Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Portanto, com o Chega a legislar temos:
- prisão efectiva para qualquer pessoa que agrida fisicamente outra (vamos construir quantas prisões e alargar todas as celas das esquadras deste país para lidar com as centenas de pessoas que agridem outras todos os dias?).
- pagamento, por parte de familiares, de tratamentos por agressões cometidos por um membro da família (mas só se se assistir à agressão?)?

É isto, não é?

Bolas que isto de governar com pulso é mesmo fácil. Nem se percebe como estes problemas não são já imediatamente resolvidos [:D]

Foste o primeiro a falar aqui em agravamento de penas para quem agredir funcionários do estado.
 
Em Portugal o crime compensa porque a percentagem da população que os comete é enorme. E depois as ameaças são não credíveis (desculpem a linguagem à RR)
Há sempre 1 amnistia fiscal, há sempre 1 plano para repatriar os rendimentos no exterior "no questions asked", há sempre 1 figura jurídica a invocar, um recurso até nao sei onde...

Passei a minha vida sem ter apoio nenhum na escola quando os filhos dos empreiteiros e os filhos dos trolhas ou dos emigrantes tinham escalão A. E hoje em dia isto continua. É nos escalões das escolas, é na mensalidade dos infantários..

Ainda há muita coisa paga em cash ou uma grande parte paga em cash de maneira a continuar elegível à factura da sorte por isso ainda há muito saco azul para pagar por baixo da mesa. Tenho 1 amigo que vende balanças e registadores e ainda é mato esta pratica.

Conheço varias pessoas desde trolhas a electricistas ou empregados de mesa ou de escritório que se gabam de receber por baixo da mesa para não pagarem impostos e continuarem a ter subsídios.

E sempre me revoltou porque o meu pai sempre trabalhou para uma empresa "grande" que depois acabou por falir em que tudo aparecia na folha salarial. Horas extra, feriados, sábados, domingos.. tudo.

E como tudo isto me chateia muito assim que pude bazei. Fui para o estrangeiro.

Sim, concordo totalmente.

A vitimização em Portugal costuma compensar.

Resta-nos estudar alternativas de tentar minimizar o estrago nas nossas contribuições, quer passando algumas temporadas no exterior ou com outros métodos.
 
Não vejo qualquer problema em debater o assunto descrevendo que se trata de uma cigana. Era o que mais faltava agora eu ter que me autocensurar para parecer bem.

É cigana sim e é relevante que se diga. Não é um problema pontual ou acaso. Ciganos em hospitais geram sempre confusões e sabes bem disso.

Portanto, com o Chega a legislar temos:
- prisão efectiva para qualquer pessoa que agrida fisicamente outra (vamos construir quantas prisões e alargar todas as celas das esquadras deste país para lidar com as centenas de pessoas que agridem outras todos os dias?).
- pagamento, por parte de familiares, de tratamentos por agressões cometidos por um membro da família (mas só se se assistir à agressão?)?

É isto, não é?

Bolas que isto de governar com pulso é mesmo fácil. Nem se percebe como estes problemas não são já imediatamente resolvidos [:D]

Não fazer tábua rasa da página anterior (o Pastis foi razoavelmente explícito), ou há aí um pequeno lápis azul em potência, Andre?
 
Foste o primeiro a falar aqui em agravamento de penas para quem agredir funcionários do estado.

eu fui mas não vejo nenhuma proposta nesse sentido. Vejo apenas uma bujarda, inconsequente e digna de qualquer comentário sobre o assunto numa qualquer tasca deste país. E isso não é política e qualquer agente político devia ter vergonha de fazer política desta maneira leviana e que mais não é que um aproveitamento.

P.S. Pode surpreender-te mas aquela médica não é muito provavelmente -dada a natureza contratual dos últimos anos-, funcionária do Estado, mesmo até se tiver um contrato a tempo indeterminado. Nem por aí conseguias responder ao problema.
Mais ainda te digo. Se ela por acaso for uma tarefeira, nem sequer o hospital se responsabiliza por o que quer que seja num âmbito da prestação de serviços e remete tudo para o seguro de acidentes pessoais dessa médica.
 
"(...)A OM pede também uma intervenção "mais assertiva das autoridades judiciais nestes casos e que o Ministério da Saúde tenha uma intervenção rápida e urgente", com medidas e políticas concretas que permitam prevenir este tipo de situações e devolver aos profissionais e aos utentes "um SNS em que o respeito, a confiança, a segurança e a qualidade imperem em todas as suas vertentes".

"Corremos o risco de termos cada vez menos profissionais disponíveis para trabalhar em contextos exigentes como o serviço de urgência", aponta Miguel Guimarães, lembrando que "a qualidade e a segurança clínica também podem ser afetadas pelos contextos de pressão excessiva". (...)

Segundo noticia este sábado o Correio da Manhã, a médica, de 65 anos, foi esbofeteada e espancada e teve de ser operada a um olho depois de ter sido agredida por uma mulher de 25 anos, que acabou por ficar em liberdade. O caso aconteceu na Urgência do Hospital de São Bernardo, Setúbal. A agressão, de acordo com o jornal, resultou do facto de a médica ter informado a agressora de que não estava grávida e que, por isso, poderia aguardar pelo exame na sala de espera."

Caso da médica agredida: Ordem exige “intervenção urgente” do Governo e do Ministério Público

Bujarda.
 
Portanto, com o Chega a legislar temos:
- prisão efectiva para qualquer pessoa que agrida fisicamente outra (vamos construir quantas prisões e alargar todas as celas das esquadras deste país para lidar com as centenas de pessoas que agridem outras todos os dias?).
- pagamento, por parte de familiares, de tratamentos por agressões cometidos por um membro da família (mas só se se assistir à agressão?)?

É isto, não é?

Bolas que isto de governar com pulso é mesmo fácil. Nem se percebe como estes problemas não são já imediatamente resolvidos [:D]

Se a médica ficar cega, provavelmente vai ter de se reformar antecipadamente. Se exigir indemnização por danos, não vai obter nada. A agressora leva dois anos de pena suspensa...
 
Continuo a dizer que discutir estes problemas na base do "quem" é uma manobra de distração onde se acaba a fugir ao essencial.

As experiências pessoais valem o que valem.

Eu, por exemplo, em mais de 10 anos a trabalhar no SNS posso dizer-te que os maiores problemas de violência que tive/vi pessoalmente não foram com ciganos. Mas isso vale o quê? Vale zero, é a minha experiência pessoal e não significa que seja maioritária. Curiosamente foram mesmo com tugas branquinhos que podíamos classificar como o clássico "white trash" ou até com gente supostamente diferenciada e com instrução superior e que acha que chega e tem um tapete vermelho e pode passar à frente de toda a gente porque é conhecida de sicrano e beltrano. Vale o que vale.

O que te posso dizer é que as administrações hospitalares pouco ou nada fazem para proteger os profissionais deste tipo de problemas. Ninguém quer saber e é oficialmente um "não-problema". Quando acontece alguma coisa, tu és a menor das preocupações, o que conta é apenas o que sai cá para fora ou o que a CMTV sabe. E isso diz tudo da postura e modus operandi.

Tudo aliás começa na forma como a arquitectura dos Serviços de Urgência ou zonas de Consulta é (mal) desenhada e que se traduz em gabinetes que são autênticas armadilhas onde se alguém te entra por ali a única saída está do lado deles e ficas "preso". Não há botões de pânico, não há forma rápida (ou discreta!) de pedires ajuda.

Passa pela passividade com a equipa de seguranças está nas urgências (são as indicações que têm, eles não querem problemas) e a completa inexistência de proactividade na gestão de doentes à partida problemáticos (que entram etanolizados ou sob efeito de estupefacientes vários, por exemplo) e que são deixados por ali sem qualquer controlo, à tua responsabilidade.

Eu podia contar-te as histórias das minhas colegas e do medo que têm quando estão às 3 da manhã a ver manfios numa sala com apenas 1 porta, onde o segurança está em parte incerta e onde os auxiliares também se puseram a milhas. Ou como têm que lidar com os engraçadinhos e os machos tugas que espalham pausa nos serviços de urgência.

Mas isso de nada importa.

Porque o que importa é dizer que foi uma cigana que agrediu a médica de Setúbal.

Essa é a preocupação primordial e o combustível das preocupações.

Siga.

As tuas colegas têm muito medo dos manfios, mas depois os casos de agressão a médicos, a professores, a bombeiros, passam quase invariávelmente pela ciganada.
Agravar penas para estes casos de nada adianta. A etnia não se submete a leis. Traficam , roubam, matam, são presos e depois voltam ao mesmo. É o seu estilo de vida.
 
Setubal tem um problema especifico com ciganos, e não é só no Hospital de S. Bernardo, é no geral em toda a cidade particularmente no comércio.

Ainda hoje ao almoço com amigos em que um é enfermeiro-chefe num dos serviços e o outro médico em S. Bernardo, falamos deste caso que é apenas um entre um histórico de várias dezenas de agressões a seguranças, auxiliares, enfermeiros e médicos neste hpospital.

Existe um ambiente de "terror" face aos ciganos neste hospital, é conhecido em toda a cidade. Eles impõe a prioridade deles à urgência, em qualquer dos serviços onde se dirigem.

Em Sao Francisco Xavier houve este mesmo problema no final dos anos 80 e durante o inico dos anos 90. Foi resolvido com policiamento e carga policial a sério.

Em Setubal o problema é que a policia nem no território deles (Bela Vista) conseguem fazer-se respeitar
 
Gostaram do discurso de natal do buda?
Fantástico.
Infelizmente há muito tuga a comer gelados com a testa. É o que temos...

Recuso-me a ouvir aquele mrds num dia de Natal [s)]

1425619
 
As tuas colegas têm muito medo dos manfios, mas depois os casos de agressão a médicos, a professores, a bombeiros, passam quase invariávelmente pela ciganada.
Agravar penas para estes casos de nada adianta. A etnia não se submete a leis. Traficam , roubam, matam, são presos e depois voltam ao mesmo. É o seu estilo de vida.

Os que, entre eles, o fazem..

Não são todos, isso posso eu garantir, mas os que vão por aí, encontram um país completamente cobarde.., e estupidamente hipócrita.

Bem me lembro de quando a Europa central levava com a onda de centenas de milhares de refugiados e imigrantes, a nossa (CS) indignação com as condições destes, tendas em França, uma vergonha para os paises ricos, para a nossa noção de Europa e tudo mais..

(A tia tuga detesta ir passear-se a Paris e encontrar tendas e miséria..)

Mas a verdade é que por cá, recebermos mil e tal refugiados ao abrigo de um programa financiado pela UE, quando nos tínhamos comprometido com mais, e este ano voltamos a ser mencionados honrosamente no relatório do tribunal Europeu dos Direitos Humanos, pelo pleno desprezo e completa ausência de soluções na nossa relação com a comunidade cigana em Portugal.

Talvez com fundos para isso a malta se preocupe.., caso contrário acredito que em Portugal se chegue a 2100 com barracas, cavalos e carroças de ciganos no meio das nossas cidades.., é uma inclusão á nossa maneira.
 
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Setubal tem um problema especifico com ciganos, e não é só no Hospital de S. Bernardo, é no geral em toda a cidade particularmente no comércio.

Ainda hoje ao almoço com amigos em que um é enfermeiro-chefe num dos serviços e o outro médico em S. Bernardo, falamos deste caso que é apenas um entre um histórico de várias dezenas de agressões a seguranças, auxiliares, enfermeiros e médicos neste hpospital.

Existe um ambiente de "terror" face aos ciganos neste hospital, é conhecido em toda a cidade. Eles impõe a prioridade deles à urgência, em qualquer dos serviços onde se dirigem.

Em Sao Francisco Xavier houve este mesmo problema no final dos anos 80 e durante o inico dos anos 90. Foi resolvido com policiamento e carga policial a sério.

Em Setubal o problema é que a policia nem no território deles (Bela Vista) conseguem fazer-se respeitar

É igual aqui no Algarve, o segurança leva 3 lambadas e deixa passar..
 
Agravar penas para estes casos de nada adianta. A etnia não se submete a leis. Traficam , roubam, matam, são presos e depois voltam ao mesmo. É o seu estilo de vida.
É bom que se diga que nem todos são assim. Há ciganos que deixaram essa vida e estão integrados na sociedade.

Quanto aos que persistem nessa vida de marginais, parece-me que a única solução de futuro passa pela integração. O trabalho tem que começar pelas crianças, integrando-os melhor nas escolas.

Mas os que infringem as leis, obviamente têm que ser tratados com mão pesada pela justiça.
 
É bom que se diga que nem todos são assim. Há ciganos que deixaram essa vida e estão integrados na sociedade.

Quanto aos que persistem nessa vida de marginais, parece-me que a única solução de futuro passa pela integração. O trabalho tem que começar pelas crianças, integrando-os melhor nas escolas.

Mas os que infringem as leis, obviamente têm que ser tratados com mão pesada pela justiça.

Não se integra quem não quer ser integrado.

Eles riem-se da lei, dos tribunais, da polícia. É um comportamento de família mafiosa. Quando uns tão presos os outros seguem com os "negócios".
Só percebem corte de subsídios e porrada no lombo.
 
Em Boliqueime (Algarve) os ciganos fazem rally na estrada, invandem cafés onde consumem tudo sem pagar.

A policia?
"nao temos transporte disponivel".

Aparecem 2 horas depois e nunca a tempo...

Existem problemas muito graves pelo Pais inteiro que quem está longe dos problemas não percebe simplesmente. E o estado é fraco.
 
É bom que se diga que nem todos são assim. Há ciganos que deixaram essa vida e estão integrados na sociedade.

Quanto aos que persistem nessa vida de marginais, parece-me que a única solução de futuro passa pela integração. O trabalho tem que começar pelas crianças, integrando-os melhor nas escolas.

Mas os que infringem as leis, obviamente têm que ser tratados com mão pesada pela justiça.


Não sei onde em que região do País vives, mas sei uma coisa: Não conheces nada desta comunidade, ou conheces muito pouco!

Nas regiões onde já vivi o padrão é sempre o mesmo: As crianças que não vão à escola são as que os pais não deixam, as restantes que vão, têm um absentismo anormal, e quando o não têm, travam a progressão da turma, não socializam com as restantes e vivem na escola como vivem no seu acampamento

Como já disseram antes, não se integra quem não quer, seja cigano, preto, ou refugiado. Insistir é uma estupidez do politicamente correcto que aos poucos e poucos tem vindo a destruir culturas nacionais e locais
 
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