Fiat Tipo 2016

Substitui "Chrysler 100" no artigo acima por "Dodge Neon".

E junta a isso esta notícia que fala que vão mover a produção do 200 e Dart para o México. O Dart já está ultrapassado e o Marchionne não parece aberto a querer investir muito mais no carro. O 200 ainda teve agora uma campanha publicitária e acho que vão manter o investimento.
Como tu achas que precisam de algo mais acessível tipo o Dart, eu também acho (até tinha preferido que em vez do Tipo tivessem lançado uma versão revista e actualizada do Dart na Europa). E o Tipo pode ser o carro para isso, especialmente se estabelecerem uma parceria com a Mitsubishi por exemplo...

Quanto ao segmento acima, eu sei que o Charger e Challenger vão usar a plataforma do Giulia... O futuro da Dodge e Chrysler anda um pouco no ar.
Mas se não for e fizerem um restyling profundo do Dart com o mover da produção para o México até pode ser que fiquem melhor servidos. Mas aposto que esse rebadge do Tipo como Dodge Neon vai ser produzido no México (tal como o Tipo também vai chegar ao Brasil).

Continuo a achar que o Tipo/Neon não vai subir mais para Norte no continente americano que o México.
E seria interessante confirmar de onde vem o Neon, já que não encontro nada sobre futura produção local.
Para já apenas se sabe que será importado directamente da Turquia.

E ainda não existe confirmação que o Tipo chegue ao Brasil.
Para conseguir os volumes necessários, aí sim, concordo que tivesse de ser produzido localmente, para não sofrer com as taxas de importação.
E por isso, aposto que desenvolvem algo a partir do novo Punto sul-americano, que deverá chegar para o ano, que recorre a uma plataforma distinta e continuará a ser produzido no Brasil.

No caso do México, está isento dessas taxas, pelo que não é necessário produzi-lo localmente.
 
Não é certo que o Tipo venha para o Brasil. Ele não aparece nos planos da FCA para o Brasil. Além disto, o carro está uns furos abaixo dos novos Civic e Cruze que ja estão previstos para chegar ao mercado. E dado a coleção de flops da marca no segmento de berlinas e hatchs nas últimas décadas (Marea, Brava, Linea e Bravo) parece que adoptarão outra estratégia

Assim a berlina da Fiat do segmento C para o mercado Brasileiro chama-se Toro... Ao menos por hora. Do mesmo modo que a Nissan resolveu inovar no segmento C com o Qashqai a Fiat pretende com o Toro oferecer uma alternativa original às berlinas e aos hatchs. Os preços do Toro são semelhantes aos do Civic e Corolla, por exemplo.

Outro fator que dificultaria chegada do Tipo no Brasil é sucessor do Grand Siena. O Projeto X6S. Conjecturam que o sucessor do atual Grand Siena poderá crescer para cerca de 4,4 ou 4,5m com aumento das cotas internas. E se isto for verdade o modelo também reformará o Linea e será um produto muito próximo ao Tipo, porém mais barato de produzir.
 
Não é certo que o Tipo venha para o Brasil. Ele não aparece nos planos da FCA para o Brasil. Além disto, o carro está uns furos abaixo dos novos Civic e Cruze que ja estão previstos para chegar ao mercado. E dado a coleção de flops da marca no segmento de berlinas e hatchs nas últimas décadas (Marea, Brava, Linea e Bravo) parece que adoptarão outra estratégia

Assim a berlina da Fiat do segmento C para o mercado Brasileiro chama-se Toro... Ao menos por hora. Do mesmo modo que a Nissan resolveu inovar no segmento C com o Qashqai a Fiat pretende com o Toro oferecer uma alternativa original às berlinas e aos hatchs. Os preços do Toro são semelhantes aos do Civic e Corolla, por exemplo.

Outro fator que dificultaria chegada do Tipo no Brasil é sucessor do Grand Siena. O Projeto X6S. Conjecturam que o sucessor do atual Grand Siena poderá crescer para cerca de 4,4 ou 4,5m com aumento das cotas internas. E se isto for verdade o modelo também reformará o Linea e será um produto muito próximo ao Tipo, porém mais barato de produzir.

Mas do mesmo jeito que na Europa, o Tipo não é para concorrer diretamente com Golf, Mégane e Focus, no Brasil também não iria concorrer com Civic, Jetta e Fluence.. Se vier, ficará entre esses e os sedans do segmento B (Fiesta, City etc), mais ou menos como ficava o Tiida sedan há uns anos.

Também acho que o lançamento do modelo dependerá do sucesso comercial da Toro, mas só porque ela pode mesmo roubar clientes do segmento C e dos SUVs pequenos - o mercado é bem diferente do que havia há 15 anos, uma simples berlina não é mais o segmento da moda - e não porque Brava, Marea e Stilo foram flops, pois com certeza não foram, especialmente o Stilo, que se não era o mais vendido do segmento, estava bem perto disso por muitos anos. O atual Bravo e o Linea foram "vítimas" de um marketing muito porco por parte da Fiat, admito.
 
Mas do mesmo jeito que na Europa, o Tipo não é para concorrer diretamente com Golf, Mégane e Focus, no Brasil também não iria concorrer com Civic, Jetta e Fluence.. Se vier, ficará entre esses e os sedans do segmento B (1) (Fiesta, City etc), mais ou menos como ficava o Tiida sedan há uns anos.

Também acho que o lançamento do modelo dependerá do sucesso comercial da Toro, mas só porque ela pode mesmo roubar clientes do segmento C e dos SUVs pequenos - o mercado é bem diferente do que havia há 15 anos, uma simples berlina não é mais o segmento da moda - e não porque Brava, Marea e Stilo foram flops, pois com certeza não foram (2), especialmente o Stilo, que se não era o mais vendido do segmento, estava bem perto disso por muitos anos(3). O atual Bravo e o Linea foram "vítimas" de um marketing muito porco por parte da Fiat (4), admito.

(1) Mas este espaço deverá ser ocupado pelo projeto X6S que deverá ter proporções próxima às do Cobalt. Assim Tipo e X6S seriam propostas muito parecidas, ao menos em teoria, pois teriam dimensões e espaço interno semelhantes. A não ser que tornem o Tipo uma proposta mais refinada em relação ao X6S. Mas esta estratégia não funcionou bem com o Linea - que na versão T-Jet tinha um acabamento soberbo.

(2) Tenho a lembrança de que Marea e Brava venderam pouco em face aos sedãs japoneses e os Astra e Golf. Por isto considero-os dois flop. Mas é importe lembrar que naquela época, entre final dos anos 90 e início dos 2000, a Fiat não estava interessada no segmento médio. Marea e Brava apenas cumpriam tabela. O objetivo era consolidar a marca no segmento dos populares com o Palio. Foi neste período também que conseguiram salvar o Siena do fracasso, mas, principalmente, foi nesta época que desenvolveram a atual galinha dos ovos de ouro da marca aqui no Brasil: a linha Adventurer.

(3) Esqueci do Stilo [:D]. Injustiça da minha parte. Vendeu bem quando o Golf deixou de ser novidade e quando a Audi abandonou o A3. Também, conseguiu vender mais do que o Focus (mais por negligencia da Ford). Por pouco não bateu o todo poderoso Astra, com seu motor de 145cv. Mas era um excelente carro, muito espaçoso, com desenho um pouco estranho, devido a altura a meio caminho de um monovolume, mas era bonito. Inaugurou um novo padrão de acabamento nos Fiat brasileiros. Se a versão Abarth com o motor de 5cil. tinha um preço proibitivo o velho motor 1.8 de origem GM era uma boa proposta. Mas foi três vezes vítima da FIAT, que (1) não desenvolveu uma versão sedã na época em que esta carroceria estava em ascensão, (2) deixou o carro cair em face da concorrência sem um redesenho importante por ser preterido em favor da lucrativa linha Adventurer e do Punto. (3) E por fim o grave problema de rompimento do cubo da roda traseira em vários modelos, que só foi objeto de recall após ocorrência de acidentes fatais [s)] e de processos judiciais, terminou por encerrar a carreira de um modelo que vendeu por si.

(4) O Bravo nunca ofereceu um bom conjunto em face da concorrência. Tem apenas um bom desenho, espaço interno apenas mediano e custava caro na altura do lançamento. Além disso chegou no mercado no momento de ascensão dos SUV que são concorrentes indiretos. O Jeep Renegade é seu sucessor indireto. Já Linea padeceu de uma estratégia errada, pois nunca foi um sedã médio por excelência. Com ele a Fiat deixou de ter um excelente meio-médio anterior ao Honda City e ao Chevrolet Cobalt. Além disto a escolha das motorizações, um 1.9 gastador e feito as pressas ao lado das excelentes, mas caríssimas versões 1.4 t-jet, ajudou no fracasso do modelo. Hoje, corrigidas muitas falhas, com motor 1.8, reposicionado no mercado, é bem equipado e uma opção mais interessante do que o City e as versões mais caras do Cobalt (apesar do espaço interno inferior), mas agora é tarde. Já está tudo perdido.
 
Última edição:
Convém lembrar que agora o Brasil é muito pouco atractivo para novos lançamentos devido á queda livre da economia e consequentemente da compra de carros. Nenhum fabricante está bem no Brasil neste momento...
O Toro vai em frente porque já estava práticamente pronto ou porque o Marchionne estava a dormir e conseguiram comercializar o modelo num mercado recessivo sem que ele desse por isso. :P

Quanto ao Tipo aparecer no Brasil, acho que só se houver melhoria da economia...
 
O Brasil é uma anedota em relação a carros... a publicidade é altamente enganosa, as motorizações são antigas e gastadoras e a qualidade geral do produto deixa a desejar!

O material de desgaste, tal como óleo, filtros, calços de travão, baterias e amortecedores, por exemplo, são de duração muito reduzida, não tendo nada a ver com a duração média destes componentes na Europa.
 
O Brasil é uma anedota em relação a carros... a publicidade é altamente enganosa, as motorizações são antigas e gastadoras e a qualidade geral do produto deixa a desejar!

O material de desgaste, tal como óleo, filtros, calços de travão, baterias e amortecedores, por exemplo, são de duração muito reduzida, não tendo nada a ver com a duração média destes componentes na Europa.

De qual produto?
 
(3) Esqueci do Stilo [:D]. Injustiça da minha parte. Vendeu bem quando o Golf deixou de ser novidade e quando a Audi abandonou o A3. Também, conseguiu vender mais do que o Focus (mais por negligencia da Ford). Por pouco não bateu o todo poderoso Astra, com seu motor de 145cv. Mas era um excelente carro, muito espaçoso, com desenho um pouco estranho, devido a altura a meio caminho de um monovolume, mas era bonito. Inaugurou um novo padrão de acabamento nos Fiat brasileiros. Se a versão Abarth com o motor de 5cil. tinha um preço proibitivo o velho motor 1.8 de origem GM era uma boa proposta. Mas foi três vezes vítima da FIAT, que (1) não desenvolveu uma versão sedã na época em que esta carroceria estava em ascensão, (2) deixou o carro cair em face da concorrência sem um redesenho importante por ser preterido em favor da lucrativa linha Adventurer e do Punto. (3) E por fim o grave problema de rompimento do cubo da roda traseira em vários modelos, que só foi objeto de recall após ocorrência de acidentes fatais [s)] e de processos judiciais, terminou por encerrar a carreira de um modelo que vendeu por si.

(4) Versão 3 portas Coupé que não entendo como não houve no Brasil.
A 5 portas é feia e muito alta, sendo a única que tiveram!

FIATStiloAbarth-2439_4.jpg
 
A motorização a gasolina é desapontante. Esse motor pouco melhor é do que o do meu Astra de 1999.
Está mesmo a fazer falta um motor 3 cilindros turbo e o 1.4 Multiair de 140cv presente no 500X.
 
Despontante? Não concordo (mas compreendo a tua afirmação), e a razão é simples. O objectivo para este carro é contenção de custos, portanto, nada melhor que um motor com "experiência" no mercado e de baixo custo de produção. Será certamente um motor fiável e que permitiu um preço baixo no momento de venda do carro ao cliente.

Obviamente que gostava de ver este carro com motores mais interessantes, nomeadamente o 1.4 MultiAir, e já que estou numa de pedir, um kit Abarth.

[br:)]

Pronto, ficava satisfeito, mas não é isso o pretendido pela Fiat para a gama racional. Mas veremos, pode ser que com adição da SW e HB no final do ano tenhamos "novos" ou novos motores.

[;)]
 
penso que merecia um motor mais evoluido, mas mesmo assim o preço está competitivo e o motor se for o mesmo do stilo ou algo derivado desse bloco, deve ser fiável

O Tipo podia e devia ter versão a gasolina turbinada, mais potente e veloz.

No entanto o 1.4 16v é um excelente motor, já conhecido de muitos carros.
Aqui com 95cv como tinha no Bravo e Stilo.
Mas tem 100cv no Panda 100HP e nos FIAT 500. É a entrada nas Américas.

Este motor tem quase 20 anos, quando apareceu com 1242 e 86cv.
Nessa época era o melhor motor 1.2 NA de grande produção.
Este motor Super Fire (Twin Cam 16v) tinha 70 cv / litro.
Passaram muitos anos e hoje há muita coisa, sendo que o motor é antigo mas ainda actual.

O 1242 = 70,8 x 78,9
O 1368 = 72 x 84
No fundo é o mesmo motor.
Ambos "puxados" a 70 cv por litro.
 
15300 euros é um preço bem apetecivel.

O motor 1.4 ajusta-se bem ao carro. O Tipo quer-se acessível e fiável.

A versão easy já traz AC? É que por tlm não consigo aceder ao configurador...
 
O Tipo podia e devia ter versão a gasolina turbinada, mais potente e veloz.

No entanto o 1.4 16v é um excelente motor, já conhecido de muitos carros.
Aqui com 95cv como tinha no Bravo e Stilo.
Mas tem 100cv no Panda 100HP e nos FIAT 500. É a entrada nas Américas.

Este motor tem quase 20 anos, quando apareceu com 1242 e 86cv.
Nessa época era o melhor motor 1.2 NA de grande produção.
Este motor Super Fire (Twin Cam 16v) tinha 70 cv / litro.
Passaram muitos anos e hoje há muita coisa, sendo que o motor é antigo mas ainda actual.

O 1242 = 70,8 x 78,9
O 1368 = 72 x 84
No fundo é o mesmo motor.
Ambos "puxados" a 70 cv por litro.

Foi como disse antes, eu espero que quando o HB e SW entrarem no mercado, no final do ano, tragam o 1.4 MultiAir ou pelo menos o 1.4 TB e também o introduzam no Tipo Sedan.

Ou talvez até um novo motor, da futura linha de 3 cilindros.
 
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