DeCeIi
Well-known member
Não há nada como gás para quem gosta de cozinhar, mas a verdade é que com as eléctricas consegues ter a cozinha muito mais limpa, tachos e panelas como novos e muito menos vapor. Tive uma de indução ranhosa numa casa arrendada e aquilo rebentou-me o fundo das panelas, além de ser demasiado suceptível à posição exacta da panela ou frigideira em uso. Pensei que uma de melhor qualidade fosse outro nível, até o meu sogro trocar a placa a gás (De Dietrich de 5 bocas 90cm) por uma de indução SMEG. Usei-a muitas vezes e senti alguns dos problemas da outra ranhosa. O calor não é distribuído uniformemente, é bastante difícil de controlar o aumento de temperatura quando queres selar ou flambar (sobe demasiado rápido e queima), os tachos têm de estar na posição perfeita, ou perde completamente a eficiência. Acertar com o flex-zone para utilizar 2 "bocas" num tacho grande é um pesadelo.
Andava para trocar a minha vitrocerâmica por uma de indução e depois dessa experiência, desisti. Devo trocar por outra melhor, que a minha demora demasiado a aquecer e não atinge temperaturas muito elevadas... é uma Teka TR951.
Ou seja, não sabes trabalhar com o equipamento, provavelmente utilizaste panelas desadequadas e depois as placas de indução não prestam. [
1º ponto, são mais eficientes que uma placa de gás;
2⁰ ponto, ficam mais baratas na sua utilização;
3⁰ ponto, permite um controlo maior de temperatura, potência e tempo de cozinhar;
⁰ ponto, permitem cozinhar mais rapidamente, poupando energia e consequente factura.
E é este quarto ponto que faz a diferença. Um fogão ou placa a gás cozinham mais lentamente. Uma cozedura mais lenta é numa parte dos casos o ideal mas isto também se consegue controlar (vide ponto 3), com a vantagem de conseguirmos ter um ainda maior controlo. Ou seja, é preciso saber trabalhar com a máquina.
O gás, ao contrário da combustão de material como madeira, não acrescenta sabor ou tempero.
Ah! E uma placa de indução é muito mais segura a todos os níveis!