F1 - 2012

Concordo com tudo, mas apenas uma ressalva: antes de Singapura, o Kimi era 3º com 141 pontos, atrás do Hamilton com 142. ;) Não deixa de ser notável estar nesta posição com um carro que (infelizmente para mim) não está ao nível da Ferrari e muito menos da RB e da McLaren.

Ok, sabia que a diferença era de 1 ponto mas estava convencido que a ordem era outra ;)

Não duvido que com um carro à altura a esta hora estivesse a discutir o primeiro lugar.
 
Michael has announced his retirement at the end of 2012 this afternoon here in Suzuka, thanking his family, friends and the team. On behalf of the team Michael, thank you for being with us over the past three years, we will miss you.


In Facebook Mercedes GP.

Eu sou um dos que detestava o Schumacher até há uns 3/4 anos. Gostei do seu regresso e e da sua nova atitude em pista e fora dela. Passei a ter estima por ele.
Vai deixar saudades.

 
Michael has announced his retirement at the end of 2012 this afternoon here in Suzuka, thanking his family, friends and the team. On behalf of the team Michael, thank you for being with us over the past three years, we will miss you.


In Facebook Mercedes GP.

Eu sou um dos que detestava o Schumacher até há uns 3/4 anos. Gostei do seu regresso e e da sua nova atitude em pista e fora dela. Passei a ter estima por ele.
Vai deixar saudades.


Tal como eu destestava esse "gajo" destes os tempos que ele lixou o Damon Hill!![8b]

Nos dias de hoje, já nao sentia essa animosidade por ele!
 
04.10.2012
Michael to leave Formula 1
Retirement at the end of the season - ”I am at ease with myself”

"I have decided to retire from Formula 1 at the end of the season, although I am still able to compete with the best drivers of the world. This is something that makes me proud, and this is part of why I never regretted my Comback. I can be happy with my performance and the fact that I was continuously raising my game during the last three years. But then, at some point it is time to say Good-Bye.

Already during the past weeks and months I was not sure if I would still have the motivation and energy which is necessary to go on; and it is not my style to do anything which I am not 100% convinced about. With today’s decision I feel released from those doubts. In the end, it is not my ambition to just drive around but to fight for victories; and the pleasure of driving is nourished by competitiveness.

I have said at the end of 2009 that I want to be measured by my success, and this is why I had a lot of critizism in the past 3 years which partly was justified. It is without doubt that we did not achieve our goal to develop a world championship fighting car within those 3 years. It is also without doubt that I cannot provide a long term perspective to anyone. But then it is also clear that I can still be very happy about my overall achievements in Formula 1.

In the past 6 years I have learned a lot, also about me, and I am thankful for it: for example, that you can open yourself up without losing focus. That losing can be both more difficult and more instructive than winning; something I had lost out of sight sometimes in earlier years. That you have to appreciate to be able to do what you love. That you have to live your convictions. I have opened my horizon, and I am at ease with myself.

I would like to thank Daimler, Mercedes-Benz and the Team for their trust. But I also would like to thank all my friends, partners and companions, who over many good years in motorsport supported me. But most of all I would like to thank my family for standing always by my side, giving me the freedom to live my convictions and sharing my joy."
 
Michael Schumacher says he could have continued racing in F1 next season but "didn't really feel like it."

The seven-time World Champion, winning of 91 grands prix, announced on Thursday that he would walk away from the sport at the end of this season.

Schumacher's decision came in the wake of Mercedes's confirmation last week that Lewis Hamilton would take his place next season.

However, Hamilton's arrival did not necessarily mean Schumacher's F1 career was over as the 43-year-old says he had other "options."

"If I wanted to stay I had options to stay, but I didn't really feel like it, quite honestly," Schumacher told Autosport.

Asked what he planned to do next, the German said: "It is very clear what comes next. Six races to go. That is what comes next.

"Whatever comes after, we will see. There is no point or any need to find any decisions right now, and I will do it exactly as I did it the first time, although I didn't at that time think there was a second time but here we are, which is to focus and finish 100 percent on what I do.

"And then I will think about what I am going to do next after that.

"There is no more to say about this. I have options obviously yes, and you know some of the options. But whatever they will be, we will decide when the time is there."

Pressed as to whether retiring from Formula One, which he previously did in 2006 before returning with Mercedes in 2010, was a tough decision, Schumacher admitted he actually felt "relief."

"If [anything] at all, it is relief. We had a three-year agreement and already it was hard work for me to keep the motivation and keep the energy and always go forward.

"With all that I have achieved, it is natural that you think about it a little bit more than maybe being young. So in a way how things have developed, I am actually very pleased.

"I have always been informed by the team, so I knew what was going on and I am quite happy that things have developed in this direction and I am free to get back the freedom I had before.

"I told you at the time [of my first retirement] in 2006 that my battery was empty, and [now] I am on the red zone with my batteries.

"I was not sure if I could recharge them with the time we have available or not, and I felt it is time for freedom again."
 
Eu sou fã do Alemão e achei que não devia ter regressado. Saiu por uma porta um pouco mais pequena.

As coisas não correram da melhor forma mas o importante é que as pessoas façam aquilo que acham que devem fazer. Ele podia ter ficado confortavelmente fora da competição, a gozar os louros do passado. Mas decidiu voltar e só merece os meus aplausos por ter tentado lutar por mais vitórias, sem ter de o fazer.
Mas é curiosa esta parte do discurso: "at some point it's good to say goodbye and that's what I'm doing at the end of the season - and it might this time even be for ever!" Parece querer deixar no ar alguma incerteza de ser um abandono definitivo.
 
Lewis Hamilton news helped with retirement decision - Michael Schumacher | Mercedes | Formula 1 news, live F1 | ESPN F1

Aqui está a prova que a Merc kickou o Schummi, apesar de o Brawn dizer que só iria decidir algo após saber o que o primeiro ia fazer.

Esta saída representa na minha opinião, o fim do maior falhanço da carreira do Schummi. Apenas serviu para diminuir os ratios das estatisticas dele, dado que não me apercebi que ele tivesse extraido algo de bom desta passagem O facto de andar mais descontraído não me parece que tenha tolhido o grau de determinação e de procura de sucesso.

Ao fim ao cabo a Merc nk proporcionou máquina para mostrar grande coisa. Basta ver que este ano deve ter desisitido por falha mecânica metada ou mais das corridas q iniciou.
 
A saída do Schumacher é algo que acaba por ser natural em virtude das circunstâncias actuais do plantel e do momento da sua carreira. Acho que nunca deveria ter regressado pois não tinha nada a provar e como saiu em alta, quase sempre um regresso significa sair "menos em alta". Mas lá que teve coragem, lá isso teve.

Nunca fui um apreciador do dito, muito por culpa da sua postura. Jamais o acharei o melhor de todos. É um piloto fantástico mas não está, para mim, no grupo de elite. Os números são fantásticos (os melhores) muito por via de ter corrido anos quase sem concorrência ao seu nível. Quando se cruzou com um Villeneuve, um Hakkinen e um Alonso ao seu melhor nível, perdeu a batalha com estes. Apanhou ali o fim de uma geração e depois uma fase em que a qualidade e quantidade não abundava.

Há um mérito que lhe dou de caras nesse período e esse é o ter sido a face visível e força motivadora e aglutinadora da Scuderia, que culminou talvez na fase mais dominadora da história desta mítica equipa e que tantos títulos conquistou. Para a Ferrari e para ele.

Mas jamais me esquecerei de muitos momentos em que o seu mau feitio (e não confundir com competitividade) veio ao cima. O Villeneuve que o diga, quando o Schumi percebeu que o canadiano estava por cima em Jerez de La Frontera (97) e atirou - literalmente - com o carro para cima do canadiano. Lixou-se, pois ficou na escapatória e o Williams lá seguiu. Ou como na disputa do título com o Hill, vendo que este estava mais rápido (Austrália 94 se não me engano), "meteu" o carro de forma a colidirem. E lá ficou o Hil com a suspensão traseira direita nas couves, acabando ali a luta. E podia continuar como "n" episódios com o Coulthard, etc, etc.

Também nunca lhe perdoei, aquando do fatídico acidente do Senna, os comentários dele acerca desse mesmo acidente, dizendo que teria sido um erro do brasileiro e que a ele isso não aconteceria. Na altura nenhum piloto sequer aventou essa hipótese perante o dramatismo de tudo, mas ele, muito seguro de si mesmo, atirou com esta. Depois retratou-se.

Já o seu regresso teve o condão de aumentar o respeito que tenho por ele. O seu talento é imenso mas a suas capacidades humanas sempre foram um ponto fraco, factor este que ele emendou neste regresso. Voltou descontraído, afável, com aquele ar de que sabe muito daquilo e que vinha para se divertir. E penso que ele conseguiu isso. Já não tem a rapidez de outros tempos mas continua bem rápido. Além disso, em termos de domínio técnico e pormenorizado da mecânica, é capaz de ser o melhor piloto em actividade, fruto da experiência e da sua sensibilidade técnica. Sempre esmiuçou tudo ao pormenor e assim há-de ser até ao último quilómetro da sua última prova.

Outra coisa que sempre associarei é a sua capacidade física. Simplesmente impressionante. Até hoje não me lembro de ver um piloto tão bem fisicamente, sempre num aprumo de forma impressionante. Quantas corridas não vi em que todos acabavam esbaforidos, com ar de quem não podia com um gato pelo rabo e lá vinha o Schumacher, com o cabelo praticamente seco, com um ar de quem tinha vindo de uma sala com AC[:D].

Para terminar, penso que a perda de rapidez se nota mas é algo normal. O que terá "prejudicado" mais a sua performance pessoal terá sido aquela lesão grave no pescoço que sofreu numa corrida de motos, quando andou com aquela mania que queria ir por essa via. Regressou à F1 depois disso mas muito se especulou acerca do desconforto que isso lhe causaria.

Claro que a saída dele fica também manchada com as temporadas fraquíssimas da Mercedes. Mas não foi por culpa dele. Errou aqui e ali mas também nunca teve um monolugar competitivo para se bater pelos melhores lugares.

Agora vai curtir uma reforma super, hiper dourada!

PS: Para mim, o melhor de sempre, abandonou a F1 no dia 1 de Maio de 1994.
 
Última edição:
Penso que durante os anos do Schumacher passaram pela F1 poucos pilotos com o mesmo talento do que Schumacher... o Flyingsauce falou, muito bem, no Hakkinen mas o perfil competittivo do Alemão era superior e em nada fica a dever a outras lendas do passado (com mais ou menos talento).
 
Sem duvida.... pela F1 ja passaram excelentes pilotos, o Schummi é um deles. Mas sem duvida que o que sera sempre mais recordado sera o Senna pelas piores razoes infelizmente.

Esse sim, para mim, foi e sempre sera o melhor piloto de F1 de todos os tempos.
 
A saída do Schumacher é algo que acaba por ser natural em virtude das circunstâncias actuais do plantel e do momento da sua carreira. Acho que nunca deveria ter regressado pois não tinha nada a provar e como saiu em alta, quase sempre um regresso significa sair "menos em alta". Mas lá que teve coragem, lá isso teve.

Nunca fui um apreciador do dito, muito por culpa da sua postura. Jamais o acharei o melhor de todos. É um piloto fantástico mas não está, para mim, no grupo de elite. Os números são fantásticos (os melhores) muito por via de ter corrido anos quase sem concorrência ao seu nível. Quando se cruzou com um Villeneuve, um Hakkinen e um Alonso ao seu melhor nível, perdeu a batalha com estes. Apanhou ali o fim de uma geração e depois uma fase em que a qualidade e quantidade não abundava.

Há um mérito que lhe dou de caras nesse período e esse é o ter sido a face visível e força motivadora e aglutinadora da Scuderia, que culminou talvez na fase mais dominadora da história desta mítica equipa e que tantos títulos conquistou. Para a Ferrari e para ele.

Mas jamais me esquecerei de muitos momentos em que o seu mau feitio (e não confundir com competitividade) veio ao cima. O Villeneuve que o diga, quando o Schumi percebeu que o canadiano estava por cima em Jerez de La Frontera (97) e atirou - literalmente - com o carro para cima do canadiano. Lixou-se, pois ficou na escapatória e o Williams lá seguiu. Ou como na disputa do título com o Hill, vendo que este estava mais rápido (Austrália 94 se não me engano), "meteu" o carro de forma a colidirem. E lá ficou o Hil com a suspensão traseira direita nas couves, acabando ali a luta. E podia continuar como "n" episódios com o Coulthard, etc, etc.

Também nunca lhe perdoei, aquando do fatídico acidente do Senna, os comentários dele acerca desse mesmo acidente, dizendo que teria sido um erro do brasileiro e que a ele isso não aconteceria. Na altura nenhum piloto sequer aventou essa hipótese perante o dramatismo de tudo, mas ele, muito seguro de si mesmo, atirou com esta. Depois retratou-se.

Já o seu regresso teve o condão de aumentar o respeito que tenho por ele. O seu talento é imenso mas a suas capacidades humanas sempre foram um ponto fraco, factor este que ele emendou neste regresso. Voltou descontraído, afável, com aquele ar de que sabe muito daquilo e que vinha para se divertir. E penso que ele conseguiu isso. Já não tem a rapidez de outros tempos mas continua bem rápido. Além disso, em termos de domínio técnico e pormenorizado da mecânica, é capaz de ser o melhor piloto em actividade, fruto da experiência e da sua sensibilidade técnica. Sempre esmiuçou tudo ao pormenor e assim há-de ser até ao último quilómetro da sua última prova.

Outra coisa que sempre associarei é a sua capacidade física. Simplesmente impressionante. Até hoje não me lembro de ver um piloto tão bem fisicamente, sempre num aprumo de forma impressionante. Quantas corridas não vi em que todos acabavam esbaforidos, com ar de quem não podia com um gato pelo rabo e lá vinha o Schumacher, com o cabelo praticamente seco, com um ar de quem tinha vindo de uma sala com AC[:D].

Para terminar, penso que a perda de rapidez se nota mas é algo normal. O que terá "prejudicado" mais a sua performance pessoal terá sido aquela lesão grave no pescoço que sofreu numa corrida de motos, quando andou com aquela mania que queria ir por essa via. Regressou à F1 depois disso mas muito se especulou acerca do desconforto que isso lhe causaria.

Claro que a saída dele fica também manchada com as temporadas fraquíssimas da Mercedes. Mas não foi por culpa dele. Errou aqui e ali mas também nunca teve um monolugar competitivo para se bater pelos melhores lugares.

Agora vai curtir uma reforma super, hiper dourada!

PS: Para mim, o melhor de sempre, abandonou a F1 no dia 1 de Maio de 1994.
Esses comentários sobre o acidente do Senna foram mesmo reais? Não digo que não sejam, mas não sei até onde vai a verdade e onde começa o boato.

Em relação à comparação com Hakkinen, Alonso e Villeneuve (sobretudo este), não te esqueças que nesses três anos o Ferrari era inferior... [;)]
 
Duvido que o Schumacher tivesse tanto sucesso como teve, se as regras de F1 actuais fossem aplicadas na altura em que obteve os titulos. Soube explorar as falhas e dominar a concorrência.
 
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