isto vai avançar? se avançar que motor estão a pensar por nele?
Duvido que isto avance.
A Abarth continuará a focar-se no 500, e futuramente no 500X.
O 124 é um bónus.[
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isto vai avançar? se avançar que motor estão a pensar por nele?
Duvido que isto avance.
A Abarth continuará a focar-se no 500, e futuramente no 500X.
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Duvido que isto avance.
A Abarth continuará a focar-se no 500, e futuramente no 500X.
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500X? :sh)
Mais valia o Tipo.
Pessoalmente, não faria nenhuma das opções. Não são as embalagens correctas para a Abarth.
O Tipo não acontecerá devido à lógica do projecto em si.
Tal como a Citroen fez com o Cactus, ao limitar a potência máxima da gama para valores modestos, permitiu simplificar o desenvolvimento e reduzir custos de forma expressiva.
Não foi necessário projectar a nível estrutural ou a nível de chassis, algo que tivesse no futuro de lidar com potências elevadas.
O Cactus, se repararmos, pouco passa dos 100cv, e assim deverá manter-se ao longo de toda a sua carreira. Quanto muito poderemos ver a chegada do 1.2 THP de 130cv.
O Tipo segue a mesma lógica.
Simplificação e redução de custos obrigou a fazer escolhas, entre as quais, um tecto de potência máxima mais modesto.
De momento, o máximo são 120cv, e também não acredito que passe muito daí, venham novos motores ou não.
Mesmo enfiar o 1.4 de 170cv, que não é muito, já conhecido de outros Fiat e Abarth poderia obrigar a fazer alterações substanciais ao chassis para lidar não só com a potência, mas com maior abusos típicos no uso de versões mais desportivas.
Um excelente carro, pena não servir para aqueles que vivem de aparências...
Vocês e a mania que toda a gente compra carros de determinadas marcas para fazer ver aos outros.. [8b]
Quem gosta de carros com um mínimo de qualidade, bem construídos, com bons materiais, simplesmente não pensa em Fiat. Nem pensava em Alfa (até este Giulia), porque estes simplesmente não oferecem esse tipo de qualidade. É tão simples quanto isto.
Este tipo de carros é para quem quer uma forma barata de ir de A para B, e nada mais.
Pessoalmente, não faria nenhuma das opções. Não são as embalagens correctas para a Abarth.
O Tipo não acontecerá devido à lógica do projecto em si.
Tal como a Citroen fez com o Cactus, ao limitar a potência máxima da gama para valores modestos, permitiu simplificar o desenvolvimento e reduzir custos de forma expressiva.
Não foi necessário projectar a nível estrutural ou a nível de chassis, algo que tivesse no futuro de lidar com potências elevadas.
O Cactus, se repararmos, pouco passa dos 100cv, e assim deverá manter-se ao longo de toda a sua carreira. Quanto muito poderemos ver a chegada do 1.2 THP de 130cv.
O Tipo segue a mesma lógica.
Simplificação e redução de custos obrigou a fazer escolhas, entre as quais, um tecto de potência máxima mais modesto.
De momento, o máximo são 120cv, e também não acredito que passe muito daí, venham novos motores ou não.
Mesmo enfiar o 1.4 de 170cv, que não é muito, já conhecido de outros Fiat e Abarth poderia obrigar a fazer alterações substanciais ao chassis para lidar não só com a potência, mas com maior abusos típicos no uso de versões mais desportivas.
Quanto ao 500X Abarth, faz mais sentido do ponto de vista comercial. Não tanto a nível do produto, e muito menos a nível de um Abarth.
O Juke Nismo foi bem recebido pelo mercado. E deverá ser tendência de futuro.
O que é considerado um hot-hatch, terá de abranger os crossovers.
Não deixa de ser idiota, pois para os tornar mais "desportivos" têm de prescindir de alguns dos argumentos pelos quais são apreciados. É idiota, pois ao derivarem de hatchs normais, com alterações estruturais ou de chassis para poderem ter posição de condução mais elevada, altura ao solo acrescida e até curso de suspensão alongado, criam versões desportivas que, basicamente, tentam eliminar essas mesmas características...
Esquizofrenia automóvel no seu melhor.
Quem gosta de carros com um mínimo de qualidade, bem construídos, com bons materiais, simplesmente não pensa em Fiat. Nem pensava em Alfa (até este Giulia), porque estes simplesmente não oferecem esse tipo de qualidade. É tão simples quanto isto.
Vocês e a mania que toda a gente compra carros de determinadas marcas para fazer ver aos outros.. [8b]
Quem gosta de carros com um mínimo de qualidade, bem construídos, com bons materiais, simplesmente não pensa em Fiat. Nem pensava em Alfa (até este Giulia), porque estes simplesmente não oferecem esse tipo de qualidade. É tão simples quanto isto.
Este tipo de carros é para quem quer uma forma barata de ir de A para B, e nada mais.
Ecco il listino completo:
- 1.4 95 CV Easy 5 porte: 15.900 euro
- 1.4 95 CV Lounge 5 porte: 17.300 euro
- 1.6 MJTD120 CV Easy 5 porte: 20.100 euro
- 1.6 MJTD120 CV Lounge 5 porte: 21.500 euro
- 1.4 95 CV Easy SW: 17.300 euro
- 1.4 95 CV Lounge SW: 18.700 euro
- 1.6 MJTD 120 CV Easy SW: 21.500 euro
- 1.6 MJTD 120 CV Lounge SW: 22.900 euro
Era bom para vender 3 carros por ano...Eu por acaso discordo de algumas coisas caro Crash, acho que haveria perfeitamente lugar para um Abarth Tipo, mesmo até com um motor 2.0, como o Sandero RS no Brasil!
Este carro tenho a certeza que será um best-seller, e uma versão Abarth só iria aumentar ainda mais o interesse pelo modelo.
Quanto a hot-SUVs tipo o Juke Nismo, até podem vender bem, mas para mim são aberrações e eu até sou fã de SUVs.
Preços do Tipo Hatch e SW para Itália
Os preços são superiores aos do Sedan. (14 500€ para o 1.4 95cv e 18 700€ para o 1.6 Mjet)
Era bom para vender 3 carros por ano...
O Alfa 159 era um carros mais bem construídos do seu segmento.
O Grupo FIAT já há muitos anos que tem um bom nível de qualidade.