No final de 2027 acredito, se as coisas não mudarem.[]
Então eles que mantenham as regras para lá de 2030...para ver se ele se vai já embora!
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Pois, tu não gostas de F1, a tua cena é o ódio ao MAX, quando ele for embora deixas de ter qualquer interessa na F1.[]
Nada disso, vai falar do MAX até morrer este [][
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Bem, se estão com tantas certezas, quem sou eu.
Pelo que tenho visto acerca deste assunto a FIA até poderia ir nisso se não fossem os acidentes, estaria tudo bem se não houvesse carros disparados contra as bancadas, e pelo que parece vai haver mexidas com alguma substância já para o proximo GP. Vamos ver como correm.
Como já aqui foi falado muitas vezes estes carros são tão elétricos que há uma certa flexibilidade para moldar o comportamento, obrigando a mapeamentos que levem a reduções graduais da entrega elétrica, reduzindo a energia máxima utilizável por volta reduz a quantidade de carregamento que será necessário, podem inclusivamente substituir os atuais modos ultrapassagem por uma espécie de push to pass, podem modelar a forma como os modos de alto e baixo downforce funcionam, etc.. etc... tudo isso é possível fazer mudando apenas a programação dos carros e resolvem alguns dos problemas mais urgentes de segurança.
Agora, a essência destes carros não vão mudar. Estes carros são esfomeados por energia e estão desenhados para carregar nas zonas onde a penalização de tempo é menor, que é precisamente nas curvas, por isso o principal problema filosófico destes carros que foi tirarem qualquer preponderância ao piloto porque curvam em ritmo de passeio e não a explorar os limites do grip mecânico e depois tudo é decido em drag races nas retas, não vai ser resolvido enquanto não houver carros novos.
Sim, concordo com tudo o que dizes, mas se cortares na entrega elétrica, os carros ficam mais lentos, mas deixam de ter o problema de faltar energia em algum ponto, isto altera-se facilmente e voltamos ao que cada piloto tem de melhor na condução, desde que só tenham que se preocupar com a condução do carro, isto é a essência do desporto motorizado, desporto exige competência humana, isso não é o que se passa agora.
É isto que eu defendo, não percebo a lógica de que para melhorar isto a FIA vem com a alteração de baixar a regeneração de 9 para 8 MJ, isto veio agravar mais o problema, menos regeneração é menos energia elétrica, que raio, esta malta nunca andou de elétrico? Não devia cortar na potência elétrica?:sh)
1. Libertar o super Clipping de 250 kW para 350 kW
Esta é a medida mais urgente. Atualmente, a regeneração enquanto o piloto ainda tem o acelerador a fundo está limitada a 250 kW.
O objetivo: Permitir que o sistema recupere à capacidade total (350 kW) mesmo sem o piloto levantar o pé (lift-and-coast).
O resultado esperado: Menos situações perigosas onde um carro abranda subitamente no meio da reta para carregar a bateria, reduzindo a diferença de velocidade entre os carros.
2. Alteração da Curva de "Ramp-Down"
Muitos pilotos queixam-se de que a potência elétrica "corta" de forma demasiado abrupta aos 290-300 km/h, fazendo o carro parecer que bateu numa parede invisível.
A proposta: Tornar a descida da potência mais gradual ou baixar o limite de velocidade onde o corte começa. Isto evita que o carro esgote a bateria toda no primeiro terço da reta e fique "indefeso" no final.
3. Redução Estratégica do Limite de Recuperação (9 MJ para 7 MJ ou 6 MJ)
Parece contra-intuitivo, mas baixar o que se pode recuperar por volta pode ajudar.
A lógica: Se o limite for menor, as equipas param de tentar "forçar" a regeneração em todos os cantos da pista através de software complexo. Isto devolveria ao piloto o controlo sobre onde quer gastar e onde quer poupar, em vez de deixar o computador decidir tudo.
4. Liberalização do "Manual Override" (Modo de Ultrapassagem)
O novo sistema que substitui o DRS tem sido criticado por ser demasiado restritivo.
A proposta: Permitir que o piloto use a potência extra (os 350 kW constantes até velocidades mais altas) de forma mais livre para facilitar ultrapassagens reais, em vez de apenas trocas de posição por falta de bateria do carro da frente.
5. Revisão da Aero Ativa (Z-Mode vs X-Mode)
Os carros têm estado a alternar entre alta e baixa carga aerodinâmica de forma que torna o comportamento imprevisível em combate próximo.
A medida: Simplificar os momentos em que as asas podem abrir/fechar para garantir que o carro que persegue não perde o controlo em curvas rápidas devido a falhas no sistema ativo.
Como é que a FIA mede a potência dos motores? Eles fazem testes independentes ou confiam nos dados que as equipas fornecem?
Para os possíveis upgrades de motor,conta só a potencia do ICE ou a potência total do conjunto?