Electrodomésticos

Também estou, mas ando a procura de 70cm. Alguma recomendação de boa qualidade de construção e desempenho?

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Também estou, mas ando a procura de 70cm. Alguma recomendação de boa qualidade de construção e desempenho?

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70 cms havia muito poucas opções no mercado quando comprei no ano passado, fui para uma BOSCH PVS775FC5E, mas havia pouco por onde escolher.

Acho 60 pequeno demais e 90 gigante, ali os 75 cm seriam o sweet spot!
 
Olá pessoal.

Estou comprador de uma placa de indução (60cm) e vi que existem agora algumas com a opção FlexInduction / zona flexível.

Alguém com alguma destas placas que me possa dar a opinião sobre este sistema?

Obrigado

Tenho numa Siemens há bastante tempo. É uma das vantagens da indução, aquecer por zonas. Podes ligar uma zona toda e meter um grelhador grande ou uma chapa. Ou podes ligar zonas individuais.
Pelo que noto, e na minha siemens, mais ao centro aquece mais que nas pontas, mas na globalidade aquece bem.
Muitas marcas têm acessórios próprios para usar essas zonas completas.

Também estou, mas ando a procura de 70cm. Alguma recomendação de boa qualidade de construção e desempenho?

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Esta da AEG é boa: https://www.aeg.com.pt/kitchen/cooking/hobs/induction-hob/ike74471fb/
E se juntares um exaustor da mesma marca, a placa "fala" com o exaustor e liga-o automaticamente.
 
Última edição:
Para não estar a refazer um post

https://forum.zwame.pt/threads/electrodomesticos.847378/post-16220321

Continuam a ser bobines com forma definida. Se o alinhamento das mesma não for perfeito com o tacho há perda de eficiência, e para quem se preocupa com isso, grávidas ou quem use pacemakers há um significativo campo magnético gerado que escapa da placa, porque não foi absorvido pelo tacho.
Esse post mostra precisamente que muitas não são falsas como dizem.

Esta
Hotpoint-ACP-778-CBA-2-300x200.png


ou esta

Grundig-GIEI-635880X-3-300x200.jpg


Provam claramente que é melhor ter um rectângulo marcado com bobines assim do que ter apenas 2 círculos isolados como bicos isolados.

Ter mini bobines ainda é impensável. Mas para lá caminhamos.
 
Esse post mostra precisamente que muitas não são falsas como dizem.

Esta
Hotpoint-ACP-778-CBA-2-300x200.png


ou esta

Grundig-GIEI-635880X-3-300x200.jpg


Provam claramente que é melhor ter um rectângulo marcado com bobines assim do que ter apenas 2 círculos isolados como bicos isolados.

Ter mini bobines ainda é impensável. Mas para lá caminhamos.
Para os mesmos dados estás a chegar a conclusões diferentes.

Se no caso da imagem de cima alguém colocar algo para cozinhar no centro está a desperdiçar 75% da capacidade.

E na imagem de baixo não é uma zona Flex, é uma zona que claramente indica as 4 zonas.

É ler o post com atenção e aceitar a realidade. Zonas flex, não são mais que marketing e o seu mau uso é prejudicial às eficiência.
 
Última edição:
Para os mesmos dados estás a chegar a conclusões diferentes.

Se no caso da imagem de cima alguém colocar algo para cozinhar no centro está a desperdiçar 75% da capacidade.

E na imagem de baixo não é uma zona Flex, é uma zona que claramente indica as 4 zonas.

É ler o post com atenção e aceitar a realidade. Zonas flex, não são mais que marketing e o seu mau uso é prejudicial às eficiência.

Tens razão no que dizes da imagem de cima, algo no meio vai desperdiçar energia.

Na imagem de baixo é uma zona flex com 4 zonas.
 
Não há nada como gás para quem gosta de cozinhar, mas a verdade é que com as eléctricas consegues ter a cozinha muito mais limpa, tachos e panelas como novos e muito menos vapor. Tive uma de indução ranhosa numa casa arrendada e aquilo rebentou-me o fundo das panelas, além de ser demasiado suceptível à posição exacta da panela ou frigideira em uso. Pensei que uma de melhor qualidade fosse outro nível, até o meu sogro trocar a placa a gás (De Dietrich de 5 bocas 90cm) por uma de indução SMEG. Usei-a muitas vezes e senti alguns dos problemas da outra ranhosa. O calor não é distribuído uniformemente, é bastante difícil de controlar o aumento de temperatura quando queres selar ou flambar (sobe demasiado rápido e queima), os tachos têm de estar na posição perfeita, ou perde completamente a eficiência. Acertar com o flex-zone para utilizar 2 "bocas" num tacho grande é um pesadelo.

Andava para trocar a minha vitrocerâmica por uma de indução e depois dessa experiência, desisti. Devo trocar por outra melhor, que a minha demora demasiado a aquecer e não atinge temperaturas muito elevadas... é uma Teka TR951.
 
Não há nada como gás para quem gosta de cozinhar, mas a verdade é que com as eléctricas consegues ter a cozinha muito mais limpa, tachos e panelas como novos e muito menos vapor. Tive uma de indução ranhosa numa casa arrendada e aquilo rebentou-me o fundo das panelas, além de ser demasiado suceptível à posição exacta da panela ou frigideira em uso. Pensei que uma de melhor qualidade fosse outro nível, até o meu sogro trocar a placa a gás (De Dietrich de 5 bocas 90cm) por uma de indução SMEG. Usei-a muitas vezes e senti alguns dos problemas da outra ranhosa. O calor não é distribuído uniformemente, é bastante difícil de controlar o aumento de temperatura quando queres selar ou flambar (sobe demasiado rápido e queima), os tachos têm de estar na posição perfeita, ou perde completamente a eficiência. Acertar com o flex-zone para utilizar 2 "bocas" num tacho grande é um pesadelo.

Andava para trocar a minha vitrocerâmica por uma de indução e depois dessa experiência, desisti. Devo trocar por outra melhor, que a minha demora demasiado a aquecer e não atinge temperaturas muito elevadas... é uma Teka TR951.

Que exagero...
 
Não há nada como gás para quem gosta de cozinhar,1.


Não sou dessa opinião, eu não percebo nada de placas até pensei que as de indução e vitrocerâmicas fossem a mesma coisa :sh)

Há uns anos em casa com a cozinha nova surgiu a ideia de um novo fogão, acabou por se escolher um de placa, vitroceramica , e gosto bastante, hoje já não trocava pelo gás, já indução nunca usei por isso não posso falar.


Mas se falares de lume a serio para prós cozinharem ser melhor.... até posso entrar nessa conversa mas aí coloco o meu fogão a lenha e o fogareiro a carvão a fazer frente a qualquer bico de gás.[:D]
 
Não há nada como gás para quem gosta de cozinhar, mas a verdade é que com as eléctricas consegues ter a cozinha muito mais limpa, tachos e panelas como novos e muito menos vapor. Tive uma de indução ranhosa numa casa arrendada e aquilo rebentou-me o fundo das panelas, além de ser demasiado suceptível à posição exacta da panela ou frigideira em uso. Pensei que uma de melhor qualidade fosse outro nível, até o meu sogro trocar a placa a gás (De Dietrich de 5 bocas 90cm) por uma de indução SMEG. Usei-a muitas vezes e senti alguns dos problemas da outra ranhosa. O calor não é distribuído uniformemente, é bastante difícil de controlar o aumento de temperatura quando queres selar ou flambar (sobe demasiado rápido e queima), os tachos têm de estar na posição perfeita, ou perde completamente a eficiência. Acertar com o flex-zone para utilizar 2 "bocas" num tacho grande é um pesadelo.

Andava para trocar a minha vitrocerâmica por uma de indução e depois dessa experiência, desisti. Devo trocar por outra melhor, que a minha demora demasiado a aquecer e não atinge temperaturas muito elevadas... é uma Teka TR951.

O unico problema que tive em casa foi com um conjunto rafeiro do continente, com Silampos ou Tefal sempre deu impecável.
 
eu já tenho placa de indução há mais de 10 anos, da marca FAGOR

não quero outra coisa, não há desperdício de energia....aquece na área de contacto apenas

eu não sei que disparates são esses que ouvi atrás noutros posts
 
Não sou pró, mas sou um aficionado. Adoro cozinhar desde criança e sou eu quem cozinha em casa, em todas as refeições e gosto de fazer bem. O gás permite controlar muito bem a temperatura, tem excelente distribuição de calor (visualmente é muito fácil alinhar a panela) e permite atingir temperaturas altas. Como desvantagens, faz muito vapor (terrível no inverno no continente), suja/queima os recipientes e é bastante mais difícil de limpar e manter limpo.

As panelas que rebentaram eram Silampos (uma grelha e uma panela média), o fundo inchou e abriu. Não penso que fosse defeito da panela, acho que era o aquecimento repentino numa zona pequena.

Cozinhei a gás uns 20 anos, só em 2014 é que comecei a usar indução (na tal casa arrendada) e depois vitroceramica em 2017. Adaptei-me bastante bem à essa última e é o que tenho usado desde então. Mudei-me outra vez recentemente e aqui tenho a tal Teka TR-951 que não aquece tão bem como a Balay simples que tinha na outra casa… comprei umas panelas novas (Zwulling) com fundo plano, que absorve completamente o calor, mas nem assim resulta. Por exemplo, não consigo temperatura suficiente para selar carne.
Também tenho aqui um forno à lenha em pedra que não atino muito bem e comprei recentemente um Kamado de 22” que tem sido meu vício :)

Estou a pensar em renovar parcialmente a cozinha e queria meter uma placa melhor, um exaustor, MLR e um frigorífico que faça gelo, que só encontro os americanos… tenho espaço na cozinha mas não gosto do freezer estreito dos americanos.
 
O gás não suja os recipientes desde que a chama esteja afinada e seja azul.

Se for laranja os bicos (interiores) precisam de ser limpos.

Não me referia só à sujidade de queima ineficiente, mas da carbonização dos “escorrimentos”, que deixam as laterais dos tachos pretos e é muito difícil de remover. Nas placas eléctricas não acontece e os resíduos queimados no fundo saem bem com esfregão.
 
Não me referia só à sujidade de queima ineficiente, mas da carbonização dos “escorrimentos”, que deixam as laterais dos tachos pretos e é muito difícil de remover. Nas placas eléctricas não acontece e os resíduos queimados no fundo saem bem com esfregão.
Não é suposto teres chama na lateral que cabornize os escorrimentos.

A chama deve ser sempre menor que o diâmetro do fundo.
 
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