Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Pois... A Mahle já trabalha no TJI desde pelo menos 2010, que é uma evolução do sistema CVCC da Honda em 1970.Turbulent Jet Ignition. Usado na F1, pode vir a ser usado em carros de estrada. Diminui bastante o consumo.
Igual pras tecnologias de regenerar as baterias.
Sim e motores térmicos desde que o sr. Otto os inventou...Pois... A Mahle já trabalha no TJI desde pelo menos 2010, que é uma evolução do sistema CVCC da Honda em 1970.
Tecnologia de regenerar baterias existe desde o primeiro carro eléctrico.
A fórmula 1 compra toda essa tecnologia a fornecedores externos, tal como as equipas de WEC por exemplo.
Fernando Alonso diz que as corridas de Fórmula 1 eram mais interessantes no primeira década do novo milénio e que as corridas de F1 da era Senna/Prost eram entediantes. De acordo com o piloto espanhol, a F1 atingiu o seu pico na década de 2000, quando foi a entrada em força dos construtores.
Alonso afirmou que “as corridas em 85, 88 ou 92 eram muito chatas. Dava para dormir, porque eram dois McLaren à frente, depois o quarto classificado levava uma volta de avanço e havia 25 segundos entre cada carro. Depois 10 carros não chegavam ao fim porque a fiabilidade era só assim-assim. Os números da televisão estão a cair, como acontecia nessa época, em que os pilotos tinham que poupar pneus e combustível para chegar ao fim”.
Acho que a F1 cresceu muito durante os anos 2000. Primeiro entraram muitas marcas, como a BMW e a Toyota, e os números da televisão e os espectadores na prova estavam no máximo. Abrimos novos mercados, fomos à Índia e Coreia e chegámos a ter duas corridas em Espanha.”.
A comparação de Fernando Alonso não faz muito sentido, já que aponta os carros que conclui que espera ansiosamente pelos novos carros e que os que pilotos nos últimos anos são lentos e lembram um GT, enquanto na era dos Construtores “os carros eram máquinas fantásticas, causavam respeito ao nosso físico”. Mas os anos 80 da era Senna/Prost viram a potência dos motores turbo atingir o seu apogeu em termos de potência, as estruturas monocoque de fibra de carbono passaram a ser usadas por todas as equipas, e houve um maior interesse na aerodinâmica e no desenvolvimento de tecnologias de motor e caixa.
São duas épocas interessantíssimas em termos de desporto motorizado. Entre 85 e 90 foi uma época de carros loucos, os Grupo B nos rallys e os turbos com 1000cv na F1. Os primeiros morreram mais cedo pela loucura que era por aquelas bestas a correr no meio dos pinheiros mas na F1 também se teve de acalmar os ânimos.Andou a enfrascar-se... []
FERNANDO ALONSO DIZ QUE ERA SENNA/PROST ERA ENTEDIANTE
As melhores épocas foram sem dúvida alguma as de 2005 e 2006, depois o resto é só monotonia... e quando ele se reformar a F1 acaba, vai deixar de existir...
São duas épocas interessantíssimas em termos de desporto motorizado. Entre 85 e 90 foi uma época de carros loucos, os Grupo B nos rallys e os turbos com 1000cv na F1. Os primeiros morreram mais cedo pela loucura que era por aquelas bestas a correr no meio dos pinheiros mas na F1 também se teve de acalmar os ânimos.
Os anos 00 tiveram talvez o pináculo de desenvolvimento em termos mecânicos, os V10 e os WRC da primeira era eram máquinas soberbas e que acrescentavam a segurança que faltava aos seus antepassados. Tanto num campo como no outro foram eras com muitos construtores em jogo (Ferrari, Mercedes, Honda, BMW, Toyota e Ford e do outro lado Ford, Citroën, Peugeot, Subaru, Mitsubishi, Skoda e Hyundai). Infelizmente o efeito secundário de ajuntamentos destes costuma ser uma escalada de custos incomportável e assim sucedeu. Juntamente com a crise de 08, matou estas máquinas. Vamos ver o que traz 2017 tanto num campo como noutro. O caminho parece acertado, vamos ver o que aí vem.
Acho que a F1 cresceu muito durante os anos 2000. Primeiro entraram muitas marcas, como a BMW e a Toyota, e os números da televisão e os espectadores na prova estavam no máximo. Abrimos novos mercados, fomos à Índia e Coreia e chegámos a ter duas corridas em Espanha.”.