Digam «adeus» aos Diesel. Os gasolina, híbridos e eletricos vão chegar em força...

Ah e os gases de escapes de Diesel serem cancerígenos? É um engano. Já sei, basta meter Adblue, daqui a uns tempos metem outra coisa e basta essa coisa e por aí fora...

E responderes ao que perguntei?
 
Uma observação que me fizeram. Quando houver carros elétricos em um número significativo, as mudanças serao automáticas o que implica numa reforma das escolas e exames de condução.
Faz sentido.
 
Não fui eu que disse que um Diesel com Adblue poluia o equivalente a um carro a gasolina, se fazes essa afirmação é porque consegues demonstrar que ela é veridica, não estou a por em causa nem me viste dizer que ela estava errada pelo que não sou eu que tenho de demonstrar seja o que for, quero é saber a ciência por trás disso para aprendizagem própria.

Pelo enrolar já sei bem como isto vai acabar mas pronto.
 
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Quem vos ouvir parece que um híbrido usa outra coisa qualquer que não combustível fóssil, gasolina e GASÓLEO, sim, porque há híbridos a gasóleo [:D]. E pelo escape deve deitar pétalas de rosa.

Se os motores de combustão acabarem, os híbridos também acabam, porque quer se queira quer não, quando os motores de combustão deixarem de ser necessários significa que já haverá outra tecnologia auto sustentável, e os híbridos não serão precisos para nada,

PORQUE OS HÍBRIDOS SÃO UMA TECNOLOGIA DE TRANSIÇÃO, POR ENQUANTO, MAIS A COMBUSTÃO QUE ELÉCTRICOS!
 
O FINAL DO SONHO DIESEL ESTÁ PRÓXIMO

ANTÓNIO XAVIER
Diretor Executivo do Autoclube
14 dezembro 2016
Enquanto sobe em flecha a moda dos SUV’s em toda a Europa, cai em proporções diferentes o apetite pelas motorizações diesel, que durante décadas dominaram o panorama europeu em diversos segmentos do mercado.
A evolução dos blocos diesel em termos técnicos foi elevada a uma escala tal, que a apetência por conduzir carros a gasóleo tornou-se um hábito, tal a facilidade de conjugar potência com economia, e uma evidente satisfação em conduzir ao longo de centenas de quilómetros. Se este prazer de conduzir um turbo-diesel criou alguns vícios, o que contraria os puristas eternos amantes dos motores a gasolina, os novos tempos apontam para o final do sonho diesel, numa tentativa de solucionar os graves problemas ambientais que o mundo atravessa.
O recente problema enfrentado pela Volkswagen com os seus motores diesel, foi tão empolado, que rapidamente viajou dos EUA para todo o mundo, confundindo-se emissões de Nox com CO2. Com mais ou menos espionagem industrial à mistura, os avisos ecologistas surtiram efeito e o gigante alemão até já anunciou lançar 30 modelos elétricos na próxima década, desinvestindo no desenvolvimento de motores diesel.
Agora, encontrar soluções viáveis e sustentáveis de mobilidade, é um desafio para os principais construtores mundiais. Primeiro afastam-se a motorizações diesel, com os necessários apoios e incentivos governamentais, depois promovem-se tecnologias híbridas e Plug-in, numa conjugação de motores de combustão a gasolina com motores elétricos, para acabar num futuro muito próximo em motores exclusivamente elétricos.

E os sinais dos tempos aí estão, com grandes cidades como Paris e Madrid a prepararem-se para banir carros movidos a gasóleo e a Alemanha a anunciar que em 2030 irá acabar em definitivo com os carros de motor exclusivamente a combustão, quer sejam a diesel como a gasolina. E enquanto não se atinge a mobilidade totalmente elétrica, a Volkswagen garante investir apenas no desenvolvimento de motores a gasolina nos EUA, com a Mercedes-Benz a ameaçar ir pelo mesmo caminho.
Normas mundiais de emissões mais apertadas obrigam a medidas drásticas, com a Europa ainda a tentar resistir, mas com a procura de motores diesel a cair um pouco por todo o mundo.
Diversos incentivos verdes estimulam compra de automóveis elétricos um pouco por todo o mundo, com Portugal a não fugir à regra. Os próximos anos serão decisivos para se medir o futuro dos diesel, embora se conheça a sua morte anunciada.
O custo das novas tecnologias para tornar os motores diesel respeitadores das regras é tão elevado que, todos os construtores já apontam as suas baterias para o desenvolvimento de pequenos motores a gasolina com baixo custo de produção e claro para um futuro totalmente elétrico, onde a condução autónoma também terá um importante papel.
O final do sonho diesel está mais perto do que se julga. De tal forma que as memórias de Rudolf Diesel, que já gozaram momentos de glória, parecem agora totalmente ultrapassadas.
 
Olá, já estamos em 2017.
Essa tanga da poluição também já tanto bateram no ceguinho que já nem ele quer ver mais.

Um diesel atual, com Adblue, tem um nível de poluição idêntico a um motor a gasolina.
Podes quando muito alegar que tem maiores custos de produção e complexidade tecnológica para lá chegar, mas está perfeitamente ao nível de um motor a gasolina.

Eu sei, há 20 anos que a Toyota faz motorizações hibridas que se mantiveram quase inalteradas até hoje, enquanto os fogareiros Diesel durante o mesmo período tiveram que meter FAP's, depois AddBlue, e mesmo assim continuam a poluir mais...
Tudo componentes que aumentam o custo do veiculo, mais probabilidades de avarias, e pelo que temos visto, a probabilidade do FAP dar o berro é bastante grande... o AddBlue ainda por cima aumenta o custo de manutenção. E pior de tudo, esses sistemas só funcionam bem em certas condições de funcionamento, enquanto em outras situações é poluir em barda...
Mas está visto que és mais uma vitima dos gases de escape dos carros Diesel, só assim se justifica as afirmações falsas que dizes.
 
Qual motor de arranque? Nos HSD? Não existe.

estás todo baralhado :sh)

Novamente, como se gasta uma embraiagem um híbrido, Bimassa, turbo, FAP...

Já sei, nada disto se desgasta e avaria so mesmo as baterias dos Prius é que dão problemas.

Só assim de cabeça o que os hibridos Toyota não têm:

Embraiagem.
Volante do motor
Alternador
Correia de distribuição
Motor de arranque


A única coisa mais complexa que o motor a combustão dos HSD levam é....Velas.

Vão mesmo dizer que ao final de 10-15 um carro normal não tem nada daquela lista para reparar/substituir? Por favor... São peças de desgasta, eventualmente vão ter de ser trocada porque... Desgastam-se, depende do uso mais rápido ou menos rápido.

Portanto, só num mundo diria que perfeito um carro normal não muda nada daquilo, sim, a manutenção de um Híbrido da Toyota a longo prazo vai ser sempre mais barata.

Mas pelos vistos se pegar num Diesel atmosférico e um Diesel com FAP, Bimassa, turbo, a manutenção vai ser a mesma a longo prazo. Claro...
 
Em 2000 comprei um tdi porque era o motor que me dava mais prazer de condução devido ao elevado toque e a economia com o diesel a custar 0,65€. Vendi em 2012 e nunca mais fui feliz com os diesel. O downsizing fez aparecer as arrastadeiras. O meu último diesel, o hdi foi a alegria do mecânico e o pesadelo da minha carteira. Os diesel para mim morreram em 2015.

Não tenho híbrido nem gasolina... saltei a transição e voltei a sentir prazer de condução.


Os motores usados nos híbridos e elétricos são ac sem escovas. Os motores de arranque são dc com escovas... as escovas necessitam de manutenção.
 
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O problema disso é que não se podem prever as avarias, para introduzir nos cálculos.
Mas à partida, é muito mais provável gastar uma quantidade razoável de dinheiro em avarias com um Diesel do que com um hibrido Toyota.

Estou a falar em fazer cálculos, sem considerar supostas avarias, só para se ter uma ideia.

Em relação ao diesel ser mais propício a avarias também não é de todo certo, o universo dos híbridos é simplesmente muito pequeno para se poder dizer que são muito fiáveis.

O nissan leaf por exemplo, 100% eléctrico, vi numa reportagem, que tem problemas de sobreaquecimento com as baterias em viagens longas ou quando se fazem muitas cargas rápidas e pouca gente sabe isso...
 
Uma observação que me fizeram. Quando houver carros elétricos em um número significativo, as mudanças serao automáticas o que implica numa reforma das escolas e exames de condução.
Faz sentido.

Eu sei que os motores eléctricos não tem caixa de velocidades mas será que não havia alguma forma de "simular" a mesma?

É que para quem não gosta de "caixas automáticas" vai ser um entrave de todo o tamanho.
 
Porque é o que mais se aproxima de andamento, potência e cilindrada e preço. Porque haveria de comprar pelo 1.4 já agora?

Não quero demonstrar nada, já está comprovado pela marca, pela falta de componentes. Que mais queres a nível de manutenção? Agora vamos passar de manutenção para falar de gastos de combustível, IUC etc... Sim no geral devido ao preço do combustível o Diesel é mais viável, um HSD e um 1.5-1.6 Diesel a gastar o mesmo, em termos de custos o Diesel irá ganhar por o combustível ser mais barato.

Ainda não percebeste que não é isso que me faz "impressão" mas o desconhecimento e certezas sobre o tema que acabam em asneirada?

Quando vejo que ninguém tem problemas de Bimassa, e depois leio um tópico chamado de vítimas do Bimassa e ainda se fala sobre a duração das baterias dos Híbridos é só desconhecimento para não se dizer outra coisa.

O 1.6D é o que mais se aproxima em andamento?? Potência?? Andas todo baralhado em relação a esses números!

Estamos a falar em comparar híbridos com as soluções do mercado, quem compra um diesel ou um híbrido é pela economia maioritariamente.

Aqui o que apregoam é que o híbrido é mais económico que o diesel, e isso é uma grande mentira, isso sim é que me aborrece.

Até em relação ao assunto da poluição, o híbrido em si não é tão poluente, mas depois falta acrescentar o custo de produção dos motores eléctricos e das baterias.

Outro pormenor deveras interessante, é o que fazer às baterias quando derem o berro!


O problema do bimassa que tanto falas, de facto existem muitos casos, mas, qual é a % de falha em relação ao universo de motores com bimassa?

Podem haver 10 000 casos de problemas em portugal com o bimassa, mas se forem 10 000 casos em 1 000 000 de carros é uma incidência de 1%.

Se os híbrido tiverem algum problema, imaginemos, nas baterias, se forem 100 casos de carros problemas num universo de 10 000 dá a mesma incidência de 1%.

O problema, mais uma vez, é a falta de uma maior amostragem e a falta de carregar os híbridos com o mesmo número de quilómetros que os diesel, serem usados como os carros comerciais, por colaboradores de empresas que não têm pena do carro que conduzem porque não é deles, aí sim, podemos ter realmente uma ideia do que valem.
 
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Eu sei, há 20 anos que a Toyota faz motorizações hibridas que se mantiveram quase inalteradas até hoje, enquanto os fogareiros Diesel durante o mesmo período tiveram que meter FAP's, depois AddBlue, e mesmo assim continuam a poluir mais...
Tudo componentes que aumentam o custo do veiculo, mais probabilidades de avarias, e pelo que temos visto, a probabilidade do FAP dar o berro é bastante grande... o AddBlue ainda por cima aumenta o custo de manutenção. E pior de tudo, esses sistemas só funcionam bem em certas condições de funcionamento, enquanto em outras situações é poluir em barda...
Mas está visto que és mais uma vitima dos gases de escape dos carros Diesel, só assim se justifica as afirmações falsas que dizes.
São tão falsas, que não rebateste nenhuma!
 
Penso q o tema está bem debatido, mas para mim uma viatura tem de obedecer a:
O mais baixo custo mensal (+1800km mês)
Durabilidade comprovada para lá dos 300mkm.
Custo aceitável de aquisição e manutenção.
Confortável, espaçoso e boa mala e seguro
Bom binario +300nm

Até agora só no diesel tive isso.
 
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São tão falsas, que não rebateste nenhuma!
Concordo com o que dizes, mas ha um "se". O AdBlue e afins precisam que os gases de escape atinjam certas temperaturas para o processo quimico ser possível. Ou seja, enquanto o carro anda a frio chapéu... mas sim, é possível.

Eu sei, há 20 anos que a Toyota faz motorizações hibridas que se mantiveram quase inalteradas até hoje, enquanto os fogareiros Diesel durante o mesmo período tiveram que meter FAP's, depois AddBlue, e mesmo assim continuam a poluir mais...
Tudo componentes que aumentam o custo do veiculo, mais probabilidades de avarias, e pelo que temos visto, a probabilidade do FAP dar o berro é bastante grande... o AddBlue ainda por cima aumenta o custo de manutenção. E pior de tudo, esses sistemas só funcionam bem em certas condições de funcionamento, enquanto em outras situações é poluir em barda...
Mas está visto que és mais uma vitima dos gases de escape dos carros Diesel, só assim se justifica as afirmações falsas que dizes.
As construtoras automóveis fazem o que vende, nao trabalham propriamente para a greenpeace. E o diesel vendeu à bruta, pelo que acho que os fogareiros diesel nao foram uma má jogada. Cada qual no seu galho [;)]
 
No final e inequivocamente mais ano menos ano (mais para menos) todos nós conseguimos cheirar e ver o resultado dos sistemas anti-poluição encostados a um canto. Eu próprio já o fiz e é inevitável para o uso (não vou dizer a maioria) mas muitos dão aos veículos.
E qualquer visita prolongada a uma oficina (como a última 4:30h) mostra-me que o problema não é a fiabilidade dos motores/turbo é a charcutaria anti-poluição

Pessoalmente recuso-me a ter, comprar, andar com diesel...e já vão quase dois anitos[:cool:]
 
A serio que há pessoas que acham isto?

É engraçado que haja pessoas que só vão perceber daqui a uns anos aquilo que já sabemos hoje:

O motor de combustão tem os dias contados.

O que significa que os híbridos têm os dias contados, pelo menos na forma como existem hoje! [;)]

Mas isso também é irrelevante hoje, porque a menos que alguém viva no futuro ou esteja 100% certo de que vai chegar lá, as mudanças acontecerão de uma forma natural e nem sempre previsível.

Hoje a pessoa deve comprar aquilo que gosta e pode...hoje!
 
Estou a falar em fazer cálculos, sem considerar supostas avarias, só para se ter uma ideia.

Em relação ao diesel ser mais propício a avarias também não é de todo certo, o universo dos híbridos é simplesmente muito pequeno para se poder dizer que são muito fiáveis.

O nissan leaf por exemplo, 100% eléctrico, vi numa reportagem, que tem problemas de sobreaquecimento com as baterias em viagens longas ou quando se fazem muitas cargas rápidas e pouca gente sabe isso...
O Nissan Leaf não tem refrigeração de bateria, por isso, ao fim de 5 ou 6 cargas rápidas seguidas o carro pode começar a limitar a potência das mesmas. Nada avaria, nada se estraga e o condutor segue viagem na mesma, provavelmente nem se apercebe da limitação.

Os diesel por outro lado, não se dão muito bem com viagens curtas...

Temos de saber adequar as várias opções as nossas necessidades.
 
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