Digam «adeus» aos Diesel. Os gasolina, híbridos e eletricos vão chegar em força...

Propostas híbridas mais interessantes que a Toyota? Diz-nos quais?

Depende de quem esteja a responder, pois eu diria que acho mais piada a um Golf GTE do que a um Prius (de longe), mas eu faço parte daquela percentagem enorme de pessoas que não são são contabilistas nem deixam que seja ele a escolher o carro! :)

Se voltarmos ao início da febre diesel, encontramos alguns motores e modelos "culpados", com o 1.9 TDI a ter um papel determinante na difusão da então nova geração de diesel, que não eram arrastadeiras.

Aquilo que me espantou a primeira vez que andei num não foi o consumo (até porque isso não se vê logo), e sim a capacidade de resposta.
Sim, a resposta vem do turbo e a descarga de binário (o famoso kick) ajuda a aumentar sensações, mas foi isso (misturado com os consumos) que fizeram com que muita gente pagasse um valor adicional elevado para os comprar.

O resto é história, sendo que a maior parte das marcas criaram a sua versão do diesel "moderno" e cheio de binário.


O artigo do Autohoje colocado aqui por outro user com a comparação do "híbrido vs pequeno otto turbinado vs turbodiesel comum" coloca o Toyota num bom plano em números, mas num plano menos bom em termos de sensações, e não é nada mais do que uma realidade inerente aos híbridos Toyota.

Daí que a transição do diesel para os híbridos não seja assim tão apetecível, já que eles conseguem fazer o oposto do que o velho TDI fazia e parece que andam muito menos (e com mais esforço) do que até andam.

Como ninguém conduz com um cronómetro na mão, essas sensações ligam-se directamente ao maior ou menor desejo em comprar um carro com uma tecnologia pouco divulgada por cá, e que por mais fiável que possa ser, há coisas onde só a Toyota conseguirá mexer em PT.


Se os carros fossem comprados de forma estritamente racional, a maior parte nem o seria, porque facilmente se concluiria que o carro com 14 anos e 250.000 km ainda tem bastante para dar (em situações normais).

O desejo em comprar um carro novo é uma parte fundamental da troca, e convenhamos que raramente um Toyota desperta imenso desejo (talvez um GT 86, mas não ao preço a que é vendido cá).


Daí que receio que enquanto "os Toyotas forem as propostas híbridas mais interessantes" as coisas não mudem muito, mesmo acreditando plenamente que o futuro passe por esse tipo de motorização, nem que seja temporariamente.

Até lá, o "contabilista" será quase sempre aquele que mais se entusiasmará com eles.[;)]
 
Não basta subsidiar veículos elétricos. É necessário criar soluções de carregamento capazes e acessíveis a todos. Já aqui foi levantada a questão de como carregar um elétrico ou um plug-in durante a noite, em segurança, não tendo garagem. Neste momento nem com segurança, nem sem ela. E durante o dia idem aspas.

Um sistema bastante simples seria adicionar tomadas aos atuais estacionamentos pagos e quando pagas o estacionamento teres as opção de escolher estacionamento+carregamento.

Além disso muita gente terá de fazer alterações em casa por causa dos carregamento (eu por exemplo)
Um veiculo eletrico pode ser carregado numa tomada comum a 2,2 kW, ou seja, dá-te cerca de 100 km de autonomia em 8 horas.

Mas isso ainda vai levar uma série de anos a ser feito. E a rede elétrica, não veai ter de sofrer alterações para fazer face aos consumos mais elevados? (pergunta sem qualquer ironia, pois disto não percebo nada).
A rede eletrica vai crescer consoante haja mais procura, tal como tem feito nas ultimas decadas.

Se tu viveres a 10 km do trabalho e fizeres 20 km diarios vais gastar uns 0,4 kWh, o equivalente a ter um aquecedor ligado durante 15 minutos.
 
Eu só daqueles que quando compro um carro novo gosto de o estimar e mantê-lo por mais de 10 anos, se não tiver azares. Ora ainda recentemente troquei o meu classe E 270 CDI (15 anos) por um novo classe C. Teria gostado muito de ter ido para a opção híbrida plug-in (praticamente o mesmo preço do 220d que comprei). Mas só pensando o exemplo do meu classe E anterior que comprei caríssimo e depois vendi por uma bagatela, o que iria acontecer a um híbrido que eu resolvesse ter comprado agora e que daqui a pouco mais de meia dúzia de anos estivesse a precisar de umas baterias novas? Seria quase o preço do valor comercial do carro. E aí que faria?? Tinha de vender o carro por um preço bem desvalorizado porque quem iria comprar um carro em segunda mão em que as baterias estavam a dar o berro? Por isso entendam a minha opção.... Acho que vale a pena os híbridos quando houver uma solução de aluguer de baterias baratas. Até lá vivam os Diesel. Depois outro aspecto importante; Falando com um mecânico da mercedes os híbridos ainda estão a dar problemas de software, ainda não estão suficientemente fiáveis (tecnologia nova e a interligação dos sistemas de propulsão são muito mais complexos, menos nos totalmente eléctricos) ..., por isso a opção diesel ainda é a melhor opção, pelo menos, a partir do segmento C.
 
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Mas isso é um caso da Mercedes. Não generalizem, já meteram aí um Prius a fazer 1.000.000km com baterias originais.

Não sei a garantia de baterias da Mercedes, mas se for como a Toyota, 10 anos de garantia é suficiente para isso nem ser problema.
 
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Mas essa garantia de 10 anos, não implica uma revisão anual, sendo Tb a própria garantia renovada a cada ano? É que isto é diferente de uma garantia de 10 anos logo de início. Quais são as condições para renovar em cada ano? Ou melhor há alguma situação que tenha como consequência a não renovação?
 
Mas essa garantia de 10 anos, não implica uma revisão anual, sendo Tb a própria garantia renovada a cada ano? É que isto é diferente de uma garantia de 10 anos logo de início. Quais são as condições para renovar em cada ano? Ou melhor há alguma situação que tenha como consequência a não renovação?

Implica cumprir o plano de manutenção na marca (1 revisão anual ou 15.000 km), caso em que a renovação da garantia é gratuita, ou então ir lá apenas testar a bateria/renovar a garantia, caso em que há um custo na casa dos 50 euros.
 
Mas essa garantia de 10 anos, não implica uma revisão anual, sendo Tb a própria garantia renovada a cada ano? É que isto é diferente de uma garantia de 10 anos logo de início. Quais são as condições para renovar em cada ano? Ou melhor há alguma situação que tenha como consequência a não renovação?
Sim, implica fazeres lá a revisão na marca. No caso da Toyota a revisão é bastante barata, ao preço cá de fora portanto não é grande problema.
 
Eu só daqueles que quando compro um carro novo gosto de o estimar e mantê-lo por mais de 10 anos, se não tiver azares. Ora ainda recentemente troquei o meu classe E 270 CDI (15 anos) por um novo classe C. Teria gostado muito de ter ido para a opção híbrida plug-in (praticamente o mesmo preço do 220d que comprei). Mas só pensando o exemplo do meu classe E anterior que comprei caríssimo e depois vendi por uma bagatela, o que iria acontecer a um híbrido que eu resolvesse ter comprado agora e que daqui a pouco mais de meia dúzia de anos estivesse a precisar de umas baterias novas? Seria quase o preço do valor comercial do carro. E aí que faria?? Tinha de vender o carro por um preço bem desvalorizado porque quem iria comprar um carro em segunda mão em que as baterias estavam a dar o berro? Por isso entendam a minha opção.... Acho que vale a pena os híbridos quando houver uma solução de aluguer de baterias baratas. Até lá vivam os Diesel. Depois outro aspecto importante; Falando com um mecânico da mercedes os híbridos ainda estão a dar problemas de software, ainda não estão suficientemente fiáveis (tecnologia nova e a interligação dos sistemas de propulsão são muito mais complexos, menos nos totalmente eléctricos) ..., por isso a opção diesel ainda é a melhor opção, pelo menos, a partir do segmento C.

Para quem quer ficar numa marca que não sabe fazer híbridos, é capaz...
 
Eu só daqueles que quando compro um carro novo gosto de o estimar e mantê-lo por mais de 10 anos, se não tiver azares. Ora ainda recentemente troquei o meu classe E 270 CDI (15 anos) por um novo classe C. Teria gostado muito de ter ido para a opção híbrida plug-in (praticamente o mesmo preço do 220d que comprei). Mas só pensando o exemplo do meu classe E anterior que comprei caríssimo e depois vendi por uma bagatela, o que iria acontecer a um híbrido que eu resolvesse ter comprado agora e que daqui a pouco mais de meia dúzia de anos estivesse a precisar de umas baterias novas? Seria quase o preço do valor comercial do carro. E aí que faria?? Tinha de vender o carro por um preço bem desvalorizado porque quem iria comprar um carro em segunda mão em que as baterias estavam a dar o berro? Por isso entendam a minha opção.... Acho que vale a pena os híbridos quando houver uma solução de aluguer de baterias baratas. Até lá vivam os Diesel. Depois outro aspecto importante; Falando com um mecânico da mercedes os híbridos ainda estão a dar problemas de software, ainda não estão suficientemente fiáveis (tecnologia nova e a interligação dos sistemas de propulsão são muito mais complexos, menos nos totalmente eléctricos) ..., por isso a opção diesel ainda é a melhor opção, pelo menos, a partir do segmento C.

Quantos km fizeste no E270?

O perder muito dinheiro fica ligado logo à tua primeira opção, que é comprares um carro novo e do segmento E.
Eles desvalorizam como os outros (na verdade o MB até se comporta anormalmente bem no valor em usado), mas não há como fugir do facto da percentagem de desvalorização se traduzir em valores completamente distintos consoante o valor de compra.

Por outro lado, o carro que compraste é muito mais sensível do que o que vendeste, não só porque pertence a outro segmento e geração, mas também porque as normas antipoluicao actuais obrigam os motores diesel a trabalhar muito mais no fio da navalha, desde temperaturas globalmente mais elevadas, pressões mais elevadas em diversos pontos do circuito de alimentação, filtros de partículas, etc.

Eu tenho um E220 e um C220 de gerações diferentes em casa, e as diferenças são notórias, com o mais recente (C) a ser mais "maricas" em termos mecânicos.

Ainda assim, escolher o diesel em detrimento de um híbrido na Mercedes ainda é o mais sensato, pois os alemães ainda não provaram nada nesse campo em termos de fiabilidade, e os clientes ainda são os ratos de laboratório.


Por mais desinteressantes que a maioria dos híbridos da Toyota sejam, em termos de fiabilidade ainda são o caminho mais seguro.
 
Entao a Mitusubishi L200 tem uma travagem de referencia que muitos carros nao conseguem conjungar.

Assim a ler uma mao cheia de testes vi:

0-120

Fiat Tipo SW - 57 (ups mesmo que o Prius)
Peugeot 508 2.0 HDI - 56m
Land Rover Discovery Sport - 62m

Resumindo, o Prius nao é o melhor a travar, nada disso, mas ha pior, e porque nao entitular as outras marcas de fracas a travar? Entao um Tipo SW a fazer o mesmo que o Prius mais leve acho ainda pior.

Essa conversa da travagem nao faz sentido nenhum porque nao queres contextualizar os numeros, nesse teste da L200 porque nao meter a nota que a Autohoje deixou nessa parte do ensaio a falar do peso? Porque nao falar dos pneus que tem imensa justificaçao para uma boa ou ma travagem? Resumir a má travagem e siga sem contextualizar simplesmente para ter coisas para falar de mal, é um escrutínio sem grande necessidade.

Eu admito que nao sou imparcial neste assunto, ja ponderei varias vezes a compra de um Hibrido e este ano o mais certo é meter-me num Auris HSD TS, portanto admito que acho este conceito excelente, e depois da minha experiencia problematica de Diesel modernos nao consigo ver a fantastica maravilha de ter um Diesel. Mas vamos sinceros, nao es totalmente imparcial tambem...

Estás a ver? encontras-te 1 carro que faz o mesmo que o prius no mesmo segmento (por sinal custa quase metade do preço), isso faz dele melhor?
O Land Rover é um trambolho com outro peso e centro de gravidade elevado, percebe-se que não seja melhor que o toyota, mas mesmo assim, quantos desse segmento encontras piores?
Pior só mesmo alguns Lexus :sh) e a Hilux (pese embora o excelente produto que é).
No segmento A também deves encontrar alguns próximos, mas muito leves, rodas finas e tambores atrás.

Compreendo essa atitude pro-prius por já estares escaldado com o diesel (situação que eu não estarei nos próximos tempos), mas o que acho mesmo estranho é como alguém que tem um Clio RS, um carro muito mais emocional, irracional, gastador e poluente, consegue ser tão defensor de uns veículos (não tecnologia), tão amorfos!
Eu não tenho nada contra os híbridos, gosto de alguns como por exemplo o Golf GTE, mas um toyota para já não entraria nas minhas contas porque não há nenhum modelo que simpatize. então o prius é mesmo o fim da linha (estética à parte, não simpatizo com o conceito nem com a volumetria do carro).
 
É assim que muitas teorias caem por terra!
Mas espera, já vêm aí dizer que não mudas bimassa, turbos a partir, injectores a saltar pelo capô, embraiagem nas couves, e o bixo papão FAAAAAP que vai transformar a tua vida num inferno! [:D]
Por estes posts começa a ser complicado seres levado a sério.

Auris Hibrido:

195.000km e 5 anos = 2540

Auris 1.6 D

200.000 e 5 anos = 3600€

Quase 1100€ é manutenção "idêntica"... Esta bem.


Estás a ver? encontras-te 1 carro que faz o mesmo que o prius no mesmo segmento (por sinal custa quase metade do preço), isso faz dele melhor?
O Land Rover é um trambolho com outro peso e centro de gravidade elevado, percebe-se que não seja melhor que o toyota, mas mesmo assim, quantos desse segmento encontras piores?
Pior só mesmo alguns Lexus :sh) e a Hilux (pese embora o excelente produto que é).
No segmento A também deves encontrar alguns próximos, mas muito leves, rodas finas e tambores atrás.

Compreendo essa atitude pro-prius por já estares escaldado com o diesel (situação que eu não estarei nos próximos tempos), mas o que acho mesmo estranho é como alguém que tem um Clio RS, um carro muito mais emocional, irracional, gastador e poluente, consegue ser tão defensor de uns veículos (não tecnologia), tão amorfos!
Eu não tenho nada contra os híbridos, gosto de alguns como por exemplo o Golf GTE, mas um toyota para já não entraria nas minhas contas porque não há nenhum modelo que simpatize. então o prius é mesmo o fim da linha (estética à parte, não simpatizo com o conceito nem com a volumetria do carro).

Mas eu disse que o Prius é melhor que alguma coisa?

Tu vieste com Toyota com ma travagem, porque não dizes o mesmo da Fiat e Land Rover? Esses já devem travar bem.

O Land Rover tem outro peso, curioso que no Land Rover o peso, centro gravitacional seja facto, mas o peso já não conta no Prius, o facto dos discos dos Híbridos serem mais pequenos devido a travagem regenerativa, o facto dos pneus de baixo atrito... Nada disto conta, só pegar no Prius e dizer que os Toyota travam mal.

As vezes discutir aqui torna-se complicado, não percebo porque não consegues contextualizar a questão da travagem do Prius mas já o fizeste para o Land Rover... Ate a AH na nota do teste refere a questão do peso, foste buscar uma Pick UP que trava bem, mais uma vez, pelo peso baixo que tem, porque a concorrência mais pesada trava bem pior... É escolher casos a dedo para fazer argumento e no final ter 2 pesos e 2 medidas... Assim não acho a discussão seria. Pegas no caso do Prius para generalizar que a Toyota trava mal, mas não fazes o mesmo com o Tipo...


O Clio RS não é o meu carro principal, é carro "fim de semana", o meu carro principal é um Toyota Corolla 1.4, que está a ser alvo de ponderação para ser trocado por uma Auris HSD. O Clio dci comercial nem é meu, dado pela empresa, tenho de me deslocar profissionalmente nele. Como é lógico, como a maioria das pessoas, o carro pessoal principal, quer-se econômico, fiável, bem equipado. Espero que te tenhas esclarecido sobre a irrelevância para o tópico dos meus carros. Não é que me importe, não tenho problemas, mas não vejo a necessidade ou relevância de se falar disso.

Já agora, se não foi ainda claro, falo dos Toyota porque é um sistema que conheço bem, o resto não falo porque não sei, não conheço tão bem pelo que não estou para estar sempre a induzir em erro. Não tinha problemas, antes pelo contrário, de ponderar outro segmento C Híbrido, aliás preferia bem mais o Golf GTE ao Auris HSD, mas os preços são outros, que saem já fora do orçamento.
 
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A relevância disso é qual? Mas pronto, se é para se ser do contra realmente vale tudo, sim a Toyota é ma a travar, que te satisfaça isso.

Eu não estou a ser do contra, não tenho nada contra a toyota e até é um grupo com que simpatizo (que pena que não ganharam Le Mans no ano passado...:sh)), mas tu é que estás a desconversar, deitas a deixa, eu fui investigar e encontrei alguns factos curiosos que não conhecia. Expus aqui, criticaste sem argumentos, e eu fui buscar mais factos. Ficaste "desarmado" e agora?
 
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