Eu compreendo ambos os pontos de vista aqui expostos. Por um lado, há quem ache que há lugares de deficientes a mais, por outro, há quem ache que nunca são demais.
Eu sou daqueles que acha que as cidades têm que ser pensadas a servir as pessoas e não os carros. E também acho que as cidades têm que proteger os mais frágeis, nomeadamente, peões e deficientes.
Se por um lado, acho os lugares de deficientes essenciais, acho que criar um excesso de lugares de deficientes pode incentivar indirectamente o seu desrespeito. [

] Um pouco como os limites de velocidades nas nacionais. Quando vamos na IC1 para o Algarve, põe-se um limite de 50km/h por causa de uma bomba de gasolina, um restaurante e umas mesas de piquenique que estão a 50 metros da via. Isto para não falar de casos piores, como as localidades que existem apenas administrativamente. :sh) O resultado é as pessoas começarem a desrespeitar massivamente os sinais de 50km/h e actualmente sermos campeões europeus em taxas de atropelamento! Claro que as causas de atropelamentos não são exclusivamente a velocidade, mas é uma grande ajuda. [

]
Acho que já me expliquei. [

] Como se costuma dizer, nem tanto ao mar nem tanto à terra. Temos que ser razoáveis e racionais.