F1 2007 GP Brasil - Kimi Raikkonen CAMPEAO

Não gostaste e repetiste o erro:

Eu fiz uma citação particular ao comentário do Bond e não as criticas que foram feitas que não havia muitas a fazer o Alonso dominou falta saber se com ajuda de equipa ou não.

Agora cada vez que vem o Alonso á baila é puto mimado é isto e aquilo, quando na mesmas situações e se fosse outro piloto os comentários eram diferentes.
Eu acho é estupido porque já a época passada era a mesma coisa ficou o "bode expiatório" aqui do fórum agora passa-me mais ao lado já não está na Renault e como piloto sempre gostei mais do Kimi por exemplo, mas acho infantil esta perseguição ao Alonso.

Já agora e sobre seres moderador acho que é obvio que os comentários que fazes tem que ser mais pensados que os dos restantes (só a titulo de exemplo achas que aquele ministro estava na "enrascada" que está sobre as declarações que fez sobre a margem sul? O tipo de "cargo" que se ocupa não deve mudar a nossa opinião mas deve-se ter mais cuidado quando se fala. Nisso acho que devias aprender um pouco mais com o Taveira.

Com tantas "questões" obrigas-me a escrever testamentos destes.
Já é a segunda vez que te aviso, e infelizmente não é a segunda vez que me persegues por falhas, erros ou por opiniões diferentes.
Eu vi a citação e vi que era respeitante ao user bond, mas eu entendo na MINHA OPINÃO que quando fazes o último reparo não é apenas contra o bond mas os que tu entendes que são os anti-alonso. Desculpa-me mas é a minha opinião.
Tu já explicaste que apenas te dirigiste ao bond e então aceito! Mas posso continuar a ter as minhas opiniões ou não?

Segundo sim sou moderador e sIm tenho cuidado no que digo. Mas aqui tu acusas-me de algo que não disse. Eu nem sequer apoiei a afirmação. Mas se for para tomar um papel de moderador naquela afirmação, não seria a única. Por isso é que de tempos a tempos vou pedindo calma e eu próprio vou-me moderando.
A comparação com o ministro é absurda. Pq eu aqui nem abri a boca. Por isso não vejo onde pode haver alguma comparação possível!
 
Última edição:
Má interpretação do inglês. O que o Denis diz é que a equipa tem de decidir à partida qual é o vencedor que pretende para cada um dos possíveis cenários (com ou sem safety car). Na base das probabilidades (4 safety cars nos últimos 5 anos) a estratégia dada ao Hamilton era assim potencialmente vencedora. Grande benefício para o Alonso, heim?

Não precebo onde está a polémica disto. O Alonso saiu na pole, andou sempre à frente e mostrou andamento tão bom ou mesmo um pouco melhor que o Hamilton (quem fez a volta mais rápida?). Num circuito onde o Rainkonen em 12.º não conseguiu passar ninguém, queriam uma luta fraticida entre os dois primeiros da mesma equipa? Enfim.

Quanto ao Hamilton, se ao fim de 5 corridas já não está satisfeito por acabar no pódio e acha que devia ganhar uma corrida em que não excerceu qualquer domínio (apesar de ter andado sempre perto do 1.º lugar o que de si já é excepcional), então quando começar a ganhar ninguém lhe vai segurar o ego. Espero bem que não tenha sido nada e mantenha a cabeça fria. De emproados já a fórmula 1 está cheia.
Luis se a corrida fosse como tu dizes. Acho que tinhas 100% de razão.

Seria absurdo uma equipa com 2 pilotos em 1º e 2º e com um avanço de 1minutos, andar a esforçar motores, a arriscar erros e a deixars lutas perigosas!

100% de acordo.

Mas aqui o que ficou em dúvida é que na altura do 1º reabastecimento a McLaren viu que o alonso não se afastou o suficiente do Hamilton! E que se o alonso parava e o Hamilton só fosse parar dai a mais 10 voltas (as 4 que fez e as 5/6 que ainda tinha para fazer). O Hamilton sairia na frente (se não houvesse qq problema externo). E depois já não ia parar mais vez nenhuma! E o alonso já em 2º teria sempre de parar uma 2ª vez!

Ai sim é que está a grande questão da corrida. Pq raio é que o Hamilton treinou com mais gasolina e bem mais pesado. Para depois parar como um carneirinho atrás do Alonso
 
(...)
Qdo em 2002 a Ferrari fez aquela manobra não aplaudi pq o espectáculo fica sempre com um sabor amargo, mas ao menos tiveram a coragem de o fazer abertamente e foi devido a essa coragem que passou a ser proibido e que todos o passaram a fazer às escondidas.

A questão aqui é que agora é proibido e se em 2002 foi o que foi qdo não era proibido agora as medidas deviam ser aplicadas. (eu não concordo com a regra, mas se ela existe tem de ser aplicada a todos os que a violem)

Nem mais!

Foi precisamente esse o sentido da defesa que Berger e Alesi fizeram da Ferrari sobre o ataque hipócrita daqueles que segundo eles recorriam ao mesmo tipo de ordens mas por baixo da mesa de jogo!...

A gravidade acrescida do acto ocorrido no Mónaco decorre de agora, e ao contrário de 2002, existir suporte legal para punir tal prática considerada anti-desportiva, legislação essa que a McLaren exigiu e aplaudiu na altura...

Terão memória assim tão curta?!...

Mas vá lá que ao menos se nota agora que os adeptos ganharam mais algum juízo por esses fóruns fora, e já não atacam Alonso pelo sucedido como atacaram ao tempo Schumacher, como se a ordem tivesse sido dada pelo alemão. E mesmo sabendo a posteriori como Schumacher em nada apreciou o sucedido e pediu à Ferrari para nunca mais fazer aquilo (como Alonso não deve estar a gostar, nem quer que a McLaren lhe cause problemas desta natureza...), preferiram sempre, comodamente, continuar adesancar o alemão apesar dele, só nessa época, ter doado 3 vitórias de bandeja a Barrichello e sem necessiadde de qualquer ordem de equipa...
 
(...)
Ai sim é que está a grande questão da corrida. Pq raio é que o Hamilton treinou com mais gasolina e bem mais pesado. Para depois parar como um carneirinho atrás do Alonso

Pois é...

Ron Dennis explica o mistério não se apercebendo do rídiculo (estará senil?!):

"Once the first round of pitstops had taken place we reverted Lewis from a one-stop strategy to the faster two-stop strategy (...)"

Já estou a ouvir Hamilton através do rádio de bordo:

«Obrigado, Ron!...»[:D]
 
Última edição:
E pronto! A anedota está feita:

«New Addition to the Ron-Speak Library...

This one is interesting:


"There will be places where they will be absolutely free to race, but this isn't one of them."

Of course, what he is not saying is that the places that he is referring to depends on such variables as

-WDC standing
-WCC standing
-Time of year
-Time of day
-Weather
-Driver
-Night or day race
-Colour of the barriers
-Phase of the moon


"There will be places where they will be absolutely free to race, but this isn't one of them."

Translation: " Drivers are free to race each other whenever and where ever WE see fit"

Jean Todt can give the French translation for us!

Best regards»
 
Vim ler o tópico e fiquei...:eek: Agora já percebo ainda melhor a cara de desagrado do Hamilton.:sh)
Zen tu estás lá, gostei de ler muitas coisas que não sabia.

Não acham que as estratégias de paragens deviam ser "escritas", antes da corrida, a fim de se promover a verdade desportiva? ( afinal as provas agora já não se ganham só na corrida, pois é preciso por logo o carro com mais ou menos gasolina na qualificação, já pensando na corrida ).
Claro que haveria a excepção de o carro ter algum problema/acidente, e ter que ir às boxes sem que estivesse "programado".

Isto claro é um bitaite de alguém que não percebe nada, apenas mero expectador, por isso não me crucifiquem por ter mandado uma grande asneirada.[;)]
 
Luis se a corrida fosse como tu dizes. Acho que tinhas 100% de razão.

Seria absurdo uma equipa com 2 pilotos em 1º e 2º e com um avanço de 1minutos, andar a esforçar motores, a arriscar erros e a deixars lutas perigosas!

100% de acordo.

Mas aqui o que ficou em dúvida é que na altura do 1º reabastecimento a McLaren viu que o alonso não se afastou o suficiente do Hamilton! E que se o alonso parava e o Hamilton só fosse parar dai a mais 10 voltas (as 4 que fez e as 5/6 que ainda tinha para fazer). O Hamilton sairia na frente (se não houvesse qq problema externo). E depois já não ia parar mais vez nenhuma! E o alonso já em 2º teria sempre de parar uma 2ª vez!

Ai sim é que está a grande questão da corrida. Pq raio é que o Hamilton treinou com mais gasolina e bem mais pesado. Para depois parar como um carneirinho atrás do Alonso

Bom, por acaso tenho de reconhecer que pensei que se estavam a referir ao segundo reabastecimento e não ao primeiro, o que muda as coisas um pouco.

Estive a rever a gravação que fiz e mesmo assim tenho dúvidas se de facto o Hamilton teria chegado a primeiro. E isto porque o Alonso reabasteceu com um avanço de pouco mais de 4s e após as 4 voltas a mais do Hamilton, este reentra novamente a mais de 5s do Alonso, apesar de pelo meio ter feito a volta mais rápida até então.

Por acaso este é um fenómeno que reparei durante a transmissão, já que para além da RTL também costumo ir vendo o live timing da F1. É que ao contrário do que se poderia pensar, após mudar pneus os carros com pneus novos e tanque atestado foram tão ou mais rápidos quanto os carros com pneus gastos e tanque vazio.Não sei se isto é uma peculiaridade do Mónaco ou se se vai repetir noutros circuitos. O que mais condicionou o desempenho foi a sorte ou azar com o tráfego.

Por isso é difícil pressupor o que teria acontecido, tanto dava para o Alonso ficar na frente após o primeiro reabastecimento do Hamilton como ao contrário. Aqui pode ter jogado o sentido de segurar o resultado: perante um Hamilton a atacar ao máximo (na volta mais rápida andou em drifting na curva de parqueamento dos Ferraris) e um Alonso a ser obrigado a fazer o mesmo, antes de que houvesse algum desastre a Mclaren resolveu encerrar a questão e mudar a dita táctica antecipando o reabastecimento. Do ponto de vista desportivo seria preferível claro não ter havido esta interferência, independentemente do resultado final.

Continuo no entanto a pensar que uma decisão táctica de "acalmar" uma luta entre pilotos da mesma equipa em prol de garantir o resultado é muito diferente de mandar um piloto deixar o outro passar. Não foi uma decisão para favorecer um piloto como noutros casos referidos, designadamente da Ferrari. Aliás, a vitória do Hamilton até era capaz de render mais propaganda à Mclaren,se formos por esses caminhos tortuosos.

Mas se não é suposto existirem interessesde equipa há uma solução fácil: restrinjam-nas a um só piloto e o problema está resolvido.
 
Última edição:
Andam a passar uma informação errada:

na 2ª paragem o Hamilton parou somente 2 voltas depois do Alonso e tinha combustível para mais umas 4/5.

2 1 Fernando Alonso McLaren-Mercedes 51 15:08:29 24.687

2 2 Lewis Hamilton McLaren-Mercedes 53 15:11:11 23.297
 
Bom, por acaso tenho de reconhecer que pensei que se estavam a referir ao segundo reabastecimento e não ao primeiro, o que muda as coisas um pouco.

Estive a rever a gravação que fiz e mesmo assim tenho dúvidas se de facto o Hamilton teria chegado a primeiro. E isto porque o Alonso reabasteceu com um avanço de pouco mais de 4s e após as 4 voltas a mais do Hamilton, este reentra novamente a mais de 5s do Alonso, apesar de pelo meio ter feito a volta mais rápida até então.

Por acaso este é um fenómeno que reparei durante a transmissão, já que para além da RTL também costumo ir vendo o live timing da F1. É que ao contrário do que se poderia pensar, após mudar pneus os carros com pneus novos e tanque atestado foram tão ou mais rápidos quanto os carros com pneus gastos e tanque vazio.Não sei se isto é uma peculiaridade do Mónaco ou se se vai repetir noutros circuitos. O que mais condicionou o desempenho foi a sorte ou azar com o tráfego.

Por isso é difícil pressupor o que teria acontecido, tanto dava para o Alonso ficar na frente após o primeiro reabastecimento do Hamilton como ao contrário. Aqui pode ter jogado o sentido de segurar o resultado: perante um Hamilton a atacar ao máximo (na volta mais rápida andou em drifting na curva de parqueamento dos Ferraris) e um Alonso a ser obrigado a fazer o mesmo, antes de que houvesse algum desastre a Mclaren resolveu encerrar a questão e mudar a dita táctica antecipando o reabastecimento. Do ponto de vista desportivo seria preferível claro não ter havido esta interferência, independentemente do resultado final.

Continuo no entanto a pensar que uma decisão táctica de "acalmar" uma luta entre pilotos da mesma equipa em prol de garantir o resultado é muito diferente de mandar um piloto deixar o outro passar. Não foi uma decisão para favorecer um piloto como noutros casos referidos, designadamente da Ferrari. Aliás, a vitória do Hamilton até era capaz de render mais propaganda à Mclaren,se formos por esses caminhos tortuosos.

Mas se não é suposto existirem interessesde equipa há uma solução fácil: restrinjam-nas a um só piloto e o problema está resolvido.

Muito boa análise! Penso exactamente o mesmo. apr:)[;)]
 
Bom, por acaso tenho de reconhecer que pensei que se estavam a referir ao segundo reabastecimento e não ao primeiro, o que muda as coisas um pouco.

Estive a rever a gravação que fiz e mesmo assim tenho dúvidas se de facto o Hamilton teria chegado a primeiro. E isto porque o Alonso reabasteceu com um avanço de pouco mais de 4s e após as 4 voltas a mais do Hamilton, este reentra novamente a mais de 5s do Alonso, apesar de pelo meio ter feito a volta mais rápida até então.

Por acaso este é um fenómeno que reparei durante a transmissão, já que para além da RTL também costumo ir vendo o live timing da F1. É que ao contrário do que se poderia pensar, após mudar pneus os carros com pneus novos e tanque atestado foram tão ou mais rápidos quanto os carros com pneus gastos e tanque vazio.Não sei se isto é uma peculiaridade do Mónaco ou se se vai repetir noutros circuitos. O que mais condicionou o desempenho foi a sorte ou azar com o tráfego.

Por isso é difícil pressupor o que teria acontecido, tanto dava para o Alonso ficar na frente após o primeiro reabastecimento do Hamilton como ao contrário. Aqui pode ter jogado o sentido de segurar o resultado: perante um Hamilton a atacar ao máximo (na volta mais rápida andou em drifting na curva de parqueamento dos Ferraris) e um Alonso a ser obrigado a fazer o mesmo, antes de que houvesse algum desastre a Mclaren resolveu encerrar a questão e mudar a dita táctica antecipando o reabastecimento. Do ponto de vista desportivo seria preferível claro não ter havido esta interferência, independentemente do resultado final.

Continuo no entanto a pensar que uma decisão táctica de "acalmar" uma luta entre pilotos da mesma equipa em prol de garantir o resultado é muito diferente de mandar um piloto deixar o outro passar. Não foi uma decisão para favorecer um piloto como noutros casos referidos, designadamente da Ferrari. Aliás, a vitória do Hamilton até era capaz de render mais propaganda à Mclaren,se formos por esses caminhos tortuosos.

Mas se não é suposto existirem interessesde equipa há uma solução fácil: restrinjam-nas a um só piloto e o problema está resolvido.

Acho que a situação foi que o Hamilton poderia ter feito uma paragem. E depois aquando da segunda paragem fizeram-no entrar logo depois do Alonso e ai diria que tinha hipoteses de ficar mto mais tempo em pista e então passar o Alonso. Até pq parou mais tempo na 1a paragem e 4 voltas depois. Ou seja 4 voltas + o tempo extra deveriam ter dado umas voltas a mais e ao andamento que o miudo estava era uma hipotese alta de ele conseguir passar o Alonso.

Concordo qdo dizes que foi mais uma ordem de não ter 2 pilotos a arriscar demasiado numa corrida critica. Eu penso o mesmo e até sou a favor das ordens de equipa. Mas a questão aqui acaba por se referir ao facto de que se isso aconteceu houve de facto ordens de reter o hamilton logo depois da paragem do Alonso de forma a que a corrida acabasse como estava e sem lutas. E isso é proibido! Eu nem quero que a McLaren ou os pilotos seja penalizados, ficou é triste por começarem a defender o Alonso em vez de deixar o puto brilhar e ofuscar o bi-campeão do mundo.

Espero sinceramente que o Hamilton comece a apertar os calos ao alonso e aos outros (Massa, Kimi e companhia) de forma a termos sempre mais do que 2 pilotos a lutar pelo campeonato.
 
Bom, por acaso tenho de reconhecer que pensei que se estavam a referir ao segundo reabastecimento e não ao primeiro, o que muda as coisas um pouco.

Estive a rever a gravação que fiz e mesmo assim tenho dúvidas se de facto o Hamilton teria chegado a primeiro. E isto porque o Alonso reabasteceu com um avanço de pouco mais de 4s e após as 4 voltas a mais do Hamilton, este reentra novamente a mais de 5s do Alonso, apesar de pelo meio ter feito a volta mais rápida até então.

Por acaso este é um fenómeno que reparei durante a transmissão, já que para além da RTL também costumo ir vendo o live timing da F1. É que ao contrário do que se poderia pensar, após mudar pneus os carros com pneus novos e tanque atestado foram tão ou mais rápidos quanto os carros com pneus gastos e tanque vazio.Não sei se isto é uma peculiaridade do Mónaco ou se se vai repetir noutros circuitos. O que mais condicionou o desempenho foi a sorte ou azar com o tráfego.

Por isso é difícil pressupor o que teria acontecido, tanto dava para o Alonso ficar na frente após o primeiro reabastecimento do Hamilton como ao contrário. Aqui pode ter jogado o sentido de segurar o resultado: perante um Hamilton a atacar ao máximo (na volta mais rápida andou em drifting na curva de parqueamento dos Ferraris) e um Alonso a ser obrigado a fazer o mesmo, antes de que houvesse algum desastre a Mclaren resolveu encerrar a questão e mudar a dita táctica antecipando o reabastecimento. Do ponto de vista desportivo seria preferível claro não ter havido esta interferência, independentemente do resultado final.

Continuo no entanto a pensar que uma decisão táctica de "acalmar" uma luta entre pilotos da mesma equipa em prol de garantir o resultado é muito diferente de mandar um piloto deixar o outro passar. Não foi uma decisão para favorecer um piloto como noutros casos referidos, designadamente da Ferrari. Aliás, a vitória do Hamilton até era capaz de render mais propaganda à Mclaren,se formos por esses caminhos tortuosos.

Mas se não é suposto existirem interessesde equipa há uma solução fácil: restrinjam-nas a um só piloto e o problema está resolvido.

Luís, no respeitante às «ordens de equipa» e à distorsão premeditada dos resultados desportivos não há lugar a malabarismos de gradação comparativa.

Ron Dennis foi explícito quanto à intencionalidade de distorsão premeditada dos resultados desportivos, e até se permitiu elucidar sobre os meios e estratégia usada para tal:

«"However there is some disappointment because of the different strategies we needed to follow to cope with a potential deployment of the Safety Car which has happened four times in the last five years. Consequently you virtually have to decide in advance which one of the team's two drivers will claim the victory."»


«"Once the first round of pitstops had taken place we reverted Lewis from a one-stop strategy to the faster two-stop strategy and at the same time slowed both cars down to conserve the brakes. As a team we would like to race but this circuit requires a disciplined approach and as a result we can leave Monte Carlo with the maximum amount of points,"»

A McLaren conhece a lei, desde 2002, sobre as intenções de manipulação dos resultados desportivos. Os comentadores especialistas em F1 não hesitam: «a McLaren pisou o risco.»

Mas há algo de surreal em tudo isto: como é que se pode pretender defensável que uma equipa, à 5ª corrida da época, decida objectivamente aplicar um condicionamento de resultados aos seus pilotos em situação de elevada proximidade pontual, e para mais prejudicando aquele que era até então, e apesar das desvantagens, o surpreendente líder do campeonato?!...
 
Última edição:
Não consigo mesmo concordar contigo. Se calhar nada que uma cervejita a ver o próximo GP não resolvesse. Mas enfim:

1. É óbvio que as coisas não são pretas nem brancas (não é piada aos pilotos da Mclaren) e pode ser muito complicado distinguir o interesse da equipa da protecção de um dos pilotos. Vai ser muito difícil de haver regras sobre isto suficientmente claras e rigorosas. No entanto neste caso nada indica que se tenha passado a segunda situação.

Quanto à afirmação do Ron Dennis:

«"However there is some disappointment because of the different strategies we needed to follow to cope with a potential deployment of the Safety Car which has happened four times in the last five years. Consequently you virtually have to decide in advance which one of the team's two drivers will claim the victory."»

não vejo nela nada mais que o reconhecimento das diferentes estratégias implementadas, que beneficiavam o Hamilton se houvesse safety car e o Alonso se não houvesse. Penso que é isso que ele quer dizer com a determinação do vencedor à partida, dado que enquadra essa frase na explicação das diferentes estratégias de corrida.


«"Once the first round of pitstops had taken place we reverted Lewis from a one-stop strategy to the faster two-stop strategy and at the same time slowed both cars down to conserve the brakes. As a team we would like to race but this circuit requires a disciplined approach and as a result we can leave Monte Carlo with the maximum amount of points,"»

Mas qual manipulação se retira disto? Se mandar conservar as posições em pista, ainda por cima num circuito que em que é virtualmente impossível ultrapassar é manipulação...


<<Mas há algo de surreal em tudo isto: como é que se pode pretender defensável que uma equipa, à 5ª corrida da época, decida objectivamente aplicar um condicionamento de resultados aos seus pilotos em situação de elevada proximidade pontual, e para mais prejudicando aquele que era até então, e apesar das desvantagens, o surpreendente líder do campeonato?!...>>

Aqui, desculpa lá, fala o teu anti-alonsismo primário. O campeonato está no início e vai haver muitas oportunidades de se ver quem é o melhor sem ser preciso partir os carros todos. E afinal a estratégia de corrida mais de acordo com a lei das probabilides até foi dada ao Hamilton, teria bastado um safety car no primeiro terço da prova.

Não penso que a Mclaren vá proteger o Alonso, afinal para a equipa seria até muito melhor propaganda ter o prodígio que na sua primeira época ganhasse o campeonato com um bi-campeão do mundo colega de equipa. Vais ver que nem a Mclaren é a Ferrari nem o Alonso é o Schumacher (não resisti a esta, eh eh).
 
Sim, a McLaren e Alonso tem muito que andar para chegar à posição da Ferrari e de Schumacher no mundo da F1!

A manipulação de resultados pode fazer-se de múltiplas formas: «decidir antecipadamente o vencedor?!», «reverter a estratégia de um piloto, líder do campeonato, prejudicando directamente as suas possibilidades de explorar a estratégia inicialmente delineada sem que nenhum motivo de força maior a tal obrigasse?!»

Mas Hamilton, apesar de rookie e de líder do mundial até à armadilha monegasca, é quem melhor exprime o sentir da situação surreal, anulando automaticamente a pretensa regularidade e normalidade do ocorrido:

«I've got number two on my car. I am the number two driver.»

Hamilton não pediu nem precisava que lhe alterassem a estratégia de corrida: a ele bastava-lhe que lhe tivessem deixado explorar a estratégia que o colega não quis. Mas alguém percebeu em tempo útil o escândalo que se estava a desenhar nas ruas de Montecarlo: Hamilton, apesar do lastro de combustível tão penalizador no Mónaco, não estava suficientemente lento, como na sua surpreendente Qualificação já ficara o sinal...

O potencial de Hamilton aparece tão flagrante comparativamente aos outros pilotos com quem disputa a liderança do campeonato, que salvo algo de muito estranho, ele vai impôr-se naturalmente a tais pilotos confirmados. E a tentativa monegasca para se «tapar o sol com a peneira» ficará para história da F1 coo isso mesmo: uma tentativa para adiar o inevitável domínio do mais surpreendente piloto da F1 actual...
 
Última edição:
Não penso que a Mclaren vá proteger o Alonso, afinal para a equipa seria até muito melhor propaganda ter o prodígio que na sua primeira época ganhasse o campeonato com um bi-campeão do mundo colega de equipa. Vais ver que nem a Mclaren é a Ferrari nem o Alonso é o Schumacher (não resisti a esta, eh eh).

Achas que o dinheiro do Santander e da Vodafone vem de onde? [;)]
O Alonso foi o iman de todos os patrocínios que dão milhões à McLaren. O Hamilton só lá está pq é um dos protegidos do Ron Dennis.

Mas pronto, se começamos nos "ses" então é que isto n tem solução. O safety car podia ter entrado, podia ter chovido, podia ter caido um disco voador em cima dos mclarens. São tudo "ses" e nos comentários do Ron Dennis está claramente dito que eles decidiram quem iria ganhar a corrida, e se não tenho dúvidas que tanto a Renault como a Ferrari o fizeram algumas vezes nos ultimos anos tb não tenho dúvidas que é ilegal! Principalmente por força da McLaren. Se fosse a Ferrari já tinha caido o carmo e a trindade é já só se ouvia falar no Ferrari International Affairs e mais não sei o que.

Mas mais vale chutar a bola para canto e ver o campeonato decidido na pista. Até pq no Monaco os McLaren mereceram ganhar fosse Alonso ou Hamilton na frente.
 
Como dizem os ingleses, I rest my case. Percebo a fé e a paixão, embora eu prefira ver as coisas mais à distância.

Mas por acaso até acho que o Hamilton tem tudo a ganhar em se assumir como número 2 e fazer um campeonato tranquilo, sem pensar em títulos e sacos de vitórias. Há que ter consciência de que está a começar, é inexperiente e o mais certo é em alguns GP isso acabar por vir ao de cima, sem que tal retire qualquer mérito ao desempenho que tem tido. Se ganhar ok, se não ganhar não é nenhum drama; para o Alonso é que pode ser. A manter-se assim vai ser um adversário temível durante muitos anos, e um bocadinho de humildade no início só lhe fica bem.
 
Voltar
Superior