Montezemolo: «Ferrari Luce? Si rischia la distruzione di un mito»
If I were to say what I really think, it would be unpleasant, so I prefer not to comment. I just hope someone removes the Prancing Horse from that car. We risk destroying a legend, which saddens me greatly. At least this is a car the Chinese won’t copy.
O design automóvel é um assunto de extrema relevância para quem aprecia carros.
O problema, quanto a mim, não é no ser eléctrico. É o design.
É de cariz individual, hiper. Os carros estrambólicos da Citron e respectivas colaborações com outras marcas, que estão no panteão da indústria automóvel não tinham sido produzidos. []
Razão Automóvel | Este é o FERRARI mais FEIO DE SEMPRE? | Auto Rádio EP. 136
Passaram poucas horas desde a revelação oficial do Luce, o primeiro modelo 100% elétrico da história da Ferrari, mas já podemos dizer que estamos perante um dos lançamentos mais divisivos e polémicos de que há memória no mundo automóvel.
Do ponto de vista da engenharia, o Luce é uma obra-prima e estreia soluções técnicas revolucionárias. Além disso, exibe um rol de números que não deixa ninguém indiferente: 1050 cv de potência, quase 1000 Nm de binário máximo, 2,5s na aceleração dos 0 aos 100 km/h e 310 km/h de velocidade máxima, graças a quatro motores elétricos (um por roda).
Isto, só por si, deveria ser suficiente para criar expectativa em torno do comportamento dinâmico deste Ferrari. Mas ninguém está a falar da mecânica e já poucos se lembram que o Luce é elétrico.
As reações estão inteiramente centradas no design exterior e na estética disruptiva que, à falta de melhor adjetivo, está a ser difícil de digerir.
Bem como parece que é obrigatório a internet ter opinião sobre este carro aqui vai:
Adoro.
Estou a brincar.
A Ferrari tem 2 caminhos, 1- dizer ao mundo que não quer saber do ambiente para nada e que continua com V12 a combustão mantendo-se fiel ao seu legado. 2- aceitar que o futuro é elétrico. Nenhuma decisão é certa ou errada.
A questão é que num mundo elétrico qualquer marca consegue enfiar 1000cv num desportivo e dar-lhe melhores performances que um Ferrari Puro Sangue. Logo, se a Marca se mantiver a combustão arrisca ver um Leapmotor/Tesla/BYD/Hyundai mais elaborado com melhores performances puras de aceleração. Ora isto por muito que digam que a Ferrari tem o barulho e alma e tal não interessa e traz má "imprensa" principalmente num mundo digital com youtubers a fazer o que lhes apetece. A marca arrisca-se a ser vista como o "passado" junto dos compradores que realmente assinam os cheques (não nós aqui no fórum) muitos deles putos de 20 ou 30 anos que enriqueceram no tik tok.
Entrando no mundo elétrico vão ser criticados porque já não fazem "Verdadeiros Ferrari" e que os transformaram em eletrodomésticos. Complicado.
Em relação a este Luce... hummm é ousado mas eu não o teria lançado em azul e amarelo com aquelas jantes. Parece um Nissan Leaf ! Em vermelho com as jantes de 5 raios ainda se come. Bem ou mal o carro tem que ser visto como "exclusivo".
Digo eu que não serei seguramente afetado na minha vida por aquilo que a Ferrari faz uma vez que nunca tive, não tenho nem nunca terei um. Porque não tenho t£mpo.
Ainda não percebi o que é que a Ferrari ganha em lançar modelos elétricos.
Tem muito mais a perder que a ganhar.
O problema, quanto a mim, não é no ser eléctrico. É o design.
O design automóvel é um assunto de extrema relevância para quem aprecia carros. Este modelo está uma bosta é muito fácil apontar vários erros de design.
Apesar do design ser uma arte, a verdade é que foram escolhidas opções muito discutíveis.
O EV (tecnologia) está muito bem. Acho que fazem bem em avançar. Mas não desta forma com um carro amorfo em termos de design.
O carro parece de brincar ou um gadjet qualquer para a malta Woke snob com massa...
Isto nunca na vida é para o cliente Ferrari tipico, isto é para Silicon Valley.
Epá, de certos ângulos, a coisa compõe-se... []
Já repararam na posição das escovas?