Dakar 2020_2021

Parece-me que continuas a não contemplar o factor "competição", e toda a envolvente/mística da prova.
As capacidades técnicas entre os da frente são bastante similares, seja em termos de navegação, técnica, resistência... No fim do dia são os pequenas decisões/azares, e a mota (potência, afinação, fiabilidade), que fazem a diferença.

Sinceramente não sei o que queres dizer com isso. :confused:
 
Sinceramente não sei o que queres dizer com isso. :confused:

O que já disse anteriormente, aquele pessoal está ali para ganhar. E para isso usará toda a potência que tiver disponível.

A única hipótese que vejo é prever que os pilotos "atrasados" possam anular, durante X km, o limitador de velocidade. Mal comparado, como o contrário do lastro que existia no DTM.
 
O que já disse anteriormente, aquele pessoal está ali para ganhar. E para isso usará toda a potência que tiver disponível.

A única hipótese que vejo é prever que os pilotos "atrasados" possam anular, durante X km, o limitador de velocidade. Mal comparado, como o contrário do lastro que existia no DTM.

Acho que ninguém tem dúvidas disso.
 
As motas atuais já são mais "limitadas" que no passado, ou melhor, mais "especificas".

Longe vão os tempos da LC8, que por acaso nem eram muitos que andavam com ela (Só o grande Meoni venceu com ela), da Elephant 900, super Teneré, AT, e por aí fora.
Mesmo as 650/690 já desapareceram à uns anos.
Ainda no ano passado andava no Eco Race uma CRF 1000 e se não me engano ficou bem longe do primeiro lugar, pois potência e velocidade máxima não é tudo.


Esta etapa 7 é que foi tudo menos típica em relação aos hábitos dos últimos anos. Extremamente rápida e propícia a velocidades muito elevadas durante muito tempo.
Segundo as informações que passaram alguns carros fizeram a prova a mais de 120 km/h.de velocidade média, sendo que os camiões mais rápidos entrariam no top 10.
Se não me engano os camiões estão limitados a 150 km/h, o que demonstra o quão absurda e atípica foi esta fatal etapa.
Mas é isto o Dakar, sempre foi e sempre será. A malta pedia o Dakar outra vez em África, foram mais para o lado mas voltaram algumas das características mais perigosas (não necessariamente duras, porque nisso a América do Sul era fortíssima).

É duro, muito dura a perda de alguém que nos diz muito e que é um estandarte da competição. Poderia ter sido o van Beveren na queda do outro dia, mas calhou ao nosso Speedy, como amanhã pode calhar a outro qualquer.
A quente todos ficam em baixo com esta situação, mas amanhã ou na pior das hipóteses no próximo ano, vão querer lá voltar e lutar para dar o máximo como se não houvesse amanhã, tal como o Paulo fazia sempre.
 
As motas atuais já são mais "limitadas" que no passado, ou melhor, mais "especificas".

Longe vão os tempos da LC8, que por acaso nem eram muitos que andavam com ela (Só o grande Meoni venceu com ela), da Elephant 900, super Teneré, AT, e por aí fora.
Mesmo as 650/690 já desapareceram à uns anos.
Ainda no ano passado andava no Eco Race uma CRF 1000 e se não me engano ficou bem longe do primeiro lugar, pois potência e velocidade máxima não é tudo.


Esta etapa 7 é que foi tudo menos típica em relação aos hábitos dos últimos anos. Extremamente rápida e propícia a velocidades muito elevadas durante muito tempo.
Segundo as informações que passaram alguns carros fizeram a prova a mais de 120 km/h.de velocidade média, sendo que os camiões mais rápidos entrariam no top 10.
Se não me engano os camiões estão limitados a 150 km/h, o que demonstra o quão absurda e atípica foi esta fatal etapa.
Mas é isto o Dakar, sempre foi e sempre será. A malta pedia o Dakar outra vez em África, foram mais para o lado mas voltaram algumas das características mais perigosas (não necessariamente duras, porque nisso a América do Sul era fortíssima).

É duro, muito dura a perda de alguém que nos diz muito e que é um estandarte da competição. Poderia ter sido o van Beveren na queda do outro dia, mas calhou ao nosso Speedy, como amanhã pode calhar a outro qualquer.
A quente todos ficam em baixo com esta situação, mas amanhã ou na pior das hipóteses no próximo ano, vão querer lá voltar e lutar para dar o máximo como se não houvesse amanhã, tal como o Paulo fazia sempre.

O ano passado não me recordo, mas há uns 3 anos, se não estou em erro, andou no Eco Race o Paolo Ceci com uma Africa Twin e se não ganhou, andou sempre perto da frente.

Vantagens e desvantagens têm todas, mas aqueles gajos da frente querem é potencia.
 
As motas atuais já são mais "limitadas" que no passado, ou melhor, mais "especificas".

Longe vão os tempos da LC8, que por acaso nem eram muitos que andavam com ela (Só o grande Meoni venceu com ela), da Elephant 900, super Teneré, AT, e por aí fora.
Mesmo as 650/690 já desapareceram à uns anos.
Ainda no ano passado andava no Eco Race uma CRF 1000 e se não me engano ficou bem longe do primeiro lugar, pois potência e velocidade máxima não é tudo.


Esta etapa 7 é que foi tudo menos típica em relação aos hábitos dos últimos anos. Extremamente rápida e propícia a velocidades muito elevadas durante muito tempo.
Segundo as informações que passaram alguns carros fizeram a prova a mais de 120 km/h.de velocidade média, sendo que os camiões mais rápidos entrariam no top 10.
Se não me engano os camiões estão limitados a 150 km/h, o que demonstra o quão absurda e atípica foi esta fatal etapa.
Mas é isto o Dakar, sempre foi e sempre será. A malta pedia o Dakar outra vez em África, foram mais para o lado mas voltaram algumas das características mais perigosas (não necessariamente duras, porque nisso a América do Sul era fortíssima).

É duro, muito dura a perda de alguém que nos diz muito e que é um estandarte da competição. Poderia ter sido o van Beveren na queda do outro dia, mas calhou ao nosso Speedy, como amanhã pode calhar a outro qualquer.
A quente todos ficam em baixo com esta situação, mas amanhã ou na pior das hipóteses no próximo ano, vão querer lá voltar e lutar para dar o máximo como se não houvesse amanhã, tal como o Paulo fazia sempre.




Os camiões estão limitados há muitos anos a 150km/h... para não acontecer o que aconteceu há muitos anos... um DAF a ultrapassou o Peugeot 405T 16 a mais de 200km/h...




 
Ainda sobre as 450. Tive oportunidade de dar uma voltinha numa há alguns atrás chegada há pouco do Dakar. não interessa o nome do piloto...
Numa reta em terra batida com bom piso marcou 150, mas dava BEM mais. Eu é que não tive coragem...
 
Ainda sobre as 450. Tive oportunidade de dar uma voltinha numa há alguns atrás chegada há pouco do Dakar. não interessa o nome do piloto...
Numa reta em terra batida com bom piso marcou 150, mas dava BEM mais. Eu é que não tive coragem...

Provavelmente levarão algum restritor para o Dakar...

Para quem quiser uma, o Megre pôs a dele à venda há poucos dias.
 
Os camiões estão limitados há muitos anos a 150km/h... para não acontecer o que aconteceu há muitos anos... um DAF a ultrapassou o Peugeot 405T 16 a mais de 200km/h...





Essa cena é mítica.

Mas é para não acontecer o que aconteceu ao outro camião Daf de 88 ou 89, salvo erro, que ficou virado ao contrário e matou o mecânico e copiloto.

Apesar de não ser a categoria mais interessante em termos de competição, ver esses monstros a correr é sempre espetacular, além da engenharia da coisa.
Este ano parece quase um passeio para eles.
 
Ainda sobre as 450. Tive oportunidade de dar uma voltinha numa há alguns atrás chegada há pouco do Dakar. não interessa o nome do piloto...
Numa reta em terra batida com bom piso marcou 150, mas dava BEM mais. Eu é que não tive coragem...

Li algures que atualmente atingem 180/190km/h.
Há uns anos, ainda na Argentina, lembro-me de passarem esses dados e mostra as velocidades atingidas de 170 km/h.
 
Essa cena é mítica.

Mas é para não acontecer o que aconteceu ao outro camião Daf de 88 ou 89, salvo erro, que ficou virado ao contrário e matou o mecânico e copiloto.

Apesar de não ser a categoria mais interessante em termos de competição, ver esses monstros a correr é sempre espetacular, além da engenharia da coisa.
Este ano parece quase um passeio para eles.




Foi no mesmo ano e local... em que outro camião da DAF andou às cambalhotas... [s)]
 
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