1º o trabalho autárquico é facilmente visível. O dos deputados não.
Concordo em parte consigo e percebo o seu ponto de vista. Acontece que, e falando em trabalho de "vista", um TGV, um aeroporto, um estádio ou se quiser com obras de menor dimensão, estradas, caminhos de ferro, hospitais, centros de saúde, escolas, são da competência do Estado e também são visiveis.
2º BE e PCP nunca foram Governo e como tal, não posso avaliar as susas competências práticas. Apenas posso avaliar as suas competências teóricas.
Permita-me discordar do Bruno, como sabe, uma lei só passa se tiver a votação da maioria na assembleia, assim, todos os dias ou quase há votações e consequentemente há trabalho prático(saída de leis). Da mesma forma que o partido do governo apresenta prospostas de lei, qualquer partido o faz, aliás, o PCP e o BE foram os que apresentaram mais propostas de lei a serem objecto de votação na assembleia da republica e na assembleia do parlamento europeu, mesmo com um menor numero de deputados.
4º acredita que gerir uma Câmara é bem diferente de gerir um país.
Como é obvio. Mas também é obvio que, se há competência para gerir uma camara que envolve igualmente um orçamento, vereadores(num governo são ministros) e freguesias(num governo serão camaras que distribuem um orçamento) e se desenvolve trabalho a nivel da assembleia da republica, também há competência, ou pelo menos deverá ser dada a oportunidade, de aumentar o nº de deputados, nem falo em formar governo.