F1 - 2017

http://esporte.uol.com.br/f1/ultima...e-confirma-wehrlein-para-a-temporada-2017.htm

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[h=1]Sauber fecha porta para Nasr e confirma Wehrlein para a temporada 2017[/h]
 
Última edição:
Newey a largar forte e feio ou melhor...a dizer verdades...

In an interview with Sky Sports F1, Newey said: "On the engine side, my personal opinion, which I'm sure will be a very controversial one, is that all this blurb which a few manufacturers would like to put out, that it improves their road car product, if that is the case then those manufacturers in the future, five years at the most, should be demonstrably ahead in the automotive sector of their rivals. Somehow l suspect that will not be the case, which tends to say it is marketing blurb"

Obviamente que é uma treta em todos os sentidos! Mas a culpa é das equipas oficiais... Incluindo a Renault...

Vender Zoes a 30k + euros pode ser muito ambientalista mas não deixa de ser um utilitário a preço de ouro. Mas é chique...

Ironia é que se comparamos a contaminação dos barcos e a dos carros...a dos carros é residual. Mas melhor não se fala nisso...

E para nem falar dos incêndios...uma prevenção mais apretada pouparia muitos gases estufa para o ambiente...mas é melhor medir pilhinhas de CO2 para o Estado arrecadar impostos.
 
Nunca na historia da F1 houve correlação com tecnologia de competição a ser usada na estrada, geralmente até é ao contrário.

Aliás... A contar com quem ainda acredita que a F1 é que desenvolve tecnologia, a primeira marca a fazer uso de turbos eléctricos deve ser certamente a Mercedes, Renault ou Ferrari!
 
Turbulent Jet Ignition. Usado na F1, pode vir a ser usado em carros de estrada. Diminui bastante o consumo.

Igual pras tecnologias de regenerar as baterias.
 
Turbulent Jet Ignition. Usado na F1, pode vir a ser usado em carros de estrada. Diminui bastante o consumo.

Igual pras tecnologias de regenerar as baterias.
Pois... A Mahle já trabalha no TJI desde pelo menos 2010, que é uma evolução do sistema CVCC da Honda em 1970.

Tecnologia de regenerar baterias existe desde o primeiro carro eléctrico.
A fórmula 1 compra toda essa tecnologia a fornecedores externos, tal como as equipas de WEC por exemplo.
 
Pois... A Mahle já trabalha no TJI desde pelo menos 2010, que é uma evolução do sistema CVCC da Honda em 1970.

Tecnologia de regenerar baterias existe desde o primeiro carro eléctrico.
A fórmula 1 compra toda essa tecnologia a fornecedores externos, tal como as equipas de WEC por exemplo.
Sim e motores térmicos desde que o sr. Otto os inventou...
A questão é que há muito por onde evoluir. E a regeneração das baterias é, no meu entender o que poderá fazer a diferença. Continua a desperdiçar-se muita energia. Que se fosse aproveitada seria compensada em termos de performance e economia de combustível.
 
A Mercedes espera o quê para anunciar o Bottas?

Vamos ter um 77 e um 44 na equipa?

A minha maior curiosidade será para a duração do contrato...mas não devem divulgar...
 
Andou a enfrascar-se... [:D]

FERNANDO ALONSO DIZ QUE ERA SENNA/PROST ERA ENTEDIANTE

Fernando Alonso diz que as corridas de Fórmula 1 eram mais interessantes no primeira década do novo milénio e que as corridas de F1 da era Senna/Prost eram entediantes. De acordo com o piloto espanhol, a F1 atingiu o seu pico na década de 2000, quando foi a entrada em força dos construtores.

Alonso afirmou que “as corridas em 85, 88 ou 92 eram muito chatas. Dava para dormir, porque eram dois McLaren à frente, depois o quarto classificado levava uma volta de avanço e havia 25 segundos entre cada carro. Depois 10 carros não chegavam ao fim porque a fiabilidade era só assim-assim. Os números da televisão estão a cair, como acontecia nessa época, em que os pilotos tinham que poupar pneus e combustível para chegar ao fim”.

Acho que a F1 cresceu muito durante os anos 2000. Primeiro entraram muitas marcas, como a BMW e a Toyota, e os números da televisão e os espectadores na prova estavam no máximo. Abrimos novos mercados, fomos à Índia e Coreia e chegámos a ter duas corridas em Espanha.”.

A comparação de Fernando Alonso não faz muito sentido, já que aponta os carros que conclui que espera ansiosamente pelos novos carros e que os que pilotos nos últimos anos são lentos e lembram um GT, enquanto na era dos Construtores “os carros eram máquinas fantásticas, causavam respeito ao nosso físico”. Mas os anos 80 da era Senna/Prost viram a potência dos motores turbo atingir o seu apogeu em termos de potência, as estruturas monocoque de fibra de carbono passaram a ser usadas por todas as equipas, e houve um maior interesse na aerodinâmica e no desenvolvimento de tecnologias de motor e caixa.

As melhores épocas foram sem dúvida alguma as de 2005 e 2006, depois o resto é só monotonia... e quando ele se reformar a F1 acaba, vai deixar de existir...
 
Andou a enfrascar-se... [:D]

FERNANDO ALONSO DIZ QUE ERA SENNA/PROST ERA ENTEDIANTE



As melhores épocas foram sem dúvida alguma as de 2005 e 2006, depois o resto é só monotonia... e quando ele se reformar a F1 acaba, vai deixar de existir...
São duas épocas interessantíssimas em termos de desporto motorizado. Entre 85 e 90 foi uma época de carros loucos, os Grupo B nos rallys e os turbos com 1000cv na F1. Os primeiros morreram mais cedo pela loucura que era por aquelas bestas a correr no meio dos pinheiros mas na F1 também se teve de acalmar os ânimos.

Os anos 00 tiveram talvez o pináculo de desenvolvimento em termos mecânicos, os V10 e os WRC da primeira era eram máquinas soberbas e que acrescentavam a segurança que faltava aos seus antepassados. Tanto num campo como no outro foram eras com muitos construtores em jogo (Ferrari, Mercedes, Honda, BMW, Toyota e Ford e do outro lado Ford, Citroën, Peugeot, Subaru, Mitsubishi, Skoda e Hyundai). Infelizmente o efeito secundário de ajuntamentos destes costuma ser uma escalada de custos incomportável e assim sucedeu. Juntamente com a crise de 08, matou estas máquinas. Vamos ver o que traz 2017 tanto num campo como noutro. O caminho parece acertado, vamos ver o que aí vem.
 
São duas épocas interessantíssimas em termos de desporto motorizado. Entre 85 e 90 foi uma época de carros loucos, os Grupo B nos rallys e os turbos com 1000cv na F1. Os primeiros morreram mais cedo pela loucura que era por aquelas bestas a correr no meio dos pinheiros mas na F1 também se teve de acalmar os ânimos.

Os anos 00 tiveram talvez o pináculo de desenvolvimento em termos mecânicos, os V10 e os WRC da primeira era eram máquinas soberbas e que acrescentavam a segurança que faltava aos seus antepassados. Tanto num campo como no outro foram eras com muitos construtores em jogo (Ferrari, Mercedes, Honda, BMW, Toyota e Ford e do outro lado Ford, Citroën, Peugeot, Subaru, Mitsubishi, Skoda e Hyundai). Infelizmente o efeito secundário de ajuntamentos destes costuma ser uma escalada de custos incomportável e assim sucedeu. Juntamente com a crise de 08, matou estas máquinas. Vamos ver o que traz 2017 tanto num campo como noutro. O caminho parece acertado, vamos ver o que aí vem.

Quando ele diz isto:

Acho que a F1 cresceu muito durante os anos 2000. Primeiro entraram muitas marcas, como a BMW e a Toyota, e os números da televisão e os espectadores na prova estavam no máximo. Abrimos novos mercados, fomos à Índia e Coreia e chegámos a ter duas corridas em Espanha.”.

Muita gente não sabe, mas muito público novo despertou para a F1 desde a morte do Senna, depois daquele terrível episódio as pessoas começaram por querer interessar-se e saber mais acerca da F1, por incrível que pareça houve um crescimento de espectadores.
O inicio do anos 2000 foi uma pasmaceira, só dava Ferrari com o Shumacher lá bem na frente, era como ter agora os Mercedes mas só com um piloto nº1.
 
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