Fiat Tipo 2016

500X? :sh)

Mais valia o Tipo.

Pessoalmente, não faria nenhuma das opções. Não são as embalagens correctas para a Abarth.

O Tipo não acontecerá devido à lógica do projecto em si.
Tal como a Citroen fez com o Cactus, ao limitar a potência máxima da gama para valores modestos, permitiu simplificar o desenvolvimento e reduzir custos de forma expressiva.
Não foi necessário projectar a nível estrutural ou a nível de chassis, algo que tivesse no futuro de lidar com potências elevadas.
O Cactus, se repararmos, pouco passa dos 100cv, e assim deverá manter-se ao longo de toda a sua carreira. Quanto muito poderemos ver a chegada do 1.2 THP de 130cv.

O Tipo segue a mesma lógica.
Simplificação e redução de custos obrigou a fazer escolhas, entre as quais, um tecto de potência máxima mais modesto.
De momento, o máximo são 120cv, e também não acredito que passe muito daí, venham novos motores ou não.

Mesmo enfiar o 1.4 de 170cv, que não é muito, já conhecido de outros Fiat e Abarth poderia obrigar a fazer alterações substanciais ao chassis para lidar não só com a potência, mas com maior abusos típicos no uso de versões mais desportivas.

Quanto ao 500X Abarth, faz mais sentido do ponto de vista comercial. Não tanto a nível do produto, e muito menos a nível de um Abarth.
O Juke Nismo foi bem recebido pelo mercado. E deverá ser tendência de futuro.
O que é considerado um hot-hatch, terá de abranger os crossovers.

Não deixa de ser idiota, pois para os tornar mais "desportivos" têm de prescindir de alguns dos argumentos pelos quais são apreciados. É idiota, pois ao derivarem de hatchs normais, com alterações estruturais ou de chassis para poderem ter posição de condução mais elevada, altura ao solo acrescida e até curso de suspensão alongado, criam versões desportivas que, basicamente, tentam eliminar essas mesmas características...
Esquizofrenia automóvel no seu melhor.
 
Pessoalmente, não faria nenhuma das opções. Não são as embalagens correctas para a Abarth.

O Tipo não acontecerá devido à lógica do projecto em si.
Tal como a Citroen fez com o Cactus, ao limitar a potência máxima da gama para valores modestos, permitiu simplificar o desenvolvimento e reduzir custos de forma expressiva.
Não foi necessário projectar a nível estrutural ou a nível de chassis, algo que tivesse no futuro de lidar com potências elevadas.
O Cactus, se repararmos, pouco passa dos 100cv, e assim deverá manter-se ao longo de toda a sua carreira. Quanto muito poderemos ver a chegada do 1.2 THP de 130cv.

O Tipo segue a mesma lógica.
Simplificação e redução de custos obrigou a fazer escolhas, entre as quais, um tecto de potência máxima mais modesto.
De momento, o máximo são 120cv, e também não acredito que passe muito daí, venham novos motores ou não.

Mesmo enfiar o 1.4 de 170cv, que não é muito, já conhecido de outros Fiat e Abarth poderia obrigar a fazer alterações substanciais ao chassis para lidar não só com a potência, mas com maior abusos típicos no uso de versões mais desportivas.

Concordo contigo... O Tipo não parece ter sido projectado para suportar muitas variações de potência.
Por isso ou é um sucesso comercial muito acima das expectativas que leve a que compense investir em fazer modificações grandes para levar com versões com muito maior potência ou então nunca se vai ver um Abarth.
E não acho que seja nada necessário para o tipo de carro que é...

Quanto a ser possível levar o 1.4 de 170cv ou não, isso já não sei e acho que não há informação sobre isso. Pelo que tenho lido o carro lida bem com os 120cv do 1.6 Multijet logo parece ter amrgem para pelo menos essa versão.
Mas acho que faz pouco sentido comercialmente ter esse motor a gasolina. O 1.4 gasolina/GPL de 120cv é que faz sentido e vai estar disponível. Se viesse para Portugal seria muito porreiro. :)
 
Já vi que no site da FIAT Portugal, o novo Tipo 5P e carrinha já lá estão, embora ainda sem dar para configurar.
Já há data prevista para o lançamento em Portugal destas duas variantes do novo FIAT Tipo? Ainda sem ter entrado num e muito menos conduzido, já sou um fã deste carro. Pena as versões a gasolina, serem para já tão desinteressantes e me afastarem totalmente de uma compra... o motor 1.4T 120cv seria indespensável, mas com o 1.6 atmosférico a debitar a mesma potência, de certeza que não passará de uma miragem o seu lançamento no mercado Português, a par, do penso que já confirmado para outros mercados, 1.4T 140cv!
A versão de 5p que era a que menos gostava, é agora a que mais aprecio! [:cool:]

EDIT: Afinal, vi umas páginas atrás, vai haver mesmo a versão 1.4T de 120cv! :O

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Um excelente carro, pena não servir para aqueles que vivem de aparências...

Vocês e a mania que toda a gente compra carros de determinadas marcas para fazer ver aos outros.. [8b]

Quem gosta de carros com um mínimo de qualidade, bem construídos, com bons materiais, simplesmente não pensa em Fiat. Nem pensava em Alfa (até este Giulia), porque estes simplesmente não oferecem esse tipo de qualidade. É tão simples quanto isto.

Este tipo de carros é para quem quer uma forma barata de ir de A para B, e nada mais.
 
Ravager,
O Fiat 500X(só por ex!) teve melhor pontuação em materiais interiores e insonorização (pressupõe a qualidade de construção que referes) que o Mini Countryman...que é do grupo Bmw e custa mais uns valentes milhares de euros! [:D]
A talhe de foice, recordo que o diário económico fez um bom artigo, em tempos, relativamente ao dieselgate - barraca Vw- em que a dada altura referia que o preço superior dos veículos dessas marcas, chamadas "premium", se devia às muito superiores margens de lucro das mesmas....face às marcas generalistas...

Em suma, se o post rafsantos não foi o mais feliz, o teu não foi muito melhor. Já em 2008, um C4, Focus, 308, Octavia, Golf, eram melhores que um Lancia Delta (tb por ex.)??? Tu elencas três pontos a teu gosto mas, no global, analisados muitos pontos de interesse para os vários compradores, deixo aqui dois comparativos AH que demonstram o quão errado tu estás:

http://www.autohoje.com/index.php/t...ck-1-9-tdi-bmw-118d-lancia-delta-1-6-multijet

Ou o Fiat Bravo....

http://www.autohoje.com/index.php/t...a-1-7-cdti-edition-vw-golf-1-9-tdi-bluemotion

Enfim, tlvz um Fiat seja mesmo mais do que "uma forma barata de ir de A para B, e nada mais." [:p]
 
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Vocês e a mania que toda a gente compra carros de determinadas marcas para fazer ver aos outros.. [8b]

Quem gosta de carros com um mínimo de qualidade, bem construídos, com bons materiais, simplesmente não pensa em Fiat. Nem pensava em Alfa (até este Giulia), porque estes simplesmente não oferecem esse tipo de qualidade. É tão simples quanto isto.

Este tipo de carros é para quem quer uma forma barata de ir de A para B, e nada mais.

O Alfa 159 era um carros mais bem construídos do seu segmento.

O Grupo FIAT já há muitos anos que tem um bom nível de qualidade.
 
Pessoalmente, não faria nenhuma das opções. Não são as embalagens correctas para a Abarth.

O Tipo não acontecerá devido à lógica do projecto em si.
Tal como a Citroen fez com o Cactus, ao limitar a potência máxima da gama para valores modestos, permitiu simplificar o desenvolvimento e reduzir custos de forma expressiva.
Não foi necessário projectar a nível estrutural ou a nível de chassis, algo que tivesse no futuro de lidar com potências elevadas.
O Cactus, se repararmos, pouco passa dos 100cv, e assim deverá manter-se ao longo de toda a sua carreira. Quanto muito poderemos ver a chegada do 1.2 THP de 130cv.

O Tipo segue a mesma lógica.
Simplificação e redução de custos obrigou a fazer escolhas, entre as quais, um tecto de potência máxima mais modesto.
De momento, o máximo são 120cv, e também não acredito que passe muito daí, venham novos motores ou não.

Mesmo enfiar o 1.4 de 170cv, que não é muito, já conhecido de outros Fiat e Abarth poderia obrigar a fazer alterações substanciais ao chassis para lidar não só com a potência, mas com maior abusos típicos no uso de versões mais desportivas.

Quanto ao 500X Abarth, faz mais sentido do ponto de vista comercial. Não tanto a nível do produto, e muito menos a nível de um Abarth.
O Juke Nismo foi bem recebido pelo mercado. E deverá ser tendência de futuro.
O que é considerado um hot-hatch, terá de abranger os crossovers.

Não deixa de ser idiota, pois para os tornar mais "desportivos" têm de prescindir de alguns dos argumentos pelos quais são apreciados. É idiota, pois ao derivarem de hatchs normais, com alterações estruturais ou de chassis para poderem ter posição de condução mais elevada, altura ao solo acrescida e até curso de suspensão alongado, criam versões desportivas que, basicamente, tentam eliminar essas mesmas características...
Esquizofrenia automóvel no seu melhor.

Eu por acaso discordo de algumas coisas caro Crash, acho que haveria perfeitamente lugar para um Abarth Tipo, mesmo até com um motor 2.0, como o Sandero RS no Brasil!

Este carro tenho a certeza que será um best-seller, e uma versão Abarth só iria aumentar ainda mais o interesse pelo modelo.

Quanto a hot-SUVs tipo o Juke Nismo, até podem vender bem, mas para mim são aberrações e eu até sou fã de SUVs.
 
Quem gosta de carros com um mínimo de qualidade, bem construídos, com bons materiais, simplesmente não pensa em Fiat. Nem pensava em Alfa (até este Giulia), porque estes simplesmente não oferecem esse tipo de qualidade. É tão simples quanto isto.

Se ele foi ao 80 tu foste ao 8..

Não ficaste melhor na fotografia.
 
Vocês e a mania que toda a gente compra carros de determinadas marcas para fazer ver aos outros.. [8b]

Quem gosta de carros com um mínimo de qualidade, bem construídos, com bons materiais, simplesmente não pensa em Fiat. Nem pensava em Alfa (até este Giulia), porque estes simplesmente não oferecem esse tipo de qualidade. É tão simples quanto isto.

Este tipo de carros é para quem quer uma forma barata de ir de A para B, e nada mais.

Ai essa dor de cotovelo...

Tendo em conta os últimos VW, por exemplo, e os últimos FIAT, posso afirmar que em qualidade estão perfeitamente equiparados. Já na fiabilidade, os italianos estão a ganhar nesta altura do campeonato. Basta estar atento à beira da estrada e aos reboques de pronto-socorro para se ver isso mesmo.

Aliás, essa mania que mencionas que existem pessoas que compram carros para os outros verem é verídica. No salão de Lisboa de Novembro, estava eu dentro do renovado Mazda6 quando entra um individuo que desabafou que só um louco daria os mais de 50.000€ que a Audi pedia pelo novo A4 que estava em exposição, tendo em conta que o Mazda em nada lhe ficava atrás e até era mais agradável à vista e acima de tudo era Full-extra, tendo um PVP de cerca 40.000€.

Mas tens razão, cada um compra o que quer, mas é certo que quando compram essas ditas marcas divinas mais cedo ou mais tarde ficam mal servidos (ver casos de Mercedes nos Diários de Bordo aqui no fórum).
 
Preços do Tipo Hatch e SW para Itália

Ecco il listino completo:

  • 1.4 95 CV Easy 5 porte: 15.900 euro
  • 1.4 95 CV Lounge 5 porte: 17.300 euro
  • 1.6 MJTD120 CV Easy 5 porte: 20.100 euro
  • 1.6 MJTD120 CV Lounge 5 porte: 21.500 euro
  • 1.4 95 CV Easy SW: 17.300 euro
  • 1.4 95 CV Lounge SW: 18.700 euro
  • 1.6 MJTD 120 CV Easy SW: 21.500 euro
  • 1.6 MJTD 120 CV Lounge SW: 22.900 euro

Os preços são superiores aos do Sedan. (14 500€ para o 1.4 95cv e 18 700€ para o 1.6 Mjet)
 
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Eu por acaso discordo de algumas coisas caro Crash, acho que haveria perfeitamente lugar para um Abarth Tipo, mesmo até com um motor 2.0, como o Sandero RS no Brasil!

Este carro tenho a certeza que será um best-seller, e uma versão Abarth só iria aumentar ainda mais o interesse pelo modelo.

Quanto a hot-SUVs tipo o Juke Nismo, até podem vender bem, mas para mim são aberrações e eu até sou fã de SUVs.
Era bom para vender 3 carros por ano...
 
Preços do Tipo Hatch e SW para Itália



Os preços são superiores aos do Sedan. (14 500€ para o 1.4 95cv e 18 700€ para o 1.6 Mjet)

Ou seja, o hatch é mais caro 1.400€ que a versão equivalente do sedan e a SW é mais cara 2800€.
Mesmo assim bem mais barato que as ofertas da concorrência, por isso é que acha que se dão ao luxo de colocar esses preços. Também tem mais packs de opcionais.
Vamos ver como vão ser os preços com os restantes motores quando saírem.

Pelas análises ao sedan acho que o preço nem é mau mesmo assim, e vale sempre a pena subir para o Lounge.
 
O Alfa 159 era um carros mais bem construídos do seu segmento.

O Grupo FIAT já há muitos anos que tem um bom nível de qualidade.

Continua a ser um nível de qualidade bem aquém das premium e de algumas generalistas. É suficiente para concorrer com a PSA, coreanas, Renault etc, mas perde para Toyota, VW e por aí fora.

O Alfa 159 a nível de construção perde p.ex. para o Série 3. E tendo em conta que os dois na altura custavam sensivelmente o mesmo.. a escolha revelava-se óbvia.

O Giulia sim já parece ser de outro campeonato. Vamos ver o que sai dali.
 
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