Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Ho André, mas uma coisa é consequência da outra.
Se já partilhaste uma sala de espera de um hospital com esse tipo de pessoa, sabes que é assim.
Tal como com qualquer pessoa que não sofra consequências por determinado tipo de comportamento.
Repara nas elites políticas por ex.
É a mesma relação com a lei/consequência.
 
A ver se nos entendemos: tu começaste a tua opinião criticando o facto de na cobertura jornalística não se dizer que foi uma cigana.

Agora já falas em conversa de tasco.

Pode ser o que tu quiseres, somos livres.

Pois foi porque é verdade e acho que é relevante.
O que eu quis dizer é que se calhar não falaria do assunto nesse termos em público.
 
Mas qual autocensura para parecer bem?

mais uma vez, ser cigana altera o quê no que aconteceu?

No que aconteceu não altera nada, porque já aconteceu e o tempo não volta para trás, mas com certeza altera para futuro ou pelo menos deve alterar.
Acho que não são precisos dados estatísticos para confirmar que estas situações têm uma probabilidade de acontecer com esta etnia 10 ou 20 vezes maior que com o resto da população, logo devem ser tomadas medidas para evitar no futuro, e por isso é importante saber a etnia, porque os médicos e seguranças (que têm medo desta etnia já agora) devem estar precavidos de futuro.

Um pouco off topic, mas acho que quem viu a noticia na TV como eu, 100% das pessoas pensaram, foram ciganos, mesmo não sendo mencionada na reportagem. E passados umas horas confirmou-se.
 
Vejam bem que tipo de gente são estes socialistas. Este caceteiro desavergonhado que faliu o País em 2009 e que ae prepara para repetir a proeza brevemente, que não se lhe conhece qualquer obra ou rasgo diferenciador, fala para uma plateia e afirma isto:

https://jornaleconomico.sapo.pt/not...esas-portuguesas-529914#.Xgacx2FgTLo.facebook

“Eu quero que os doutorados tragam mais qualidade para a gestão”, afirmou o ministro, na sessão de encerramento do 8.º Fórum Anual de Graduados Portugueses no Estrangeiro (GraPE 2019), que decorreu no Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra.
 
Ho André, mas uma coisa é consequência da outra.
Se já partilhaste uma sala de espera de um hospital com esse tipo de pessoa, sabes que é assim.
Tal como com qualquer pessoa que não sofra consequências por determinado tipo de comportamento.
Repara nas elites políticas por ex.
É a mesma relação com a lei/consequência.

Continuo a dizer que discutir estes problemas na base do "quem" é uma manobra de distração onde se acaba a fugir ao essencial.

As experiências pessoais valem o que valem.

Eu, por exemplo, em mais de 10 anos a trabalhar no SNS posso dizer-te que os maiores problemas de violência que tive/vi pessoalmente não foram com ciganos. Mas isso vale o quê? Vale zero, é a minha experiência pessoal e não significa que seja maioritária. Curiosamente foram mesmo com tugas branquinhos que podíamos classificar como o clássico "white trash" ou até com gente supostamente diferenciada e com instrução superior e que acha que chega e tem um tapete vermelho e pode passar à frente de toda a gente porque é conhecida de sicrano e beltrano. Vale o que vale.

O que te posso dizer é que as administrações hospitalares pouco ou nada fazem para proteger os profissionais deste tipo de problemas. Ninguém quer saber e é oficialmente um "não-problema". Quando acontece alguma coisa, tu és a menor das preocupações, o que conta é apenas o que sai cá para fora ou o que a CMTV sabe. E isso diz tudo da postura e modus operandi.

Tudo aliás começa na forma como a arquitectura dos Serviços de Urgência ou zonas de Consulta é (mal) desenhada e que se traduz em gabinetes que são autênticas armadilhas onde se alguém te entra por ali a única saída está do lado deles e ficas "preso". Não há botões de pânico, não há forma rápida (ou discreta!) de pedires ajuda.

Passa pela passividade com a equipa de seguranças está nas urgências (são as indicações que têm, eles não querem problemas) e a completa inexistência de proactividade na gestão de doentes à partida problemáticos (que entram etanolizados ou sob efeito de estupefacientes vários, por exemplo) e que são deixados por ali sem qualquer controlo, à tua responsabilidade.

Eu podia contar-te as histórias das minhas colegas e do medo que têm quando estão às 3 da manhã a ver manfios numa sala com apenas 1 porta, onde o segurança está em parte incerta e onde os auxiliares também se puseram a milhas. Ou como têm que lidar com os engraçadinhos e os machos tugas que espalham pausa nos serviços de urgência.

Mas isso de nada importa.

Porque o que importa é dizer que foi uma cigana que agrediu a médica de Setúbal.

Essa é a preocupação primordial e o combustível das preocupações.

Siga.
 
Concordo inteiramente

Os velhos vão-nos fazer a folha com os seus esquemas.

Ou o sistema de pensoes implode, e ai lixa-se tudo por igual, ou então talvez seja bom por algum dinheiro fora daqui, como se faz na américa latina.

Eu também acho que o sistema devia ter um componente, até maioritário, de capitalização individual.

Agora, enquanto não o tiver, o que vai acontecer com estes espertos é que daqui a 30 ou 40 anos, vão chegar à reforma e ter uma pensão de miséria e mal vão conseguir sobreviver com ela. E o que vai acontecer?

Eu digo-te o que vai acontecer. Vais continuar a ter aumentos administrativos decretados por políticos à caça do voto desta gente e impostos dirigidos a aumentar este tipo de pensões baixas porque os espertos passaram a vida a, conscientemente, fugir às contribuições para a SS. Mas agora, mal feito, são uns coitadinhos e que têm ser protegidos por todos.

E se eu posso perdoar isso na geração dos nossos avós (dado o contexto do país), já me custa aos nossos pais que já sabiam perfeitamente as regras (e que mesmo assim são beneficiados com as anteriores fórmulas de cálculo pré-2006). Mas a minha geração continuar nesse modus operandi é, a meu ver, um ultraje.

Mas mais uma vez ninguém fala desta "bomba" de accionamento retardado. Toda a gente já está naquela que o sistema implode antes para todos, quanto menos descontar, melhor. E ainda se auto-satisfazem com esse pensamento. É bem.
 
Acrescenta-lhe a ininteligível decisão de chamar a si a liderança da bancada parlamentar.
Um verdadeiro compêndio de mas práticas de gestão da sua imagem e da liderança de um partido que precisa de se demarcar da social democracia de esquerda

Até me tinha esquecido dessa atitude de génio. Só prova que ele concentra tudo nele. Provavelmente não confia nos que tem à sua volta mas se é o caso com quem formaria ele um governo? Independentes?
 
Uma coisa(das muitas) que eu gosto na Alemanha, é que terrenos abandonados, principalmente na cidade, qualquer pessoa/grupo pode fazer um projecto, de reabilitação do espaço, desde que não tenha fundações ou construção permamente, e se a camara autorizar, o espaço é cedido a custo zero por X tempo. O proprietário não perde o terreno, mas se quiser reaver o terreno tem que apresentar um projecto ou ter algo concreto senão não pode desocupar quem lá está.

E isto tem permitido nas cidades alemãs aparecer projectos alternativos e muito interesante mesmo centro das cidades.. num dos projectos meteram um barco no terreno e agora é um restaurante todo in, noutros uns contentores e carruagens de metro e agora é uma discoteca etc etc.
 
Um das coisas(das muitas) que eu gosto no UK é que têm um sistema de SS à prova de futuro.

Todos os salários acima de 166 libras/semana pagam a contribuição NI (National Insurance).

Até 962 libras/semana pagam 12%, acima 2%.

A pensão está plafonada em cerca de 168 libras por semana para todos e os aumentos futuros estão estipulados na lei e independentes de eleitoralismos circunstanciais. Serão actualizadas de acordo com o valor mais alto entre: a percentagem média de aumento de salários em cada ano, a inflação de acordo com o CPI (índice de preços consumidor) e um máximo de 2.5% (em qualquer circunstância).

Isto dá uma pensão pouco mais de 700 libras por mês. Se pensarem no salário médio do UK (cerca de 36.5k libras/ano para full-time; cerca de 3000 libras/mês), é bem abaixo.

Queres ter uma melhor pensão?

A tua empresa tem um fundo de pensões próprio (e descontas para ele, portanto reduz-te o salário). A maioria tem e um dos critérios na procura de emprego é esse.
Ou tratas tu do teu PPR como quiseres.
Ou não tratas e vives no limiar da indigência no futuro.

E para os anti-FP do tópico, fiquem a saber que este país socialista chamado Reino Unido contempla esquemas de pensões próprios para os diversos public servants. Por exemplo, o do SNS deles é dos melhores [:p] (desconto -além do NI- varia entre 5 a 14.5% do salário e o NHS/empregador desconta ainda quase 21%).

Mind blowing. Que antro de socialismo este UK [:)]
 
Uma das coisas que eu gosto em Portugal é esta capacidade que temos de querer mudar tudo, desfazer o que foi feito mesmo quando funciona. Basta mudar o governo e tudo muda a seguir.
Assim nunca há monotonia. Só impostos...
 
Uma das coisas que eu gosto em Portugal é esta capacidade que temos de querer mudar tudo, desfazer o que foi feito mesmo quando funciona. Basta mudar o governo e tudo muda a seguir.
Assim nunca há monotonia. Só impostos...

Na realidade em Portugal nada se muda! Não funciona! Não saímos da cepa torta! Andamos há mais de 40 anos a marcar passo!

A este povo de velhos do Restelo, basta acobardá-lo dando a entender que toda a mudança será para pior, para que o sistema permaneça imutável!
 
Basta mudar o governo e tudo muda a seguir.

Em termos de organização dos governos, uma das piores coisinhas a explicar muita da falta de continuidade nas políticas, falta de estabilidade do Estado e das suas decisões mas também a falta de eficiência é o facto dos partidos, em que o PS é exímio, trazerem a família toda mal chegam ao poleiro com desculpas de confiança política e afins.

Fica tudo cheio de boys e girls, em todo o lado, confundindo-se governo com Estado! Um conceito que os socialistas nunca entenderam como diferente e nunca vão entender.

Do gabinete do PM, a toda e qualquer secretaria de Estado e chegando às direcções altas e intermédias de qualquer ministério é tudo infestado.

Países civilizados na Europa do Norte, mesmo até França desde o Napoleão, nada disso acontece.

Num Reino Unido ou numa Dinamarca, até as secretárias do PM são funcionárias públicas de carreira e não andam a mudar. Há uma independência na função e a noção que esses técnicos e pessoal de apoio deve ultrapassar governos, conhece melhor os dossiers, os protocolos, etc. Há uma continuidade. Os políticos trazem um ou outro assessor do partido mas tudo o resto é mantido e ai dos que se puserem a infestar aquilo com amigos e gente próxima.

Nem falo na forma de governance desses países onde são os think thanks a consubstanciar todas as decisões políticas e nada se fazendo sem estar estruturado por pareceres técnicos independentes.

Aqui é o que se sabe.

Depois anda-se sempre a mudar tudo e a começar de novo.

Não é por acaso. É o nosso africanismo de subdesenvolvimento no seu esplendor.

E que se repete pelo país nas empresas como bem sabemos. O nepotismo está completamente enraizado e o pior é que o Estado dá o pior dos exemplos.
 
Última edição:
Vejam bem que tipo de gente são estes socialistas. Este caceteiro desavergonhado que faliu o País em 2009 e que ae prepara para repetir a proeza brevemente, que não se lhe conhece qualquer obra ou rasgo diferenciador, fala para uma plateia e afirma isto:

https://jornaleconomico.sapo.pt/not...esas-portuguesas-529914#.Xgacx2FgTLo.facebook

“Eu quero que os doutorados tragam mais qualidade para a gestão”, afirmou o ministro, na sessão de encerramento do 8.º Fórum Anual de Graduados Portugueses no Estrangeiro (GraPE 2019), que decorreu no Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra.

Eu quando li isso fiquei completamente estupefacto.
Doutorados para a gestão?
Que confusão naquela cabeça... Um doutoramento, mesmo em gestão, não serve para gerir empresas. Os doutoramentos servem para aprofundar e investigar assuntos específicos.
A gestão é a área mais generalista que pode existir o oposto do que se espera dum doutorado.
 
O sapateiro ministro dos estrangeiros -que nem Inglês sabe falar e que faz passar vergonhas completas à diplomacia portuguesa - a falar em falta de formação alheia.

Socialistas, what else.
 
Mas em termos de talentos para o spin, o ministro do Ambiente já mércia um doutoramento.[:D]

A pinta como deu a volta ao assunto do desalojamento das pessoas que vivem em locais inundáveis é de se lhe tirar o chapéu. Eu já começo a ver nele um hipotético novo líder socialista.
 
Uma Senhora cigana entra num consultório dum hospital, dá uma carga de porrada numa médica de tal forma que esta precisa de ser operada à pálpebra.
Segundo o "fascista-de-extrema-direita" deputado Ventura , esta situação é inadmissível e grave e a cigana deveria passar as noite na prisão ( no mínimo). Os familiares e deveriam ser identificados e constituídos arguidos por cumplicidade.

A notícia passa quase despercebida e omite-se a etnia da cigana que seguiu tranquilamente para casa a aguardar julgamento. Na RTP até justificam o acto com o facto da médica não ter dado prioridade à cigana, coitada, foi injustiçada por esta médica malvada.

Tudo culpa do Passos. Obviamente.

É o que temos.

Com o CHEGA a legislar podem ter a certeza de uma coisa: esta senhora já estaria numa qualquer penitenciária do país e a tal família que estava a assistir já estava a pagar os tratamentos desta médica.Mas quem é que vai pagar? Todos nós! Onde está a agressora? Em liberdade!

https://twitter.com/PartidoCHEGA/status/1210654897873596417
 
Com o CHEGA a legislar podem ter a certeza de uma coisa: esta senhora já estaria numa qualquer penitenciária do país e a tal família que estava a assistir já estava a pagar os tratamentos desta médica.Mas quem é que vai pagar? Todos nós! Onde está a agressora? Em liberdade!

https://twitter.com/PartidoCHEGA/status/1210654897873596417

Portanto, com o Chega a legislar temos:
- prisão efectiva para qualquer pessoa que agrida fisicamente outra (vamos construir quantas prisões e alargar todas as celas das esquadras deste país para lidar com as centenas de pessoas que agridem outras todos os dias?).
- pagamento, por parte de familiares, de tratamentos por agressões cometidos por um membro da família (mas só se se assistir à agressão?)?

É isto, não é?

Bolas que isto de governar com pulso é mesmo fácil. Nem se percebe como estes problemas não são já imediatamente resolvidos [:D]
 
Eu também acho que o sistema devia ter um componente, até maioritário, de capitalização individual.

Agora, enquanto não o tiver, o que vai acontecer com estes espertos é que daqui a 30 ou 40 anos, vão chegar à reforma e ter uma pensão de miséria e mal vão conseguir sobreviver com ela. E o que vai acontecer?

Eu digo-te o que vai acontecer. Vais continuar a ter aumentos administrativos decretados por políticos à caça do voto desta gente e impostos dirigidos a aumentar este tipo de pensões baixas porque os espertos passaram a vida a, conscientemente, fugir às contribuições para a SS. Mas agora, mal feito, são uns coitadinhos e que têm ser protegidos por todos.

E se eu posso perdoar isso na geração dos nossos avós (dado o contexto do país), já me custa aos nossos pais que já sabiam perfeitamente as regras (e que mesmo assim são beneficiados com as anteriores fórmulas de cálculo pré-2006). Mas a minha geração continuar nesse modus operandi é, a meu ver, um ultraje.

Mas mais uma vez ninguém fala desta "bomba" de accionamento retardado. Toda a gente já está naquela que o sistema implode antes para todos, quanto menos descontar, melhor. E ainda se auto-satisfazem com esse pensamento. É bem.

Sim, concordo totalmente.

A vitimização em Portugal costuma compensar.

Resta-nos estudar alternativas de tentar minimizar o estrago nas nossas contribuições, quer passando algumas temporadas no exterior ou com outros métodos.
 
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