está resignado e faz por conseguir atingir objetivos.

Mas atenção, há muitas excepções nos subúrbios de Londres encontrei zonas de portugueses que são uns parasitas da sociedade.

O tuga trabalha mal que é diferente de trabalhar pouco.
 
O tuga trabalha mal que é diferente de trabalhar pouco.
Trabalhar muitos é ficar no escritório á espera que chefe saía no fim do dia?
Trabalhar muito e chegar ao trabalho, ir beber o cafezinho da praxe e ficar a falar dos jogos da bola do dia anterior?
E as pausas para o cigarrinho que não duram menos de 15 minutos com 2 dedos de conversa.
Trabalhar muito é tirar mais de 1 hora para almoço, e não poucas as vezes regado com um tinto?
É só andar por Lisboa ou outra cidade e ver restaurantea e cafés a abarrotar á hora de almoço.
Trabalhar muito é ficar prolongar tarefas para se transmitir a ideia que se está muito ocupado?

Haveria de ser criar um Erasmus para trabalhadores no mercado europeu, passar 1 ano numa outra realidade para se ter noção do porquê da produtividade e baixos salários serem a realidade Portuguesa.

Os dados falam por si, só não vê quem não quer.
 
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Mas um dos pontos que o Topolino referiu é verdade. Os chineses são muito complicados para colaborar, especialmente os de Pequim em relação a Shanghai. Um dos factores do sucesso da China é a competitividade/ rivalidade. e.g., cada província quer ser melhor do que a outra, seja na saúde, nas nossas tecnologias, universidades, etc…

O fator de sucesso da CHINA é muito simples, chama-se educação.

Os estudantes chineses e asiáticos em geral são mais produtivos do que todos os outros.

As familias são muito exigentes e isso faz toda a diferença. Enquanto europeus andam procupados com o que uma autista diz, os chineses já estão 20 anos à frente.
 
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Trabalhar muitos é ficar no escritório á espera que chefe saía no fim do dia?
Trabalhar muito e chegar ao trabalho, ir beber o cafezinho da praxe e ficar a falar dos jogos da bola do dia anterior?
Trabalhar muito é tirar mais de 1 hora para almoço, e não poucas as vezes regado com um tinto?
Trabalhar muito é ficar prolongar tarefas para se transmitir a ideia que se está muito ocupado?

Haveria de ser criar um Erasmus para trabalhadores no mercado europeu, passar 1 ano numa outra realidade para se ter noção do porquê da produtividade e baixos salários serem a realidade Portuguesa.

Os dados falam por si, só não vê quem não quer.

Em todos os países onde há muitos tugas, somos conhecidos por sermos bons trabalhadores. O tuga trabalha muito e é muito esforçado, é um facto.

O país é pobre por causa da falta de civismo (que afeta toda população) e por falta de qualidade do tecido empresarial.
 
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