F1 - 2016

Eu ouvi-o falar em «F1 sem riscos não é F1», a parte da morte acho que já és tu a acrescentar... [;)]

E, se o disse, acho excessivo.

Exactamente!


Não é preciso ser-se um génio para entender que a morte faz parte do risco, estão ambas interligadas! [;)]
 
Ontem o AFC falou bem, F1 sem riscos e sem morte não é a F1, é apenas um desporto banal que qualquer um pode pegar num F1 e conduzir.


F1 é tão espectacular por isso, pelo risco!


Não é espectacular por causa de paneleirices de jogos de pneus na qualificação, ou do combustível gasto, ou do barulho nojento dos V6 turbo comparado dos os antigos V8 por exemplo.

Epá, mas ele disse mesmo isso? (morte)
Se disse é um louco, na minha opinião.
Estão a confundir muitas coisas, se querem segurança a 100% corram em simuladores, deixem as pistas então.
Concordo com a busca de cada vez mais segurança, mas "com pés e cabeça", e nisso por exemplo o Halo é uma aberração.
Acho que já se atingiu um patamar muito elevado ao nível da segurança, terão de limar algumas arestas nos circuitos por exemplo, temos o caso hoje do Alonso, onde o erro está na escapatória, que passa de relva para brita fazendo de rampa de lançamento.
 
Eu estou super contente de ter F1 de borla (não acompanhava a sério desde os tempos que dava na RTP) e até permitir andar para trás, particularmente prático nestes GPs do outro lado do mundo que dão de madrugada.

Mas por outro lado gosto de ver tudo o que é possível em HD por questão de hábito. Ou seja claro que é (bem) melhor que nada mas a ver que seja em HD.

No futebol é o mesmo, em HD é uma experiência muito superior. E em 4K (numa Fnac é possível ver uns excertos) é simplesmente magnífico, quase parece que estamos no estádio tal é o detalhe do relvado, do saltitar da bola etc.

Mas isto só num futuro ainda distante visto o melhor que temos hoje em dia é bola em HD 720p, ainda nem Full HD. Os testes para o 4K no mundial do Brasil foram até cancelados...

Concordo, quanta mais qualidade tivermos mais prazeroso será a nossa experiência enquanto viwers!


Agora com F1 em sinal "aberto" teremos mais adeptos novos e outros de volta a este fantástico desporto motorizado.

Quantos mais melhor!
 
Epá, mas ele disse mesmo isso? (morte)
Se disse é um louco, na minha opinião.
Estão a confundir muitas coisas, se querem segurança a 100% corram em simuladores, deixem as pistas então.
Concordo com a busca de cada vez mais segurança, mas "com pés e cabeça", e nisso por exemplo o Halo é uma aberração.
Acho que já se atingiu um patamar muito elevado ao nível da segurança, terão de limar algumas arestas nos circuitos por exemplo, temos o caso hoje do Alonso, onde o erro está na escapatória, que passa de relva para brita fazendo de rampa de lançamento.

Como é óbvio não disse essa palavra, mas ficou bem subentendido o que ele quis dizer.

Notei também um pouco de amargura pois o que ele queria realmente dizer é que a F1 não é para todos, é preciso ter coragem para lá estar e tornar o acesso fácil também tornariam a F1 banal...


É como se ele estivesse já mentalizado que ele não o conseguiu por pouco e nunca há-de voltar e então quantos menos tiverem essa oportunidade menos desgostoso será recordar que realmente podia estar ali no meio deles todos, mas claro, isto aqui é a minha opinião pessoal.
 
Enfim, quando não se tem argumentos tenta-se visar o interlocutor.


Quando ao resto, sim, a segurança aumentou e a velocidade aumentou... oh wait... afinal hoje em dia corre-se mais lentamente que antes!

Pois, easy, factos são factos! [;)]
Tens uma limitada capacidade interpretativa e não vou acender-te a luz.
 
Ontem o AFC falou bem, F1 sem riscos e sem morte não é a F1, é apenas um desporto banal que qualquer um pode pegar num F1 e conduzir.


F1 é tão espectacular por isso, pelo risco!


Não é espectacular por causa de paneleirices de jogos de pneus na qualificação, ou do combustível gasto, ou do barulho nojento dos V6 turbo comparado dos os antigos V8 por exemplo.

Também o ouvi. Falou bem, gostei de o ouvir, mas... Não concordo!
Mais do que o risco, a F1 deve valorizar o talento, a capacidade, a habilidade, a inteligência, o mérito.
Pilotos malucos como o Maldonado, o Montoya, o Kubica, arriscam, jogam realmente com o risco, mas não têm talento.
As mortes que aconteceram nunca deviam ter acontecido.
Não posso concordar em promover o risco em prol do espetáculo.
 
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Vamos ter alguma coerência. É preciso mortes? Mas estamos a falar de F1 um desporto de evolução tecnológica ou de filmes tipo death race.

Claro que não é preciso haver mortes nem feridos, mas tem de haver alguma sensação de perigo. O tornar da F1 num desporto sem risco e "económico" é o que está a matar o desporto.
Não será mau lembrar que o grande disparo da F1 para o top do imaginário das massas aconteceu exactamente na época do acidente do Lauda e da luta com o Hunt. Emoção!
Depois continuou com os recitais e picardias do Senna e mais tarde do Schumacher. Entretanto, aos poucos, foi-se cada vez mais impedindo os pilotos de competir e as equipas de dar o tudo por tudo. Hoje temos os pilotos mais preocupados em cumprir regulamentos e poupar pneus e combustível do que em serem rápidos e ultrapassarem os adversários!!!
 
Claro que não é preciso haver mortes nem feridos, mas tem de haver alguma sensação de perigo. O tornar da F1 num desporto sem risco e "económico" é o que está a matar o desporto.
Não será mau lembrar que o grande disparo da F1 para o top do imaginário das massas aconteceu exactamente na época do acidente do Lauda e da luta com o Hunt. Emoção!
Depois continuou com os recitais e picardias do Senna e mais tarde do Schumacher. Entretanto, aos poucos, foi-se cada vez mais impedindo os pilotos de competir e as equipas de dar o tudo por tudo. Hoje temos os pilotos mais preocupados em cumprir regulamentos e poupar pneus e combustível do que em serem rápidos e ultrapassarem os adversários!!!

No tempo do Lauda e Hunt o grande salto foi o início das transmissões televisivas se não me engano no GP do Japão isso sim elevou a F1 a um novo nível para chegar ao telespectador e não um acidente que quase levou à morte de um piloto, mais uma vez isso serviu para encher páginas dos jornais. Quanto às limitações de pneus e combustível concordo que não deviam ser tão agressivas. Mas tudo isso não invalida o facto de ser dada sempre prioridade à segurança acima de tudo.
 
Corrida entretidinha para começar a época. Melbourne costuma dar umas corridas animadas e este ano (ao contrário de 2015) não foi excepção. Nada de extraordinário mas entretida.

Acho que a Ferrari foi anjinha na maneira como perderam a corrida mas parecem ter carro.

A Haas teve uma estreia de sonho, parecem ter feito o trabalho de casa em condições. Este resultado acaba por ser embaraçoso para... a Mclaren.

Quanto à transmissão, não me surpreende a qualidade dos comentários do Eurosport, depois de ver LeMans não esperava outra coisa. Já agora, acabei de ver a corrida nas gravações automáticas do Meo sem problemas (Eurosport 2). Espero que continue.
 
No tempo do Lauda e Hunt o grande salto foi o início das transmissões televisivas se não me engano no GP do Japão isso sim elevou a F1 a um novo nível para chegar ao telespectador e não um acidente que quase levou à morte de um piloto, mais uma vez isso serviu para encher páginas dos jornais. Quanto às limitações de pneus e combustível concordo que não deviam ser tão agressivas. Mas tudo isso não invalida o facto de ser dada sempre prioridade à segurança acima de tudo.

As transmissões só se tornaram o fenómeno que se tornaram exactamente devido à disputa entre os dois e todo o seu contexto.
Claro que, imagino eu, ninguém queira ver mortes nem ferimentos, gratuitamente (sou da geração que viu o Senna a morrer quando ainda andava no "ciclo" e isso marca uma pessoa), mas estas regras - que exigem separações entre carros maiores do que as praticadas na aviação e que sancionam normais incidentes de corrida como se fosse um crime tentar ultrapassar / manter a posição e cometer um erro - destroem completamente um desporto que se quer competitivo. E as tentativas de introduzir artificialmente a espectacularidade resultam em fracasso certo.
O que o pessoal quer é ver pilotos a conduzir carros rápidos e a competir, com todas as capacidades e ferramentas à sua disposição, por uma vitória em cada corrida.
 
Enquanto a MEO não seguir o mau exemplo da Vodafone, não vejo necessidade de seguir a transmissão da Sky.

Ummm isso é como dizer que tens arroz com salsichas para almoço em casa e preferes isso a comer no melhor restaurante da cidade.

Não vais morrer de fome claro mas...não é a mesma coisa...nem podia ser tendo em conta a disparidade de meios...

Digamos para não ser mal agradecido que a Sporttv era apenas...arroz...
 
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